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A psicoterapia de casal pode te ajudar a sair da crise!

Você tem vivido dias difíceis com o desgaste do seu relacionamento amoroso? Já procurou várias saídas, mas não conseguiu resolver seus problemas conjugais ou dificuldades na vida a dois? A psicoterapia de casal pode ser a melhor solução para ajudar você!

Quando os conflitos de casal se repetem

Sabemos que todo relacionamento tem seus conflitos, afinal, na união de duas pessoas singulares, que foram criadas de formas diferentes, e que possuem sonhos e projetos de vida diversificados, pode haver alguns choques culturais ou de personalidade.

Mas, quando as situações cotidianas fogem do controle é inevitável buscar ajuda especializada para restabelecer a união e evitar o divórcio ou término do relacionamento.

Afinal, no campo do amor as pessoas são sempre surpreendidas, porque muitas vezes colocaram a expectativa no outro e acabaram se frustrado. Por isso, a busca pela felicidade deve ser algo de comum acordo. Embora ceder aos caprichos do amado possa ajudar na relação, se essa atitude tornar-se frequente, as chances da pessoa se anular e viver infeliz é grande.

Quando buscar psicoterapia de casal?

Para o bem da relação, a compreensão e a flexibilidade devem ser mútuas. Só assim o casal conseguirá superar os momentos de crise. Mas, quando devo buscar a psicoterapia de casal? Em casos onde:

  • O diálogo não acontece ou não tem resolvido os conflitos;
  • Existe agressão verbal, física ou psíquica;
  • Problemas com filhos tem desgastado o relacionamento;
  • Em suspeita de adultério ou casos confirmados;
  • Quando as brigas são constantes;
  • Visões de mundo diferente tem interferido no amor;
  • Existem insatisfações sexuais e outros problemas, etc.

Como solucionar seu conflito amoroso?

Resolver os impasses da vida amorosa é muito importante para a manutenção do relacionamento saudável. Então, quanto mais cedo o casal (namorados, noivos, casados oficialmente ou com união estável) buscar ajuda, será mais fácil dirimir os conflitos.

Mas, quando o relacionamento já está desgastado, seja pelas constantes brigas ou mesmo pela ausência de diálogo, é fundamental que ambas as partes se disponham a mudar a realidade dando início a psicoterapia, pois nela é possível:

  • Repensar a vida a dois,
  • Determinar os desejos e ajustar os interesses;
  • Compreender os pontos ou atitudes que têm dificultado o convívio;
  • Evita traumas e mágoas se o casal optar pela separação.

A psicoterapia de casal na resolução de conflitos

Mas, você sabe como funciona a psicoterapia de casal e como ela pode ser benéfica para sua vida amorosa? Muitos casais chegam num momento da vida em que questões difíceis de resolver abalam a união. Nessa hora, o acompanhamento do problema por um teraputa é fundamental para a conciliação.

O psicoterapeuta vai auxiliar na resolução dos conflitos, promovendo um espaço de acolhimento para que o casal possa dialogar e refletir sobre posturas e atitudes que têm prejudicado o relacionamento.

Por isso, ele não assume o papel de juiz ou “toma”qualquer partido, mas age como mediador. Seu objetivo é levar o casal a enxergar como suas ações têm contribuído para o desgaste da relação, e ajudá-los no “ajuste de contas”.

Assim, o profissional utiliza seus conhecimentos para fazer perguntas assertivas, com base nas questões que são expostas. Então, ele poderá confrontar as informações e facilitar a conversa. Com isso é possível:

  • Identificar as raízes dos problemas;
  • Melhorar a comunicação entre o casal;
  • Superar questões anteriores;
  • Equilibrar as diferenças individuais;
  • Proporcionar a harmonia do casal; e,
  • Melhorar a qualidade de vida sexual.

Se você tem tentado sem sucesso alcançar melhor qualidade de vida para seu relacionamento, convoque seu parceiro a participar da psicoterapia de casal. Esse pode ser o investimento necessário para superar as crises e mudar sua história de amor.

Clique e acesse para saber mais sobre terapia de casal

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O que um psicólogo pergunta na primeira consulta?

O que um psicólogo pergunta numa consulta? O que é importante conversar durante as sessões? Essas são algumas dúvidas comuns de quem considera começar a fazer terapia. Vamos tratar um pouco sobre essas questões aqui. Acompanhe.

As agitações da mente às vezes nos deixam inertes diante à situações difíceis da vida. Então, é preciso buscar ajuda psicológica para não permitir que o medo, a angústia ou a ansiedade, nos impeça de seguir em frente.

Mas, existem barreiras que podem interferir nessa busca, a começar por uma simples dúvida: o que um psicólogo pergunta na primeira consulta?

Muitas pessoas deixam de buscar ajuda psicológica, por:

  • Vergonha de expor seus sentimentos;
  • Dificuldade em reconhecer suas crises;
  • Possuir a ideia equivocada de que tratamentos psicológicos são para doentes mentais.

O receio do que vai encontrar num consultório, ou mesmo a apreensão em não saber o que um psicólogo pergunta, também pode levar às pessoas a não procurarem por tratamento.

