Agende agora a sua consulta por telefone. ✆ Ligue para (71) 3345-4545

Dia de Combate Mundial à HIV\AIDS : uma contribuição a cerca do tema

A AIDS, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (acquired immunodeficiency syndrome)É o estágio final da doença provocada pelo HIV, um vírus que causa graves danos ao sistema imunológico. O primeiro momento da epidemia da AIDS se deu em (1981-1984), a primeira notificação no Brasil ocorreu em 1984, crescendo de forma alarmante nos anos posteriores. Associado a epidemia que ocorreu nesse início, surge também a ideia de “grupo de risco”, que seriam grupos específicos mais propensos a serem portadores do vírus. Mas com essa noção também surge a discussão voltada para discriminação a esse grupo de pessoas e questões éticas envolvidas. Já que, ao pensar sobre a questão se tratando de uma doença sexualmente transmissível todos estariam propensos a adquirir o vírus.

A mudança do termo para “comportamento de risco”, trouxe uma responsabilidade maior para o sujeito e para a sociedade em si e, nesse sentido podemos pensar em uma implicação maior frente ao adoecimento.

Informações atuais sobre HIV\AIDS (2019 UNAIDS), indicam que no mundo cerca de 37,9 milhões de pessoas vivem com a doença. Considera-se dado significativo, pois, pode-se pensar com isso na mudança de posição da população com relação ao tema e também na adesão ao tratamento.

Com o diagnóstico de HIV, pode-se manifestar uma desestabilização emocional nesse sujeito, ocorrendo em alguns casos: angústia, medos, agressividade etc. Afinal, o sujeito se depara com algo novo e precisa de tempo para se reorganizar frente ao adoecimento do corpo. Pela incerteza, as vezes, outras vezes pelo preconceito (falta de conhecimento prévio), pelo controle da doença ou por diversos outros motivos os quais irão lhe impor limites, muitas vezes torna-se muito difícil de suportar.

A oferta da escuta psicológica nesses casos, serve como instrumento de construção de novo saber sobre si e a aposta é que o sujeito possa reinventar sua forma de viver.

Tags:
Categories:

O mau humor constante pode ser princípio de alguma doença psicológica

Para muitas pessoas o mau humor constante é entendido como o jeito de ser do sujeito, algumas pessoas se reconhecem mau humoradas há anos, o que pode dificultar a procura por uma ajuda especializada nos casos em que o mau humor signifique algum transtorno psicológico, como a depressão, por exemplo.

Entendendo a depressão 

A depressão é um problema de saúde pública, considerada pela Organização Mundial de Saúde- OMS (2012) como o mal do século XXI que acomete quase 5% da população, representando mais de 350 milhões de pessoas em todas as regiões do mundo.

Segundo o psiquiatra Shekha Saxena (2012), diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias Psicoativas da OMS, as mulheres são mais propensas a sofrerem com a depressão, 50% a mais do que os homens, sendo atribuída essa prevalência à depressão pós-parto que afeta até uma mãe em cada cinco.

A OMS afirma que essa doença é crescente na população e que é fruto da interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos e em algumas ocasiões está relacionada com a saúde física. 

Saxena (2012) afirma ainda que mais de 50% das pessoas que cometeram suicídio sofriam de depressão.

A OMS chama a atenção para a necessidade de o indivíduo admitir a doença, procurar ajuda e um diagnóstico precocemente: “Quanto antes for iniciado o tratamento, mais eficiente ele é”, diz a OMS. 

Como diagnosticar se o mau humor constante tem relação com a depressão

O Transtorno Depressivo Maior – TDM causa sofrimento e imobilidade no indivíduo. O Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais, em sua quinta edição, DSM-5 (APA,2014) define critérios para o diagnóstico: “ A característica comum é a presença de humor triste, vazio ou irritável, acompanhado de alterações somáticas e cognitivas que afetam significativamente a capacidade de funcionamento do indivíduo”. Para que o TDM seja diagnosticado o indivíduo deve apresentar cinco ou mais dos sintomas elencados no item “ A”, ipsis litteris, transcritos abaixo: 

  1. Cinco (ou mais) dos seguintes sintomas estiverem presentes durante o mesmo período de duas semanas e representam uma mudança em relação ao funcionamento anterior; pelo menos um dos sintomas é (1) humor deprimido ou (2) perda de interesse ou prazer. 

1.Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, conforme indicado por relato subjetivo (p. ex., sente-se triste, vazio, sem esperança) ou por observação feita por outras pessoas (p. ex., parece choroso). (Nota: Em crianças e adolescentes, pode ser humor irritável.) 

2.Acentuada diminuição do interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades na maior parte do dia, quase todos os dias (indicada por relato subjetivo ou observação feita por outras pessoas). 

3.Perda ou ganho significativo de peso sem estar fazendo dieta (p. ex., uma alteração de mais de 5% do peso corporal em um mês), ou redução ou aumento do apetite quase todos os dias. (Nota: Em crianças, considerar o insucesso em obter o ganho de peso.) 

