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Qual a diferença entre pessoas introvertidas e antissociais?

Preferir ficar sozinho, não gostar de ambientes públicos e lotados e ter dificuldade para interagir com as pessoas, são definições que podem se encaixar tanto para as pessoas introvertidas, quanto para as antissociais, certo? Errado.

A introversão é uma característica de personalidade e não configura uma patologia. É um modo de ser, em que a pessoa se sente mais confortável em locais intimistas e conversando com um número reduzido de pessoas. Ainda assim, pessoas introvertidas podem manifestar momentos de euforia e expansão.

Já o antissocial é configurado como um detentor de um transtorno de personalidade, que não respeita as normas sociais e transgride o direito do outro por não sentir empatia, podendo demonstrar agressividade. Isso é demonstrado logo na infância, por isso é tão importante que os pais observem o comportamento de seus filhos desde cedo.

Tratamentos para pessoas introvertidas e antissociais

O transtorno de personalidade antissocial precisa de acompanhamento psicológico contínuo, para que não represente uma ameaça a si mesmo e/ou às pessoas em volta.

Já pessoas introvertidas, que têm essa peculiaridade em seu modo de ser, não têm com o que se preocupar, exceto se essa característica da personalidade trouxer dificuldades no dia-a-dia.

Estabelecer as diferenças nos significados entre pessoas introvertidas e antissociais, é importante para que dessa forma possamos identificar e diferenciar o que pode ser relevado e o que precisa de algum tipo de acompanhamento e ajuda médica.

Se você conhece alguém que é antissocial, ou mesmo pessoas introvertidas que estão com dificuldade para lidar com tarefas cotidianas por não se sentirem à vontade para se relacionar, apresente a terapia como uma saída relevante para enfrentar essa dificuldade.

Conheça nossos serviços e agende uma consulta para tirar dúvidas com um profissional.

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A importância das relações humanas

“ A arte de viver é simplesmente a arte de conviver. (…) Mas como é difícil!

(Mario Quintana).

A manutenção das relações humanas é essencial para o nosso convívio, bem como a administração da relação interpessoal. Mas às vezes surgem conflitos nesse convívio que precisam de atenção. Veja alguns exemplos.

Joana é bancária há 17 anos. Sempre teve um bom desenvolvimento acadêmico e profissional mas, há alguns meses, passou a não se interessar por nada, sem ânimo para realizar suas atividades diárias ou mesmo manter suas relações humanas, como estar com amigos e parentes. Entrou num processo profundo de depressão.

Pedro, 17 anos, está em fase pré-vestibular. Sempre teve um bom desempenho na escola, mas se sente muito inseguro com a escolha da profissão. Diz ser muito ciumento e controlador até nas relações de amizade, sendo muito dependente das pessoas. Não gosta de estar só e nem de realizar qualquer tarefa sem alguém por perto.

Com o nascimento do primeiro filho de Paula e Márcio, os conflitos de relacionamento do casal começaram a incomodar ambos, quando chegaram a cogitar a separação.

Alex possui um novo chefe no trabalho. Ele é bem diferente do gestor anterior, que conversava muito antes de tomar qualquer decisão. Sente-se perseguido por este novo profissional, que parece querer mostrar serviço às suas custas. Com as dificuldades no trabalho, Alex tem tido noites frequentes de insônia e muita enxaqueca.

Todos esses casos são reais, e muitas outras pessoas estão passando por situações parecidas nesse momento. Se você se identificou, ou possui problemas diferentes, mas que envolvem as relações humanas que estabelece nos meios em que vive, continue conosco nessa leitura.

Como resolver os problemas vividos nas relações humanas

Assim como Joana, Pedro, Paula, Márcio e Alex, muitas pessoas, insatisfeitas consigo próprias ou com as relações humanas que estabelecem, têm recorrido à psicoterapia para saber como lidar com suas dificuldades.

Dentre as soluções mais buscadas, estão:

  • Não sentir angústia;
  • Ter um melhor desempenho profissional;
  • Dormir bem;
  • Restabelecer relacionamentos destruídos/abalados;
  • Lidar com quadros de ansiedade e/ou depressão, etc.

Como se nota nos exemplos acima, as relações consigo próprio (intrapessoais) e com os outros (interpessoais) estão interligadas e ocorrem no nosso cotidiano. Seja no trabalho, no espaço doméstico ou na convivência social, é importante que elas sejam positivas e construtivas sempre.

Cuidar de si mesmo recorrendo à psicoterapia, tem se tornado uma aspiração importante para o trato das dificuldades das relações humanas, e para o desenvolvimento de um processo de autoconhecimento e expansão da consciência, que pode contribuir com novos posicionamentos na vida e na convivência com as outras pessoas, como também com melhorias na qualidade de vida.

