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Saiba como superar o fim de um relacionamento e ser feliz novamente!

O fim de uma relação é sempre difícil de lidar. Geralmente as pessoas não sabem como superar o fim de um relacionamento. Além de todas as questões envolvidas em um término, raramente as duas partes têm a certeza de que querem se separar e à vontade para fazer isso sem maiores dores.

A rejeição de alguém que acreditamos que nos conhece tão bem pode ser devastadora. E a dificuldade de lidar com essa rejeição pode causar grande prejuízo na vida da pessoa.

Enquanto algumas pessoas são capazes de seguir em frente, outras prolongam o sofrimento durante meses ou mesmo anos após um término e não sabem como superar o fim de um relacionamento, diminuindo até mesmo as possibilidades de encontrarem novos parceiros ou parceiras.

Meu relacionamento acabou. O que fazer?

O peso da rotina, traições, falta de tempo, falta de romantismo, problemas na vida sexual insatisfatória ou falta de diálogo: muitos são os motivos que podem levar uma relação ao fim. Então, seja qual for o motivo que levou um casal a optar pela separação, uma coisa é certa: sempre é preciso seguir em frente. Mas como?

Após o término, boa parte das pessoas costuma buscar respostas para o que aconteceu e se pergunta como o casal chegou a esse ponto, se foi culpa sua ou que chances existem de encontrar um novo amor no futuro.

A maneira com que respondemos a estas questões é que pode nos ajudar a superar o fim de um relacionamento ou a nos tornarmos frágeis diante do dano psicológico causado pelo término.

Pesquisas mostram que as pessoas costumam olhar para as outras como sendo fontes de informação sobre elas mesmas. Então, é isso que faz com que a rejeição de alguém que acreditamos que nos conhece como ninguém se torne devastadora.

Apesar de ser difícil recomeçar, é preciso analisar verdadeiramente os motivos que levaram aquele relacionamento ao fim, sem assumir uma culpa desnecessária. Toda relação é composta por duas partes e todas as pessoas envolvidas têm sua parcela de responsabilidade nos problemas que aparecerem. Para seguir em frente, é necessário assumir a parte que lhe cabe da culpa, sem se colocar como vítima.

Dicas de autocuidado essenciais para superar o fim de um relacionamento

Nesse processo de superação, o autocuidado é essencial e fazer as coisas que fazem você sorrir é uma ótima maneira de começar a seguir em frente. Fazer um passeio, ir ao cinema, convidar os amigos para sair: tudo isso aumenta o humor e melhora a saúde. Além disso, o apoio dos amigos é fundamental desse momento para aliviar os sentimentos de solidão e isolamento.

A prática de atividades prazeirosas e o ato de cuidar de si mesmo, da forma mais simples que seja, ajudam a cultivar o amor próprio e a recuperar a percepção do seu próprio valor.

Cuidado com os impulsos

A possessividade faz parte do ser humano e é preciso ter cuidado com ela, pois trata-se da principal causa dos impulsos emocionais que levam a atitudes impensadas, depois do término de uma relação. Do ciúme excessivo à necessidade de controle, tanto homens quanto mulheres podem transitar por um inconformismo que só irá agravar ainda mais o sofrimento.

Não tenha medo de buscar ajuda

Se você ainda não sabe como superar o fim de um relacionamento mesmo depois de ter tentado de tudo, talvez seja a hora de procurar a ajuda de um bom terapeuta. Em alguns casos, o tratamento psicológico evita que esse sofrimento se transforme em problemas maiores, como ansiedade ou depressão.

Não tenha medo de procurar ajuda: a terapia é uma importante ferramenta de autoconhecimento e de superação.

Descubra qual o tipo de terapia ideal para você!

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A sensação de bolo na garganta pode ser de alguma doença psicológica?

Você já ouviu falar ou já teve a sensação de bolo na garganta? Trata-se de uma impressão de que há algo preso a ela, levando você a engolir com dificuldade e ao continuar tentando fazer isso, sua garganta vai se estreitando cada vez mais.

Este é um sintoma de ansiedade que faz com que o indivíduo tenha a sensação constante de que sua garganta vai fechar, e de que não vai mais ser possível respirar. Mas, ainda que isso pareça real, não acontecerá na realidade.

Além da ansiedade, a sensação de bolo na garganta pode ocorrer por diversos motivos e, em alguns casos, é fundamental procurar ajuda médica.

O que pode causar a sensação de bolo na garganta?

Esta sensação pode ser causada por questões físicas, como refluxo gastroesofágico, problemas na tiróide, edema da glote, distrofia miotônica, alergias alimentares e até mesmo câncer. Porém, muitas vezes, o sintoma é psicológico e ocasionado por ansiedade ou estresse.

Boa parte das pessoas que sofrem com a sensação de bolo na garganta expressa a impressão de sufocamento. No entanto, é importante sempre ter em mente que isto não passa de um sentimento, não é real.

