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Saiba por que você deve manter a sua saúde mental e física em dia!

Há tempos, discussões a respeito da unidade funcional soma-psique, de como o corpo adoece, e como a pessoa significa o processo de adoecimento, fazem parte tanto do cotidiano de profissionais das áreas das ciências da saúde quanto das áreas das ciências humanas. 

Pesquisadores das áreas de sociologia, psicologia e antropologia médica cunharam o termo experiência da enfermidade a partir de reflexões sobre a noção de saúde e doença como fenômenos complexos que conjugam fatores biológicos, sociológicos, econômicos, ambientais e culturais (RIBEIRO, 2007). 

Desta forma, “Como” e “Para” que se adoece são questões que precisam ser analisadas partindo do pressuposto que o homem “adoece por contaminação bacteriana ou fragilidade emocional”, quando não atende a uma demanda pessoal, social, familiar, a expectativa do outro e não se sente bem consigo mesmo (TRINDADE, 2006, p. 75). 

A prática da Gestalt-terapia no atendimento clínico possibilita observar a pessoa e a realidade, um enfoque holístico e um método dialógico. 

Ou seja, homem visto como um organismo unificado, buscando um contato genuíno, presente e um diálogo criativo que o impulsiona ir ao encontro do outro na tentativa de entender essa pessoa em sua totalidade.  

Diante do exposto, torna-se relevante compreender e identificar a existência de uma variedade de mecanismos e funções psicofísicas causadoras de depressão, insegurança, estresse, ansiedade, medo e outros meios de manifestações psicológicas não saudáveis, chamadas de doenças psicossomáticas, que influenciam de várias formas o funcionamento orgânico.  

Saúde Mental e Física nos dias atuais

Quando a pessoa tem facilidade de fazer contatos reais, manejar a si próprio e ao seu meio, ela consegue manter formas saudáveis de funcionamento. 

Por outro lado, quando não consegue tomar decisões seguras e atender melhor às suas necessidades pode gerar situações conflituosas levando a desajustes, desconexão e outros distúrbios. 

Percebe-se um número crescente de pessoas que buscam as academias de ginástica ou recorrem às atividades físicas para a manutenção corporal. 

Entretanto, a saúde geralmente fica em segundo lugar nesta busca, perdendo o primeiro lugar para a estética, na chamada corrida para o corpo perfeito.

A situação fica ainda mais séria quando falamos em cirurgias plásticas realizadas por aqueles que não têm paciência ou não acreditam que conseguirão alcançar os resultados esperados através das atividades físicas. 

Além disso, é possível notar que, no mercado, existe uma infinidade de aparatos que prometem transformar corpos nos ideais de beleza idealizados. A busca pelo padrão de beleza ditada pela sociedade está criando indivíduos cada vez mais “bonitos” e menos saudáveis. 

O que pode ser a porta de entrada para problemas relacionados com a saúde mental como anorexia, bulimia ou ansiedade. Neste sentido, é preciso buscar um equilíbrio físico e mental para lidar com sabedoria diante das situações que a vida nos apresenta. 

Para tanto, trouxemos aqui 5 dicas para uma vida mais saudável. Veja a seguir:

1. Aceitação pessoal

A aceitação pessoal é de suma importância para uma vida saudável.  A insegurança e o medo de não ser aceito, julgado e criticado podem, principalmente na fase da adolescência, desenvolver graves problemas de baixa autoestima afetando as formas de funcionamento saudável e patológica. 

2. Convivência saudável

Para manter o equilíbrio, é preciso saber conviver. E isso implica dizer não quando necessário. É importante e libertador dizer “não” quando não queremos ou não podemos fazer algo.

Se conhecer, respeitar e se valorizar, ajudando sempre que possível, é o segredo para a boa convivência com si mesmo e com os outros.

3. Inteligência emocional

Tristeza, medo e a raiva são emoções que fazem parte da nossa experiência cotidiana na relação com si mesmo e com o outro. O ponto chave é ter consciência do que provoca essas emoções para não virarmos escravos delas. 

Nestas condições, a forma como cada pessoa configura suas relações consigo mesma, com o outro e com seus espaços sociais pode influenciar no processo de saúde e doença.

4. Prática de atividades físicas

As práticas de atividades físicas, principalmente em equipe, podem ser uma ótima maneira de cuidar da saúde mental e física, pois seus benefícios vão além da melhoria do condicionamento físico.

Ao recorrer à prática de esportes, as pessoas podem obter melhorias nos relacionamentos, além de se beneficiarem com o autoconhecimento (como identificar seus limites e potenciais).

5. Ajuda especializada

Verificar os sinais do corpo, para identificar o que origina uma perda na saúde é um passo para a pessoa compreender seus sintomas e as enfermidades desconhecidas. 

Em vista disso, dar-se conta, ter consciência de si próprio, da sua dor, do que provoca o que sente e deseja é o primeiro estágio para integração e entendimento dos desajustes psíquicos e físicos.

Constata-se, ainda hoje, pessoas que não buscam tratamento adequado devido ao preconceito e julgamento que podem sofrer de amigos e familiares em virtude da falta de conhecimento sobre um processo terapêutico.