Porém, não cuidar da saúde mental pode agravar o estado emocional e levar a um quadro de estresse, depressão ou ansiedade, ou intensificar uma doença psicológica já existente.

Então, a melhor maneira de vencer a dor é entender o problema e buscar meios de resolvê-lo ou amenizá-lo através da ajuda psicológica.

O que um psicólogo pergunta na hora “H”?

Mas, afinal, o que um psicólogo pergunta na primeira consulta? A princípio ele vai fazer uma sondagem para conhecer quem é o paciente.

As perguntas iniciais geralmente são:

  • Qual a sua idade;
  • Seu estado civil;
  • Se possui filhos ou não;
  • O que você faz da vida;
  • E a mais importante: Por que você está aqui?

Mas, não se preocupe! Não se trata de uma entrevista de emprego. O psicólogo vai te deixar à vontade para falar sobre seus sentimentos e você pode expor detalhes de sua vida apenas quando estiver preparado para isso.

Nas primeiras consultas você pode até ficar um pouco inibido com a ideia de compartilhar a vida com um estranho, mas à medida que o tratamento for sendo realizado, será mais fácil se abrir.

Manter um bom diálogo com seu psicólogo é muito importante. Quanto mais ele souber sobre as questões que te incomodam, mais facilmente poderá aplicar técnicas terapêuticas eficazes para ajudá-lo a enxergar a sua vida por outro prisma.

A importância de buscar ajuda profissional

A família e os amigos são essenciais para a melhora de quem está passando por um conflito ou doença psíquica, embora às vezes, eles criem obstáculos ao tratamento por achar que apenas os loucos precisam de terapia. Por isso, vencer o preconceito gerado pela falta de conhecimento é fundamental para estabilizar sua saúde mental.

O profissional da área de psicologia está apto a ajudar a restaurar a saúde psíquica. Seu papel é importantíssimo, pois ele irá cuidar, acolher e ajudar o paciente a:

  • Se conhecer melhor;
  • Ter novas perspectivas diante dos conflitos;
  • Saber se posicionar e enfrentar as crises;
  • Aprender com as dificuldades e seguir em frente.

O cuidado e a atenção dada ao paciente são possibilitados através das respostas para o que o psicólogo pergunta, porque a fonte de informações que possui a seu respeito, vai ajudá-lo a planejar melhor os métodos e técnicas terapêuticas utilizadas no tratamento. Mas, pode ficar tranquilo, ele conseguirá fazer isso sem ser invasivo.

A Terapia Psicológica

O tratamento terapêutico é indicado para pessoas que sofrem com:

  • O término de um relacionamento;
  • A perda de um emprego;
  • A morte de um ente querido;
  • Sentimento de tristeza profunda; ou,
  • Não encontram sentido para vida.

A terapia geralmente é realizada uma vez por semana, a cada quinze dias ou mensalmente, num período aproximado de um ano, a depender do estado mental do paciente. Em alguns casos, o tratamento é realizado num período maior, de comum acordo entre psicólogo e paciente.

Dentre os tipos de terapia, os principais são:

  • Psicanálise – nessa terapia busca-se entender o passado e funcionamento da mente diante das tensões para tratar o paciente.
  • Psicoterapia – é um processo de autoconhecimento. O psicólogo usa a escuta clínica para gerir os conflitos emocionais. Aqui temos de ter cuidado com a abrangência porque a Psicoterapia é a terapia em si que pode seguir as diversas abordagens aqui citadas (psicanálise, comportamental, sistêmica, etc) Junguiana – busca-se restabelecer a saúde emocional através do resgate do inconsciente.
  • Cognitivo Comportamental – concentra-se no presente para mudar a realidade.

Não deixe de se consultar por vergonha ou medo de exposição. Os psicólogos da Clínica Holos estão comprometidos em ajudar os seus pacientes a resolver suas dores. Conheça nossa equipe e agende sua consulta com o profissional que você mais se identificar.

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O que é Vigorexia? Quando a busca pelo corpo perfeito pode pôr a saúde em risco

A vigorexia, também chamada de dismorfia muscular ou anorexia reversa é um transtorno psicológico e alimentar, no qual a pessoa se enxerga muito magra.

A sociedade atual vivencia um turbilhão de complexos associados à insatisfação no que se diz respeito a não aceitação da própria imagem. A cultura do “corpo perfeito” tem sido imposta pelas camadas sociais e isso vem nutrindo uma série de transtornos psicológicos e nutricionais. Nesse contexto, exploraremos o que é vigorexia, e o prejuízo causado para quem sofre dessa doença.

Mas afinal, o que é vigorexia? Como ela pode impactar na mente das pessoas e trazer tantos malefícios? A vigorexia, também chamada de dismorfia muscular ou anorexia reversa é um transtorno psicológico e alimentar, onde a pessoa tem uma visão distorcida da sua própria imagem, e busca meios de alterar o biótipo através de:

  • Prática exagerada de exercícios de musculação;
  • Uso de anabolizantes, suplementos e esteróides;
  • Dietas restritivas à proteínas, consumidas sem acompanhamento médico.

