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Como alcançar a felicidade no trabalho?

Muitas pessoas passam a maior parte do tempo útil no ambiente de trabalho. Ao encontrar condições desfavoráveis, é preciso saber lidar com as pressões e solucionar problemas difíceis, sem perder a postura profissional. Mas, como encontrar a felicidade no trabalho diante de tantos desafios?

Você deve sentir prazer naquilo que realiza e reconhecer a utilidade do serviço que desenvolve. A motivação deve fazer parte de seu dia-a-dia. Por isso, esteja sempre disposto a fazer o melhor no seu ambiente laboral.

A primeira pergunta que você deve se fazer é: estou feliz com minha escolha profissional? Se a resposta for sim você está no caminho certo. Só precisa seguir algumas dicas que te ajudarão na caminhada profissional.

10 dicas para alcançar a felicidade no trabalho

Dica 1

Trabalhe na área que você se identifica – quando você faz o que gosta, gera satisfação. Assim, seu rendimento será melhor. O tempo flui naturalmente e você não fica com aquela sensação de que nunca vai conseguir terminar o serviço. Se sentir realizado gera felicidade no trabalho.

Dica 2

Planeje sua rotina – se organizar ajuda a otimizar o tempo de cumprir cada tarefa. Assim você não acumula trabalho e consegue separar sua vida pessoal da profissional. Você pode otimizar o tempo e cumprir tudo que foi proposto, sem se sentir culpado por algum serviço que não pôde fazer.

Dica 3

Mantenha o foco – esteja atento no desenvolvimento de cada atividade. Evite distrações. Além de diminuir as falhas, impede que você gaste energia, tempo e recursos para refazer tarefas. Você irá produzir com mais eficiência e alcançar melhores resultados.

Dica 4

Deixe os problemas em casa – por mais difícil que seja a situação que você enfrenta na sua vida pessoal, trazer os problemas para o trabalho fará com que perca a concentração e não consiga produzir bem. O acúmulo de preocupações pode te deixar estressado e impactar na sua saúde.

Dica 5

Trace metas – você deve buscar a realização através do crescimento profissional. Por isso, invista em si mesmo. Dedique-se a aprender mais sobre sua área, vença os limites. Busque qualificar-se para atingir os objetivos que deseja realizar profissionalmente.

Dica 6

Evite fazer várias atividades ao mesmo tempo – concentre-se em uma atividade por vez. Faça uma lista do que precisa realizar a cada dia, semana, mês. Não adianta querer mostrar produtividade se não desempenhar as funções corretamente. Quando você assume muitas tarefas de vez, sempre acaba deixando de dar devida atenção a uma ou outra. Isso compromete sua eficiência.

Dica 7

Fuja da negatividade – o pensamento positivo é essencial para manter um clima favorável. Pessoas que reclamam o tempo todo causam desgaste emocional para si mesmas e para quem está à sua volta. Se você identifica alguma situação que tem causado desconforto na empresa, tente resolver da melhor forma possível. Ficar se queixando sem tomar uma atitude só aumenta a insatisfação.

Dica 8

Cuide de sua postura – manter uma boa postura te ajuda ter um rendimento melhor e evitar dores no fim da jornada de trabalho.  Faça exercícios de alongamento e pequenas pausas durante o dia para relaxar. Você ficará mais disposto.

Dica 9

Interaja com seus colegas de trabalho – ter um bom relacionamento interpessoal gera prazer em estar no ambiente laboral. Aproveite os intervalos para conversar, conhecer melhor seus colegas. Seja simpático, gentil e solidário. Uma convivência harmônica vai produzir a felicidade no trabalho.

Dica 10

Saiba lidar com os conflitos – conviver com pessoas que possuem opiniões diferentes, tomam atitudes sem ponderar as consequências ou não se preocupam com o coletivo pode trazer conflitos na empresa. Nesses momentos é importante manter a calma e buscar o diálogo para solucionar qualquer situação que interfira na cooperação e impacte nos resultados.

Seguindo todas essas dicas será muito mais fácil ter prazer no ambiente laboral e viver com saúde. Mas se esse conteúdo não for o suficiente, continue a leitura com o artigo “Como combater o estresse do trabalho”.

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Perca a insegurança no amor e tenha uma vida mais feliz a dois!

Como vai o seu relacionamento? Todo casal passa por altos e baixos, mas a insegurança no amor pode ser um gatilho para que a crise se instaure. Então, pondere antes de tomar qualquer atitude e mantenha um relacionamento saudável.