É importante estarmos atentos ao modo como vivemos e nos relacionamos, principalmente quando não estamos no nosso melhor estado mental.

Se você sente que precisa de ajuda para restabelecer vínculos perdidos, ou mesmo construir novas relações humanas, ou ainda atingir um nível maior de autoconhecimento, procure um profissional capacitado para iniciar uma terapia.

Se preferir, conheça nossos profissionais antes de agendar uma consulta.

 

Por Ms. Cristina Aparecida da Silva
Psicóloga graduada há 21 anos pela Unesp de Assis – S.P., Mestre em Psicologia pela USP de Ribeirão Preto – S.P.. Aprimoramento Profissional em Psicoterapia Sistêmica Pós-Moderna. Professora universitária.

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Meditação para ansiedade – Aprenda como controlar os sintomas

Você sabia que a meditação para ansiedade é uma técnica muito eficaz para quem precisa? Conheça quatro maneiras de se beneficiar com ela.

Você é uma pessoa que sofre por antecipação e tem dificuldade de aproveitar o presente por medo do que te espera no futuro? Então, pode estar sofrendo de ansiedade. Não deixe que ela te roube o melhor momento da sua vida – “o agora”, pela expectativa do que há por vir. Invista na meditação para ansiedade, isso vai te ajudar a:

  • Acalmar a mente e aumentar a concentração;
  • Diminuir o estresse;
  • Reduzir a tensão; e,
  • Melhorar sua autoestima.

Sentir aquele friozinho na barriga quando alguma mudança importante vai acontecer em nossas vidas é normal, mas viver o tempo todo ansioso é prejudicial à saúde.

Por isso, quando a mente não consegue se desligar das preocupações é preciso buscar ajuda psicológica para combater o medo, a angústia, e o sofrimento que tende a nos fazer reféns se não tomarmos a providência correta.

O acompanhamento psicológico é o principal tratamento no combate da ansiedade, embora existam terapias alternativas que atuam no alívio dos sintomas. As práticas de meditação para ansiedade utilizadas atualmente têm sido muito eficazes na restauração da saúde psíquica.

Ansiedade: o que é e como vencê-la

Viver num mundo de agitações, onde as cobranças intensas e o estresse fazem parte da rotina, favorece o surgimento de doenças psíquicas como a ansiedade. Além disso, existem pessoas que possuem uma predisposição genética para desenvolver essa enfermidade.

Mas, afinal, o que é ansiedade? Considerada o mal do século, a ansiedade é responsável por impedir que a pessoa realize suas atividades cotidianas devido ao estado psíquico em que se encontra.

Ela provoca desde sintomas físicos, como: aperto no peito, tremores, enjoo, tontura e diarréia, à sintomas psicológicos: preocupação excessiva e constante, dificuldade de concentração, insônia e outros.

É muito importante identificar a ansiedade e, se confirmadas as suspeitas, buscar ajuda especializada o quanto antes, pois se não for tratada pode evoluir e se tornar uma doença crônica. Além disso, essa enfermidade aumenta as chances de desenvolver outras doenças, como:

  • Psiquiátricas: depressão; síndrome do pânico;
  • Autoimunes: gripes; hepatite;
  • Cardiovascular: arritmia cardíaca; e,
  • Hormonais: hipertireoidismo; hiperadrenocorticismo.

4 dicas de meditação para ansiedade

Existem algumas técnicas de meditação para ansiedade bastantes fáceis e simples de serem realizadas, que ajudam a aliviar os sintomas. Conheça 4 delas e comece a colocá-las em prática:

  • Uma delas consiste em apenas dois passos: Primeiro – colocar os pés no chão e senti-los firmes no solo; Segundo – respirar e estar atento ao ar que sai dos pulmões. Você pode respirar por 5 segundos, segurar o ar por 7 e expirar por 9. Pode ser realizada em qualquer lugar e ajuda em casos leves de ansiedade. Nos casos mais graves a ajuda profissional é inevitável.
  • A respiração mindfulness: consiste em expirar e soltar o ar lentamente algumas vezes seguidas prestando atenção no momento presente. A técnica também pode ser feita em qualquer local e posição corporal. É realizada para ajudar pessoas com dificuldade de concentração, pois facilita o contato com o presente.
  • Outra meditação para ansiedade que ajuda a diminuir o estresse e melhora a autoestima pode ser realizada sentado com a coluna ereta ou deitado: Nessa técnica observa-se o próprio corpo, prestando atenção na respiração e evitando se apegar aos pensamentos que surgirem. Essa prática deve ser feita todos os dias por dez minutos, e se possível, pela manhã e pela noite.
  • Meditação para aumentar a concentração – é realizada em 21 dias. A pessoa senta-se confortavelmente em qualquer ambiente e observa-o, sem criticar o ambiente e sem se identificar com qualquer objeto ou pessoa. É importante a observação de si mesmo, focando no agora, e pensando em sentimentos bons.