Pessoas muito ansiosas e tensas costumam desenvolver esse tipo de sintoma, ocasionado por contrações musculares involuntárias. Além disso, uma má alimentação, baseada em gorduras e frituras em excesso e longos períodos sem se alimentar, falta de sono regular, consumo excessivo de café e bebidas alcoólicas são fatores que podem piorar este quadro.

Se depois de feitos todos os exames para enxergar as causas físicas do problema, nada foi encontrado e este aperto na garganta continua se manifestando com freqüência, é muito provável que ele esteja mesmo relacionado à ansiedade.

Por isso, é imprescindível que o indivíduo procure uma ajuda psicológica. Afinal, este é um sinal de que algo na vida daquela pessoa está deixando-a ansiosa e ela não está sabendo como resolver.

Como lidar com o transtorno da ansiedade? A psicoterapia ajuda?

Em um certo nível de controle, a ansiedade pode até mesmo ser considerada saudável, já que o medo nos auxilia a evitar comportamento impulsivos, por exemplo. Mas a partir de que momento ela pode fazer mal e causar preocupação?

Para conhecer mais sobre o transtorno de ansiedade, clique e veja o artigo “Eu tenho ansiedade? Confira os sintomas do transtorno”.

A ansiedade passa a ser considerada patológica quando, por um longo período de tempo, a pessoa não consegue mais identificar o que está lhe causando medo e angústia em determinada situação e tende a interpretar situações normais como eminentemente perigosas ou catastróficas.

A partir do momento em que a ansiedade passa a paralisar o indivíduo, ocupando boa parte de seu tempo, consumindo energia e trazendo limitações à vida diária, significa que ela já ultrapassou os limites do natural e chegou a hora de procurar ajuda.

A psicoterapia é a intervenção mais eficaz para lidar com o transtorno de ansiedade e, em alguns casos, pode também ser combinada com medicações prescritas por médicos especializados.

Através do diagnóstico correto e de muito diálogo, o psicoterapeuta encontra, junto com o paciente, as verdadeiras razões que levam à crise de ansiedade e o tratamento para este tipo de reação que desencadeia o transtorno.

Porém, ao contrário do que muitos pensam, a ansiedade pode ser facilmente controlada se o paciente realmente se dedicar e tiver interesse em se livrar deste sofrimento.

A psicoterapia se aprofunda no íntimo dos pacientes e faz com que eles enxerguem em si mesmos o que precisa ser mudado. É um processo que nem sempre é fácil, mas é totalmente possível.

Para conhecer mais sobre o transtorno de ansiedade, clique e veja o artigo “Eu tenho ansiedade? Confira os sintomas do transtorno”.

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Saiba o que é psicoterapia breve e quais os benefícios desse tratamento!

Quem resolve dar início a um acompanhamento psicológico pode escolher diferentes tipos de técnicas e uma delas é a psicoterapia breve. Esta é uma modalidade de tratamento psicológico que tem como característica o limite de tempo estabelecido e a ênfase no trabalho com um foco, que pode ser determinado como o principal problema que motiva o indivíduo a buscar ajuda de um terapeuta.

Características da psicoterapia breve

A psicoterapia breve tem origem na psicanálise e, em termos técnicos, está alicerçada no tripé: foco, estratégias e objetivos. O prazo máximo para este tipo de abordagem, convencionalmente, é de um ano, podendo durar meses ou algumas sessões.

No entanto, a duração do processo também dependerá da problemática do paciente e de seus recursos, além da experiência e da formação profissional nesta modalidade de tratamento.

É importante destacar que não é a longa duração que irá garantir tudo o que é necessário para um bom tratamento, seu progresso, sua profundidade, e qualidade da experiência vivida entre o terapeuta e paciente é que são os fatores determinantes.

Nesse contexto, A Psicoterapia Breve não se propõe à conduzir uma reestruturação da personalidade do paciente, principalmente por trabalhar com focos determinados e prazos previamente estabelecidos, de forma a limitar o objeto do trabalho terapêutico.

Principais diferenciais da psicoterapia breve ante as demais abordagens da psicologia

Enquanto a psicanálise se refere, como o próprio nome indica, a um processo de análise e não tem necessariamente uma queixa, a psicoterapia breve determina um único objetivo, um único enfoque. Ou seja, se inicia por causa de uma queixa, um sintoma já manifesto.

Nesse contexto, como dissemos anteriormente, a principal diferença da psicoterapia breve em relação às demais é o tratamento com foco específico, tempo determinado e um objetivo a ser trabalhado. Somente um psicólogo ou psicoterapeuta deve possuir formação específica na área.

Os resultados desse tipo de modalidade terapêutica se mostram bastante eficazes, podendo se observar melhorias significativas já nos primeiros meses do tratamento. O motivo é que as psicoterapias com tempo limitado costumam ser levadas a termo com mais frequência do que as psicoterapias de duração não limitada.