A vigorexia assemelha-se a anorexia devido a distorção que a pessoa tem da própria imagem. Entretanto, enquanto o anoréxico se enxerga forte e sente necessidade constante de emagrecer, o vigoréxico acredita que está fraca e com pouca massa muscular, apesar de possuir uma musculatura forte e corpo bem desenvolvido. Geralmente, pessoas vigoréxicas têm sentimento de inferioridade e insatisfação com o próprio corpo.

O que é vigorexia? Saiba os principais sintomas dessa doença

Dentre os sintomas mais comuns da vigorexia, estão:

  • Preocupação exagerada com o corpo;
  • Distorção da própria imagem;
  • Cansaço extremo;
  • Uso de diversos suplementos alimentares, anabolizantes e esteróides, a fim de aumentar a musculatura;
  • Intensa prática de exercícios físicos;
  • Ritmo cardíaco acelerado;
  • insônia;
  • Depressão e/ou ansiedade.

A busca pela perfeição pode comprometer a vida

Mas até que ponto a preocupação com estética pode ser considerada bom para a saúde? É natural que você queira cuidar da sua aparência física, mas o excesso de preocupação e o desejo de atingir o “corpo perfeito” tem levado muitas pessoas a adquirirem dismorfia muscular.

A ânsia pela musculatura bem definida e pela contemplação do belo exerce grande influência sobre quem sofre de vigorexia. Mudanças alimentares abruptas, sem acompanhamento nutricional atrelando o uso de suplementos, anabolizantes e esteróides à dieta, além de um ritmo rigoroso de atividades físicas, faz com que os vigoréxicos assumam um risco que pode comprometer sua saúde, pois:

  • A alimentação rica em proteínas, mas pobre em gordura e carboidratos, aliada a ingestão de suplementos afeta rins, fígado, além de oscilar as taxas de colesterol e glicemia;
  • O excesso de atividade física pode gerar insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração e falta de apetite;
  • O uso de anabolizantes provoca hipertrofia, doenças cardiovasculares, disfunção sexual e alteração da voz.

Tratamentos indicados

Existem alguns tratamentos essenciais para combater a vigorexia:

  • Psicoterapia individual e/ou em grupo (familiares, amigos e pessoas próximas, por exemplo, podem ajudar o vigoréxico a superar a doença);
  • Suspensão de anabolizantes e esteroides;
  • Uso de medicamentos para controlar a ansiedade, estresse e compulsão por exercitar-se;
  • Consulta com o nutricionista, imprescindível para equilibrar a dieta (repor vitaminas e nutrientes necessários), minimizando ou sanando os problemas nutricionais existentes, e eliminando possível sobrecarga do fígado;
  • Acompanhamento psicológico, muito importante para auxiliar a pessoa em relação a percepção que possui do próprio corpo, e ajudar no enfrentamento dos desafios da mudança de hábitos.

Se você já sabe o que é vigorexia, agora é preciso estar atento aos sinais desse transtorno para poder ajudar seus amigos, familiares ou até você mesmo, pois a não aceitação da doença pode tardar o tratamento. Isso pode implicar em danos maiores para o organismo e para a saúde psíquica.

Leitura indicada:

Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!

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O Transtorno Obsessivo Compulsivo e seus níveis

O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade, que tem como principais características as crises compulsivas de comportamento, e pensamentos repetitivos e obsessivos.

O TOC atinge entre três e quatro milhões de pessoas no Brasil, e pode ter diferentes níveis de gravidade e interferência na vida de quem sofre desse tipo de transtorno.

A obsessão trata-se de ideias repetitivas, que invadem a mente de maneira incontrolável e irreprimível. Esses pensamentos levam às pessoas que possuem TOC, a adotarem certos tipos de compulsões – ações recorrentes e incontidas, como uma forma de aliviar as angústias e controlar a ansiedade.

Níveis do Transtorno Obsessivo Compulsivo

A pessoa diagnosticada com TOC geralmente segue regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que normalmente são respostas à preocupações excessivas com limpeza, higiene, contaminações, organização metódica, verificações constantes de segurança e outros diversos motivos.

Essa preocupação, e as ações geradas a partir delas, sejam psíquicas ou comportamentais, dividem-se em três níveis:

  • TOC com predomínio de pensamentos, quando as ideias e imagens obsessivas que surgem na mente geram pensamentos invasivos e repetitivos.
  • TOC com predomínio de comportamento compulsivo, quando o indivíduo pratica hábitos tão repetitivamente, que eles se tornam rituais necessários.
  • TOC tipo misto, quando os pensamentos obsessivos levam à ações compulsivas.

As pessoas que possuem Transtorno Obsessivo Compulsivo podem, também, apresentar dificuldades em pronunciar certas palavras, indecisões ocasionadas por medos intensos e pensamentos agressivos relacionados à morte.

Tratamentos para o Transtorno Obsessivo Compulsivo

Antes que o TOC gere obsessões e rituais que possam provocar mudanças intensas que atrapalhem o cotidiano de quem o possui, é importante buscar um tratamento adequado.

O tratamento pode ser medicamentoso ou não, fazendo uso de antidepressivos inibidores da receptação de seretonina. A terapia também é fundamental para expor o paciente à situações que gerem ansiedade. Há também abordagens mais leves que incentivam à prática de atividades físicas, meditação e acupuntura.