Essas práticas de meditação para ansiedade, pela simplicidade que possuem, podem ser realizadas sem a necessidade de acompanhamento de um profissional, mas, a depender da intensidade do problema, um especialista na área de psicologia ou psiquiatria poderá indicar outras técnicas mais eficazes e/ou passar medicamentos naturais ou controlados. Por isso, se sofrer com a ansiedade, busque ajuda.

Se você sente que falta algo para que a sua vida fique completa, saiba que independentemente do que está acontecendo, mudar esse quadro e reverter essa situação é uma tarefa possível. Não acredita? Veja aqui como ser feliz pode ser bem fácil!

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A psicoterapia de casal pode te ajudar a sair da crise!

Você tem vivido dias difíceis com o desgaste do seu relacionamento amoroso? Já procurou várias saídas, mas não conseguiu resolver seus problemas conjugais ou dificuldades na vida a dois? A psicoterapia de casal pode ser a melhor solução para ajudar você!

Quando os conflitos de casal se repetem

Sabemos que todo relacionamento tem seus conflitos, afinal, na união de duas pessoas singulares, que foram criadas de formas diferentes, e que possuem sonhos e projetos de vida diversificados, pode haver alguns choques culturais ou de personalidade.

Mas, quando as situações cotidianas fogem do controle é inevitável buscar ajuda especializada para restabelecer a união e evitar o divórcio ou término do relacionamento.

Afinal, no campo do amor as pessoas são sempre surpreendidas, porque muitas vezes colocaram a expectativa no outro e acabaram se frustrado. Por isso, a busca pela felicidade deve ser algo de comum acordo. Embora ceder aos caprichos do amado possa ajudar na relação, se essa atitude tornar-se frequente, as chances da pessoa se anular e viver infeliz é grande.

Quando buscar psicoterapia de casal?

Para o bem da relação, a compreensão e a flexibilidade devem ser mútuas. Só assim o casal conseguirá superar os momentos de crise. Mas, quando devo buscar a psicoterapia de casal? Em casos onde:

  • O diálogo não acontece ou não tem resolvido os conflitos;
  • Existe agressão verbal, física ou psíquica;
  • Problemas com filhos tem desgastado o relacionamento;
  • Em suspeita de adultério ou casos confirmados;
  • Quando as brigas são constantes;
  • Visões de mundo diferente tem interferido no amor;
  • Existem insatisfações sexuais e outros problemas, etc.

Como solucionar seu conflito amoroso?

Resolver os impasses da vida amorosa é muito importante para a manutenção do relacionamento saudável. Então, quanto mais cedo o casal (namorados, noivos, casados oficialmente ou com união estável) buscar ajuda, será mais fácil dirimir os conflitos.

Mas, quando o relacionamento já está desgastado, seja pelas constantes brigas ou mesmo pela ausência de diálogo, é fundamental que ambas as partes se disponham a mudar a realidade dando início a psicoterapia, pois nela é possível:

  • Repensar a vida a dois,
  • Determinar os desejos e ajustar os interesses;
  • Compreender os pontos ou atitudes que têm dificultado o convívio;
  • Evita traumas e mágoas se o casal optar pela separação.

A psicoterapia de casal na resolução de conflitos

Mas, você sabe como funciona a psicoterapia de casal e como ela pode ser benéfica para sua vida amorosa? Muitos casais chegam num momento da vida em que questões difíceis de resolver abalam a união. Nessa hora, o acompanhamento do problema por um teraputa é fundamental para a conciliação.

O psicoterapeuta vai auxiliar na resolução dos conflitos, promovendo um espaço de acolhimento para que o casal possa dialogar e refletir sobre posturas e atitudes que têm prejudicado o relacionamento.

Por isso, ele não assume o papel de juiz ou “toma”qualquer partido, mas age como mediador. Seu objetivo é levar o casal a enxergar como suas ações têm contribuído para o desgaste da relação, e ajudá-los no “ajuste de contas”.

Assim, o profissional utiliza seus conhecimentos para fazer perguntas assertivas, com base nas questões que são expostas. Então, ele poderá confrontar as informações e facilitar a conversa. Com isso é possível:

  • Identificar as raízes dos problemas;
  • Melhorar a comunicação entre o casal;
  • Superar questões anteriores;
  • Equilibrar as diferenças individuais;
  • Proporcionar a harmonia do casal; e,
  • Melhorar a qualidade de vida sexual.