4.Insônia ou hipersonia quase todos os dias. 

5.Agitação ou retardo psicomotor quase todos os dias (observáveis por outras pessoas, não meramente sensações subjetivas de inquietação ou de estar mais lento). 

6.Fadiga ou perda de energia quase todos os dias. 

7.Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva ou inapropriada (que podem ser delirantes) quase todos os dias (não meramente auto recriminação ou culpa por estar doente). 

8.Capacidade diminuída para pensar ou se concentrar, ou indecisão, quase todos os dias (por relato subjetivo ou observação feita por outras pessoas). 

9.Pensamentos recorrentes de morte (não somente medo de morrer), ideação suicida recorrente sem um plano específico, uma tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio. 

O número e a gravidade dos sintomas classificam o episódio depressivo em três graus: leve, moderado e grave. Os critérios mínimos para o diagnóstico de episódio depressivo envolvem dois dos três sintomas principais (humor deprimido, perda de interesse ou prazer e energia reduzida), podendo ser acompanhados de outros sintomas, tais como redução da concentração e atenção, assim como, da autoestima e da autoconfiança, aliados a prejuízos funcional ou social.

Para Wright et al. (2012) a desesperança é um sintoma central da depressão, sendo uma cognição especialmente danosa, com comportamentos desadaptativos.

A depressão pode sugerir a ideação suicida e o consumo do ato devido a complexa mistura de fatores biológicos, cognitivos, emocionais, ambientais e espirituais.

Tratamento para o mau humor constante

Segundo a OMS (2012) o tratamento para a depressão perpassa pelas áreas psicossociais e farmacológicas, sendo essencial a participação ativa das pessoas deprimidas e de seus parentes. 

Em ampla escala, o tratamento da depressão deveria começar com a psicoeducação nas escolas e em outras instituições da sociedade, sobre o transtorno da depressão maior.

A Organização Mundial da Saúde (OMS, 2001) prevê que, até 2020, a depressão será a segunda maior causa de incapacitação para o trabalho, perdendo apenas para doenças cardíacas. Por ser um fenômeno crescente, atingindo públicos amplos sem distinguir sexo, classe econômica ou faixa etária, não é exagero referir-se a ela como o mal do século XXI.

A pessoa deprimida possui mau humor constante, uma visão negativa de si mesma, uma visão negativa do presente e uma visão negativa do futuro; visões perceptivas que reforçam a desesperança.

A desesperança é uma cognição, uma crença de um futuro sem perspectivas. O indivíduo que apresenta crença de desesperança tende a prever o futuro sem expectativas, perde a motivação pela vida e seu desejo de viver é arruinado.  Assim, o paciente com desesperança se percebe anormal, defeituoso, falho e, diante disso, acredita que não tem valor, subestimando suas potencialidades (Beck et al., 1997). 

A psicoterapia ajudará a pessoa com mau humor constante, tristeza profunda, depressão, etc, a avaliar melhor as reais circunstâncias das suas experiências, dores e dissabores, proporcionando ao paciente novas perspectivas, visando uma interpretação mais positiva de suas interações com o ambiente.

Marbackl e Pelisololl (2014) concluem que a aliança terapêutica é o foco fundamental, que vai amparar estratégias mais objetivas como resolução de problemas, busca de apoio social, manejo de impulsos e prevenção à recaída. 

Perceba como está o seu humor e se precisar não hesite em fazer contato com a Clínica Holos, estaremos prontos para te ajudar!

Tags:
Categories:

O que é câncer de próstata e como tratar

O que é câncer de próstata?

Se você tem dúvidas sobre o que é câncer de próstata, saiba que ele é o segundo câncer mais comum entre os homens, estando logo atrás do câncer de pele, que é o primeiro e mais frequente. É caracterizado pela formação de um tumor que só atinge os homens, pois somente estes possuem a glândula prostática. 

A próstata fica localizada próxima à bexiga e é responsável pela produção do líquido que compõem o sêmen, vale ressaltar que essa não é responsável pela ereção e nem pelo orgasmo masculino, porém a sua função é tão quanto importante para que esses fenômenos aconteçam.

Agora que você já sabe o que é câncer de próstata, veja como preveni-lo e como tratá-lo. Continue a leitura com a gente!

Como prevenir o câncer de próstata?

A melhor forma de se prevenir o câncer de próstata é realizando consulta com o urologista. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, todos os homens com idade a partir de 50 anos devem realizar o exame de PSA e realizar também o exame de toque, anualmente. Caso tenha antecedentes familiares de câncer, recomenda-se que as consultas com um urologista comecem aos 45 anos. Contudo, nada impede que os homens realizem consultas antes dessas idades recomendadas.

Quais são os tratamentos recomendados para o câncer de próstata?