Alguns casos mais graves de TOC podem precisar de tratamento e acompanhamento constante por toda a vida. Mas, o mais importante é garantir que as pessoas que tenham algum tipo de Transtorno Obsessivo Compulsivo procure a ajuda psicológica antes que os sintomas se intensificarem.

Para saber qual o tipo de tratamento que melhor se encaixa ao seu perfil, consulte aqui as abordagens que a Clínica Holos oferece!

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Síndrome Burnout – Quando o desgaste profissional ultrapassa um simples estresse

Você sabia que o esgotamento profissional pode ser uma síndrome? Conhecida como Síndrome Burnout, a doença é originada a partir da fadiga mental e física, provocadas pelo estresse do trabalho.

A rotina cansativa que a maioria dos profissionais enfrentam, seja devido ao excesso de trabalho, ou pelos desafios impostos pelos cargos e atividades desenvolvidos, ou ainda pela pressão de poder perder o emprego a qualquer momento, são fatores que podem e estão mexendo com a psiquê de muitas pessoas.

Já é reconhecida pelos médicos, a Síndrome Burnout é um fator de risco para muitos brasileiros, e pede atenção principalmente quando se diz respeito ao desgaste psicológico, já que esta pode desencadear outras doenças, como a ansiedade e a depressão, por exemplo.

Sintomas da Síndrome Burnout

O corpo dá vários sinais que são fundamentais para identificar a Síndrome Burnout, e quando percebidos, deve-se ficar alerta à esses sintomas, para que um diagnóstico rápido e preciso possa ser feito.

Sintomas físicos

  • Enxaqueca
  • Insônia
  • Distúrbios gastrointestinais
  • Problemas Respiratórios
  • Palpitação
  • Pressão alta
  • Suor excessivo
  • Nas mulheres, pode haver alteração no período menstrual

Sintomas psicológicos

  • Irritação constante
  • Dificuldade de concentração
  • Mudanças repentinas de humor
  • Pessimismo
  • Baixa autoestima

Além dos sintomas descritos acima, deve-se ficar atento às ausências frequentes no trabalho, agressividade e isolamento.

Ao identificar alguns desses sintomas, o mais indicado é buscar ajuda especializada para que um diagnóstico preciso seja feito, e em seguida, o tratamento indicado iniciado. O tratamento da Síndrome Burnout geralmente envolve antidepressivos e psicoterapia.

 

Leia também:

Como combater o estresse do trabalho

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Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!

Toda pessoa por mais forte que seja, tem seus momentos de fragilidade. Diante dos problemas que enfrentamos no dia-a-dia e das adversidades encontradas seja no campo familiar, no ambiente de trabalho, ou na vida sentimental, é preciso ter resiliência para não perder o ânimo. Logo, entender porque fazer terapia pode ser um fator determinante nesse momento.

Às vezes nos tornamos limitados pelos problemas que enfrentamos, mesmo quando encontramos um “ombro amigo” para nos ajudar. E é nesse momento que precisamos buscar ajuda profissional, antes que uma pequena dor ou ressentimento agrave um possível problema psicológico ou emocional, que se tratado no início, pode causar danos menores. A terapia, nesse sentido, assume um importante papel na vida das pessoas.

É através da terapia que o indivíduo passa a se situar melhor diante dos conflitos, já que as técnicas utilizadas para o tratamento o ajudam a enxergar e dimensionar seus problemas sob outra perspectiva, que não a pessimista como é comum na maioria das pessoas que sofrem psíquica, sentimental ou emocionalmente. Buscar ajuda profissional muitas vezes requer:

  • Encorajamento – para vencer os medos;
  • Quebra de preconceitos – para reconhecer as dificuldades;  
  • Autoconhecimento – para perceber que algo não vai bem;
  • Aceitação do problema – para se direcionar ao tratamento necessário.

Mas afinal, porque fazer terapia?

A terapia ou psicoterapia é uma ferramenta utilizada pelos psicólogos, terapeutas ou psicoterapeutas para auxiliar pessoas com problemas emocionais, psicológicos ou comportamentais. Com ela, os profissionais da área ajudam o paciente a:

  • Se conhecer melhor;
  • Olhar por outro prisma o mundo que o cerca;
  • Conviver melhor com situações adversas;
  • Melhorar o relacionamento consigo e com as outras pessoas.

Existem alguns tipos de terapia e métodos específicos para cada tipo de caso e de personalidade, como a psicanálise – onde o paciente deita no divã e expõe seus problemas; a gestalt terapia – na qual os pacientes são analisados com base no meio em que vivem, entre outras.

Porque fazer terapia se não tenho problemas psicológicos?

Existem vários questionamentos que são feitos a respeito da terapia e de sua finalidade. Mas, em grande parte, as especulações criadas são de forma errônea. Se você já se perguntou porque fazer terapia, deve ter passado por um turbilhão de pensamentos como:

  • Por que fazer terapia se não tenho transtornos mentais?
  • Como um estranho pode ajudar a resolver meus problemas?
  • Será que estou sendo fraco em procurar um terapeuta?
  • Vai valer a pena gastar dinheiro e perder tempo com terapia?