Se você tem tentado sem sucesso alcançar melhor qualidade de vida para seu relacionamento, convoque seu parceiro a participar da psicoterapia de casal. Esse pode ser o investimento necessário para superar as crises e mudar sua história de amor.

Clique e acesse para saber mais sobre terapia de casal

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Dicas de alimentação saudável – Saiba como comer bem!

Sabia que seguir algumas dicas de alimentação saudável pode melhorar a sua qualidade de vida? Selecionamos algumas para você!

Quem nunca cobiçou um belo prato de batatas fritas, uma torta de chocolate ou aquele pudim na sobremesa? Todos esses alimentos são fontes de prazer, mas o seu consumo desenfreado afeta nossa qualidade de vida.

Por isso, algumas dicas de alimentação saudável podem te ajudar a manter o equilíbrio e a nutrição que o seu corpo necessita.

Você pode começar e terminar o dia bem nutrido se seguir uma dieta balanceada e evitar os excessos. Alimentos ricos em açúcares e gorduras devem ser exceção e não regra na vida de quem deseja manter a boa forma e viver melhor. Afinal, a alimentação saudável traz muitos benefícios, entre os quais:

  • Melhora o sistema digestivo;
  • Aumenta a energia;
  • Melhora a qualidade do sono;
  • Ajuda a prevenir doenças;
  • Evita o envelhecimento precoce;
  • Garante o bom humor;
  • Ajuda a manter e perder peso.

Uma dieta saudável é essencial para garantir qualidade de vida, pois o organismo funciona melhor quando recebe as porções diárias necessárias para o seu equilíbrio. Essas doses devem conter a quantidade precisa de calorias e nutrientes para que você realize suas atividades diárias sem se sobrecarregar.

Então, se seu foco é manter a boa forma e ter energia suficiente para realizar sua rotina, mude seus hábitos alimentares e siga as dicas de alimentação saudável essenciais ao seu dia-a-dia, começando por fugir do fast food.

Dicas de alimentação saudável para manter uma dieta equilibrada

Atualmente, a rotina acelerada tem levado muitas pessoas a recorrer ao fast food com frequência, o que pode ser muito prejudicial à saúde, já que esse tipo de alimentação contém vários aditivos químicos e conservantes, além da comida ser, em boa parte, altamente gordurosa.

A má alimentação aumenta as chances de adquirir doenças como diabetes, anemias, hipertensão e até cânceres, pode provocar gastrite e é um gatilho para a obesidade.

Por isso, se você deseja ter uma melhor qualidade de vida, mantenha uma dieta equilibrada. Comece seguindo algumas dicas de alimentação saudável:

  • Evite comidas gordurosas;
  • Não fique muito tempo sem comer;
  • Busque alimentos naturais;
  • Estabeleça metas para a semana;
  • Evite comer na frente da TV ou do computador;
  • Mastigue bem os alimentos;
  • Inclua uma ou duas porções diárias de frutas;
  • Consuma alimentos antioxidantes com frequência (açaí, cenoura, tomate, brócolis, etc.); e,
  • Hidrate-se.

O que fazer para melhorar a alimentação?

Agora que você conhece algumas dicas de alimentação saudável, já pôde perceber se tem cuidado de sua saúde da maneira correta. Por isso, se você tem sentido fraqueza, cansaço, dificuldade para dormir ou tem tentado perder peso sem sucesso, possivelmente não tem dado devida atenção à sua alimentação.

Mas, mudar os hábitos alimentares não é algo que acontece da noite para o dia. É um processo gradativo que possibilita ganhos notáveis. Quando você se alimenta bem, além de garantir uma melhor qualidade de vida, estará se proporcionando uma maior longevidade, pois um corpo bem nutrido reforça o seu sistema imunológico.

Para manter uma boa alimentação, você deve aumentar o consumo de alguns alimentos na sua dieta diária:

  • Naturais – pois facilitam a digestão e não causam prejuízos à saúde.
  • Oxidantes – previnem o envelhecimento precoce e evitam o aparecimento de tumores.
  • Que contenham fibras (linhaça, gergelim, aveia, chia) – ótimas substâncias para proporcionar um melhor funcionamento do intestino, além de eliminar toxinas, hormônios ruins e aumentar a sensação de saciedade.
  • De origem vegetal – frutas e verduras ativam o metabolismo e melhoram rapidamente o bem-estar.

E reduzir o consumo de:

  • Produtos industrializados – pois possuem aditivos químicos e/ou conservantes que podem causar doenças.
  • Alimentos ricos em açúcar – você pode comer coisas gostosas, mas não abuse desse item, pois aumenta a glicemia, além de facilitar a flacidez por desestruturar o colágeno da pele.
  • Alimentos gordurosos – provocam doenças cardiovasculares; e,
  • Sal – o excesso de sódio pode causar hipertensão.