Agora que você já sabe o que é câncer de próstata e como preveni-lo, entenda as formas de tratamento para esta doença.

O tratamento para esse tipo de câncer acontece de forma específica para cada fase da doença. Por isso a consulta com o profissional médico urologista é de extrema importância para que seja definida a conduta de tratamento. Existem possibilidades como cirurgia, quimioterapia e radioterapia, que serão definidas de forma individualizada para cada paciente.

Além dessas possibilidades de tratamentos, inclui-se a presença de fisioterapia e psicoterapia para auxiliar na recuperação e evolução de cura.

Como a psicologia atua no tratamento do câncer de próstata?

A psicoterapia entra como um forma de tratamento muito importante, no qual é oferecido ao paciente um espaço para que possa falar sobre o processo de doença e elaborar junto com o psicólogo as demandas que cercam esse contexto de saúde/doença.

Tags:
Categories:

Como superar a dor da perda de um ente querido?

Quando ouço esta pergunta entendo que a pergunta por trás desta pergunta é: “Como parar de sofrer por algo ou alguém que perdi?”

No meu entendimento curamos um braço machucado, substituímos um jarro quebrado, mas as questões da ordem da emoção não acabam. Entendo que superar a dor da perda passa por uma ressignificação quando nos permitimos uma maior compreensão sobre a vida e consequentemente sobre a morte também.

Se você deseja ter uma maior compreensão sobre a dor da perda e a aceitação da morte, continue a leitura deste artigo.

A morte faz parte do ciclo da vida

Vida e morte são dois pólos da mesma moeda. Como o claro dá sentido ao escuro, a morte dá sentido à vida e vice-versa. Desde que nascemos a única certeza que temos é que morreremos um dia. 

Muitas culturas mais sábias do que a nossa inclusive incluem a morte em seu cotidiano. Os povos do antigo Egito, já se preparavam para a morte como uma continuação da vida. No México, as pessoas mantêm a tradição de comemorar o “Dia dos mortos”, tradição herdada dos Astecas, Maias, Purépechas, Totonacas, Náuatles e outras civilizações que prestavam homenagem à “Dama da Morte” e ao “Senhor dos Mortos”. Diferente dos nossos rituais que são fúnebres, tristes e de negação, lá eles celebram a vida vivida, com cores, música, dança, etc.

Lembro que durante uma viagem ao Tahiti, passando pelas casas das pessoas, percebi que em algumas delas, nos jardins, tinha uma espécie de mesa de picnic mas que se assemelhava à túmulos. Curiosa que sou, descobri que era uma prática comum eles enterrarem seus mortos no jardim da casa e os encontros familiares eram mantidos em torno da mesa/tumba com a presença dos vivos e dos mortos juntos. 

É necessário entender a dor da perda

Refletindo sobre as muitas diferentes formas de lidar com a morte, percebo que são rituais, praticados por culturas que desenvolveram uma capacidade de viver a vida para além dos nossos valores ocidentais, onde o deus é o capitalismo, o verbo conjugado é o TER e o exercício diário é a prática do concreto e objetivo. Desta forma, como é possível lidar com a subjetividade e o desconhecido da morte sem vivenciarmos o sofrimento referente a questões mais profundas? 

Toda morte, seja a perda de um ente querido ou outra perda qualquer, de algo ou alguém que nos foi valioso, deve ser validada e entendida como um “PARA QUE”. Como uma possibilidade para enxergarmos algo que nos mova para novas construções, nos apoiando nas experiências vividas. Como somos de uma cultura ocidental, tendemos a buscar os “POR QUÊS” e inevitavelmente caímos nas culpas e nas nossas impotências. E para os “por quês”, talvez tenhamos muitas respostas ou nenhuma.

Como superar a dor da perda

Em uma entrevista, com imagens em vídeo, feita pela BBC em 1959, Carl Gustav Jung (1875-1961), psiquiatra suíço e fundador da Psicologia Analítica, em sua sabedoria, afirmou “que não sabia o que a morte era exatamente, mas sabia que a psique não está confinada aos domínios do tempo e do espaço”. 

Para finalizar, enfatizo que como a morte dá sentido à vida, a dor da perda e o sofrimento são possibilidades de superação e de ressignificação da nossa existência. Que possamos trocar a “PERDA” pelos muitos ganhos vividos e que estes nos sustentem e nos façam atuar de forma construtiva enquanto estivermos por aqui…

Tags:
Categories:

Saiba por que você deve manter a sua saúde mental e física em dia!

Há tempos, discussões a respeito da unidade funcional soma-psique, de como o corpo adoece, e como a pessoa significa o processo de adoecimento, fazem parte tanto do cotidiano de profissionais das áreas das ciências da saúde quanto das áreas das ciências humanas. 

Pesquisadores das áreas de sociologia, psicologia e antropologia médica cunharam o termo experiência da enfermidade a partir de reflexões sobre a noção de saúde e doença como fenômenos complexos que conjugam fatores biológicos, sociológicos, econômicos, ambientais e culturais (RIBEIRO, 2007). 