A terapia é muito benéfica para pessoas que enfrentam problemas rotineiros, e que não conseguem superá-los ou conviver bem com eles. É preciso tratar a fonte da dor existente para gerar a saúde da mente.

Assim, uma das primeiras barreiras a serem vencidas é o preconceito. Buscar tratamento terapêutico não é sinônimo de fraqueza, loucura ou incapacidade diante dos problemas, mas sim uma conscientização da necessidade de buscar ajuda profissional a fim de vencer a dor, prevenir novas crises e mudar o foco dos problemas.

As pessoas geralmente buscam a terapia para superar alguns conflitos comuns, como:

  • A morte de um familiar ou ente querido;
  • A perda do emprego;
  • Uma traição ou separação;
  • Desgastes nos relacionamentos;
  • Abuso de substâncias tóxicas (álcool, drogas);
  • Falta de prazer em viver.

Se já sabe porque fazer terapia, então o que te falta?

Se você quer vencer a dor, sobreviver em meio às crises e ser portador de bem-estar e felicidade, então entende porque fazer terapia. Jamais permita que o medo e o preconceito te façam refém a ponto de impedir seu sucesso na vida. Comprometa-se consigo mesmo e ganhe mais qualidade de vida. Seja autor da sua felicidade e decida sobre fazer terapia agora mesmo.

Ou, se você quer saber exatamente do que precisa antes de iniciar um tratamento terapêutico, consulte os nossos serviços e veja o que melhor se adequa ao seu perfil.

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Doenças psicossomáticas – entenda mais sobre elas

O homem é capaz de externalizar as suas emoções de diversas formas. Quando sua saúde psíquica está bem, é possível driblar os desafios diários e sentir-se fisicamente disposto. Mas, se for afetado por alguma das doenças psicossomáticas, passa a sofrer com múltiplos sintomas, que trazem prejuízos à saúde física e mental.

As doenças psicossomáticas são transtornos psiquiátricos, geralmente desencadeadas em situações de alto nível de estresse. Nesses casos, o estado emocional reflete no organismo, impactando negativamente na rotina diária, já que normalmente o paciente sente dores físicas, e tende a se isolar do seu meio social.

Principais sintomas físicos das doenças psicossomáticas

Para que haja um diagnóstico rápido, é importante que você perceba se está sofrendo com os sintomas provocados pelas doenças psicossomáticas. Dentre eles, destacam-se:

  • Sensação de falta de ar e sufocamento, que pode sugerir problemas pulmonares;
  • Tensão e dores musculares;
  • Sensação de dor no peito que pode ser confundida com infarto;
  • Diarreia ou prisão de ventre;
  • Dor e queimação no estômago, enjoo, piora da gastrite e da úlceras gástricas;
  • Crises de dor de cabeça, enxaqueca, alterações da visão, do equilíbrio, da sensibilidade, que podem facilmente ser relacionados à problemas neurológicos;
  • Piora da impotência e diminuição do desejo sexual.

Aspectos das doenças psicossomáticas

As doenças psicossomáticas caracterizam-se pela atribuição de um ou mais sintomas físicos (geralmente quem possui essa doença queixa-se de dor e cansaço extremo, entre outros) sem associá-los à instabilidade emocional. Quando uma pessoa sofre com as doenças psicossomáticas, ocorrem algumas situações em comum:

  • Há sensação real de dor;
  • Ao realizar exames clínicos ou laboratoriais não se encontram evidências que indiquem uma patologia que justifique os sintomas;
  • Normalmente confunde-se os sintomas com os de outras doenças (problemas gástricos, de coração, de pulmão, alergias, etc.);
  • O paciente tem dificuldade de aceitar o diagnóstico, o que dificulta o tratamento;
  • Há uma grande procura por médicos de especialidades diferentes e realização de exames variados.

Principais causas das doenças psicossomáticas

Alguns gatilhos como o estresse, a depressão e a ansiedade, são os principais geradores das doenças psicossomáticas, podendo alterar ainda mais o quadro psicológico em que o paciente se encontra se não forem tratadas de forma adequada.

O estresse

O estresse ocorre quando há aumento do cortisol na corrente sanguínea. Pessoas estressadas sentem sintomas como coração acelerado, respiração curta e aumento da pressão arterial. Ele pode atingir pessoas de todas as idades em diferentes níveis, a depender do meio social em que vivem e das atividades que realizam.

Saiba mais sobre os sintomas e causas do estresse

A depressão

A depressão é o estado de profunda tristeza em que a pessoa se encontra, onde o desânimo e o cansaço extremo são bastante evidentes. Ocorre quando há diminuição da serotonina, um neurotransmissor ligado ao bem-estar. Fisicamente, pessoas depressivas apresentam baixa imunidade e problemas inflamatórios.

Veja 6 sinais para identificar a depressão

A ansiedade

A ansiedade é um distúrbio causado pelo excesso de preocupação, de tensão e de medo em relação às pressões diárias no âmbito familiar, profissional, social ou financeiro ou antecipação exagerada de problemas futuros. O pessoa ansiosa tem nervosismo constante, insônia, problemas de concentração, dor no peito, respiração ofegante, entre outros sintomas.