Além de todas essas dicas de alimentação saudável, evite dietas muito restritivas, porque elas podem te privar das vitaminas, sais minerais e proteínas que seu corpo precisa. Alimente-se com consciência e terá grandes resultados.

Se você busca fazer uma reeducação alimentar e quer saber mais a respeito, indicamos a leitura também do nosso outro artigo aqui no blog: “Nutrição – Aprenda como fazer reeducação alimentar” Clique e confira!

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O que um psicólogo pergunta na primeira consulta?

O que um psicólogo pergunta numa consulta? O que é importante conversar durante as sessões? Essas são algumas dúvidas comuns de quem considera começar a fazer terapia. Vamos tratar um pouco sobre essas questões aqui. Acompanhe.

As agitações da mente às vezes nos deixam inertes diante à situações difíceis da vida. Então, é preciso buscar ajuda psicológica para não permitir que o medo, a angústia ou a ansiedade, nos impeça de seguir em frente.

Mas, existem barreiras que podem interferir nessa busca, a começar por uma simples dúvida: o que um psicólogo pergunta na primeira consulta?

Muitas pessoas deixam de buscar ajuda psicológica, por:

  • Vergonha de expor seus sentimentos;
  • Dificuldade em reconhecer suas crises;
  • Possuir a ideia equivocada de que tratamentos psicológicos são para doentes mentais.

O receio do que vai encontrar num consultório, ou mesmo a apreensão em não saber o que um psicólogo pergunta, também pode levar às pessoas a não procurarem por tratamento.

Porém, não cuidar da saúde mental pode agravar o estado emocional e levar a um quadro de estresse, depressão ou ansiedade, ou intensificar uma doença psicológica já existente.

Então, a melhor maneira de vencer a dor é entender o problema e buscar meios de resolvê-lo ou amenizá-lo através da ajuda psicológica.

O que um psicólogo pergunta na hora “H”?

Mas, afinal, o que um psicólogo pergunta na primeira consulta? A princípio ele vai fazer uma sondagem para conhecer quem é o paciente.

As perguntas iniciais geralmente são:

  • Qual a sua idade;
  • Seu estado civil;
  • Se possui filhos ou não;
  • O que você faz da vida;
  • E a mais importante: Por que você está aqui?

Mas, não se preocupe! Não se trata de uma entrevista de emprego. O psicólogo vai te deixar à vontade para falar sobre seus sentimentos e você pode expor detalhes de sua vida apenas quando estiver preparado para isso.

Nas primeiras consultas você pode até ficar um pouco inibido com a ideia de compartilhar a vida com um estranho, mas à medida que o tratamento for sendo realizado, será mais fácil se abrir.

Manter um bom diálogo com seu psicólogo é muito importante. Quanto mais ele souber sobre as questões que te incomodam, mais facilmente poderá aplicar técnicas terapêuticas eficazes para ajudá-lo a enxergar a sua vida por outro prisma.

A importância de buscar ajuda profissional

A família e os amigos são essenciais para a melhora de quem está passando por um conflito ou doença psíquica, embora às vezes, eles criem obstáculos ao tratamento por achar que apenas os loucos precisam de terapia. Por isso, vencer o preconceito gerado pela falta de conhecimento é fundamental para estabilizar sua saúde mental.

O profissional da área de psicologia está apto a ajudar a restaurar a saúde psíquica. Seu papel é importantíssimo, pois ele irá cuidar, acolher e ajudar o paciente a:

  • Se conhecer melhor;
  • Ter novas perspectivas diante dos conflitos;
  • Saber se posicionar e enfrentar as crises;
  • Aprender com as dificuldades e seguir em frente.

O cuidado e a atenção dada ao paciente são possibilitados através das respostas para o que o psicólogo pergunta, porque a fonte de informações que possui a seu respeito, vai ajudá-lo a planejar melhor os métodos e técnicas terapêuticas utilizadas no tratamento. Mas, pode ficar tranquilo, ele conseguirá fazer isso sem ser invasivo.

A Terapia Psicológica

O tratamento terapêutico é indicado para pessoas que sofrem com:

  • O término de um relacionamento;
  • A perda de um emprego;
  • A morte de um ente querido;
  • Sentimento de tristeza profunda; ou,
  • Não encontram sentido para vida.

A terapia geralmente é realizada uma vez por semana, a cada quinze dias ou mensalmente, num período aproximado de um ano, a depender do estado mental do paciente. Em alguns casos, o tratamento é realizado num período maior, de comum acordo entre psicólogo e paciente.