Procure um profissional para ajudar a ampliar o olhar sobre suas experiências e vivências diante do seu contexto histórico e escolha o melhor ajustamento para lidar com os desajustes do corpo na sua totalidade.

Portanto, se para o corpo temos o educador físico, para a mente temos o psicólogo e psicoterapeuta, profissionais que podem auxiliar a encontrar esse equilíbrio.

Agora que você já entrou em contato com a importância de cuidar da saúde do corpo, compartilhe este artigo em suas redes sociais e conscientize seus amigos!

 

Hulda Jacob
Psicóloga – Gestalt Terapia
Clínica Holos de Saúde e Desenvolvimento Pessoal

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Câncer de mama: repercussões psíquicas no paciente oncológico

Em Outubro é realizada campanha de prevenção do câncer de mama. O trabalho preventivo vem sendo desenvolvido pelas equipes de saúde, para que o paciente seja assistido como um todo, de forma singular. 

Em volta do tema não é somente desenvolvido neste mês, mas o mês do Outubro é oficialmente considerado o epicentro das ações de prevenção do câncer de mama.

A partir da grande abrangência da situação que pode suscitar muitas questões no paciente, é importante pensar uma abordagem interdisciplinar para que esse paciente seja assistido como um todo. 

A campanha foi iniciada nos Estados Unidos na década de 90 e levou o tom rosa, como destaque da ação, intitulada Outubro Rosa. No Brasil, as equipes de saúde de diversos seguimentos, articulam-se para trabalhar a questão da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

Nessas equipes, normalmente estão inseridos os profissionais de psicologia, que irão atuar assistindo as questões emocionais do paciente nesse processo.

Há estudos que tratam sobre a influência de estados emocionais no surgimento de doenças orgânicas, entre elas o câncer.

E o psicólogo, qual o seu fazer nesse contexto?

O profissional de psicologia pode atuar de algumas formas, dentre elas: 

  • de forma preventiva junto às equipes de saúde, promovendo grupos e discussões sobre o tema.
  • na clínica, escutando o paciente, que no momento de um diagnóstico de câncer, pode estar mais fragilizado e repercutir diretamente no seu estado emocional.

A partir da escuta das possíveis dificuldades do paciente, pode auxiliar no momento de “dor”, que nesse caso repercute no corpo mas que normalmente está ligado ao psíquico, e junto com ele identificar possibilidades de lidar com o inesperado de um diagnóstico de câncer de mama. 

Ao pensar nessa perspectiva, o psicólogo irá atuar independente do contexto (preventivo, ou com diagnóstico já estabelecido) de forma a precaver o desenvolvimento de doenças orgânicas no tratamento do sofrimento psíquico, já que estão interligados. 

Cabe salientar que de todas as formas de atuação do psicólogo nesse contexto, aferindo cuidados a esse paciente, iremos trabalhar com a prevenção, pois o profissional de psicologia ao escutar a demanda do paciente poderá ou prevenir afecções no corpo ou ajudar com que esse paciente possa elaborar ou ressignificar o seu adoecimento, podendo enfim encontrar outras saídas para sua “dor”.

Enfim, o câncer de mama pode ser tratado por diversas vertentes, desde a sua prevenção ao tratamento, caso tenha o diagnóstico. O trabalho interdisciplinar tem trazido bastante benefícios ao paciente. 

É importante enfatizar ao paciente como participante ativo nesse processo, tanto na prevenção ou tratamento da doença, para a partir disso verificar suas necessidades, partindo do entendimento que a sua necessidade é particular e deverá ser tratada dessa maneira para possibilitar maiores avanços para cada caso.

 

Elimara Alves Abreu
Psicóloga – CRP 03-7906
Especialista em Psicologia em Saúde e Psicologia Hospitalar.

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É normal sentir vontade de morrer?

Não! 

O olhar sobre a vontade de morrer não deve ser considerado a partir de um modelo de normal ou patológico, mas sim a partir do que se tem de comum ou excepcional no repertório comportamental de uma sociedade.

Tentando trazer de uma forma mais clara e compreensiva, podemos considerar que em algum momento da vida seja comum a fala sobre a vontade de morrer, principalmente diante de situações conflituosas, assim como, é comum acordarmos em algum dia com o sentimento de tristeza, sem vontade de fazer nada. Essas falas e sentimentos não podem ser imediatamente definidos como um desejo suicida, mas sim como uma inabilidade de resolução de conflitos ou até a possibilidade de uma alteração de humor.

Contudo, não podemos associar a vontade de morrer a vontade de se matar. A vontade de morrer é um desejo de que a vida termine por si só, já a vontade de se matar, é o desejo de acabar com a própria vida, um desejo suicida. 

Esses pensamentos são sim muitas vezes os mais recorridos em momentos de desespero, passando a ser comum, porém ele não deve ser banalizado e nem menosprezado.

Principais tratamentos para quem sente vontade de morrer

Se existe uma recorrência ou fixação nesses pensamentos como única alternativa de resolução de problemas, deve-se ligar o alerta e buscar ajuda imediatamente. 