Para quais problemas a psicoterapia breve é indicada?

A psicoterapia breve é uma opção que deve ser levada em consideração por aqueles que reconhecem necessitar de ajuda terapêutica, mas que não querem ou não podem fazer um acompanhamento mais longo.

Como os pacientes, na maioria das vezes, procuram tratamento psicológico porque o sofrimento já incomoda bastante, esta é uma maneira de conseguir alívio num curto período de tempo. A terapia breve permite ao indivíduo entrar em contato com vários segmentos de sua vida e personalidade para superar a crise emocional.

Procurar por uma psicoterapia não é sinal de fraqueza, desequilíbrio ou incompetência para enfrentar os problemas e conflitos pessoais, mas sim uma maneira de reconhecer que todos são sujeitos a limitações diante das diversas situações (muitas vezes inesperadas) que a vida nos impõe.

Sentimentos de impotência, baixa autoestima, falta de iniciativa, pessimismo, desesperança, ansiedade, dores constantes e sem motivo físico, insônia ou excesso de sono e outros sintomas físicos e psicológicos podem ser um sinal de que chegou a hora de buscar ajuda terapêutica.

Se você quer começar o tratamento de psicoterapia breve o mais rápido possível, clique aqui e agende uma consulta!

 

* Colaboração da Psicóloga Satya Reis.

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“Doença da mentira”: Descubra o que é mitomania!

Você já ouviu falar em mitomania, mais conhecida como “doença da mentira”? Também conhecida como mentira obsessivo-compulsiva, este é um distúrbio de personalidade em que o paciente possui uma tendência compulsiva por mentir.

A diferença entre o famoso mentiroso “tradicional” para o mitômano é que, no primeiro caso, o indivíduo não apresenta resistência em assumir a verdade, enquanto o patológico utiliza a mentira em proveito próprio ou prejuízo de outra pessoa, sem sentir necessidade de desfazer o lapso.

Causas da doença da mentira

A literatura especializada indica que não há uma causa específica para a doença da mentira, mas, sim, um conjunto de fatores associados que podem provocar o problema, como: histórico de vida, relacionamentos, padrão de relação parental, genética e experiências.

Devido à imaturidade mental, as crianças costumam mentir com alguma freqüência – muitas vezes, pela dificuldade de enfrentar algumas críticas e frustrações. Essa característica só assume um caráter patológico quando a criança que possui tendência à mitomania chega à conclusão de que sua mentira pode ser entendida como verdade, sem nenhuma conseqüência negativa associada.

Além disso, uma sensação de poder e prazer pode estimulá-la a repetir esse comportamento, já que, à medida que os colegas, familiares e outros adultos a sua volta acreditam em suas histórias, ela começa a se sentir interessante e aceita. O mitômano, então, passa a contar cada vez mais histórias extraordinárias e faz disso um hábito.

Logo, a doença da mentira pode ter origem na baixa autoestima da criança e na supervalorização de suas crenças, como o não enfrentamento da frustração em relação a uma situação.

Conforme o indivíduo cresce e adquire maturidade, o natural é que ele abandone a mentira como ferramenta de defesa e aprenda a assumir a conseqüência de seus próprios atos.

A doença da mentira surge em um cenário em que a pessoa perde este referencial e adota a compulsão como uma maneira de lidar com a vida sem conseqüências negativas associadas.

Como reconhecer um mentiroso patológico?

Algumas pessoas, onde quer que estejam, possuem uma necessidade de ser o centro das atenções e começam a construir uma imagem de si mesmos por meio de mentiras mais leves que passam, então, a fazer parte de suas personalidades.

Além disso, esse tipo de indivíduo precisa, também, se sentir superior aos demais. Para isso, costuma contar histórias sobre grandes feitos dele mesmo. Preso em sua própria teia de mentiras, o mentiroso compulsivo inventa outras história sobre como é falsamente e injustamente incriminado, nunca admitindo qualquer culpa ou responsabilidade.

Tratamentos indicados para a doença da mentira

Esta é uma doença que não se resolve sozinha e, por isso, é necessário um tratamento especializado com um psiquiatra ou um psicólogo. A terapia cognitiva comportamental é a abordagem mais indicada para esta patologia, pois, geralmente, o paciente já desenvolveu uma maneira crônica de se relacionar com a mentira. O tratamento da doença da mentira auxilia na reversão deste caminho e transforma o funcionamento da mente na forma de processar os fatos.

Analisando o histórico de vida e compreendendo os fatores que levaram a este comportamento, é possível instaurar uma mudança de hábitos gradualmente. Assim, se alcançam alguns benefícios, tais como:

  • Criação de um repertório de enfrentamento.
  • Percepção dos motivos que fazem o paciente mentir compulsivamente.
  • Criação de um repertório de tolerância à frustração.
  • Fortalecimento da autoestima.
  • Compreensão do funcionamento psicológico.
  • Desenvolvimento de habilidades sociais e estratégias mais assertivas.
  • Minimização do comportamento de mentir.