Dentre os tipos de terapia, os principais são:

  • Psicanálise – nessa terapia busca-se entender o passado e funcionamento da mente diante das tensões para tratar o paciente.
  • Psicoterapia – é um processo de autoconhecimento. O psicólogo usa a escuta clínica para gerir os conflitos emocionais. Aqui temos de ter cuidado com a abrangência porque a Psicoterapia é a terapia em si que pode seguir as diversas abordagens aqui citadas (psicanálise, comportamental, sistêmica, etc) Junguiana – busca-se restabelecer a saúde emocional através do resgate do inconsciente.
  • Cognitivo Comportamental – concentra-se no presente para mudar a realidade.

Não deixe de se consultar por vergonha ou medo de exposição. Os psicólogos da Clínica Holos estão comprometidos em ajudar os seus pacientes a resolver suas dores. Conheça nossa equipe e agende sua consulta com o profissional que você mais se identificar.

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O que é Vigorexia? Quando a busca pelo corpo perfeito pode pôr a saúde em risco

A vigorexia, também chamada de dismorfia muscular ou anorexia reversa é um transtorno psicológico e alimentar, no qual a pessoa se enxerga muito magra.

A sociedade atual vivencia um turbilhão de complexos associados à insatisfação no que se diz respeito a não aceitação da própria imagem. A cultura do “corpo perfeito” tem sido imposta pelas camadas sociais e isso vem nutrindo uma série de transtornos psicológicos e nutricionais. Nesse contexto, exploraremos o que é vigorexia, e o prejuízo causado para quem sofre dessa doença.

Mas afinal, o que é vigorexia? Como ela pode impactar na mente das pessoas e trazer tantos malefícios? A vigorexia, também chamada de dismorfia muscular ou anorexia reversa é um transtorno psicológico e alimentar, onde a pessoa tem uma visão distorcida da sua própria imagem, e busca meios de alterar o biótipo através de:

  • Prática exagerada de exercícios de musculação;
  • Uso de anabolizantes, suplementos e esteróides;
  • Dietas restritivas à proteínas, consumidas sem acompanhamento médico.

A vigorexia assemelha-se a anorexia devido a distorção que a pessoa tem da própria imagem. Entretanto, enquanto o anoréxico se enxerga forte e sente necessidade constante de emagrecer, o vigoréxico acredita que está fraca e com pouca massa muscular, apesar de possuir uma musculatura forte e corpo bem desenvolvido. Geralmente, pessoas vigoréxicas têm sentimento de inferioridade e insatisfação com o próprio corpo.

O que é vigorexia? Saiba os principais sintomas dessa doença

Dentre os sintomas mais comuns da vigorexia, estão:

  • Preocupação exagerada com o corpo;
  • Distorção da própria imagem;
  • Cansaço extremo;
  • Uso de diversos suplementos alimentares, anabolizantes e esteróides, a fim de aumentar a musculatura;
  • Intensa prática de exercícios físicos;
  • Ritmo cardíaco acelerado;
  • insônia;
  • Depressão e/ou ansiedade.

A busca pela perfeição pode comprometer a vida

Mas até que ponto a preocupação com estética pode ser considerada bom para a saúde? É natural que você queira cuidar da sua aparência física, mas o excesso de preocupação e o desejo de atingir o “corpo perfeito” tem levado muitas pessoas a adquirirem dismorfia muscular.

A ânsia pela musculatura bem definida e pela contemplação do belo exerce grande influência sobre quem sofre de vigorexia. Mudanças alimentares abruptas, sem acompanhamento nutricional atrelando o uso de suplementos, anabolizantes e esteróides à dieta, além de um ritmo rigoroso de atividades físicas, faz com que os vigoréxicos assumam um risco que pode comprometer sua saúde, pois:

  • A alimentação rica em proteínas, mas pobre em gordura e carboidratos, aliada a ingestão de suplementos afeta rins, fígado, além de oscilar as taxas de colesterol e glicemia;
  • O excesso de atividade física pode gerar insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração e falta de apetite;
  • O uso de anabolizantes provoca hipertrofia, doenças cardiovasculares, disfunção sexual e alteração da voz.

Tratamentos indicados

Existem alguns tratamentos essenciais para combater a vigorexia:

  • Psicoterapia individual e/ou em grupo (familiares, amigos e pessoas próximas, por exemplo, podem ajudar o vigoréxico a superar a doença);
  • Suspensão de anabolizantes e esteroides;
  • Uso de medicamentos para controlar a ansiedade, estresse e compulsão por exercitar-se;
  • Consulta com o nutricionista, imprescindível para equilibrar a dieta (repor vitaminas e nutrientes necessários), minimizando ou sanando os problemas nutricionais existentes, e eliminando possível sobrecarga do fígado;
  • Acompanhamento psicológico, muito importante para auxiliar a pessoa em relação a percepção que possui do próprio corpo, e ajudar no enfrentamento dos desafios da mudança de hábitos.