Confira os sintomas do transtorno de ansiedade

Tratamento para doenças psicossomáticas

As doenças psicossomáticas podem se apresentar em diferentes níveis e intensidades a depender do histórico de vida do paciente diagnosticado, do meio em que está inserido e das relações interpessoais que estabelece, da visão de mundo que possui e principalmente da visão que tem sobre si mesmo.

Por se tratar de uma doença que atinge o estado psíquico, é imprescindível que haja o acompanhamento por um profissional da área da saúde mental, apesar do diagnóstico também poder ser realizado por médico clínico, pois o psiquiatra, o psicólogo ou psicoterapeuta estão mais aptos a indicar e promover ações que possam minimizar ou sanar as doenças psicossomáticas. Diante do grau de instabilidade emocional do paciente, o especialista da área deve indicar o tratamento mais adequado para cada caso, como:

  • Atendimento psicológico;
  • Psicoterapia;
  • Acompanhamento com psiquiatra, que pode indicar antidepressivos ou ansiolíticos;

Entre os tratamentos indicados, o atendimento psicológico é mais eficaz ao combate das doenças psicossomáticas, uma vez que o psicólogo atua de forma precisa para a melhora do convívio do paciente consigo mesmo e com o todo.

Se você tem dúvidas sobre estar sofrendo com as doenças psicossomáticas, não há melhor atitude que procurar um profissional para chegar a um diagnóstico preciso. Não espere mais para resolver algo que te incomoda tanto. Agende uma consulta, apenas a primeira, e converse sobre tudo que te aflige. Com certeza esse é o primeiro passo que te levará à paz interior.

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Entenda tudo sobre a psicologia da gestalt

A psicologia da gestalt surgiu em resposta a necessidade do cérebro humano de interpretar o mundo ao redor o mais rápido possível. Essa interpretação é essencial para a nossa sobrevivência, e ocorre principalmente através da visão. Nesse sentido, a gestalt, que significa forma, configuração ou característica, é utilizada para trazer à tona os mistérios ocultados em nossa mente.

Gestalt é uma doutrina que compreende os processos psicológicos a partir da percepção humana. E essa percepção não se dá com a observação de pontos isolados, mas do todo.

Para se adaptar ou mudar a realidade a sua volta, o ser humano precisa se posicionar diante das tensões existentes. Mas, algumas pessoas não conseguem ter êxito diante das adversidades, justamente porque seu estado psicológico ou emocional pode estar abalado.

Então, em busca de proporcionar melhor qualidade de vida, a gestalt auxilia o paciente a compreender como ele é afetado pelo presente, para saber como agir em meio a um conflito interno ou situação de estresse. Ele é estimulado a enxergar a realidade a sua volta por outro prisma, com base na visão de mundo que possui.

A psicologia da gestalt

Agora que você conhece a gestalt, que tal saber sobre a gestalt na psicologia? A psicologia da gestalt auxilia o paciente com problemas psíquicos a enfrentar suas crises. Para isso, estimula-se a consciência crítica do sujeito, observando suas perspectivas em relação ao conflito. Assim é possível orientá-lo nas dificuldades diárias.

Os psicólogos e psicoterapeutas utilizam a psicologia da gestalt para ajudar os pacientes que passam por problemas psicoemocionais diversos a:

  • Ter uma nova visão de si mesmo;
  • Desenvolver suas potencialidades;
  • Traçar novas estratégias para vencer as adversidades;
  • Controlar as emoções diante do estresse ou conflito.

A psicologia da gestalt é um avanço no tratamento de problemas psicológicos e emocionais, pois o foco de atenção do terapeuta não é o problema, mas sim o paciente.  A psicologia da gestalt entende que as pessoas não podem ser vistas como seres isolados, e sim fruto do meio em que vivem e das interações socioculturais que estabelecem ao longo da vida.

Por isso, o terapeuta se preocupa com o todo – desvendar o ser humano em suas peculiaridades, que são construídas principalmente por:

  • Relacionamentos interpessoais;
  • Ambientes frequentados;
  • visão de mundo que possui.

Leis da gestalt

As leis da gestalt ajudam o paciente a direcionar o olhar na perspectiva correta. É possível trabalhar suas limitações através da observação de características básicas de algumas imagens. Para isso, o terapeuta utiliza técnicas que “treinam o olhar”. As principais leis são:

  • Unidade: ajuda a pessoa a interpretar a forma, preencher os espaços vazios instintivamente, e a perceber a situação com maior clareza;
  • Semelhança:  são características visuais próximas ou idênticas de um elemento. Permite que ele seja associado a uma mesma família;
  • Proximidade: refere-se as partes próximas que tendem ser vistas como pertencentes a um mesmo grupo;
  • Continuidade: é a preferência das pessoas por formas sem interrupção, o que facilita a previsão do movimento da forma.
  • Pregnância da forma: para que haja melhor percepção, a forma deve ter construção simples;
  • Clausura: a figura possui limites bem marcados;
  • Fechamento: imagens abertas ou vazadas são interpretadas pela nossa mente como um elemento completo.