A vida a dois requer renúncias e reconhecimento de posturas que ajudam na harmonia do casal. No entanto, quando há insegurança o diálogo fica comprometido, as brigas se tornam constantes e manter o equilíbrio já não é uma tarefa tão fácil. Então, o que fazer para vencer os desafios no amor?

Sinais de insegurança no amor

O ciúme excessivo é um sinal de insegurança no amor. A pessoa começa a imaginar situações, cobrar uma postagem ou curtida nas redes sociais, mexer no celular do outro, ou seguir o companheiro. Isso causa desgaste no relacionamento, e se não houver mudança de postura, possivelmente causará o término da relação.

Quando um dos parceiros não possui autoconfiança começa a tentar controlar o outro. Cronometrar o tempo de chegar em casa, saber cada passo, afastar a pessoa dos amigos, enfim, uma série de atitudes que demonstram de alguma forma que o controlador se sente ameaçado.

Querer chamar a atenção também demonstra insegurança. É natural desejar ser notado pela pessoa amada, mas ficar o tempo todo criando situações para ser o centro das atenções ou cobrar o tempo todo demonstrações de afeto pode irritar a pessoa amada. Por isso, manter o autocontrole ajuda a preservar a relação.

Origem das inseguranças

No começo do relacionamento é natural que surjam algumas dúvidas, que fazem a pessoa se sentir um pouco insegura, mas, à medida que os amantes se conhecem e os laços vão se fortalecendo, a tendência é que a insegurança no amor diminua. Porém, ela persistirá se você:

  • Já foi traído anteriormente e ainda não superou esse trauma;
  • Costuma buscar a realização através da outra pessoa;
  • Percebe que seu parceiro está sendo frio e não dialoga;
  • Não expõe os sentimentos com medo de se machucar.

Geralmente a pessoa que tem insegurança já passou por alguma situação embaraçosa em relacionamentos anteriores e reflete suas experiências na relação atual. Mas, você deve pensar que as pessoas são diferentes e que as frustrações vividas no passado não necessariamente terão que se repetir.

Colocar muita expectativa no outro gera frustração. Lembre-se que a outra pessoa pode ser tão falha quanto você, e em algum momento pode te decepcionar. Por isso, reflita sobre suas atitudes e seja mais tolerante. Antes de tudo se ame e se cuide.

Se você sente que seu parceiro tem agido friamente ou percebe alguma mudança significativa na relação, não adie o diálogo e busque ajuda profissional, se necessário. A terapia pode ser uma excelente solução para ajudar casais em crise.

Dicas para recuperar a segurança no amor

Se você tem vivido momentos difíceis por conta da insegurança no amor, está na hora de tomar novos rumos e mudar essa situação. Então, comece com simples atitudes:

  • Busque o autoconhecimento – assim você vai compreender melhor os seus limites e evitar brigas desnecessárias.
  • Mantenha sua autoestima elevada –  aprenda a gostar de si mesmo, de sua companhia.
  • Se valorize – não se arrume apenas esperando elogios do parceiro ou parceira. Sinta prazer em estar produzido(a).
  • Haja com consciência – foque no que é real. Não faça suposições infundadas.

Se você tem percebido que seu relacionamento se encontra numa fase delicada, procure a orientação de um profissional. Ele vai te orientar e ajudar a entender melhor os motivos do conflito, para buscar alternativas de resolução para esses impasses, trazendo à luz o que tem te causado a insegurança no amor.

Se precisa de ajuda especializada para vencer o medo e a insegurança no amor, não hesite! Conheça os nossos tratamentos e veja qual melhor se adequa ao seu perfil.

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A tensão muscular pode ter relação com meu estado psicológico?

Você vive uma rotina agitada? Também é comum ter que administrar o estresse no seu dia-a-dia? Então, possivelmente você já deve ter sofrido com a tensão muscular.

A tensão muscular é uma resposta do nosso corpo aos estímulos externos, como reação  a situações de ameaça à saúde. Ela pode variar de intensidade e costuma afetar mais os músculos ligados à postura (costas, ombros, pescoço), mas pode ocorrer em qualquer parte do corpo.

Se você tem sentido tensão muscular deve procurar atendimento médico, porque apesar de não ser considerado um problema grave, esse mal pode indicar alguma sobrecarga emocional ou os primeiros sinais de uma doença física.

O que é tensão muscular?

A tensão muscular é a contração involuntária do músculo, quando submetido a situação de estresse, causando dor ou prejudicando a mobilidade. Ela ocorre quando o músculo se contrai de forma errada e não retorna ao estado natural de relaxamento.