Os profissionais da Psicologia são treinados e estão disponíveis para explicar e ajudar de forma clara e compreensiva a identificar esses pensamentos, organizar as ideias, assim como tentar construir os motivos, causas, impactos, os sinais e sintomas que cercam todo esse contexto. Permitindo um lugar de fala com segurança e acolhimento.

Gostou do nosso artigo? A Clínica Holos tem orgulho de oferecer os melhores tratamentos na área da psicoterapia. Ligue-nos ou agende uma visita.

 

Tarcísio Martins

Psicólogo, atuando na clínica em Saúde Mental e Contexto Social, com atenção aos usuários de substâncias psicoativas e dispositivos de cuidados. Atende adolescentes, adultos, casais, família, pacientes positivos, grupo LGBT e idosos, assim como pacientes oncológicos em situação de internação no contexto hospitalar. Fundador do projeto Clipas – Clínica em Psicologia e Atendimento Social e Especializando em TCC.

CRP: 03/13946

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Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia

A ansiedade é um sério problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Grande parte dessas pessoas nunca foram diagnosticadas, e por isso têm a qualidade de vida comprometida, sem ao menos se dar conta disso.

Isso porque a ansiedade afeta negativamente os relacionamentos interpessoais, o desenvolvimento das atividades diárias, o lazer e o descanso. E se não for tratada, pode ser a porta de entrada para outros transtornos e doenças de cunho psicológico.

Você é ansioso? Conhece alguém que seja? Ou quer saber como lidar com a ansiedade na atualidade? Pois vamos falar desse assunto tão importante!

O livro Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia, do autor Marcelo Castro Bomfim, acaba de ser lançado e promete contribuir bastante para o estudo e melhor entendimento da ansiedade na contemporaneidade. Vem comigo! Leia o artigo até o final e confira essa novidade!

A obra “Ansiedade e atualidade”

Para quem estava ansioso por uma obra sobre ansiedade nos dias atuais com embasamento científico na área da psicologia, esse é o livro certo para se ter na cabeceira o mais rápido possível!

Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia traz, sob uma perspectiva humanística, os males trazidos pela ansiedade e como o estilo de vida pode influenciar na aquisição e também na superação deste mal.

De acordo com o autor Marcelo Castro Bomfim, em sua obra “As resistências psicológicas em todo ser humano parecem estar diariamente sendo postas à prova de resiliência que muitas pessoas não têm conseguido manter.” 

Podemos fazer um link do trecho acima com as várias situações problemáticas que passamos diariamente que afetam o nosso psicológico e nem sempre estamos preparados para lidar. Isso já mostra o que a obra promete, não é mesmo?

Leve, versátil e de conhecimento robusto, Ansiedade e atualidade aborda um tema denso e sério como a saúde psicológica pessoal e coletiva, numa linguagem clara, capaz de fazer tanto curiosos sobre o assunto quanto profissionais da área não pararem de ler antes de chegar à última página. 

“Como manter, então, a saúde psicológica pessoal e coletiva diante de um contexto pessoal e social tão complexo? ” Questiona o autor em outro trecho de sua obra e nos conduz a buscar, junto com ele, possíveis respostas para essa difícil pergunta.

Conhecendo a importância de trabalhos como esse, que trazem benefícios à sociedade como um todo, a Clínica Holos não poderia deixar de prestar seu apoio e incentivar para que mais projetos esclarecedores como o livro Ansiedade e atualidade sejam desenvolvidos. 

Sobre o autor de “Ansiedade e atualidade”

Marcelo Castro Bomfim, psicólogo e filósofo, atua como psicoterapeuta especialista em Psicologia Humanista além de professor de Psicologia com pós-graduação em Docência do Ensino Superior. 

Além disso, possui formação em Psicossomática, Hipnose Clínica e Regressão de Memória, e foi um dos organizadores e facilitadores do curso de Introdução a Abordagem Centrada na Pessoa e de grupos terapêuticos em Salvador. 

Por seu vasto conhecimento e bagagem, Marcelo Castro Bomfim é um requisitado palestrante em cursos de psicologia, filosofia e desenvolvimento pessoal em diversas instituições baianas. 

Quer enriquecer seu acervo? Então não perca tempo! Adquira agora mesmo o livro Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia, do autor Marcelo Castro Bomfim, e boa leitura!

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Clínica Holos de Saúde e Desenvolvimento Pessoal

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Setembro Amarelo: Mês da Prevenção ao Suicídio

O suicídio é um fenômeno social devido ao impacto que ele provoca nos familiares, amigos e na
sociedade como um todo, considerando a relação Homem-Sociedade defendida por Durkheim o suicídio pode ser considerado uma ação pública com efeitos privados, visto que não é o indivíduo que se mata e sim a sociedade através dele. Durkheim ainda constatou que quanto maior a intensidade do vínculo de pertencimento a um grupo solidamente constituído, menor é a probabilidade de ocorrência de suicídio.