A doença da mentira tem tratamento e nós podemos te ajudar! Veja aqui todos os tratamentos que a Clínica Holos oferece.

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Relacionamento Abusivo: o que é e como sair dele

O relacionamento abusivo caracteriza-se como uma forma de violência psicológica e/ou física, na qual, na grande maioria das vezes, há uma certa dificuldade da pessoa agredida reconhecer tal tipo de violência, em especial quando existe a “naturalização” da agressão.

Para muitas pessoas, a violência só é caracterizada quando há agressões físicas, desconsiderando outras formas de violência como a verbal e a psicológica. Para além disso, é importante apontar que o relacionamento abusivo pode ocorrer em vários âmbitos, como, por exemplo:

  • Conjugal: marido X esposa;
  • Escolar: professor X aluno;
  • Empresarial: empregador X empregado;
  • Familiar: pais X filhos, irmão x irmão; e,
  • Nas amizades.  

Identificar um relacionamento abusivo não é simples, principalmente por suas características sutis e ainda naturalizadas pela sociedade. Um dos indicativos, por exemplo, pode ser  a forma desconfortável como você se sente em relação a tal pessoa ou a tal situação.

As relações de poder e submissão são caracterizadas geralmente, quando há entre a vítima e o agressor um grau de dependência emocional, financeira ou social.

A culpa é um dos sentimentos mais recorrentes que podem assombrar as vítimas de relacionamento abusivo, pois quase sempre o agressor costuma internalizá-la na vítima, desqualificando-a, destruindo sua autoestima e aos poucos aniquilando o lado saudável da vida psíquica da pessoa agredida.

Como deixar de viver um relacionamento abusivo?

Para as vítimas de relacionamento abusivo, o mais importante é identificar o abuso em si como violência. Após, reconhecer que a culpa não é sua, e que não há futuro saudável na relação da forma como ela se dá. Este ciclo de violência pode amplificar crenças sabotadoras na vítima, as quais podem dificultar ainda mais sua saída desta relação.

Ações de apoio podem e devem ser tomadas como suporte para libertar-se de uma vez por todas de um relacionamento abusivo, tais como:  

  • Busque uma rede de amparo: familiares e amigos são sempre importantes neste momento em que você precisará de amparo emocional.
  • Procure ajuda profissional: o acompanhamento psicológico é fundamental  visto que auxilia na identificação do problema, no restabelecimento da autoestima e autonomia do indivíduo.
  • Recorra ao amparo legal: ao denunciar, os órgãos competentes lhe orientarão sobre quais medidas serão necessárias, com o fim de preservar a sua integridade.

Agressores têm necessidades de poder e controle, e podem em alguns momentos demonstrar pequenas mudanças para obter algum ganho futuro. Observe suas ações e haja sempre que necessário.

Consegue identificar alguma característica de relacionamento abusivo na sua vida ou na de alguém próximo? Não deixe de compartilhar este artigo.

Leitura indicada: “Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!”

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Freud e o Complexo de Inferioridade

O termo popular “complexo de inferioridade” foi criado na psicanálise por Freud, Alfred Adler, para designar o estado neurótico que faz o indivíduo ter o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e seus problemas.

Esse estado pode ser provocado por vários motivos que podem ser reais ou irreais, como um defeito físico, uma situação econômica ou social difícil, ou pela recordação de um fracasso perante um obstáculo que não foi possível vencer.

A pessoa com complexo de inferioridade procura compensar sua insuficiência real ou suposta pela tentativa de sobressair (reação positiva), ou procura vencer seu estado de inferioridade por artimanhas (reação negativa). Agindo consciente ou inconscientemente, apresenta aos outros características que não possui, o que pode agravar os sintomas de quem sofre deste mal, caso essas tentativas de compensação sejam mal sucedidas.

Dentre os sintomas do complexo de inferioridade, os mais comuns são:

  • Preocupação exacerbada com a opinião das outras pessoas;
  • Mania de se comparar com os outros;
  • Demonstrações de inveja;
  • Hábito de apontar defeitos nas pessoas para esconder os próprios;
  • Preferir ficar isolado;
  • Sensação de incapacidade e de inferioridade;
  • Súper sensibilidade à críticas;
  • Dificuldade de se relacionar;
  • Baixa autoestima; e,
  • Vitimismo.

Como curar o complexo de inferioridade

O primeiro passo para sair desse estado e deixar de sofrer devido ao complexo de inferioridade, é buscar ações que possam motivar e tragam à tona o real valor que a pessoa possui. Procurar ajuda profissional é uma atitude importante neste processo de enfrentamento ao problema e superação das dificuldades.  