Quando há uma contratura muscular, a quantidade de oxigênio e de nutrientes são reduzidas na corrente sanguínea. Isso prejudica a atividade muscular, além de provocar dor e fadiga. Nessas condições tanto faz sentar, ficar de pé ou deitar. Toda posição é incômoda, o que dificulta a realização das atividades diárias.

Sintomas da tensão muscular

O corpo pode ser afetado por alguns sintomas em níveis diferentes durante a tensão muscular. Veja quais são eles:

  • Câimbra ou espasmos musculares;
  • Movimento limitado;
  • Dores musculares;
  • Inchaço;
  • Fraqueza muscular, e;
  • Hematomas ou descoloração.

Causas da tensão muscular

A tensão muscular pode ser originada por um problema físico ou psicológico. É muito importante buscar tratamento médico para investigar o motivo, pois esse pode ser o sintoma de uma doença, provocada principalmente por:

  • Estresse;
  • Problemas posturais;
  • Rigidez muscular;
  • Falta de atividade física, e;
  • Esforço excessivo.

Quando a tensão muscular é gerada por razão psicológica, como a ansiedade, por exemplo, pode causar: dor no peito, sensação de cansaço e sufoco, e fraqueza muscular. É importante fazer uso da psicoterapia para entender melhor o problema, aliviar a dor psíquica e conseguir evitar a dor física. Às vezes, há a necessidade de intervenção com medicamentos (ansiolíticos), que irão ajudar a reduzir a tensão.

Tratamentos indicados para tensão muscular

O tratamento indicado para a tensão muscular vai depender do que originou o problema, pois a intervenção vai desde de uma simples correção de postura, aos cuidados com uma doença grave.

O médico irá avaliar as condições do paciente, identificar se há uma doença física ou psíquica, tratar a enfermidade e encaminhar para outro especialista, quando necessário. Alguns tratamentos comuns à contratura muscular são:

  • Acupuntura – nessa técnica os pontos específicos de tensão são estimulados com o uso de agulhas, o que diminui as dores e acalma a mente.
  • Terapia osteopatia – harmoniza os sistemas do corpo com técnicas manuais não invasivas.
  • Massagens terapêuticas – as técnicas de massagem aliviam o estresse e equilibram o estado corporal.
  • Atividades físicas – é importante para evitar o desconforto das dores musculares.

Além de todos esses tratamentos complementares para amenizar os sintomas da tensão muscular, também é importante cuidar da alimentação. É indicado ingerir alimentos ricos em potássio para fortalecer os músculos: banana, morango, melão, amêndoa, alcachofra, abóbora, batata, dentre outros.

Tratamentos alternativos no combate à tensão muscular

Se você quer amenizar as dores de forma mais rápida, pode fazer algumas ações simples em casa mesmo. É possível tratar a tensão muscular com:

  • Banho quente;
  • Compressas de água quente no local atingido de 10 a 15 minutos;
  • Fazer alongamentos;
  • Massagear a região afetada com movimentos fortes e circulares, com o uso de hidratante ou óleo corporal.

O uso de chás também pode ajudar a aliviar o estresse, acalmar o corpo e reduzir os níveis de ansiedade. O chá de camomila por exemplo, é um aliado no combate à insônia e funciona como um anti-inflamatório.

 

Para conhecer mais sobre o transtorno de ansiedade, clique e veja o artigo “Eu tenho ansiedade? Confira os sintomas do transtorno”.

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Como identificar os estágios da depressão?

De origem psicológica, emocional ou ambiental, a depressão pode se manifestar por diversos sintomas e com intensidades diferentes, dependendo do estágio da doença em que a pessoa se encontra. E você sabe quais são os estágios da depressão?

Quando uma pessoa está deprimida é comum apresentar constante mau humor, o que geralmente é confundido como parte da sua personalidade. Mas, há uma diferença quando alguém está mal-humorado ou sofre de depressão. Apesar do humor deprimido ser a principal característica da enfermidade, existem outros sintomas que acompanham a doença.

O que é depressão?

Todo mundo passa por momentos difíceis na vida, situações onde o desânimo e a tristeza aparecem, mas passados alguns dias, as adversidades são superadas e logo é possível seguir em frente. Porém, quando a pessoa sofre de depressão é mais difícil se restabelecer em tão pouco tempo.

A depressão é um transtorno psiquiátrico que atinge pessoas de qualquer faixa etária. Ela ocorre quando há diminuição de neurotransmissores, como a serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. É caracterizada por tristeza profunda e sentimento de desesperança. Pode durar semanas, meses ou anos,

Sintomas mais comuns da depressão

Cada vez mais pessoas são acometidas pela depressão. Algumas convivem com a doença por algum tempo sem sequer ter conhecimento. Seja gerada por gatilhos externos (ambiente desfavorável) ou internos (abalos emocionais ou psicológicos), existem sintomas comuns que permitem identificar essa doença:

  • Cansaço e fadiga;
  • Dores no corpo;
  • Tristeza e procrastinação;
  • Baixa autoestima;
  • Sentimento de culpa e inutilidade;
  • Alteração do apetite;
  • Atenção e concentração prejudicadas;
  • Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas.