Números e estatísticas

É um tema que mobiliza por significar a interrupção do ciclo da vida. Estudos comprovam que o ato
suicida é crescente e as pesquisas não apontam procedimentos eficazes para contê-lo. Contudo, o manual do suicídio de Neury Botega oferece aos profissionais da área de saúde, mecanismos para identificarem a ideação suicida, na tentativa de reduzir o número de suicídios no Brasil – 32 pessoas a cada dia-.

Observa-se que a falta de uma discussão exaustiva sobre o suicídio e suas vulnerabilidades, não impede o aumento do óbito por essa causa. Considera-se necessário tentar entender as motivações que levam um crescente número de pessoas (homens, mulheres, adolescentes e até mesmo crianças) a atentarem contra a própria vida, todos os dias, em diferentes regiões do mundo, seja em grandes metrópoles ou em pequenos vilarejos, e em muitos casos obterem êxito.

Segundo dados da OMS (2014) mais de 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo, a cada ano. A cada 40 segundos uma pessoa e estima-se que para cada pessoa que consegue realizar o ato de matar-se vinte tentam e não conseguem. É a segunda causa de morte entre pessoas com 15 a 29 anos no planeta – a primeira é a violência. O Ministério da Saúde, 2018, divulgou que no Brasil o suicídio é a quarta causa de morte nessa faixa etária. Ainda de acordo com a pasta, existem causas que não ficam claras se seriam acidentes ou se a pessoa teria provocado a própria morte, o que aumentaria esses números.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (2019), trouxe algumas crenças equivocadas sobre o suicídio, apresentadas por Botega (2015), com base nas informações da World Health Organization (WHO,2014), que podem dificultar as ações de prevenção. São elas:

  • Se eu perguntar sobre suicídio, poderei agir de modo a induzir a pessoa;
  • A pessoa ameaça se suicidar apenas para manipular;
  • Quem quer se matar se mata mesmo;
  • O suicídio só ocorre quando há uma doença emocional;
  • No lugar dele, faria o mesmo;
  • Veja se da próxima vez você acerta;
  • Quem conclui o ato é bem diferente de quem apenas tenta;
  • É difícil mudar.

Ainda segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (2019), entre os países da
América Latina, o Brasil ocupa o oitavo lugar em coeficiente de mortalidade por suicídio por 100 mil
habitantes. Contudo, a análise de números absolutos indica que o Brasil permanece entre os 29 países em que há um constante aumento do suicídio. Um estudo de seguimento realizado a partir de 1980 mostra um aumento de 21% até o ano 2000 e de 29,5% até 2006 (BOTEGA,2015).

O maior índice de aumento do suicídio no Brasil se encontra na região Norte, com um aumento de 77,7%. Na região nordeste, o crescimento também é expressivo sendo 51,7%; os estados da Paraíba e da Bahia superaram em mais de duas vezes a média nacional.

Motivações que levam ao suicídio

Para Marback e Pelisoli (2014), o comportamento suicida envolve ideação, planejamento, tentativa e suicídio propriamente dito, comportamentos em geral motivados por crenças de desesperança, caracterizada por uma visão de futuro vazio, sem perspectivas.

A Comissão de Prevenção de Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP (2009) chama atenção para as situações de vulnerabilidade como a depressão, isolamento social, crise conjugal e familiar e outros transtornos psíquicos.

Contudo, deve-se observar que a vinculação do ato suicida, como regra, à um transtorno mental, é uma forma de reduzir o sofrimento, a angústia e a desesperança à falta de saúde mental, como se a falta de perspectivas e sentido para o indivíduo continuar vivo pudessem ser enquadradas.

Essa leitura reducionista poderia aquietar a sociedade e o tema suicídio deixaria de ser discutido por outras questões e perspectivas, sendo vinculado apenas aos transtornos mentais, rotulando, ainda mais, as pessoas que o cometem.

Prevenção e posvenção do suicídio

Para a prevenção deve-se observar:

Mudança no olhar – o suicida não quer se matar, o suicida quer se livrar do sofrimento;
Sinais de alerta – preocupação com a morte, comentários (vou desaparecer, queria nunca mais acordar, vou deixar vocês em paz, etc.), isolamento, desfazer-se de objetos, tranquilidade repentina, dentre outros.

O que se deve fazer

Olhar para os lados, perceber as pessoas, acolher, verificar as queixas, orientar ajuda profissional
especializada, identificar rede de apoio (família, religião, amigos), abraçar.

O que NÃO se deve fazer

  • Condenar- covardia, fraqueza.
  • Banalizar- subjetividade do sofrimento.
  • Dar opinião: falta de Deus, quer chamar atenção.
  • Brigar- você não pode fazer isso!
  • Frases prontas – “a vida é boa”.

Para a posvenção

Empatia, escuta, ter noção objetiva ou subjetiva do tamanho do problema, valorização/ reconhecimento do sofrimento, estratégias para companhia, acompanhamento psicológico.
Os psicólogos devem estar vigilantes e perceptivos a qualquer sinal de angústia e desesperança, visando organizar os pensamentos negativos das pessoas que, por ventura, apresentem sinais de ideação suicida, ressignificando as suas distorções cognitivas, agindo preventivamente e defendendo a ideia de que a saída para o sofrimento está na própria vida. Se não for possível evitar essa decisão, que a posvenção seja realizada com o empenho necessário aos familiares dos que se foram e, principalmente, aos sobreviventes de si mesmo.