Desta forma, “Como” e “Para” que se adoece são questões que precisam ser analisadas partindo do pressuposto que o homem “adoece por contaminação bacteriana ou fragilidade emocional”, quando não atende a uma demanda pessoal, social, familiar, a expectativa do outro e não se sente bem consigo mesmo (TRINDADE, 2006, p. 75). 

A prática da Gestalt-terapia no atendimento clínico possibilita observar a pessoa e a realidade, um enfoque holístico e um método dialógico. 

Ou seja, homem visto como um organismo unificado, buscando um contato genuíno, presente e um diálogo criativo que o impulsiona ir ao encontro do outro na tentativa de entender essa pessoa em sua totalidade.  

Diante do exposto, torna-se relevante compreender e identificar a existência de uma variedade de mecanismos e funções psicofísicas causadoras de depressão, insegurança, estresse, ansiedade, medo e outros meios de manifestações psicológicas não saudáveis, chamadas de doenças psicossomáticas, que influenciam de várias formas o funcionamento orgânico.  

Saúde Mental e Física nos dias atuais

Quando a pessoa tem facilidade de fazer contatos reais, manejar a si próprio e ao seu meio, ela consegue manter formas saudáveis de funcionamento. 

Por outro lado, quando não consegue tomar decisões seguras e atender melhor às suas necessidades pode gerar situações conflituosas levando a desajustes, desconexão e outros distúrbios. 

Percebe-se um número crescente de pessoas que buscam as academias de ginástica ou recorrem às atividades físicas para a manutenção corporal. 

Entretanto, a saúde geralmente fica em segundo lugar nesta busca, perdendo o primeiro lugar para a estética, na chamada corrida para o corpo perfeito.

A situação fica ainda mais séria quando falamos em cirurgias plásticas realizadas por aqueles que não têm paciência ou não acreditam que conseguirão alcançar os resultados esperados através das atividades físicas. 

Além disso, é possível notar que, no mercado, existe uma infinidade de aparatos que prometem transformar corpos nos ideais de beleza idealizados. A busca pelo padrão de beleza ditada pela sociedade está criando indivíduos cada vez mais “bonitos” e menos saudáveis. 

O que pode ser a porta de entrada para problemas relacionados com a saúde mental como anorexia, bulimia ou ansiedade. Neste sentido, é preciso buscar um equilíbrio físico e mental para lidar com sabedoria diante das situações que a vida nos apresenta. 

Para tanto, trouxemos aqui 5 dicas para uma vida mais saudável. Veja a seguir:

1. Aceitação pessoal

A aceitação pessoal é de suma importância para uma vida saudável.  A insegurança e o medo de não ser aceito, julgado e criticado podem, principalmente na fase da adolescência, desenvolver graves problemas de baixa autoestima afetando as formas de funcionamento saudável e patológica. 

2. Convivência saudável

Para manter o equilíbrio, é preciso saber conviver. E isso implica dizer não quando necessário. É importante e libertador dizer “não” quando não queremos ou não podemos fazer algo.

Se conhecer, respeitar e se valorizar, ajudando sempre que possível, é o segredo para a boa convivência com si mesmo e com os outros.

3. Inteligência emocional

Tristeza, medo e a raiva são emoções que fazem parte da nossa experiência cotidiana na relação com si mesmo e com o outro. O ponto chave é ter consciência do que provoca essas emoções para não virarmos escravos delas. 

Nestas condições, a forma como cada pessoa configura suas relações consigo mesma, com o outro e com seus espaços sociais pode influenciar no processo de saúde e doença.

4. Prática de atividades físicas

As práticas de atividades físicas, principalmente em equipe, podem ser uma ótima maneira de cuidar da saúde mental e física, pois seus benefícios vão além da melhoria do condicionamento físico.

Ao recorrer à prática de esportes, as pessoas podem obter melhorias nos relacionamentos, além de se beneficiarem com o autoconhecimento (como identificar seus limites e potenciais).

5. Ajuda especializada

Verificar os sinais do corpo, para identificar o que origina uma perda na saúde é um passo para a pessoa compreender seus sintomas e as enfermidades desconhecidas. 

Em vista disso, dar-se conta, ter consciência de si próprio, da sua dor, do que provoca o que sente e deseja é o primeiro estágio para integração e entendimento dos desajustes psíquicos e físicos.

Constata-se, ainda hoje, pessoas que não buscam tratamento adequado devido ao preconceito e julgamento que podem sofrer de amigos e familiares em virtude da falta de conhecimento sobre um processo terapêutico.

Procure um profissional para ajudar a ampliar o olhar sobre suas experiências e vivências diante do seu contexto histórico e escolha o melhor ajustamento para lidar com os desajustes do corpo na sua totalidade.