A depender de qual dos estágios de depressão você esteja enfrentando, os sintomas podem aparecer com maior ou menor intensidade. O período de duração da doença também difere de um estágio para o outro.

Então, em caso de suspeita de depressão a melhor alternativa é buscar acompanhamento médico. Quanto mais cedo for diagnosticada, será mais fácil atuar na recuperação. Além disso, se não tratada, a depressão pode evoluir de um quadro leve para o estágio mai grave.

Estágios da depressão

A depressão pode ser manifestada de diversas formas e é desencadeada por fatores genéticos, hormonais, químicos, entre outros. Uma pessoa pode ficar depressiva devido a traumas de infância, desgaste emocional, situações de perda, e vários outros motivos. Os estágios da depressão são: leve, moderado e grave.

Estágio leve – essa é a fase mais branda da depressão, onde a pessoa consegue realizar as atividades cotidianas, sem que seu desempenho seja diretamente afetado. Pode durar até seis meses, sendo essencial buscar ajuda médica antes da intensificação dos sintomas, para evitar o agravamento da doença.

Estágio Moderado – neste estágio a realização das tarefas diárias é prejudicado. O desgaste físico é muito maior, provocando o aumento do nível da fadiga. Assim, a pessoa não consegue reagir de maneira normal. Os relacionamentos interpessoais se tornam mais difíceis, devido à impaciência e irritabilidade que o deprimido possui.

Estágio Grave – é o período mais delicado da doença, marcado pela incapacidade de realizar qualquer atividade. A prostração, o descontrole e o isolamento social são bem característicos desta fase. É um estágio que inspira cuidado redobrado, pois podem surgir pensamentos suicidas.

A importância de buscar ajuda profissional

Independentemente do estágio de depressão em que o paciente se encontra, é imprescindível que procure a ajuda de profissionais capacitados para tratar desta enfermidade. O tratamento irá proporcionar:

  • Melhor qualidade de vida;
  • Identificação e tratamento das causas da doença;
  • Melhora dos relacionamentos interpessoais, e;
  • Aumento da autoestima.

Por isso, se você suspeita de depressão não deixe de procurar ajuda especializada. Por mais que amigos e familiares sejam importantes para dar o suporte emocional que precisa, o psicólogo, psicoterapeuta ou psiquiatra, são profissionais que podem indicar o tratamento mais adequado para cada caso.

 

Se identificou que está vivendo algum dos estágios da depressão, saiba quais são os tratamentos indicados aqui.

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Saiba como superar o fim de um relacionamento e ser feliz novamente!

O fim de uma relação é sempre difícil de lidar. Geralmente as pessoas não sabem como superar o fim de um relacionamento. Além de todas as questões envolvidas em um término, raramente as duas partes têm a certeza de que querem se separar e à vontade para fazer isso sem maiores dores.

A rejeição de alguém que acreditamos que nos conhece tão bem pode ser devastadora. E a dificuldade de lidar com essa rejeição pode causar grande prejuízo na vida da pessoa.

Enquanto algumas pessoas são capazes de seguir em frente, outras prolongam o sofrimento durante meses ou mesmo anos após um término e não sabem como superar o fim de um relacionamento, diminuindo até mesmo as possibilidades de encontrarem novos parceiros ou parceiras.

Meu relacionamento acabou. O que fazer?

O peso da rotina, traições, falta de tempo, falta de romantismo, problemas na vida sexual insatisfatória ou falta de diálogo: muitos são os motivos que podem levar uma relação ao fim. Então, seja qual for o motivo que levou um casal a optar pela separação, uma coisa é certa: sempre é preciso seguir em frente. Mas como?

Após o término, boa parte das pessoas costuma buscar respostas para o que aconteceu e se pergunta como o casal chegou a esse ponto, se foi culpa sua ou que chances existem de encontrar um novo amor no futuro.

A maneira com que respondemos a estas questões é que pode nos ajudar a superar o fim de um relacionamento ou a nos tornarmos frágeis diante do dano psicológico causado pelo término.

Pesquisas mostram que as pessoas costumam olhar para as outras como sendo fontes de informação sobre elas mesmas. Então, é isso que faz com que a rejeição de alguém que acreditamos que nos conhece como ninguém se torne devastadora.

