Como ser mais positivo na vida?

Todo mundo quer ser feliz. E todo mundo sabe que adotar pensamentos positivos dá um melhor retorno do que adotar pensamentos negativos. Mas, mesmo assim, por muitas razões e situações da vida, todos, em alguns momentos, somos afetados por pensamentos ruins, que não nos fazem bem. Mas o que então se pode fazer para tornar um hábito os pensamentos positivos?

É possível implantar diariamente hábitos alinhados com os nossos desejos e expectativas. Para isso, é necessário força de vontade e autodisciplina, conseguindo desenvolver a flexibilidade de pensamento, que é a capacidade de focarmos, mesmo que forçadamente, naquilo que realmente importa para a concretização dos nossos sonhos, tarefas, responsabilidades, equilíbro emocional, concretização de um projeto, ou a recuperação de um trauma.

Certamente, não conseguimos controlar a grande maioria dos acontecimentos exteriores da nossa vida. Sem dúvida, existe muitas coisas das quais não temos qualquer tipo de controle e que nos causam incômodo e mal-estar. Mas devemos evitar de confundir esses pensamentos e incômodos exteriores com os sentimentos, que aí então o problema tende a crescer.

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Será que estou com depressão?

Reconhecer o momento certo de buscar ajuda profissional para identificar o quanto antes se os sentimentos negativos não são uma simples tristeza é de extrema importância para a melhoria da saúde mental e da qualidade de vida do paciente. Através de algumas perguntas que o profissional faz, é possível auxiliar no diagnóstico precoce. Alguns exemplos são:

1. Tem pouco interesse ou pouco prazer em fazer as coisas?
2. Sente-se ‘para baixo’, deprimido ou sem perspectiva?
3. Tem dificuldade para dormir, permanecer dormindo ou dorme mais do que de costume?
4. Sente-se cansado ou com pouca energia?
5. Tem falta ou excesso de apetite?
6. Sente-se mal consigo mesmo ou acredita que é um fracasso, ou que decepcionou sua família ou você mesmo?
7. Tem dificuldade para se concentrar em atividades simples, como ler jornal ou ver TV?
8. Apresenta lentidão para se movimentar ou falar, a ponto de outras pessoas perceberem? Ou, ao contrário, está tão agitado ou inquieto que fica andando de um lado para o outro muito mais do que de costume?
9. Pensa em se ferir de alguma maneira ou acredita que seria melhor estar morto?

A psicoterapia aliada a medicamentos são necessários para recuperar a funcionalidade do paciente e ele volte a sua capacidade plena de atuação, como retornar ao trabalho, reassumir hobbies ou resgatar relacionamentos pessoais. Fique bem! Marque logo uma consulta.

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Dificuldades na escola: o que tem por trás disso

Não é só a vida escolar que é afetada quando uma criança tem problemas de aprendizagem. A dificuldade de aprender afeta negativamente também a vida familiar, social e psíquica dessa criança, causando sofrimento e perda da autoestima. Com isso, sofrem as crianças e os pais, que se sentem impotentes com as dificuldades do filho.

As causas que levam uma criança a ter dificuldade na aprendizagem variam da metodologia de ensino da escola, que pode ser inadequada às necessidades dessa criança, até à fatores de ordem emocional ou genética, como por exemplo a dislexia.

É necessário uma avaliação psicopedagógica para começar a diagnosticar a causa do problema e definir o tratamento clínico. É preciso também a parceria da escola, para adequar melhor o ensino com as necessidades do paciente, levando em conta suas dificuldades e, principalmente, suas potencialidades.

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5 estratégias para aliviar a ansiedade

Todos nós temos uma tendência natural de nos preocuparmos, mas é preciso desenraizar esse hábito para que não evolua para uma ansiedade crônica. A ansiedade se trata de um transtorno psicológico que suga a energia emocional das pessoas, aumenta os níveis de tensão e interfere no cotidiano sem nenhum retorno positivo, além de aumentar a pressão e o risco de infarto.

Pensando nisso, a Clínica Holos separou 5 dicas para controlar a ansiedade e o nervosismo:

1 – TOLERE A INCERTEZA

A incapacidade de tolerar a incerteza aumenta da ansiedade. Se você quer parar de se preocupar e pretende aliviar a ansiedade, comece por resolver a sua necessidade de segurança e respostas imediatas.

2 – ADIE OS PENSAMENTOS ANSIOSOS

Ao invés de tentar não se preocupar, uma estratégia que se tem mostrado eficaz é adiar a preocupação. Assim que você desenvolva a capacidade de adiar os seus pensamentos ansiosos, você vai experimentar um maior alívio da ansiedade e aumentar a sensação de controle.

3 – TREINE A SUA MENTE

Para quebrar o hábito de ter pensamentos destrutivos e distorcidos você deve ter motivação para treinar a sua mente com novas formas de raciocínio. A preocupação é uma hipótese do que pode acontecer criada por você.

4 – APRENDA A RELAXAR

Se você é uma pessoa que sofre de preocupação crônica, existem algumas técnicas de relaxamento, como relaxamento muscular progressivo, respiração profunda e meditação, que podem te fazer relaxar. A chave é realizar a prática regularmente.

5 – CUIDE DE SI MESMO

Um estilo de vida saudável e equilibrada desempenha um grande papel na manutenção da ansiedade, medos e preocupações.

Não se deixe levar por pensamentos ansiosos. Marque uma consulta.

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A Terapia Junguiana: o que é?

Autoconhecimento, capacidade de saber lidar consigo mesmo e entender o para quê que acontecem situações da vida, esta é a abordagem da Terapia Junguiana. Todos os indivíduos têm dúvidas e questionamentos à respeito da vida, a terapia Junguiana trás a possibilidade de ampliar, ver com mais claridade e criar novas respostas para algo que parece não funcionar mais.

Por exemplo, é comum ouvirmos de pacientes que nada parece estar errado, mas que ainda falta “algo” para viver com mais plenitude. A análise Jung se trata de um trabalho em que duas consciências e dois inconscientes conversam e, deste encontro, surgem novas possibilidades.

Todos têm suas feridas. Se permitir parar e conversar com com um profissional treinado e capacitado começa a trazer à consciência sinais. Temos uma grande falta de conhecimento sobre nós mesmos e isto gera sofrimento e doenças.

A abordagem desse tipo de psicoterapia foi criada pelo médico psiquiatra Carl Gustav Jung, que dizia que a vida só é trágica enquanto permanecemos inconscientes.

“Os anos em que persegui minhas imagens interiores foram os mais importantes de minha vida, neles, tudo o que é fundamental foi decidido.” Dr. Jung, em Memórias,  sonhos e reflexões.

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A diferença entre os “altos e baixos” e a Bipolaridade

A perturbação bipolar é uma perturbação do humor caracterizada por episódios repetidos ou alternados, de mania e depressão. Essas alterações não são simples “altos e baixos”, como todos os indivíduos têm ocasionalmente que, nesses casos, não se tratam de distúrbio.

Na bipolaridade, as mudanças de humor são extremas e mais duradouras do que as que temos no dia a dia. O indivíduo que sofre do distúrbio vive em uma constante montanha russa de emoções: extrema alegria, euforia e hiperatividade física e mental. Ele se sente invencível e cheio de ideias e planos (mania), que alternam com episódios de mal humor, desespero, timidez e lentidão para realizar ideias, associado a ansiedade ou depressão.

A alternância de estados depressivos com estados maníacos é o aspecto mais característico desta perturbação. Fique bem! Marque uma consulta.

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Pratique a auto-observação

A capacidade de se perceber e respeitar o estado emocional em que você se encontra pode parecer simples, mas é um exercício que exige esforço, coragem e disponibilidade interior para se aproximar de si.

Quanto mais agitada a nossa vida, mais tendemos a prestar mais atenção para o que é externo: trabalhar, cuidar de si, cuidar dos filhos, e tantas outras coisas. Quando passamos por cima de nós mesmos, sem nos percebermos, a irritação e a insatisfação se instalam. Tendemos a nos irritar com as coisas, situações e pessoas demasiadamente. E quando projetamos toda a nossa irritação externamente é hora de parar e retomar a situação, buscando encontrar o que é realmente nosso e o que é do outro.

Para amenizar essa irritação é preciso praticar diariamente a auto-observação. Apenas reconhecendo o seu estado emocional já trará um certo alívio. Isso se chama respeito a si mesmo, uma espécie de auto gentileza por aquilo que somos ou como estamos.

A auto-observação é uma prática que traz muitos ganhos. A partir de uma boa observação de si mesmo, é possível fazer melhores escolhas para a vida e para as relações, ganhando mais bem-estar e autonomia.

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Relação amorosa: Eu, Tu e o Nós

Uma relação é formada por três sistemas, o Eu, o Tu e o Nós. Cada sistema é diferente e tem necessidades e mundos distintos. Por isso, para uma relação fluir, é preciso haver um respeito por estes três sistemas. Sem respeito, rapidamente a relação entra em desequilíbrio.

O Eu é aquele que já existia antes da relação. Tem a sua personalidade, os seus interesses, a sua vida e a sua independência. O Tu é a outra célula que partilha das mesmas peculiaridades do Eu. Já o Nós, é a nova construção, o novo núcleo, a célula mãe da relação, que se forma através da união do Eu e do Tu.

Sem o “Nós” não há relação. “Nós” tem a sua própria individualidade formada dos momentos vividos pelos sistemas Eu e Tu, que são o seu bem relacional mais precioso: os momentos que passaram juntos, os passeios que deram, os filhos de ambos, a sua casa, as suas músicas, os seus locais, os seus termos carinhosos. Tudo aquilo que dá uma identidade própria e única ao terceiro sistema.

Se o sistema Nós não for alimentado, então a relação inevitavelmente acaba.

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Terapia Sistêmica: o que é?

A Terapia Sistêmica é um tipo de terapia que compreende o indivíduo nas relações com os seus sistemas, sejam eles familiar, escolar, trabalho ou a comunidade em que vive ou participa.

É uma terapia indicada para todas as pessoas, de qualquer idade, e que esteja em sofrimento emocional (psíquico), com dificuldades ou conflitos. Essa terapia pode ser de forma indivudual, casal ou familiar, e propõe uma intervenção intensa, por tempo ilimitado, buscando modificar o padrão de relacionamento.

Na terapia sistêmica, o paciente analisa seus padrões de interação e reações automáticas, que só é possível através da análise da sua própria individualidade, poderes e responsabilidades.

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Não troque os momentos por likes

Quanto tempo você passa checando o seu celular? O vídeo “I Forgot my phone”, escrito por Charlene deGuzman, abre os nossos olhos ao criticar o excesso do uso do celular em todos os ambientes em que frequentamos.

Deveríamos utilizar os smartphones para que contribuam com a comunicação humana, mas o uso desordenado do aparelho e a necessidade de estar presente no mundo virtual acabou distanciando as pessoas do contato pessoal.

Essa necessidade de compartilhar instantaneamente cada ação do dia, checar feeds e mensagens instantâneas acabou diminuindo drasticamente a experiência de vivenciar o momento. Estamos superficialmente presentes e deixando de lado o que realmente importa, as pessoas que estão ao nosso redor.

Confira o vídeo:

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