Portanto, se para o corpo temos o educador físico, para a mente temos o psicólogo e psicoterapeuta, profissionais que podem auxiliar a encontrar esse equilíbrio.

Agora que você já entrou em contato com a importância de cuidar da saúde do corpo, compartilhe este artigo em suas redes sociais e conscientize seus amigos!

Tags:
Categories:

Câncer de mama: repercussões psíquicas no paciente oncológico

Em Outubro é realizada campanha de prevenção do câncer de mama. O trabalho preventivo vem sendo desenvolvido pelas equipes de saúde, para que o paciente seja assistido como um todo, de forma singular. 

Em volta do tema não é somente desenvolvido neste mês, mas o mês do Outubro é oficialmente considerado o epicentro das ações de prevenção do câncer de mama.

A partir da grande abrangência da situação que pode suscitar muitas questões no paciente, é importante pensar uma abordagem interdisciplinar para que esse paciente seja assistido como um todo. 

A campanha foi iniciada nos Estados Unidos na década de 90 e levou o tom rosa, como destaque da ação, intitulada Outubro Rosa. No Brasil, as equipes de saúde de diversos seguimentos, articulam-se para trabalhar a questão da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

Nessas equipes, normalmente estão inseridos os profissionais de psicologia, que irão atuar assistindo as questões emocionais do paciente nesse processo.

Há estudos que tratam sobre a influência de estados emocionais no surgimento de doenças orgânicas, entre elas o câncer.

E o psicólogo, qual o seu fazer nesse contexto?

O profissional de psicologia pode atuar de algumas formas, dentre elas: 

  • de forma preventiva junto às equipes de saúde, promovendo grupos e discussões sobre o tema.
  • na clínica, escutando o paciente, que no momento de um diagnóstico de câncer, pode estar mais fragilizado e repercutir diretamente no seu estado emocional.

A partir da escuta das possíveis dificuldades do paciente, pode auxiliar no momento de “dor”, que nesse caso repercute no corpo mas que normalmente está ligado ao psíquico, e junto com ele identificar possibilidades de lidar com o inesperado de um diagnóstico de câncer de mama. 

Ao pensar nessa perspectiva, o psicólogo irá atuar independente do contexto (preventivo, ou com diagnóstico já estabelecido) de forma a precaver o desenvolvimento de doenças orgânicas no tratamento do sofrimento psíquico, já que estão interligados. 

Cabe salientar que de todas as formas de atuação do psicólogo nesse contexto, aferindo cuidados a esse paciente, iremos trabalhar com a prevenção, pois o profissional de psicologia ao escutar a demanda do paciente poderá ou prevenir afecções no corpo ou ajudar com que esse paciente possa elaborar ou ressignificar o seu adoecimento, podendo enfim encontrar outras saídas para sua “dor”.

Enfim, o câncer de mama pode ser tratado por diversas vertentes, desde a sua prevenção ao tratamento, caso tenha o diagnóstico. O trabalho interdisciplinar tem trazido bastante benefícios ao paciente. 

É importante enfatizar ao paciente como participante ativo nesse processo, tanto na prevenção ou tratamento da doença, para a partir disso verificar suas necessidades, partindo do entendimento que a sua necessidade é particular e deverá ser tratada dessa maneira para possibilitar maiores avanços para cada caso.

Tags:
Categories:

Como acompanhar o desenvolvimento do filho pode evitar traumas de infância na fase adulta

A família é vista como a matriz da identidade humana, o laboratório onde se dá o processo de socialização. Ter identidade é pertencer, fazer parte de algo, e cada família desenvolve sua própria maneira de ser família, ou seja, sua própria estrutura de poder, seu modo de responder às necessidades afetivas de seus membros, uma forma própria de ser que recebe o nome de interação; esta, baseada nos laços, limites e papéis dentro da dinâmica familiar. 

Acontecimentos existentes na relação entre o sujeito e o ambiente, na infância, promovem o surgimento dos fenômenos biológicos, psicológicos e sociais, aliás, desde a concepção, na vida intrauterina, quando o ser faz-se participante do futuro grupo familiar no qual renascerá. 

Portanto, pais e mães favorecem, positiva ou negativamente, a emergência dos implementos psíquicos a nova personalidade. 

Quer compreender como evitar traumas de infância para o seu filho? Faça a seguinte pergunta: “Como é a criança que chega até a mim”? Continue lendo este artigo para entender melhor sobre o assunto. Vem comigo!

Como ajudar seu filho a não ter traumas de infância?

O trauma psicológico são acontecimentos (físico, emocional, mental, social, sexual, negligência), que desafiam a habilidade de lutar e fugir. O corpo na sua totalidade se limita à sobrevivência dificultando restabelecer o equilíbrio, porque o trauma está registrado no corpo, altera a química do cérebro e afeta o sistema nervoso. 

O trauma no desenvolvimento resulta de uma prolongada desarmonia na relação da criança com seus pais causada por negligência ou abuso, físico e/ou emocional.