Se você já sabe o que é vigorexia, agora é preciso estar atento aos sinais desse transtorno para poder ajudar seus amigos, familiares ou até você mesmo, pois a não aceitação da doença pode tardar o tratamento. Isso pode implicar em danos maiores para o organismo e para a saúde psíquica.

Leitura indicada:

Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!

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O Transtorno Obsessivo Compulsivo e seus níveis

O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade, que tem como principais características as crises compulsivas de comportamento, e pensamentos repetitivos e obsessivos.

O TOC atinge entre três e quatro milhões de pessoas no Brasil, e pode ter diferentes níveis de gravidade e interferência na vida de quem sofre desse tipo de transtorno.

A obsessão trata-se de ideias repetitivas, que invadem a mente de maneira incontrolável e irreprimível. Esses pensamentos levam às pessoas que possuem TOC, a adotarem certos tipos de compulsões – ações recorrentes e incontidas, como uma forma de aliviar as angústias e controlar a ansiedade.

Níveis do Transtorno Obsessivo Compulsivo

A pessoa diagnosticada com TOC geralmente segue regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que normalmente são respostas à preocupações excessivas com limpeza, higiene, contaminações, organização metódica, verificações constantes de segurança e outros diversos motivos.

Essa preocupação, e as ações geradas a partir delas, sejam psíquicas ou comportamentais, dividem-se em três níveis:

  • TOC com predomínio de pensamentos, quando as ideias e imagens obsessivas que surgem na mente geram pensamentos invasivos e repetitivos.
  • TOC com predomínio de comportamento compulsivo, quando o indivíduo pratica hábitos tão repetitivamente, que eles se tornam rituais necessários.
  • TOC tipo misto, quando os pensamentos obsessivos levam à ações compulsivas.

As pessoas que possuem Transtorno Obsessivo Compulsivo podem, também, apresentar dificuldades em pronunciar certas palavras, indecisões ocasionadas por medos intensos e pensamentos agressivos relacionados à morte.

Tratamentos para o Transtorno Obsessivo Compulsivo

Antes que o TOC gere obsessões e rituais que possam provocar mudanças intensas que atrapalhem o cotidiano de quem o possui, é importante buscar um tratamento adequado.

O tratamento pode ser medicamentoso ou não, fazendo uso de antidepressivos inibidores da receptação de seretonina. A terapia também é fundamental para expor o paciente à situações que gerem ansiedade. Há também abordagens mais leves que incentivam à prática de atividades físicas, meditação e acupuntura.

Alguns casos mais graves de TOC podem precisar de tratamento e acompanhamento constante por toda a vida. Mas, o mais importante é garantir que as pessoas que tenham algum tipo de Transtorno Obsessivo Compulsivo procure a ajuda psicológica antes que os sintomas se intensificarem.

Para saber qual o tipo de tratamento que melhor se encaixa ao seu perfil, consulte aqui as abordagens que a Clínica Holos oferece!

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Síndrome Burnout – Quando o desgaste profissional ultrapassa um simples estresse

Você sabia que o esgotamento profissional pode ser uma síndrome? Conhecida como Síndrome Burnout, a doença é originada a partir da fadiga mental e física, provocadas pelo estresse do trabalho.

A rotina cansativa que a maioria dos profissionais enfrentam, seja devido ao excesso de trabalho, ou pelos desafios impostos pelos cargos e atividades desenvolvidos, ou ainda pela pressão de poder perder o emprego a qualquer momento, são fatores que podem e estão mexendo com a psiquê de muitas pessoas.

Já é reconhecida pelos médicos, a Síndrome Burnout é um fator de risco para muitos brasileiros, e pede atenção principalmente quando se diz respeito ao desgaste psicológico, já que esta pode desencadear outras doenças, como a ansiedade e a depressão, por exemplo.

Sintomas da Síndrome Burnout

O corpo dá vários sinais que são fundamentais para identificar a Síndrome Burnout, e quando percebidos, deve-se ficar alerta à esses sintomas, para que um diagnóstico rápido e preciso possa ser feito.

Sintomas físicos

  • Enxaqueca
  • Insônia
  • Distúrbios gastrointestinais
  • Problemas Respiratórios
  • Palpitação
  • Pressão alta
  • Suor excessivo
  • Nas mulheres, pode haver alteração no período menstrual

Sintomas psicológicos

  • Irritação constante
  • Dificuldade de concentração
  • Mudanças repentinas de humor
  • Pessimismo
  • Baixa autoestima

Além dos sintomas descritos acima, deve-se ficar atento às ausências frequentes no trabalho, agressividade e isolamento.