Movimentos simples, mas que são eficazes, também são muito bem-vindos nesse processo de redescoberta. Trabalhe sua mente de maneira correta:

  • Comemore as conquistas – ainda que pequenas, cada vitória deve ser reconhecida e comemorada.
  • Pare de se comparar – cada indivíduo possui um conjunto de características diferentes, que o tornam singular. Ter uma qualidade ou defeito diferente de alguém que admira não o torna pior ou melhor, mas especial em sua excência.
  • Reconheça seu valor – comece a reparar tudo que já fez, o que conquistou, o que se tornou, e, principalmente, o que te diferencia. Se preciso, enumere cada coisa para se dar conta do potencial que tem. A ideia é tirar o foco do que está errado, e olhar para o que há de bom.

 

Leitura indicada: “Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!”

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Preciso desabafar com alguém urgente!

Quantas vezes sua alma já gritou desesperadamente “preciso desabafar” ou “não conseguirei continuar de pé”, mas ainda assim você não buscou ajuda?

Expressar a forma como nos sentimos através das palavras é algo desafiador, pois não depende apenas de termos autoconfiança para expor nossos incômodos, mas necessariamente é preciso encontrar empatia em quem nos ouve.

Em meio aos conflitos diários, principalmente diante daqueles que parecem não ter solução e são “sugadores” de energia, a comunicação é uma das ferramentas mais eficazes para manter uma vida saudável e ter a mente livre das angústias.

Expressar o que pensamos e falar sobre os problemas que nos afligem é uma boa maneira de evitarmos doenças psíquicas ou emocionais como depressão e ansiedade.

Desabafar é benéfico à saúde pois ajuda a:

  • Ressignificar os medos e angústias;
  • Criar novas alternativas para a solução de um problema;
  • Olhar a vida com mais positividade;
  • Diferenciar e redimensionar sentimentos.

Como solucionar conflitos internos?

Existem momentos na vida em que tudo que precisamos é desabafar com alguém, contar com o apoio de pessoas que nos amam. Isso não significa que elas irão concordar com tudo que dissermos ou não irão se opor a determinados pensamentos ou motivações, mas que irão nos ajudar a nortear as situações conflitantes.

Amigos e familiares geralmente são as pessoas mais indicadas à prestar socorro nos momentos de crise. Dizer-lhes: “preciso desabafar”, não soará como sinônimo de fraqueza, mas irá denotar a confiança que depositamos neles, aumentando ainda mais a proximidade, e possibilitando-os a:

  • Nos confortar e confrontar quando preciso;
  • Ouvir atenciosamente;
  • Dar conselhos;
  • Apontar os erros e nos incentivar a seguir em frente.

Toda a demonstração de afeto e compreensão, assim como as “broncas”, são muito importantes para nos ajudar diante dos conflitos internos. Mas, existem casos específicos que não basta apenas contar com o apoio do ciclo de amizade ou dos entes queridos. É preciso buscar tratamento psicológico para amenizar a dor, fortalecer o emocional e solucionar os problemas.

A importância do acompanhamento especializado quando é preciso desabafar

Sem dúvida, quando passamos por aflições, o amparo das pessoas mais próximas faz toda a diferença. Principalmente se eles são capazes de compreender nossos anseios e dar apoio moral em meio aos dilemas da vida. Mas, nem sempre a ajuda oferecida é suficiente. É importante que, para além de ouvir, a pessoa esteja pronta para acolher sem julgamentos.

Existem conflitos que, por mais simples que pareçam, necessitam de intervenção profissional, pois conseguem nos desestabilizar física e emocionalmente. Nesse momento de fragilidade é preciso reconhecer nossa incapacidade de lidar com os problemas e pedir socorro – “Não aguento mais, preciso desabafar urgente!”

Um amigo, um conhecido ou até mesmo um parente, podem e devem oferecer o ombro para chorar e enxugar suas lágrimas, mas o psicólogo ou psicoterapeuta conseguem, por meio da terapia, fazer com que você enxergue os aspectos obscuros. Isso é possível porque esses profissionais dispõem de:

  • Ferramentas necessárias para descobrir a raiz dos problemas que afligem os pacientes;
  • Técnicas para estimular a autoconfiança e impulsionar as pessoas a serem mais produtivas e viverem mais felizes;
  • Conhecimento para entender a mente humana para ajudar a moldar conexões neurais e padrões de comportamento.

Preciso desabafar: a terapia é o local apropriado para isso!

Às vezes, as pessoas deixam de buscar ajuda profissional por temer dividir sua intimidade com alguém que não conhece, ou devido ao preconceito que ainda existe com as pessoas que recorrem ao tratamento psicológico. Mas, a terapia é um espaço ideal para:

  • Abrir os horizontes;
  • Buscar alívio da dor psicológica;
  • Refletir sobre ações e posicionamentos inadequados;
  • Dividir as angústias e frustrações, sem sofrer julgamento;
  • Restaurar a saúde psíquica, abalada pelo estado emocional;
  • Aprender a enfrentar o medo de falar o que sente; e,
  • Estabelecer a comunicação eficaz quando o conflito é gerado pelos relacionamentos interpessoais.