Os principais fatores que influenciam os traumas de infância e causam consequência na vida adulta são: 

  • Genética, reação dos pais e exemplo dos pais 
  • Relações tensas, desarmonia familiar, rompimentos familiares, violência doméstica, separação e divórcios
  • Pensamentos suicidas 
  • Afastamento de outras crianças, retraimento
  • Incapacidade de concentração, fracasso escolar, brincadeiras violentas, repetitivas e bullying
  • Comportamento violento, agressivo e impulsivo 
  • Abuso de drogas e impulsividade sexual 
  • Esquecimento, dores de cabeça, tensão estomacal, agitação crônica e ansiedade 
  • Perda de interesse pela família 
  • Sentimento de culpa e esgotamento. 

Para analisar o desenvolvimento do seu filho é essencial observar suas emoções, sentimentos, comportamentos, pensamentos, possibilidades, angústias, o que ajuda a estabelecer vínculos, quais são as introjeções e projeções, ajustamentos, mecanismos de defesas e evitação de contato com pessoas, coisas, alimentos, reação com os pais e eventos estressores.

Estudar e apreender a psicologia do desenvolvimento humano pressupõe a necessidade de investigar e entender as mudanças que ocorrem com o sujeito, na sua parte motora, no modo como soluciona problemas, na aquisição da linguagem, conceitos e formação de identidade.

A psicologia do desenvolvimento nos permite observar as mudanças de comportamentos no decurso da vida de uma pessoa nos levando a reflexões e nos permitindo a fazer inferências sobre diversos aspectos da vida e dos papéis que são desempenhados. 

Para entender se os medos e frustrações podem estar atrelados a traumas de infância é importante buscar a ajuda de um profissional. A psicoterapia pode ajudar a identificar os fatores que causaram o trauma auxiliando você e seu filho a lidar com as dores e sofrimento que afetam o corpo na sua totalidade.  

Agora que você já entrou em contato com a importância de cuidar dos aspectos relacionados ao desenvolvimento da criança, compartilhe este artigo em suas redes sociais e conscientize seus amigos!

 

“O principal pressuposto para o surgimento de um diálogo genuíno é que cada um deveria olhar seu parceiro como a pessoa que ele realmente é. Torno-me consciente dele, consciente de que ele é diferente de mim, de uma maneira única e definida que lhe é própria; e aceito a quem assim vejo, de forma que eu possa plenamente dirigir o que digo a ele, como pessoa que é”. Martin Buber, 1965.

Tags:
Categories:

É normal sentir vontade de morrer?

Não! 

O olhar sobre a vontade de morrer não deve ser considerado a partir de um modelo de normal ou patológico, mas sim a partir do que se tem de comum ou excepcional no repertório comportamental de uma sociedade.

Tentando trazer de uma forma mais clara e compreensiva, podemos considerar que em algum momento da vida seja comum a fala sobre a vontade de morrer, principalmente diante de situações conflituosas, assim como, é comum acordarmos em algum dia com o sentimento de tristeza, sem vontade de fazer nada. Essas falas e sentimentos não podem ser imediatamente definidos como um desejo suicida, mas sim como uma inabilidade de resolução de conflitos ou até a possibilidade de uma alteração de humor.

Contudo, não podemos associar a vontade de morrer a vontade de se matar. A vontade de morrer é um desejo de que a vida termine por si só, já a vontade de se matar, é o desejo de acabar com a própria vida, um desejo suicida. 

Esses pensamentos são sim muitas vezes os mais recorridos em momentos de desespero, passando a ser comum, porém ele não deve ser banalizado e nem menosprezado.

Principais tratamentos para quem sente vontade de morrer

Se existe uma recorrência ou fixação nesses pensamentos como única alternativa de resolução de problemas, deve-se ligar o alerta e buscar ajuda imediatamente. 

Os profissionais da Psicologia são treinados e estão disponíveis para explicar e ajudar de forma clara e compreensiva a identificar esses pensamentos, organizar as ideias, assim como tentar construir os motivos, causas, impactos, os sinais e sintomas que cercam todo esse contexto. Permitindo um lugar de fala com segurança e acolhimento.

Gostou do nosso artigo? A Clínica Holos tem orgulho de oferecer os melhores tratamentos na área da psicoterapia. Ligue-nos ou agende uma visita.

 

Tarcísio Martins

Psicólogo, atuando na clínica em Saúde Mental e Contexto Social, com atenção aos usuários de substâncias psicoativas e dispositivos de cuidados. Atende adolescentes, adultos, casais, família, pacientes positivos, grupo LGBT e idosos, assim como pacientes oncológicos em situação de internação no contexto hospitalar. Fundador do projeto Clipas – Clínica em Psicologia e Atendimento Social e Especializando em TCC.