Quem substituiu Beethoven?

Quem substituiu Rembrandt?

Quem substituiu Ayrton Senna?

Quem substituiu João para Maria?

Você também é insubstituível. Ninguém vai substituir você!

 

DISQUE 188 -CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA/CVV
Iêda Domitilo -Psicóloga, Esp. em Psicologia Clínica: TCC, Esp. em Administração de RH.

 

Veja também:

Falar sobre suicídio pode aumentar os índices?

Cansei de viver ou não estou dando conta de sofrer?

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Dia do psicólogo: veja como esse profissional pode auxiliar você!

No dia 27 de agosto é comemorado o dia do psicólogo. Mas, o que faz um psicólogo, você sabe? Bom, para começar sugiro que você vá para frente de um espelho e se observe. Para a sua imagem refletida, questione: quem é você?

Somos a soma de tudo o que vivemos desde o momento que somos concebidos. A nossa mente tem a maravilhosa capacidade de gravar e esquecer todos os fatos, todos mesmo, desde aquele que você considere o mais insignificante até aquele que te faz suspirar ao ser lembrado.

Esse movimento do lembrar e esquecer é necessário, pois é dele que advém a nossa inteligência e criatividade. Aprender ou viver algo pela primeira vez é criar uma nova ligação entre áreas que nunca foram conectadas antes. E, para criar novas conexões, é preciso ter sempre espaço de sobra na memória. É justamente esse material, o objeto de trabalho do psicólogo. 

Dia do psicólogo: o que faz esse profissional?

A psicologia é a ciência que estuda a mente humana. A palavra psicologia provém dos termos grego “psique” (alma) e logia (estudo), portanto trata-se do estudo da alma. O “estudo da alma”, no caso, diz respeito aos fenômenos, memórias e vivências de cada pessoa, e não no sentido místico ou religioso. Logo, o foco está em aspectos como: sentimentos, conflitos, pensamentos, e a relação desse paciente consigo próprio e com a sociedade.

O ser humano é biopsicossocial. Isto significa que o homem tem os seus aspectos biológicos, psicológicos, e sociais. O trabalho do psicólogo é fundamentado nos dois últimos campos: o psicológico (associadas a psique e a afetividade) e o social ( a relação com as outras pessoas e a sociedade). Desta forma, podemos dizer que psicologia visa oferecer ao paciente/cliente uma compreensão maior acerca dos seus sentimentos, pensamentos e ações, como também, o tratamento para enfermidades e sofrimentos psíquicos. Ajudando-os a encontrar novos caminhos, o alívio para dores da alma,  a aceitação para o que não é passível de mudança, o desenvolvimento pessoal e até a cura ou o manejo de sintomas para pacientes portadores de transtornos mentais. Ressaltando, que a compreensão partirá do paciente cabendo ao psicólogo o papel de mediador desse processo. 

Quais as áreas de atuação de um psicólogo?

É importante salientar que o psicólogo não atua apenas em consultórios ou hospitais. Conforme os estudos científicos avançam surgem mais conhecimento e, consequentemente, campos mais específicos na psicologia. Deste modo, a atuação de um psicólogo é vasta, podendo o profissional trabalhar nas mais diversas áreas, como: 

  • clínica;
  • escolar;
  • hospitalar;
  • empresarial;
  • institucional;
  • jurídica, e;
  • em equipes multidisciplinares. 

Além de poder utilizar abordagens diferentes frente a áreas escolhidas para atuação, como: behaviorismo, psicanálise, humanismo, entre outras.

Diante de um campo tão vasto para atuação, pode se dizer que o papel da psicologia na sociedade é o de conscientizar e auxiliar o indivíduo a chegar a um saber crítico sobre si e sobre a sua realidade. Aproveito o dia do psicólogo e convido vocês, mesmo não tendo uma queixa sintomática, sofrimento emocional e uma angústia latente, mas que queiram se sentir mais realizados e satisfeitos com sua vida a experimentarem um simples instrumento. A palavra e a escuta.  

Depois de aprender sobre o dia do psicólogo e o trabalho que esse profissional exerce, acesse o site da Clínica Holos para descobrir mais sobre os nossos tratamentos!

 

Paula Medeiros
Psicóloga
Clínica Holos de Saúde e Desenvolvimento Pessoal

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Como a psicoterapia ajuda a enfrentar momentos difíceis?

“O que é psicoterapia? Duas pessoas encontram-se numa sala e conversam, ou não conversam. Isto parece tão simples, que se torna difícil de acreditar como isso é tão complexo! ” (Wilfred Bion)

O que é Psicoterapia?

A psicoterapia é um tipo de tratamento de base dialética, cuja finalidade é buscar soluções para os problemas de cunho psicológico que afligem milhões de pessoas em todo o mundo e/ou proporcionar o autoconhecimento.