Apesar de ser difícil recomeçar, é preciso analisar verdadeiramente os motivos que levaram aquele relacionamento ao fim, sem assumir uma culpa desnecessária. Toda relação é composta por duas partes e todas as pessoas envolvidas têm sua parcela de responsabilidade nos problemas que aparecerem. Para seguir em frente, é necessário assumir a parte que lhe cabe da culpa, sem se colocar como vítima.

Dicas de autocuidado essenciais para superar o fim de um relacionamento

Nesse processo de superação, o autocuidado é essencial e fazer as coisas que fazem você sorrir é uma ótima maneira de começar a seguir em frente. Fazer um passeio, ir ao cinema, convidar os amigos para sair: tudo isso aumenta o humor e melhora a saúde. Além disso, o apoio dos amigos é fundamental desse momento para aliviar os sentimentos de solidão e isolamento.

A prática de atividades prazeirosas e o ato de cuidar de si mesmo, da forma mais simples que seja, ajudam a cultivar o amor próprio e a recuperar a percepção do seu próprio valor.

Cuidado com os impulsos

A possessividade faz parte do ser humano e é preciso ter cuidado com ela, pois trata-se da principal causa dos impulsos emocionais que levam a atitudes impensadas, depois do término de uma relação. Do ciúme excessivo à necessidade de controle, tanto homens quanto mulheres podem transitar por um inconformismo que só irá agravar ainda mais o sofrimento.

Não tenha medo de buscar ajuda

Se você ainda não sabe como superar o fim de um relacionamento mesmo depois de ter tentado de tudo, talvez seja a hora de procurar a ajuda de um bom terapeuta. Em alguns casos, o tratamento psicológico evita que esse sofrimento se transforme em problemas maiores, como ansiedade ou depressão.

Não tenha medo de procurar ajuda: a terapia é uma importante ferramenta de autoconhecimento e de superação.

Descubra qual o tipo de terapia ideal para você!

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A sensação de bolo na garganta pode ser de alguma doença psicológica?

Você já ouviu falar ou já teve a sensação de bolo na garganta? Trata-se de uma impressão de que há algo preso a ela, levando você a engolir com dificuldade e ao continuar tentando fazer isso, sua garganta vai se estreitando cada vez mais.

Este é um sintoma de ansiedade que faz com que o indivíduo tenha a sensação constante de que sua garganta vai fechar, e de que não vai mais ser possível respirar. Mas, ainda que isso pareça real, não acontecerá na realidade.

Além da ansiedade, a sensação de bolo na garganta pode ocorrer por diversos motivos e, em alguns casos, é fundamental procurar ajuda médica.

O que pode causar a sensação de bolo na garganta?

Esta sensação pode ser causada por questões físicas, como refluxo gastroesofágico, problemas na tiróide, edema da glote, distrofia miotônica, alergias alimentares e até mesmo câncer. Porém, muitas vezes, o sintoma é psicológico e ocasionado por ansiedade ou estresse.

Boa parte das pessoas que sofrem com a sensação de bolo na garganta expressa a impressão de sufocamento. No entanto, é importante sempre ter em mente que isto não passa de um sentimento, não é real.

Pessoas muito ansiosas e tensas costumam desenvolver esse tipo de sintoma, ocasionado por contrações musculares involuntárias. Além disso, uma má alimentação, baseada em gorduras e frituras em excesso e longos períodos sem se alimentar, falta de sono regular, consumo excessivo de café e bebidas alcoólicas são fatores que podem piorar este quadro.

Se depois de feitos todos os exames para enxergar as causas físicas do problema, nada foi encontrado e este aperto na garganta continua se manifestando com freqüência, é muito provável que ele esteja mesmo relacionado à ansiedade.

Por isso, é imprescindível que o indivíduo procure uma ajuda psicológica. Afinal, este é um sinal de que algo na vida daquela pessoa está deixando-a ansiosa e ela não está sabendo como resolver.

Como lidar com o transtorno da ansiedade? A psicoterapia ajuda?

Em um certo nível de controle, a ansiedade pode até mesmo ser considerada saudável, já que o medo nos auxilia a evitar comportamento impulsivos, por exemplo. Mas a partir de que momento ela pode fazer mal e causar preocupação?

Para conhecer mais sobre o transtorno de ansiedade, clique e veja o artigo “Eu tenho ansiedade? Confira os sintomas do transtorno”.

A ansiedade passa a ser considerada patológica quando, por um longo período de tempo, a pessoa não consegue mais identificar o que está lhe causando medo e angústia em determinada situação e tende a interpretar situações normais como eminentemente perigosas ou catastróficas.