CRP: 03/13946

Tags:
Categories:

Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia

A ansiedade é um sério problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Grande parte dessas pessoas nunca foram diagnosticadas, e por isso têm a qualidade de vida comprometida, sem ao menos se dar conta disso.

Isso porque a ansiedade afeta negativamente os relacionamentos interpessoais, o desenvolvimento das atividades diárias, o lazer e o descanso. E se não for tratada, pode ser a porta de entrada para outros transtornos e doenças de cunho psicológico.

Você é ansioso? Conhece alguém que seja? Ou quer saber como lidar com a ansiedade na atualidade? Pois vamos falar desse assunto tão importante!

O livro Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia, do autor Marcelo Castro Bomfim, acaba de ser lançado e promete contribuir bastante para o estudo e melhor entendimento da ansiedade na contemporaneidade. Vem comigo! Leia o artigo até o final e confira essa novidade!

A obra “Ansiedade e atualidade”

Para quem estava ansioso por uma obra sobre ansiedade nos dias atuais com embasamento científico na área da psicologia, esse é o livro certo para se ter na cabeceira o mais rápido possível!

Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia traz, sob uma perspectiva humanística, os males trazidos pela ansiedade e como o estilo de vida pode influenciar na aquisição e também na superação deste mal.

De acordo com o autor Marcelo Castro Bomfim, em sua obra “As resistências psicológicas em todo ser humano parecem estar diariamente sendo postas à prova de resiliência que muitas pessoas não têm conseguido manter.” 

Podemos fazer um link do trecho acima com as várias situações problemáticas que passamos diariamente que afetam o nosso psicológico e nem sempre estamos preparados para lidar. Isso já mostra o que a obra promete, não é mesmo?

Leve, versátil e de conhecimento robusto, Ansiedade e atualidade aborda um tema denso e sério como a saúde psicológica pessoal e coletiva, numa linguagem clara, capaz de fazer tanto curiosos sobre o assunto quanto profissionais da área não pararem de ler antes de chegar à última página. 

“Como manter, então, a saúde psicológica pessoal e coletiva diante de um contexto pessoal e social tão complexo? ” Questiona o autor em outro trecho de sua obra e nos conduz a buscar, junto com ele, possíveis respostas para essa difícil pergunta.

Conhecendo a importância de trabalhos como esse, que trazem benefícios à sociedade como um todo, a Clínica Holos não poderia deixar de prestar seu apoio e incentivar para que mais projetos esclarecedores como o livro Ansiedade e atualidade sejam desenvolvidos. 

Sobre o autor de “Ansiedade e atualidade”

Marcelo Castro Bomfim, psicólogo e filósofo, atua como psicoterapeuta especialista em Psicologia Humanista além de professor de Psicologia com pós-graduação em Docência do Ensino Superior. 

Além disso, possui formação em Psicossomática, Hipnose Clínica e Regressão de Memória, e foi um dos organizadores e facilitadores do curso de Introdução a Abordagem Centrada na Pessoa e de grupos terapêuticos em Salvador. 

Por seu vasto conhecimento e bagagem, Marcelo Castro Bomfim é um requisitado palestrante em cursos de psicologia, filosofia e desenvolvimento pessoal em diversas instituições baianas. 

Quer enriquecer seu acervo? Então não perca tempo! Adquira agora mesmo o livro Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia, do autor Marcelo Castro Bomfim, e boa leitura!

Gostou deste artigo? Então, siga o nosso perfil no Facebook para não perder nenhuma dica sobre psicologia!

 

Clínica Holos de Saúde e Desenvolvimento Pessoal

Tags:
Categories:

Setembro Amarelo: Mês da Prevenção ao Suicídio

O suicídio é um fenômeno social devido ao impacto que ele provoca nos familiares, amigos e na
sociedade como um todo, considerando a relação Homem-Sociedade defendida por Durkheim o suicídio pode ser considerado uma ação pública com efeitos privados, visto que não é o indivíduo que se mata e sim a sociedade através dele. Durkheim ainda constatou que quanto maior a intensidade do vínculo de pertencimento a um grupo solidamente constituído, menor é a probabilidade de ocorrência de suicídio.

Números e estatísticas

É um tema que mobiliza por significar a interrupção do ciclo da vida. Estudos comprovam que o ato
suicida é crescente e as pesquisas não apontam procedimentos eficazes para contê-lo. Contudo, o manual do suicídio de Neury Botega oferece aos profissionais da área de saúde, mecanismos para identificarem a ideação suicida, na tentativa de reduzir o número de suicídios no Brasil – 32 pessoas a cada dia-.

Observa-se que a falta de uma discussão exaustiva sobre o suicídio e suas vulnerabilidades, não impede o aumento do óbito por essa causa. Considera-se necessário tentar entender as motivações que levam um crescente número de pessoas (homens, mulheres, adolescentes e até mesmo crianças) a atentarem contra a própria vida, todos os dias, em diferentes regiões do mundo, seja em grandes metrópoles ou em pequenos vilarejos, e em muitos casos obterem êxito.