Terapia gestalt

Sua mente tem sido atacada pelas pressões diárias? Está passando por problemas conjugais, estresse no trabalho, dificuldades familiares? É hora de cuidar da sua saúde psicoemocional. A terapia gestalt pode ajudar a minimizar ou sanar os danos psicológicos causados pelo enfrentamento de situações difíceis.

O tratamento terapêutico pode ser o melhor indicado, pois te ajuda a:

  • Reconhecer sua identidade;
  • Desenvolver seu potencial humano;
  • Ter melhor relacionamento interpessoal; e,
  • Enxergar traços importantes da personalidade que estão ocultos.

A depender do grau de dificuldade, a psicanálise, a terapia cognitivo comportamental, a psicoterapia sistêmica familiar e outras, em conjunto com a gestalt, podem te ajudar a vencer a dor. Por isso, cuide de um dos seus maiores bens:  sua saúde mental. Se acha que precisa de ajuda, não exite: faça terapia.

Agora que já conhece a psicologia da gestalt, veja os profissionais que trabalham com essa especialidade na Clínica Holos.

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Ortorexia Nervosa – como uma dieta restrita a alimentos saudáveis pode ser prejudicial

Cuidar da alimentação é algo imprescindível, principalmente para nos mantermos saudáveis no mundo frenético e acelerado em que vivemos. Contudo, o excesso de preocupação com a rotina alimentar pode ocasionar em transtornos nutricionais, como a ortorexia nervosa.

De um lado, a agitação do dia a dia faz com que as pessoas recorram ao fast food como o prato principal, não atentando-se para a necessidade de ingerir alimentos que contribuam para uma dieta equilibrada. Enquanto de outro, o cuidado demasiado reflete as inquietações com a estética, postas por padrões de beleza pré-estabelecidos onde a cultura do “corpo perfeito” impera.

Até que ponto a preocupação com a forma de se alimentar é vista como algo saudável? Como você pode perceber se está se alimentando corretamente, ou, melhor: como detectar se o planejamento das refeições se tornou uma compulsão, gerando um transtorno alimentar?

Onde nascem os transtornos alimentares?

As relações que estabelecemos com o nosso corpo, com foco na aparência física e/ou qualidade de vida, podem desencadear transtornos alimentares – alterações na rotina alimentar provocadas pelo excesso de preocupação com o peso e aparência física.

Entre os tipos de transtornos mais comuns, encontram-se a compulsão alimentar, a bulimia, a anorexia e a ortorexia nervosa. Sobre esta última, se não houver a devida atenção, pode passar despercebida por se tratar de um transtorno silencioso, de difícil diagnóstico na fase inicial.

O que é Ortorexia Nervosa?

A ortorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual o indivíduo exerce uma preocupação demasiada com a qualidade do alimento que vai ingerir. Para realizar as suas refeições, ele precisa certificar-se de que o alimento é puro, saudável e orgânico (isentos de pesticidas, agrotóxicos, hormônios e outros produtos químicos).

Para elas, a prioridade é ter o controle sobre sua alimentação e evitar sob qualquer hipótese a ingestão de alimentos que considerem prejudiciais à saúde.

Desse modo, a necessidade de manter o controle sobre a alimentação causa, muitas vezes, o isolamento social. Isso porque a pessoa com o transtorno de frequentar restaurantes, bares, festas, ou qualquer tipo de ambiente em que haja comidas não consideradas saudáveis, por receio de “se contaminar” com alimentos que comprometam a dieta estabelecida. Além disso, esses indivíduos estão expostos à problemas de saúde decorrentes da falta de nutrientes necessários ao desenvolvimento e sustento do organismo.

Dentre os principais sintomas da Ortorexia Nervosa, estão:

  • Estudar muito sobre uma alimentação saudável;
  • Planejar as refeições de maneira exagerada;
  • Evitar comer fora de casa ou levar sua refeição quando há necessidade de se alimentar em outros ambientes;
  • Consumir apenas produtos orgânicos;
  • Excluir grupos alimentares da dieta.

O que diferencia a Ortorexia Nervosa dos demais transtornos alimentares

Cada transtorno alimentar possui uma característica marcante que o diferencia dos demais, ajudando na sua identificação. Para saber exatamente qual a peculiaridade de cada um deles, listamos a seguir:

  • Compulsão alimentar: o indivíduo ingere grandes quantidades de comida de uma vez, mesmo sem sentir fome.
  • Bulimia: o sujeito oscila entre comer exageradamente e provocar o vômito ou mesmo abusar de laxantes para evitar o ganho de peso, devido ao sentimento de culpa gerado por esse excesso cometido.
  • Anorexia: a pessoa tem uma visão distorcida de seu corpo, desencadeando uma obsessão por seu peso e aquilo que come.
  • Ortorexia Nervosa: o distúrbio alimentar é provocado pela preocupação demasiada com a qualidade dos alimentos que vão ser ingeridos.

Os perigos da Ortorexia Nervosa

A Ortorexia Nervosa é um transtorno perigoso, devido a dificuldade de detecção da doença logo em sua fase inicial. Isso ocorre porque ela está relacionada à preocupação do indivíduo com seus hábitos alimentares e não diretamente com a sua aparência física.