Transtornos como fobias, ansiedade e depressão podem ser controlados, amenizados ou até mesmo curados através dessa prática que não se limita a tratar, apenas, de pessoas que estejam com a saúde mental comprometida. 

Assim, pessoas que buscam o autoconhecimento ou superar acontecimentos difíceis – como a perda de um ente querido, o término de um relacionamento, a perda de emprego, baixa autoestima, bullying e outras questões que provocam mal-estar, angústia e/ou desorganização do sujeito – podem recorrer à psicoterapia por garantir bons resultados.

Quer saber como a psicoterapia ajuda nesses casos? Leia o nosso artigo até o final para descobrir!

Abordagens da psicologia

Engana-se quem pensa que só existe um tipo de psicoterapia. Dada a importância desta atividade para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, a psicologia ampliou os horizontes em direção às novas possibilidades e podemos encontrar, além da psicanálise, várias outras abordagens, cada vez mais especializadas.

Essas abordagens norteiam a atuação teórica do psicólogo. Como exemplo, elencamos algumas:

  • Junguiana;
  • Lacaniana;
  • Cognitivo-comportamental;
  • Sistêmica;
  • Gestalt;
  • Analítico-comportamental, dentre outras. 

Como a psicoterapia ajuda a enfrentar momentos difíceis?

Ao longo da vida, passamos por inúmeras circunstâncias onde nos sentimos perdidos, com sentimentos de raiva, insegurança, medo ou inconformados com alguma situação. Muitas vezes o sentimento é tão forte que nos impossibilita de continuar tendo uma rotina normal. É neste momento que devemos pedir socorro, procurando um psicólogo que nos ajudará.

Para algumas pessoas a dor e o sofrimento demoram a passar e saber lidar com as adversidades, intempéries e realidade é fundamental para podermos seguir em frente. Pensando nisso, listamos abaixo 7 formas como a psicoterapia ajuda em períodos de dificuldade: 

1. Acolhimento psicológico

Com uma escuta apurada o psicoterapeuta acolhe o paciente no momento de angústia, sofrimento e aflição, visando minimizar as dores, conflitos e incertezas.

2. Receber feedbacks imparciais de um profissional

Nem sempre ouvimos o que é preciso das pessoas que amamos. Por isso, ainda que a análise dos fatos possa ser dolorosa para o paciente, o profissional tem o dever de alertá-lo e juntos buscarem a superação do problema.

3. Incentivar a deixar a zona de conforto 

Somente um profissional com conhecimento na área é capaz de fazer o paciente sair da sua zona de conforto e dar os primeiros passos para a resolução dos seus problemas e gerenciamento de seus conflitos de forma saudável e livre de pressões.

4. Entender melhor as emoções e como lidar com elas

Através de técnicas, o psicoterapeuta ajuda o paciente a trilhar um caminho em busca do conhecimento das emoções, muitas vezes reprimidas por este, possibilitando encontrar uma forma mais leve de viver. 

5. Descobrir limitações que passavam despercebidas

A identificação de bloqueios que impedem o paciente de ter uma vida social saudável e suas causas, também, são resultados da psicoterapia.

6. Contribuir para o aumento do bem-estar

A psicoterapia tem o poder de fazer com que o paciente se conheça melhor, descubra suas características mais implícitas e aprenda a lidar com o medo, aumentando assim a autoestima e o bem-estar.

7. Autocontrole

A psicoterapia contribuirá para a regulação de algumas emoções como a raiva, a tristeza e a insegurança, que podem provocar reações desproporcionais ao evento devido à falta de controle emocional.

Se precisar, não hesite em fazer contato com a Clínica Holos, estaremos prontos para te ajudar!

 

Iêda Domitilo
Psicóloga
Clínica Holos de Saúde e Desenvolvimento Pessoal

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Veja como resolver conflitos familiares pode ser mais fácil com o auxílio do psicólogo!

Quem nunca brigou com um parente ou presenciou conflitos familiares? Esse é um problema sério, podendo inclusive ser a causa de traumas que comprometem uma vida plena.

Os conflitos familiares são normais, eles estão presentes nos mais variados tipos de família. Muitos logos se resolvem com o diálogo. Entretanto, existem outras situações em que a ajuda psicológica se faz necessária para solucioná-los.

Você sabe como identificar quando a intervenção psicológica é necessária para resolver aquele problema de família que há muito tempo vem tirando seu sono e atrapalhando a boa convivência entre as pessoas que ama? Então, continue lendo este artigo para entender melhor sobre o assunto. Vem comigo!

Como resolver os conflitos familiares frente a um profissional

Quando a busca por solução para um problema familiar se torna infrutífera e você decide optar pela ajuda de um profissional, é importante que se tenha em mente que alguns posicionamentos perante ao profissional são essenciais para que o tratamento seja eficaz.

Não tenha vergonha de expor seus sentimentos

Muitas vezes as pessoas agem de determinado modo e não sabem que podem estar causando algum mal para quem as amam. Falar o que sente, principalmente em relação ao comportamento dos outros, é muito importante e libertador. Por isso é preciso ter coragem e falar abertamente sobre seus sentimentos durante as consultas.