A partir do momento em que a ansiedade passa a paralisar o indivíduo, ocupando boa parte de seu tempo, consumindo energia e trazendo limitações à vida diária, significa que ela já ultrapassou os limites do natural e chegou a hora de procurar ajuda.

A psicoterapia é a intervenção mais eficaz para lidar com o transtorno de ansiedade e, em alguns casos, pode também ser combinada com medicações prescritas por médicos especializados.

Através do diagnóstico correto e de muito diálogo, o psicoterapeuta encontra, junto com o paciente, as verdadeiras razões que levam à crise de ansiedade e o tratamento para este tipo de reação que desencadeia o transtorno.

Porém, ao contrário do que muitos pensam, a ansiedade pode ser facilmente controlada se o paciente realmente se dedicar e tiver interesse em se livrar deste sofrimento.

A psicoterapia se aprofunda no íntimo dos pacientes e faz com que eles enxerguem em si mesmos o que precisa ser mudado. É um processo que nem sempre é fácil, mas é totalmente possível.

Para conhecer mais sobre o transtorno de ansiedade, clique e veja o artigo “Eu tenho ansiedade? Confira os sintomas do transtorno”.

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Saiba o que é psicoterapia breve e quais os benefícios desse tratamento!

Quem resolve dar início a um acompanhamento psicológico pode escolher diferentes tipos de técnicas e uma delas é a psicoterapia breve. Esta é uma modalidade de tratamento psicológico que tem como característica o limite de tempo estabelecido e a ênfase no trabalho com um foco, que pode ser determinado como o principal problema que motiva o indivíduo a buscar ajuda de um terapeuta.

Características da psicoterapia breve

A psicoterapia breve tem origem na psicanálise e, em termos técnicos, está alicerçada no tripé: foco, estratégias e objetivos. O prazo máximo para este tipo de abordagem, convencionalmente, é de um ano, podendo durar meses ou algumas sessões.

No entanto, a duração do processo também dependerá da problemática do paciente e de seus recursos, além da experiência e da formação profissional nesta modalidade de tratamento.

É importante destacar que não é a longa duração que irá garantir tudo o que é necessário para um bom tratamento, seu progresso, sua profundidade, e qualidade da experiência vivida entre o terapeuta e paciente é que são os fatores determinantes.

Nesse contexto, A Psicoterapia Breve não se propõe à conduzir uma reestruturação da personalidade do paciente, principalmente por trabalhar com focos determinados e prazos previamente estabelecidos, de forma a limitar o objeto do trabalho terapêutico.

Principais diferenciais da psicoterapia breve ante as demais abordagens da psicologia

Enquanto a psicanálise se refere, como o próprio nome indica, a um processo de análise e não tem necessariamente uma queixa, a psicoterapia breve determina um único objetivo, um único enfoque. Ou seja, se inicia por causa de uma queixa, um sintoma já manifesto.

Nesse contexto, como dissemos anteriormente, a principal diferença da psicoterapia breve em relação às demais é o tratamento com foco específico, tempo determinado e um objetivo a ser trabalhado. Somente um psicólogo ou psicoterapeuta deve possuir formação específica na área.

Os resultados desse tipo de modalidade terapêutica se mostram bastante eficazes, podendo se observar melhorias significativas já nos primeiros meses do tratamento. O motivo é que as psicoterapias com tempo limitado costumam ser levadas a termo com mais frequência do que as psicoterapias de duração não limitada.

Para quais problemas a psicoterapia breve é indicada?

A psicoterapia breve é uma opção que deve ser levada em consideração por aqueles que reconhecem necessitar de ajuda terapêutica, mas que não querem ou não podem fazer um acompanhamento mais longo.

Como os pacientes, na maioria das vezes, procuram tratamento psicológico porque o sofrimento já incomoda bastante, esta é uma maneira de conseguir alívio num curto período de tempo. A terapia breve permite ao indivíduo entrar em contato com vários segmentos de sua vida e personalidade para superar a crise emocional.

Procurar por uma psicoterapia não é sinal de fraqueza, desequilíbrio ou incompetência para enfrentar os problemas e conflitos pessoais, mas sim uma maneira de reconhecer que todos são sujeitos a limitações diante das diversas situações (muitas vezes inesperadas) que a vida nos impõe.

Sentimentos de impotência, baixa autoestima, falta de iniciativa, pessimismo, desesperança, ansiedade, dores constantes e sem motivo físico, insônia ou excesso de sono e outros sintomas físicos e psicológicos podem ser um sinal de que chegou a hora de buscar ajuda terapêutica.