É por meio da fala do paciente que o terapeuta consegue entender os conflitos existentes e oferecer o devido suporte emocional, ajudando-o a superar as crises. Então, se você está envolvido por um turbilhão de emoções que estão causando angústias, procure um terapeuta e converse a respeito.

Leitura indicada: “A psicoterapia pode ser a cura para problemas emocionais

Deseja marcar uma consulta com um dos nossos terapeutas? Acesse aqui: http://clinicaholos.com/agendar-consulta/

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Como controlar a ansiedade? Veja os tratamentos mais indicados

Como controlar a ansiedade diante de tantas preocupações? Como lutar contra a sensação de que o mundo vai engolir você e a angústia não vai passar? Se você quer encontrar as respostas, esse artigo foi feito para você. Acompanhe:

A ansiedade, considerada o mal do século, tem aprisionado muitas pessoas atualmente. É natural que você busque realizações pessoais e profissionais visando um futuro promissor, mas, se tiver excesso de preocupação com o futuro, sua mente pode adoecer. Por isso, saber como controlar a ansiedade é essencial para viver bem.

Existem várias medidas que podem ser tomadas para prevenir a ansiedade, como:

  • Praticar atividades físicas;
  • Fazer uma higiene mental – fugir de pensamentos negativos;
  • Ter uma alimentação saudável – o arroz integral, a quinoa, a aveia, o chocolate, dentre outros, têm importantes fontes de hormônios que combatem a ansiedade;
  • Fazer uso de calmantes naturais constantemente – suco de maracujá, chá de camomila, alface e outros.

Mas, o que é ansiedade?

A ansiedade é um estado onde a pessoa, levada por uma situação de medo, se preocupa excessivamente com o futuro, tendo dificuldade para realizar sua rotina diária. É um sentimento exagerado de antecipação. Ela provoca sintomas físicos e/ou psíquicos, como:

  • Falta de ar;
  • Taquicardia;
  • Enjoos e vômitos;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade para dormir;
  • Dores musculares;
  • Medo constante;
  • Dificuldade de concentração;
  • Angústia;
  • Nervosismo, e outros.

Se você sente alguns desses sintomas combinados, é preciso buscar ajuda profissional e não negligenciar a doença, pois ela pode evoluir de um quadro leve para o estado grave. Então, quanto mais rápido aprender como controlar a ansiedade, terá mais chances de vencer o medo e viver com mais tranquilidade.

Principais causas da ansiedade

Nunca houve uma geração tão ansiosa como a atual. Como controlar a ansiedade da população diante de uma rotina tão acelerada e movida pelo estresse? A necessidade de ter o controle da situação também é um indício de ansiedade, que pode ser causada por diversos motivos, tais como:

  • Fatores genéticos;
  • Redução da produção de substâncias no organismo como a serotonina, a dopamina e a norepinefrina, que são neurotransmissores responsáveis por dar ao cérebro a sensação de felicidade e bem-estar;
  • Rotina com elevado nível de estresse;
  • Má qualidade de vida e alimentação inadequada;
  • Questões hormonais (menopausa e TPM);
  • Abuso de substâncias psicoativas: nicotina, drogas, álcool; e,
  • Uso excessivo de redes sociais.

 

 

Mas como controlar a ansiedade? Veja os tratamentos indicados!

Você sabe como controlar a ansiedade? Existem diversas  técnicas alternativas de conter essa enfermidade, como: realizar acupuntura, fazer ioga, massoterapia e beber  chás calmantes. Porém, o tratamento psicológico é a melhor alternativa a ser realizada, pois através dele é possível identificar as causas do transtorno e tratar os danos causados por ele.

Em determinados casos, o psicólogo encaminha o paciente ao psiquiatra, que pode receitar ansiolíticos (medicamentos que ajudam no tratamento da ansiedade). Além do tratamento psicoterapêutico, a mudança no estilo de vida é muito importante para conter o distúrbio.

A área de psicoterapia da Clínica Holos

A Clínica Holos dispõe de um espaço amplo, onde são atendidos pacientes de todas as faixas etárias. Temos um quadro de profissionais especializados em psicologia e psiquiatria, qualificados para atender todos os tipos de transtorno de ansiedade. A Holos oferece alguns tratamentos psicoterapêuticos, como:

Como você já identificou os sintomas, e precisa tratar a ansiedade de forma eficaz, o ideal agora é escolher a abordagem que mais se identifica e agendar sua consulta.

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Saiba como controlar o estresse!

As pressões do dia-a-dia podem ser combustível para o sucesso ou se tornar fontes de estresse, dependendo da intensidade e frequência com que acontecem e da maneira como reagimos a elas. Por isso, conter os ânimos é providencial para quem deseja viver com qualidade de vida, e mais, saber como controlar o estresse pode ser o caminho para encontrar a paz interior.