A pessoa que sofre de ortorexia nervosa está sujeita a problemas de saúde, como: anemia, queda de cabelo, falta de vitaminas e minerais, osteopenia… Esses e outros males podem comprometer a realização de hábitos simples e rotineiros.

Outro fator preocupante, é o isolamento social, que implica diretamente na qualidade de vida e no relacionamento com as pessoas à sua volta. Esse exílio dificulta também o diagnóstico do transtorno, pois torna-se mais difícil para familiares e amigos conseguirem identificar as mudanças ocorridas em seus hábitos alimentares.

Tratamento para Ortorexia Nervosa

O tratamento indicado para a ortorexia nervosa, é o acompanhamento com um nutricionista, que irá auxiliar na construção de uma reeducação alimentar. Ele fará isso através de um plano personalizado, salientando a importância da reposição de nutrientes que proporcionarão maior qualidade de vida.

Por se tratar de um transtorno que afeta diretamente o psíquico do paciente diagnosticado, é aconselhável também o acompanhamento psicológico, para que seja trabalhado no paciente a necessidade de mudar sua relação com a comida. Assim, conscientizá-lo de que é possível obter uma dieta saudável sem necessariamente restringir a sua alimentação à produtos orgânicos.

 

Leitura indicada:

Nutrição – Aprenda como fazer reeducação alimentar

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Preciso vencer o medo! Mas como superar trauma de roubo?

Quem passa por um evento perturbador como um roubo ou assalto, é marcado pela sensação de impotência e pela falta de controle dos sentimentos, sendo muitas vezes acometido por um trauma. Nesse momento, começa uma luta contra as emoções perturbadoras, lembranças do momento do incidente, além de ansiedade e tensão constantes. Mas e então, como superar trauma de roubo?

O que é trauma emocional?

O trauma emocional ou psicológico é o resultado de diversos eventos que estressam física e mentalmente um indivíduo, desestabilizando a sensação da segurança, e trazendo à tona sentimentos negativos, como o de desamparo e vulnerabilidade. A maioria dos eventos traumáticos geralmente envolvem ameaça de morte ou de seguridade. Contudo, qualquer situação em que você se sinta isolado ou sobrecarregado pode gerar um trauma.

O trauma emocional pode ser causado por:

  • Eventos únicos, como: ataques violentos, acidentes ou ferimentos graves, ainda que tenham ocorrido na infância, morte súbita de algum ente querido, etc;
  • Eventos com estresse contínuo: residir em local violento, doença com risco de morte, violência doméstica, intimidação ou negligência na infância;
  • Eventos negligenciados: cirurgias (principalmente nos primeiros anos de vida), rompimento inesperado de um relacionamento, ou algum tipo de experiência humilhante ou decepcionante.

Desastres naturais ou causados pela ação humana, podem ser gatilhos para o surgimento de traumas que remetem à desafios únicos, ainda que o evento não traga um impacto direto. Hoje, com o compartilhamento de notícias e imagens de violência e acidentes quase em tempo real, a sobrecarga do sistema nervoso é praticamente involuntária, e ocasionalmente, poderá refletir num trauma.

Sintomas de trauma psicológico

As reações à um trauma podem ocorrer de forma emocional ou física, sendo distintas de pessoa para pessoa. Os sintomas psicológicos mais comuns, são:

  • Negação ao evento, choque ou descrença;
  • Dificuldade de concentração ou confusão mental;
  • Irritabilidade, mudanças de humor constantes ou raiva;
  • Ansiedade;
  • Vergonha ou culpa;
  • Tristeza ou desesperança;
  • Distração demasiada.

E os sintomas físicos mais comuns são:

  • Fadiga;
  • Taquicardia;
  • Excitação;
  • Dores;
  • Tensão muscular;
  • Tremor constante.

Como superar trauma de roubo

Os sintomas de um trauma podem durar alguns dias ou longos períodos de tempo. Os mais duradouros geralmente voltam à tona quando ocorridos próximos à datas marcantes, ou se situações parecidas com o evento que ocasionou o trauma são vivenciadas.

Para alguns casos, o tempo é um remédio valioso. Ele cicatriza as feridas abertas e faz com que tudo volte à sua normalidade. Já em cenários mais graves, a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psicanalista, pode ser determinante na reabilitação do equilíbrio emocional do indivíduo traumatizado.

Independentemente do grau ou estágio do trauma, as dicas abaixo ajudarão no norteamento da sua dor, como um apoio para a superação da marca causada pelo evento sofrido:

  • Siga sempre em frente. O mal ocorrido precisa ficar no passado;
  • Não crie um isolamento, as pessoas são necessárias nesse processo;
  • Busque se manter calmo, mesmo que as circunstâncias não estejam favoráveis;
  • Mantenha sua saúde física e mental em dia;
  • Busque amparo psicológico especializado.

Com o suporte psicológico necessário tudo se tornará mais fácil. Conheça as diferentes possibilidades de tratamento para o seu trauma, e tenha uma vida tranquila e feliz.

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