Se você quer começar o tratamento de psicoterapia breve o mais rápido possível, clique aqui e agende uma consulta!

 

* Colaboração da Psicóloga Satya Reis.

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“Doença da mentira”: Descubra o que é mitomania!

Você já ouviu falar em mitomania, mais conhecida como “doença da mentira”? Também conhecida como mentira obsessivo-compulsiva, este é um distúrbio de personalidade em que o paciente possui uma tendência compulsiva por mentir.

A diferença entre o famoso mentiroso “tradicional” para o mitômano é que, no primeiro caso, o indivíduo não apresenta resistência em assumir a verdade, enquanto o patológico utiliza a mentira em proveito próprio ou prejuízo de outra pessoa, sem sentir necessidade de desfazer o lapso.

Causas da doença da mentira

A literatura especializada indica que não há uma causa específica para a doença da mentira, mas, sim, um conjunto de fatores associados que podem provocar o problema, como: histórico de vida, relacionamentos, padrão de relação parental, genética e experiências.

Devido à imaturidade mental, as crianças costumam mentir com alguma freqüência – muitas vezes, pela dificuldade de enfrentar algumas críticas e frustrações. Essa característica só assume um caráter patológico quando a criança que possui tendência à mitomania chega à conclusão de que sua mentira pode ser entendida como verdade, sem nenhuma conseqüência negativa associada.

Além disso, uma sensação de poder e prazer pode estimulá-la a repetir esse comportamento, já que, à medida que os colegas, familiares e outros adultos a sua volta acreditam em suas histórias, ela começa a se sentir interessante e aceita. O mitômano, então, passa a contar cada vez mais histórias extraordinárias e faz disso um hábito.

Logo, a doença da mentira pode ter origem na baixa autoestima da criança e na supervalorização de suas crenças, como o não enfrentamento da frustração em relação a uma situação.

Conforme o indivíduo cresce e adquire maturidade, o natural é que ele abandone a mentira como ferramenta de defesa e aprenda a assumir a conseqüência de seus próprios atos.

A doença da mentira surge em um cenário em que a pessoa perde este referencial e adota a compulsão como uma maneira de lidar com a vida sem conseqüências negativas associadas.

Como reconhecer um mentiroso patológico?

Algumas pessoas, onde quer que estejam, possuem uma necessidade de ser o centro das atenções e começam a construir uma imagem de si mesmos por meio de mentiras mais leves que passam, então, a fazer parte de suas personalidades.

Além disso, esse tipo de indivíduo precisa, também, se sentir superior aos demais. Para isso, costuma contar histórias sobre grandes feitos dele mesmo. Preso em sua própria teia de mentiras, o mentiroso compulsivo inventa outras história sobre como é falsamente e injustamente incriminado, nunca admitindo qualquer culpa ou responsabilidade.

Tratamentos indicados para a doença da mentira

Esta é uma doença que não se resolve sozinha e, por isso, é necessário um tratamento especializado com um psiquiatra ou um psicólogo. A terapia cognitiva comportamental é a abordagem mais indicada para esta patologia, pois, geralmente, o paciente já desenvolveu uma maneira crônica de se relacionar com a mentira. O tratamento da doença da mentira auxilia na reversão deste caminho e transforma o funcionamento da mente na forma de processar os fatos.

Analisando o histórico de vida e compreendendo os fatores que levaram a este comportamento, é possível instaurar uma mudança de hábitos gradualmente. Assim, se alcançam alguns benefícios, tais como:

  • Criação de um repertório de enfrentamento.
  • Percepção dos motivos que fazem o paciente mentir compulsivamente.
  • Criação de um repertório de tolerância à frustração.
  • Fortalecimento da autoestima.
  • Compreensão do funcionamento psicológico.
  • Desenvolvimento de habilidades sociais e estratégias mais assertivas.
  • Minimização do comportamento de mentir.

A doença da mentira tem tratamento e nós podemos te ajudar! Veja aqui todos os tratamentos que a Clínica Holos oferece.

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Relacionamento Abusivo: o que é e como sair dele

O relacionamento abusivo caracteriza-se como uma forma de violência psicológica e/ou física, na qual, na grande maioria das vezes, há uma certa dificuldade da pessoa agredida reconhecer tal tipo de violência, em especial quando existe a “naturalização” da agressão.

Para muitas pessoas, a violência só é caracterizada quando há agressões físicas, desconsiderando outras formas de violência como a verbal e a psicológica. Para além disso, é importante apontar que o relacionamento abusivo pode ocorrer em vários âmbitos, como, por exemplo:

  • Conjugal: marido X esposa;
  • Escolar: professor X aluno;
  • Empresarial: empregador X empregado;
  • Familiar: pais X filhos, irmão x irmão; e,
  • Nas amizades.  