Estamos cada vez mais cercados por cobranças e submetidos à situações favoráveis ao desgaste físico e emocional, seja no âmbito familiar, profissional ou social. O chefe estabelece prazos e metas exorbitantes; o filho que deseja mais atenção, limitada pela escassez do tempo; os recursos financeiros às vezes são menores que as dívidas à pagar. Enfim, uma série de agentes potencializadores do estresse.

O estresse, suas causas e sintomas

Mas, afinal, o que é estresse?

É a resposta física ou mental do organismo às tensões. Ele é responsável por provocar uma série de reações químicas e fisiológicas que geram sensações de medo, desconforto, nervoso, preocupação, etc.

São inúmeras as causas do estresse, desde acontecimentos bons ou ruins, à problemas cotidianos. Dentre elas, as mais comuns são:

  • Mudança de residência;
  • Casamento;
  • Crises no relacionamento ou separação;
  • Nascimento de um filho;
  • Ruídos e sons altos;
  • Desemprego ou excesso de trabalho;
  • Falecimento de entes queridos;
  • Problemas de saúde ou de aceitação;
  • Efeito colateral ao uso de certos medicamentos (para tratar asma, tireoide, resfriado, e outros).

Além desses fatores, o uso de drogas, e até mesmo excesso de cafeína, podem ser responsáveis por elevar o nível do estresse de uma pessoa.

Diante de situações de grande tensão, o nosso organismo passa a produzir uma quantidade maior de cortisol – hormônio diretamente envolvido na resposta do corpo ao estresse – na corrente sanguínea.

Existem três tipos de estresse: o agudo (resultante das pressões diárias), o agudo episódico (mais frequente devido ao excesso de preocupação) e o crônico (onde a pessoa está continuamente estressada).

O estresse pode apresentar tantos sintomas físicos quanto psicológicos, dentre os quais, os principais são:

  • Dores de cabeça;
  • Náuseas;
  • Dor no peito;
  • Hipertensão;
  • Dores musculares;
  • Boca seca;
  • Queda de cabelo em excesso;
  • Mau humor;
  • Sensação de fracasso;
  • Alteração do sono; e,
  • Desânimo.

Quer saber como controlar o estresse? Faça terapia!

Existem algumas atividades simples que ajudam a controlar o estresse, como, por exemplo, cuidar de si mesmo, usar menos o celular, dormir melhor, fazer sexo, praticar exercícios físicos, ter uma alimentação balanceada, etc. Contudo, é fundamental recorrer à terapia e psicoterapia para:

  • Identificar a causa do estresse;
  • Sanar os sintomas do estresse;
  • Encontrar equilíbrio emocional;
  • Aprender a administrar melhor os sentimentos;
  • Ajudar a refletir sobre os problemas;
  • Ter um novo olhar sobre uma preocupação recorrente.

A terapia é muito eficaz no alívio do estresse, pois a pessoa passa a se conhecer melhor e começa a tomar decisões mais assertivas. Ela filtra pensamentos negativos, evita o isolamento e consegue ter relacionamentos interpessoais mais saudáveis. Ou seja, toma a direção da situação.

O tratamento terapêutico também ajuda a controlar o estresse em doenças psicológicas como depressão e ansiedade.

Na psicoterapia, o paciente vai expor os seus anseios, problemas e questões que estão afetando direta ou indiretamente a sua felicidade. O psicólogo ou psicoterapeuta vai ajudá-lo a entender como o seu comportamento tem o prejudicado, e te orientará a assumir novas posturas que ajudem a controlar o estresse.

O tratamento psicoterapêutico pode ser realizado através de:

  • Psicanálise;
  • Terapia Junguiana;
  • Gestalt;
  • Psicoterapia Cognitivo Comportamental;
  • Bioenergética, e outras.

Terapias alternativas para ajudar a controlar o estresse

Os tratamentos alternativos também podem ser bons aliados no combate ao estresse.  Algumas técnicas utilizadas atualmente apresentam resultados satisfatórios, dentre elas:

Yoga

Ajuda a pessoa a fazer uma “higiene mental” pela prática de meditação, estimulando-a a encontrar-se consigo mesma.

Acupuntura

Técnica que estimula os pontos distribuídos pelo corpo com uso de agulhas, a fim de permitir o relaxamento e alívio de dores.

Reflexologia

Busca-se o equilíbrio entre mente e corpo através da massagem nos pés.

Aromaterapia

Usa-se óleos naturais para tratar desequilíbrios emocionais.

Então, agora que sabe a importância da terapia em uma rotina estressante, comprometa-se! Não deixe o estresse vencer você e sua felicidade.

Se você procura por um tratamento eficaz para a cura do estresse, conheça os nossos serviços clicando aqui!