Ao identificar alguns desses sintomas, o mais indicado é buscar ajuda especializada para que um diagnóstico preciso seja feito, e em seguida, o tratamento indicado iniciado. O tratamento da Síndrome Burnout geralmente envolve antidepressivos e psicoterapia.

 

Leia também:

Como combater o estresse do trabalho

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Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!

Toda pessoa por mais forte que seja, tem seus momentos de fragilidade. Diante dos problemas que enfrentamos no dia-a-dia e das adversidades encontradas seja no campo familiar, no ambiente de trabalho, ou na vida sentimental, é preciso ter resiliência para não perder o ânimo. Logo, entender porque fazer terapia pode ser um fator determinante nesse momento.

Às vezes nos tornamos limitados pelos problemas que enfrentamos, mesmo quando encontramos um “ombro amigo” para nos ajudar. E é nesse momento que precisamos buscar ajuda profissional, antes que uma pequena dor ou ressentimento agrave um possível problema psicológico ou emocional, que se tratado no início, pode causar danos menores. A terapia, nesse sentido, assume um importante papel na vida das pessoas.

É através da terapia que o indivíduo passa a se situar melhor diante dos conflitos, já que as técnicas utilizadas para o tratamento o ajudam a enxergar e dimensionar seus problemas sob outra perspectiva, que não a pessimista como é comum na maioria das pessoas que sofrem psíquica, sentimental ou emocionalmente. Buscar ajuda profissional muitas vezes requer:

  • Encorajamento – para vencer os medos;
  • Quebra de preconceitos – para reconhecer as dificuldades;  
  • Autoconhecimento – para perceber que algo não vai bem;
  • Aceitação do problema – para se direcionar ao tratamento necessário.

Mas afinal, porque fazer terapia?

A terapia ou psicoterapia é uma ferramenta utilizada pelos psicólogos, terapeutas ou psicoterapeutas para auxiliar pessoas com problemas emocionais, psicológicos ou comportamentais. Com ela, os profissionais da área ajudam o paciente a:

  • Se conhecer melhor;
  • Olhar por outro prisma o mundo que o cerca;
  • Conviver melhor com situações adversas;
  • Melhorar o relacionamento consigo e com as outras pessoas.

Existem alguns tipos de terapia e métodos específicos para cada tipo de caso e de personalidade, como a psicanálise – onde o paciente deita no divã e expõe seus problemas; a gestalt terapia – na qual os pacientes são analisados com base no meio em que vivem, entre outras.

Porque fazer terapia se não tenho problemas psicológicos?

Existem vários questionamentos que são feitos a respeito da terapia e de sua finalidade. Mas, em grande parte, as especulações criadas são de forma errônea. Se você já se perguntou porque fazer terapia, deve ter passado por um turbilhão de pensamentos como:

  • Por que fazer terapia se não tenho transtornos mentais?
  • Como um estranho pode ajudar a resolver meus problemas?
  • Será que estou sendo fraco em procurar um terapeuta?
  • Vai valer a pena gastar dinheiro e perder tempo com terapia?

A terapia é muito benéfica para pessoas que enfrentam problemas rotineiros, e que não conseguem superá-los ou conviver bem com eles. É preciso tratar a fonte da dor existente para gerar a saúde da mente.

Assim, uma das primeiras barreiras a serem vencidas é o preconceito. Buscar tratamento terapêutico não é sinônimo de fraqueza, loucura ou incapacidade diante dos problemas, mas sim uma conscientização da necessidade de buscar ajuda profissional a fim de vencer a dor, prevenir novas crises e mudar o foco dos problemas.

As pessoas geralmente buscam a terapia para superar alguns conflitos comuns, como:

  • A morte de um familiar ou ente querido;
  • A perda do emprego;
  • Uma traição ou separação;
  • Desgastes nos relacionamentos;
  • Abuso de substâncias tóxicas (álcool, drogas);
  • Falta de prazer em viver.

Se já sabe porque fazer terapia, então o que te falta?

Se você quer vencer a dor, sobreviver em meio às crises e ser portador de bem-estar e felicidade, então entende porque fazer terapia. Jamais permita que o medo e o preconceito te façam refém a ponto de impedir seu sucesso na vida. Comprometa-se consigo mesmo e ganhe mais qualidade de vida. Seja autor da sua felicidade e decida sobre fazer terapia agora mesmo.

Ou, se você quer saber exatamente do que precisa antes de iniciar um tratamento terapêutico, consulte os nossos serviços e veja o que melhor se adequa ao seu perfil.

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