Segundo dados da OMS (2014) mais de 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo, a cada ano. A cada 40 segundos uma pessoa e estima-se que para cada pessoa que consegue realizar o ato de matar-se vinte tentam e não conseguem. É a segunda causa de morte entre pessoas com 15 a 29 anos no planeta – a primeira é a violência. O Ministério da Saúde, 2018, divulgou que no Brasil o suicídio é a quarta causa de morte nessa faixa etária. Ainda de acordo com a pasta, existem causas que não ficam claras se seriam acidentes ou se a pessoa teria provocado a própria morte, o que aumentaria esses números.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (2019), trouxe algumas crenças equivocadas sobre o suicídio, apresentadas por Botega (2015), com base nas informações da World Health Organization (WHO,2014), que podem dificultar as ações de prevenção. São elas:

  • Se eu perguntar sobre suicídio, poderei agir de modo a induzir a pessoa;
  • A pessoa ameaça se suicidar apenas para manipular;
  • Quem quer se matar se mata mesmo;
  • O suicídio só ocorre quando há uma doença emocional;
  • No lugar dele, faria o mesmo;
  • Veja se da próxima vez você acerta;
  • Quem conclui o ato é bem diferente de quem apenas tenta;
  • É difícil mudar.

Ainda segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (2019), entre os países da
América Latina, o Brasil ocupa o oitavo lugar em coeficiente de mortalidade por suicídio por 100 mil
habitantes. Contudo, a análise de números absolutos indica que o Brasil permanece entre os 29 países em que há um constante aumento do suicídio. Um estudo de seguimento realizado a partir de 1980 mostra um aumento de 21% até o ano 2000 e de 29,5% até 2006 (BOTEGA,2015).

O maior índice de aumento do suicídio no Brasil se encontra na região Norte, com um aumento de 77,7%. Na região nordeste, o crescimento também é expressivo sendo 51,7%; os estados da Paraíba e da Bahia superaram em mais de duas vezes a média nacional.

Motivações que levam ao suicídio

Para Marback e Pelisoli (2014), o comportamento suicida envolve ideação, planejamento, tentativa e suicídio propriamente dito, comportamentos em geral motivados por crenças de desesperança, caracterizada por uma visão de futuro vazio, sem perspectivas.

A Comissão de Prevenção de Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP (2009) chama atenção para as situações de vulnerabilidade como a depressão, isolamento social, crise conjugal e familiar e outros transtornos psíquicos.

Contudo, deve-se observar que a vinculação do ato suicida, como regra, à um transtorno mental, é uma forma de reduzir o sofrimento, a angústia e a desesperança à falta de saúde mental, como se a falta de perspectivas e sentido para o indivíduo continuar vivo pudessem ser enquadradas.

Essa leitura reducionista poderia aquietar a sociedade e o tema suicídio deixaria de ser discutido por outras questões e perspectivas, sendo vinculado apenas aos transtornos mentais, rotulando, ainda mais, as pessoas que o cometem.

Prevenção e posvenção do suicídio

Para a prevenção deve-se observar:

Mudança no olhar – o suicida não quer se matar, o suicida quer se livrar do sofrimento;
Sinais de alerta – preocupação com a morte, comentários (vou desaparecer, queria nunca mais acordar, vou deixar vocês em paz, etc.), isolamento, desfazer-se de objetos, tranquilidade repentina, dentre outros.

O que se deve fazer

Olhar para os lados, perceber as pessoas, acolher, verificar as queixas, orientar ajuda profissional
especializada, identificar rede de apoio (família, religião, amigos), abraçar.

O que NÃO se deve fazer

  • Condenar- covardia, fraqueza.
  • Banalizar- subjetividade do sofrimento.
  • Dar opinião: falta de Deus, quer chamar atenção.
  • Brigar- você não pode fazer isso!
  • Frases prontas – “a vida é boa”.

Para a posvenção

Empatia, escuta, ter noção objetiva ou subjetiva do tamanho do problema, valorização/ reconhecimento do sofrimento, estratégias para companhia, acompanhamento psicológico.
Os psicólogos devem estar vigilantes e perceptivos a qualquer sinal de angústia e desesperança, visando organizar os pensamentos negativos das pessoas que, por ventura, apresentem sinais de ideação suicida, ressignificando as suas distorções cognitivas, agindo preventivamente e defendendo a ideia de que a saída para o sofrimento está na própria vida. Se não for possível evitar essa decisão, que a posvenção seja realizada com o empenho necessário aos familiares dos que se foram e, principalmente, aos sobreviventes de si mesmo.

Quem substituiu Beethoven?

Quem substituiu Rembrandt?

Quem substituiu Ayrton Senna?

Quem substituiu João para Maria?

Você também é insubstituível. Ninguém vai substituir você!

DISQUE 188 – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA/CVV

Veja também:

Tags:
Categories: