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O que provoca a Compulsão Alimentar?

A Compulsão Alimentar é um transtorno em que o indivíduo experimenta uma irresistível tendência de comer, mesmo não estando com fome, ingerindo compulsivamente uma quantidade de alimentos maior do que é necessário para o seu organismo, além de ter o costume de “beliscar” com frequência.

Para cada pessoa, o problema da Compulsão Alimentar surge de uma forma, é multifatorial. Ela pode aparecer, por exemplo, em alguns transtornos alimentares como bulimia nervosa e compulsão alimentar periódica, e também, em problemas emocionais como ansiedade e depressão. Há também a possibilidade de algum transtorno no hipotálamo, um regulador do mecanismo de saciedade, ou ser proveniente de uma Bipolaridade e até transtorno de personalidade.

Tentativas frustradas de controlar o peso também podem abrir portas para a compulsão. Com a insatisfação e a falta de controle sobre o próprio corpo, ocorre movimento inverso: a pessoa passa ao uso indiscriminado de alimentos, como forma de resolver estes problemas emocionais.

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Receber e dar carinho: tão básico como comer e respirar

O carinho é uma fonte de combustível que nos dá energia para nos relacionarmos com as outras pessoas em harmonia, além de oferecer informações importantes para nós: que somos aprovados, que nos querem por perto, somos aceitos.

Dar carinho é tão importante quanto receber. Ao sermos carinhosos com as pessoas, podemos reforçar nosso amor próprio e a autoestima. Uma característica importante de um indivíduo com falta de carinho é que elas se tornam menos carinhosas, necessitando assim, “recarregar” boas doses de carinho, trabalhando no sentido de passar a viver novas possibilidades de trocas afetivas.

Analisar a forma como a auto imagem possa ter sido danificada por ter vivido sem carinho e treinar novas atitudes é um passo. É importante a prática de dar e receber carinho, com o afeto necessário, temos uma maior capacidade de nos reerguermos diante das dificuldades da vida.

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Freud e o Complexo de Inferioridade

O termo popular “Complexo de Inferioridade” foi criado na psicanálise por Freud, Alfred Adler, para designar o estado neurótico que faz o indivíduo ter o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e seus problemas.

Esse estado pode ser provocado por vários motivos que podem ser reais ou irreais, como um defeito físico, uma situação econômica ou social difícil, ou pela recordação de um fracasso perante um obstáculo que não foi possível vencer.

A pessoa com Complexo de Inferioridade procura compensar sua insuficiência real ou suposta pela tentativa de sobressair (reação positiva) ou procura vencer seu estado de inferioridade por artimanhas (reação negativa), agindo consciente ou inconscientemente apresentando aos outros características que não possui, o que pode agravar caso o indivíduo seja mal sucedido nessas tentativas de compensação.

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Quando um amor se torna uma obsessão?

As fragilidades emocionais de um indivíduo podem chegar ao ponto de desenvolver uma grande dependência em relação ao outro, com quem está se relacionando amorosamente.

O indivíduo fragilizado pode ficar obsessivo e, com a clara certeza do sentimento ser amor, acaba confundindo tudo, dando mais força a essa obsessão. A obsessão amorosa é um tipo de neurose histérica, também conhecida como uma psiconeurose de defesa, onde a pessoa afetada é totalmente dependente emocionalmente não de um parceiro, mas da relação obsessiva em si.

E isso não é amor. O amor significa uma troca saudável entre duas pessoas, e quando uma delas passa a se comportar de forma a prejudicar o outro, não fica saudável, não flui.

Este comportamento pode se encaixar em alguns quadros. É preciso a avaliação de um psicólogo para identificar qual transtorno se trata, seja ele TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo, transtorno de personalidade dependente, ou outro. Uma consulta pode esclarecer muito e melhorar o estado emocional desse indivíduo.

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4 maneiras de aliviar a tensão emocional

O estresse emocional acompanha lado a lado o homem moderno. São muitos conflitos, pressão, responsabilidades e variadas razões para que os indivíduos vivam tensos no seu dia-a-dia.

Por isso, separamos 4 dicas para melhorar o estado mental e aliviar a tensão emocional. Confira:

1 – Pratique atividade física!
2 – Tente relaxar de verdade.
3 – Tente estar mais tempo ao ar livre.
4 – Faça uma sessão de aromaterapia.

Com informação, é possível sim ter uma vida mais tranquila e melhorar a sua qualidade de vida. É preciso aprender a não levar tão a sério os problemas. Em primeiro lugar, é necessário pensar sobre a sua saúde, seja ela física, mental ou espiritual.

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Como ser mais positivo na vida?

Todo mundo quer ser feliz. E todo mundo sabe que adotar pensamentos positivos dá um melhor retorno do que adotar pensamentos negativos. Mas, mesmo assim, por muitas razões e situações da vida, todos, em alguns momentos, somos afetados por pensamentos ruins, que não nos fazem bem. Mas o que então se pode fazer para tornar um hábito os pensamentos positivos?

É possível implantar diariamente hábitos alinhados com os nossos desejos e expectativas. Para isso, é necessário força de vontade e autodisciplina, conseguindo desenvolver a flexibilidade de pensamento, que é a capacidade de focarmos, mesmo que forçadamente, naquilo que realmente importa para a concretização dos nossos sonhos, tarefas, responsabilidades, equilíbro emocional, concretização de um projeto, ou a recuperação de um trauma.

Certamente, não conseguimos controlar a grande maioria dos acontecimentos exteriores da nossa vida. Sem dúvida, existe muitas coisas das quais não temos qualquer tipo de controle e que nos causam incômodo e mal-estar. Mas devemos evitar de confundir esses pensamentos e incômodos exteriores com os sentimentos, que aí então o problema tende a crescer.

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Será que estou com depressão?

Reconhecer o momento certo de buscar ajuda profissional para identificar o quanto antes se os sentimentos negativos não são uma simples tristeza é de extrema importância para a melhoria da saúde mental e da qualidade de vida do paciente. Através de algumas perguntas que o profissional faz, é possível auxiliar no diagnóstico precoce. Alguns exemplos são:

1. Tem pouco interesse ou pouco prazer em fazer as coisas?
2. Sente-se ‘para baixo’, deprimido ou sem perspectiva?
3. Tem dificuldade para dormir, permanecer dormindo ou dorme mais do que de costume?
4. Sente-se cansado ou com pouca energia?
5. Tem falta ou excesso de apetite?
6. Sente-se mal consigo mesmo ou acredita que é um fracasso, ou que decepcionou sua família ou você mesmo?
7. Tem dificuldade para se concentrar em atividades simples, como ler jornal ou ver TV?
8. Apresenta lentidão para se movimentar ou falar, a ponto de outras pessoas perceberem? Ou, ao contrário, está tão agitado ou inquieto que fica andando de um lado para o outro muito mais do que de costume?
9. Pensa em se ferir de alguma maneira ou acredita que seria melhor estar morto?

A psicoterapia aliada a medicamentos são necessários para recuperar a funcionalidade do paciente e ele volte a sua capacidade plena de atuação, como retornar ao trabalho, reassumir hobbies ou resgatar relacionamentos pessoais. Fique bem! Marque logo uma consulta.

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Dificuldades na escola: o que tem por trás disso

Não é só a vida escolar que é afetada quando uma criança tem problemas de aprendizagem. A dificuldade de aprender afeta negativamente também a vida familiar, social e psíquica dessa criança, causando sofrimento e perda da autoestima. Com isso, sofrem as crianças e os pais, que se sentem impotentes com as dificuldades do filho.

As causas que levam uma criança a ter dificuldade na aprendizagem variam da metodologia de ensino da escola, que pode ser inadequada às necessidades dessa criança, até à fatores de ordem emocional ou genética, como por exemplo a dislexia.

É necessário uma avaliação psicopedagógica para começar a diagnosticar a causa do problema e definir o tratamento clínico. É preciso também a parceria da escola, para adequar melhor o ensino com as necessidades do paciente, levando em conta suas dificuldades e, principalmente, suas potencialidades.

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5 estratégias para aliviar a ansiedade

Todos nós temos uma tendência natural de nos preocuparmos, mas é preciso desenraizar esse hábito para que não evolua para uma ansiedade crônica. A ansiedade se trata de um transtorno psicológico que suga a energia emocional das pessoas, aumenta os níveis de tensão e interfere no cotidiano sem nenhum retorno positivo, além de aumentar a pressão e o risco de infarto.

Pensando nisso, a Clínica Holos separou 5 dicas para controlar a ansiedade e o nervosismo:

1 – TOLERE A INCERTEZA

A incapacidade de tolerar a incerteza aumenta da ansiedade. Se você quer parar de se preocupar e pretende aliviar a ansiedade, comece por resolver a sua necessidade de segurança e respostas imediatas.

2 – ADIE OS PENSAMENTOS ANSIOSOS

Ao invés de tentar não se preocupar, uma estratégia que se tem mostrado eficaz é adiar a preocupação. Assim que você desenvolva a capacidade de adiar os seus pensamentos ansiosos, você vai experimentar um maior alívio da ansiedade e aumentar a sensação de controle.

3 – TREINE A SUA MENTE

Para quebrar o hábito de ter pensamentos destrutivos e distorcidos você deve ter motivação para treinar a sua mente com novas formas de raciocínio. A preocupação é uma hipótese do que pode acontecer criada por você.

4 – APRENDA A RELAXAR

Se você é uma pessoa que sofre de preocupação crônica, existem algumas técnicas de relaxamento, como relaxamento muscular progressivo, respiração profunda e meditação, que podem te fazer relaxar. A chave é realizar a prática regularmente.

5 – CUIDE DE SI MESMO

Um estilo de vida saudável e equilibrada desempenha um grande papel na manutenção da ansiedade, medos e preocupações.

Não se deixe levar por pensamentos ansiosos. Marque uma consulta.

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A Terapia Junguiana: o que é?

Autoconhecimento, capacidade de saber lidar consigo mesmo e entender o para quê que acontecem situações da vida, esta é a abordagem da Terapia Junguiana. Todos os indivíduos têm dúvidas e questionamentos à respeito da vida, a terapia Junguiana trás a possibilidade de ampliar, ver com mais claridade e criar novas respostas para algo que parece não funcionar mais.

Por exemplo, é comum ouvirmos de pacientes que nada parece estar errado, mas que ainda falta “algo” para viver com mais plenitude. A análise Jung se trata de um trabalho em que duas consciências e dois inconscientes conversam e, deste encontro, surgem novas possibilidades.

Todos têm suas feridas. Se permitir parar e conversar com com um profissional treinado e capacitado começa a trazer à consciência sinais. Temos uma grande falta de conhecimento sobre nós mesmos e isto gera sofrimento e doenças.

A abordagem desse tipo de psicoterapia foi criada pelo médico psiquiatra Carl Gustav Jung, que dizia que a vida só é trágica enquanto permanecemos inconscientes.

“Os anos em que persegui minhas imagens interiores foram os mais importantes de minha vida, neles, tudo o que é fundamental foi decidido.” Dr. Jung, em Memórias,  sonhos e reflexões.

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