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Será que estou vivendo um momento de confusão mental?

Você já se sentiu desorientado ou teve contato com alguém num momento de confusão mental?

Esse problema pode atingir pessoas de qualquer faixa etária, inclusive crianças. Porém, é mais comum ocorrer em idosos, por possuírem menos reserva cerebral em função do envelhecimento.

Na terceira idade, geralmente relaciona-se a confusão mental ao mal de Alzheimer ou de Parkinson. Porém, outros problemas de saúde podem provocar essa doença. Mas, você sabe o que é confusão mental?

O que é confusão mensal?

A confusão mental é o estado de desorientação, onde a pessoa não consegue distinguir a fantasia da realidade. É um tipo de ataque neurológico que causa a distorção do pensamento, desprovendo-o de clareza e agilidade.

Essa enfermidade se manifesta de diversas formas e pode ser desencadeada devido à existência de outras patologias, como um problema cardíaco, processos inflamatórios, desidratação severa, depressão, ansiedade e outras.

É preciso estar atento aos sinais e buscar ajuda médica, pois, em alguns casos, o doente pode correr risco de morte.

Principais sintomas da confusão mental

Você sabe como identificar a confusão mental? Ela pode se apresentar de diversas formas, principalmente nas mudanças de comportamento.

A pessoa que sofre desse mal pode desenvolver a hiperatividade – comportamento fora do comum que se caracteriza pelo excesso de atividade motora, déficit de atenção e descontrole – ou hipoatividade – síndrome que se caracteriza sobretudo por memória fraca, pouca interação social, níveis baixos de atividade motora e reações lentas à estímulos –, tende a usar roupas inadequadas à temperatura e tem dificuldade de executar tarefas cotidianas.

A confusão mental causa os seguintes sintomas:

  • Falta de concentração;
  • Perda de memória;
  • Agitação e desorientação;
  • Não reconhecer as pessoas;
  • Delírios e alucinações.

Às vezes, a confusão mental é difícil de ser diagnosticada. Isso porque médicos, enfermeiros e familiares não conhecem a origem da doença, o que resulta no tratamento inadequado, dificultando o alívio do sofrimento e a estabilidade do paciente, além de aumentar os custos com os tratamentos.

O que pode causar confusão mental?

A confusão mental acontece quando há mudanças biológicas no cérebro, como distúrbios metabólicos ou falta de oxigenação cerebral; aumento dos níveis de cortisol, liberado pelo acúmulo de estresse; desequilíbrio nos neurotransmissores e aumento de substâncias inflamatórias.

Existem casos em que a confusão mental pode ser causada por fatores físicos ou psicológicos.

Fatores físicos que causam confusão mental

  • Deficiência nutricional (falta de vitaminas C, B3 e B12 ou tiamina no organismo);
  • Distúrbios metabólicos;
  • Infecção no trato urinário;
  • Uso de corticoides;
  • Insuficiência hepática;
  • Desidratação;
  • Acidente vascular cerebral (AVC).

Quando a confusão mental é manifestada por outros problemas de saúde já existentes, ela desaparece assim que o paciente é curado.

Fatores psicológicos que causam confusão mental

  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Transtornos de humor.

Outro fator que gera a confusão mental é o consumo excessivo de álcool ou drogas. As substâncias psicoativas prejudicam as funções mentais, agindo como depressor do sistema nervoso.

Tratamentos indicados para confusão mental

Assim como pessoas que sofrem do coração precisam procurar um cardiologista, aqueles que são acometidos pela confusão mental necessitam de cuidados especializados. O clínico geral, o neurologista, o psicólogo ou o psiquiatra são os profissionais aptos a diagnosticar a doença.

A depender da origem da patologia (se desencadeada por uma doença física ou por problemas psicológicos), é possível prescrever o tratamento mais indicado para impedir a evolução do quadro e proporcionar a cura da enfermidade.

O especialista pode receitar medicações ou indicar o tratamento terapêutico para retardar o agravamento da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Quando se suspeita de confusão mental, a própria pessoa ou familiares devem buscar ajuda profissional o mais rápido possível. Assim, evita-se danos que podem se tornar irreversíveis, o que pode ocorrer quando a doença é tratada tardiamente.

Como minimizar os sintomas da confusão mental

Existem algumas práticas eficientes no combate à confusão mental.

É importante fazer atividades que ativem a memória, previnam o esquecimento e garantam o bem-estar da pessoa diagnosticada.

Para isso, medidas simples para fixar as lembranças podem ser tomadas, como:

  • Fazer anotações de atividades e tarefas;
  • Praticar atividades físicas constantemente;
  • Fazer exercícios de realidade – atividades focadas na concentração e domínio de pensamentos.

Ponha em prática e, além de viver de uma forma mais saudável, estará minimizando as chances de adquirir males como este!

Leitura indicada: “Meditação para ansiedade – Aprenda como controlar os sintomas

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