Concentre-se em encontrar soluções

Um grande erro na busca de soluções para um problema são as acusações ou a necessidade de identificar o culpado da situação. Não caia nessa armadilha! Focar na solução é o melhor caminho para resolver os conflitos familiares.

Converse sobre o problema sem receios

Para chegar a uma solução é importante não ter medo de falar sobre o problema. Por mais doloroso que ele seja, vivê-lo é ainda pior. Esgotar o assunto vai possibilitar uma melhor compreensão de como ele afeta a você e a seus familiares.

Tenha empatia na hora de ouvir 

Por mais que você esteja certo do seu posicionamento, é importante ter consciência para ouvir o ponto de vista do outro. Nestas horas o ideal é estar de peito aberto para entender como o outro se sente, colocando-se até mesmo em seu lugar.

Fale do seu ponto de vista com sinceridade

O ideal em uma sessão de terapia familiar é buscar sempre falar a verdade. Afinal, o problema é real e as soluções têm que ser baseadas na verdade para que tenha sentido a aplicação do tratamento e seus resultados apareçam.

Saiba pedir desculpas quando necessário

Muitas vezes um simples pedido de desculpas diante de uma situação em que o outro foi ferido é a melhor forma de solucionar um desgaste familiar. Entretanto, muitas pessoas têm dificuldade em admitir o erro, mesmo sabendo que deve fazê-lo. Um problema que deve ser trabalhado a cada dia e explorando durante as sessões de terapia.

A hora certa de buscar ajuda para resolver os conflitos familiares

As pressões dos conflitos familiares podem ser resolvidas através da experiência do contato, ou seja, o ato de estarmos sentindo o que está na relação, a consciência do que emerge a cada instante na relação com o outro, pois quando nos relacionamos afetamos e somos afetados pelo ambiente. portanto, nossas capacidades afetivas e motoras se ampliam ou se retraem.

Com auxílio do psicólogo, a família desenvolve habilidades e pensa nos ajustamentos criativos necessários para mobilizar as resistências e fragilidades. Assim, é possível ampliar o olhar na busca da “boa forma” de se relacionar consigo mesmo e com o outro.

Para isso, é preciso despertar para uma nova filosofia de vida, começar a perceber o quanto trazemos de nós desta visão de mundo, o quanto habita em cada um de nós no cuidado consigo e com o mundo, compreendendo-o como uma obra de arte. Essa aspiração, por sua vez, resulta em um conjunto de valores, o que é “bom”, “saudável”, qual o significado de “crescimento”, o que é “família” e o que é um “relacionamento”.

em algumas situações a pessoa sente que sozinha não consegue lidar com os conflitos familiares, e há uma perda de esperança para uma vida familiar harmoniosa e com boa interação. Nesse caso, é preciso que cada um busque ajuda profissional para saber como conduzir seu processo pessoal junto a família. 

o psicólogo é a pessoas mais indicada para mediar esses conflitos. Possibilitará, juntamente com a família, identificar as causas que afetam o relacionamento entre os membros da mesma , indicando um acompanhamento terapêutico a partir da consciência de “si mesmo” e do “outro”.

agora que você já sabe como a psicologia pode ajudar a solucionar os conflitos familiares, conheça os nossos serviços para saber qual mais se identifica com o seu perfil.

 

Hulda Jacob
Psicóloga
Clínica Holos de Saúde e Desenvolvimento Pessoal

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Descubra os benefícios da terapia de casal e entenda como ela funciona!

O que é terapia de casal?

Assim como qualquer relacionamento, os relacionamentos amorosos passam por momentos de dificuldades. Momentos em que muitas vezes o sentimento já não é suficiente para manter os laços amorosos, sendo necessária ajuda profissional.

É aí que entra a terapia de casal, um tipo de psicoterapia, que ajuda pessoas envolvidas em um relacionamento a se reaproximarem e resolverem conflitos, principalmente através do diálogo.

Por que fazer terapia?

Engana-se quem pensa que somente casais em colapso precisam de terapia. Muitas vezes os casais estão à procura de mais entrosamento de conexão.

Entretanto, outras pessoas buscam uma solução para as brigas constantes, o tédio e a insegurança. Além disso, muitos casais buscam ajuda profissional por problemas financeiros, sexuais ou até mesmo para facilitar o processo de divórcio.

Quais os benefícios da terapia de casal para a relação?

A terapia de casal trabalha a  comunicação entre o casal, fator importante para a compreensão do outro, ajuda para que os dois consigam lidar com as diferenças. Além disso, ajuda a superar problemas, como a falta de confiança ou medo da solidão.

Como identificar que a relação está em crise?

O sucesso em qualquer relação está diretamente ligado à forma como o casal dialoga. É através do diálogo que um compreende o outro e, assim, decidem quando se impor, recuar ou ceder em um conflito.

Sim, em um conflito. Porque todo relacionamento é acometido por conflitos. E isso é normal.

Entretanto, chega um momento em que a comunicação no relacionamento já não é o suficiente, sendo necessário recorrer a uma terapia a dois. Mas quando é o momento certo para procurar ajuda profissional?