Identificar um relacionamento abusivo não é simples, principalmente por suas características sutis e ainda naturalizadas pela sociedade. Um dos indicativos, por exemplo, pode ser  a forma desconfortável como você se sente em relação a tal pessoa ou a tal situação.

As relações de poder e submissão são caracterizadas geralmente, quando há entre a vítima e o agressor um grau de dependência emocional, financeira ou social.

A culpa é um dos sentimentos mais recorrentes que podem assombrar as vítimas de relacionamento abusivo, pois quase sempre o agressor costuma internalizá-la na vítima, desqualificando-a, destruindo sua autoestima e aos poucos aniquilando o lado saudável da vida psíquica da pessoa agredida.

Como deixar de viver um relacionamento abusivo?

Para as vítimas de relacionamento abusivo, o mais importante é identificar o abuso em si como violência. Após, reconhecer que a culpa não é sua, e que não há futuro saudável na relação da forma como ela se dá. Este ciclo de violência pode amplificar crenças sabotadoras na vítima, as quais podem dificultar ainda mais sua saída desta relação.

Ações de apoio podem e devem ser tomadas como suporte para libertar-se de uma vez por todas de um relacionamento abusivo, tais como:  

  • Busque uma rede de amparo: familiares e amigos são sempre importantes neste momento em que você precisará de amparo emocional.
  • Procure ajuda profissional: o acompanhamento psicológico é fundamental  visto que auxilia na identificação do problema, no restabelecimento da autoestima e autonomia do indivíduo.
  • Recorra ao amparo legal: ao denunciar, os órgãos competentes lhe orientarão sobre quais medidas serão necessárias, com o fim de preservar a sua integridade.

Agressores têm necessidades de poder e controle, e podem em alguns momentos demonstrar pequenas mudanças para obter algum ganho futuro. Observe suas ações e haja sempre que necessário.

Consegue identificar alguma característica de relacionamento abusivo na sua vida ou na de alguém próximo? Não deixe de compartilhar este artigo.

Leitura indicada: “Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!”

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Freud e o Complexo de Inferioridade

O termo popular “complexo de inferioridade” foi criado na psicanálise por Freud, Alfred Adler, para designar o estado neurótico que faz o indivíduo ter o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e seus problemas.

Esse estado pode ser provocado por vários motivos que podem ser reais ou irreais, como um defeito físico, uma situação econômica ou social difícil, ou pela recordação de um fracasso perante um obstáculo que não foi possível vencer.

A pessoa com complexo de inferioridade procura compensar sua insuficiência real ou suposta pela tentativa de sobressair (reação positiva), ou procura vencer seu estado de inferioridade por artimanhas (reação negativa). Agindo consciente ou inconscientemente, apresenta aos outros características que não possui, o que pode agravar os sintomas de quem sofre deste mal, caso essas tentativas de compensação sejam mal sucedidas.

Dentre os sintomas do complexo de inferioridade, os mais comuns são:

  • Preocupação exacerbada com a opinião das outras pessoas;
  • Mania de se comparar com os outros;
  • Demonstrações de inveja;
  • Hábito de apontar defeitos nas pessoas para esconder os próprios;
  • Preferir ficar isolado;
  • Sensação de incapacidade e de inferioridade;
  • Súper sensibilidade à críticas;
  • Dificuldade de se relacionar;
  • Baixa autoestima; e,
  • Vitimismo.

Como curar o complexo de inferioridade

O primeiro passo para sair desse estado e deixar de sofrer devido ao complexo de inferioridade, é buscar ações que possam motivar e tragam à tona o real valor que a pessoa possui. Procurar ajuda profissional é uma atitude importante neste processo de enfrentamento ao problema e superação das dificuldades.  

Movimentos simples, mas que são eficazes, também são muito bem-vindos nesse processo de redescoberta. Trabalhe sua mente de maneira correta:

  • Comemore as conquistas – ainda que pequenas, cada vitória deve ser reconhecida e comemorada.
  • Pare de se comparar – cada indivíduo possui um conjunto de características diferentes, que o tornam singular. Ter uma qualidade ou defeito diferente de alguém que admira não o torna pior ou melhor, mas especial em sua excência.
  • Reconheça seu valor – comece a reparar tudo que já fez, o que conquistou, o que se tornou, e, principalmente, o que te diferencia. Se preciso, enumere cada coisa para se dar conta do potencial que tem. A ideia é tirar o foco do que está errado, e olhar para o que há de bom.

 

Leitura indicada: “Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!”

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