Trouxemos para você algumas situações que são indícios que o relacionamento está precisando passar por uma terapia de casal.

Felicidade por estar só

No início do relacionamento, vocês amavam estar juntos, mas, agora você não sente prazer na companhia do seu companheiro ou companheira e fica feliz quando ele ou ela não está por perto?

Dificuldade de projeção a dois

Um casal costuma fazer muitos planos no início do relacionamento e é normal que com o tempo novos planos sejam feitos. Se você não inclui ou tem dificuldade de ver seu par fazendo partes dos seus planos, isso é um alerta de que a relação não está bem.

Brigas constantes

Conflitos são normais e, até certo ponto, são saudáveis em um relacionamento. Entretanto, se as brigas estão cada vez mais constantes e surgem pelos motivos mais esdrúxulos, é um sinal para procurar ajuda.

Falta de apoio do outro

Se você está em um relacionamento em que se sente remando sozinho e sem descanso, então este é um motivo para se preocupar. Em um relacionamento saudável, um apoia o outro e assim os dois se fortalecem.

Se em seu relacionamento você não pode contar com o apoio do seu par, uma ajuda profissional pode ser a melhor solução para superar este problema.

Se você está passando por algum desses problemas e gostaria de ajuda, existem diversas abordagens terapêuticas que podem ajudar. Entre em contato com a Clínica Holos e agende uma consulta!

 

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Conheça as causas da insônia e como encontrar o melhor tratamento!

As causas da insônia podem estar ligadas ao estresse ou a ansiedade. Esse distúrbio que afeta a qualidade do sono, atinge um número cada vez maior de pessoas. E as consequências de uma noite mal dormida se apresentam no decorrer do dia seguinte com sintomas, como a fadiga e perda de concentração.

Com certeza você já ouviu falar que o corpo precisa de pelo menos 8 horas de sono por dia para se manter saudável. Ou ainda, que 5 horas de sono são suficientes e permite aproveitar melhor o dia e produzir mais. Mas, será que é verdade? 

Muitas são as teorias, entretanto cada pessoa possui uma quantidade de horas adequadas para o repouso e não dormir o suficiente pode trazer danos a curto e longo prazo.

Quais as causas da insônia?

De acordo com a Associação Brasileira do Sono, muitos são os fatores que podem perturbar o sono e consequentemente se tornar uma das causas da insônia, partindo de fatores ambientais a problemas de cunho mental. Vamos conhecê-los?

  • Trabalhos em turnos; 
  • Alteração de fusos horários; 
  • Hospitalizações; 
  • Padrões de estilos de vida; 
  • Problemas da saúde física; 
  • Dor; 
  • Uso de medicamentos; 
  • Menopausa;
  • Estresse.

Quais as consequências da insônia no dia a dia?

A insônia, além de ser uma dor de cabeça, traz consequências para o nosso dia a dia. Essas consequências podem ser um alerta de que algo não está bem no nosso organismo. Por isso, fique atento caso apresente constantemente sonolência diurna, fadiga ou baixa energia, lapsos de memória, perturbação do humor, aumento de erros ou pequenos acidentes.

Quais os tipos de insônia?

A insônia pode se manifestar ao longo da vida de qualquer pessoa. Ela pode ser pontual, desencadeada por algum estímulo e cessar em um curto período, ou pode ser crônica.

Como identificar se você tem insônia?

Para a identificação de um problema, como a insônia, é preciso ficar atento a alguns sintomas: 

  • Dificuldade de iniciar ou permanecer dormindo; 
  • Comportamentos anormais durante o sono, como chutar, falar ou gritar;
  • Acordar com dor de cabeça ou dor nos maxilares.

Quais os principais tratamentos para insônia?

O tratamento para quem possui problemas decorrente da privação do sono deve ser prescrito a partir da identificação da causa raiz. Assim, o indivíduo que identificar que está sendo acometido por esse problema deve procurar ajuda profissional.

Entretanto, é possível melhorar a qualidade do sono adotando alguns hábitos no dia a dia. Seguem abaixo alguns desses hábitos:

  • Não fique na cama se não estiver com sono. Saia, relaxe um pouco e volte quando estiver com sono;
  • Não permaneça na cama após acordar. Mesmo que a cama pareça te abraçar evite permanecer na cama acordado;
  • Se você é do tipo que as preocupações não deixam sua mente descansar, faça anotações das coisas que te preocupam a fim de esvaziar a mente; 
  • Tome um banho morno antes de deitar-se. Pode ser relaxante;
  • Evite dormir durante o dia ou reduza para no máximo 30 minutos após o almoço.
  • Tente terapia de relaxamento, como respiração profunda e meditação.

A insônia é coisa séria, mas tem tratamento. Caso as dicas acima não funcionem, busque ajuda médica. A terapia é uma ótima alternativa para te ajudar a resolver problemas de ansiedade. Não deixe a falta de sono afetar a sua qualidade de vida.

Agora que você entendeu como a insônia se manifesta no organismo, conheça a meditação para ansiedade e aprenda a controlar os sintomas

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