Os problemas da modernidade: Black Mirror

Aviso de Spoiler!

O episódio 1 da 3ª temporada de Black Mirror, série da Netlix, chamado “Nosedive”, prevê um mundo no qual estamos completamente dependentes, as redes sociais. No episódio, vive-se o tempo que cada indivíduo busca por um “rating” desejável – uma pontuação média que vai até 5 estrelas. Essa pontuação é afetada por tudo, desde o olhar para os lados que você deu para alguém ou a falta de entusiasmo que você teve quando um colega te presenteou no seu aniversário.

Ao assistir, percebemos que não é muito diferente do mundo em que vivemos agora. Basta lembrar a classificação que você deu ao motorista do Uber, ou nos interesses que você escolheu seguir no Facebook. Agora imagine que essa classificação determina tudo sobre sua vida, seja no trabalho ou, como no caso desse episódio, para uma casa que você queira comprar.

E é por isso que o Black Mirror é uma série tão atraente. Não é a sua típica ficção científica, que prevê o mundo 100 ou 1.000 anos a partir de agora. Ele imagina no próximo ano. Próximo mês.

Uma teoria da psicologia chamada “adaptação hedônica” é o verdadeiro combustível que nos levaria a esse futuro patético e debilitante. Estamos sempre à caça para conseguir a próxima coisa que vai nos fazer sentir bem, sendo quase impossível para nós apenas ser – e apenas estar, que é uma das principais maneiras de se sentir verdadeiramente feliz.

Todas as perseguições da Lacie, protagonista do episódio, cai perfeitamente na linha com o princípio da adaptação hedônica, que corresponde ao porque que nos sentimos na maioria das vezes insatisfeitos. Se obtivermos uma promoção de emprego, por exemplo, vamos comemorar e nos sentir bem por um momento, mas essas emoções alegres são fugazes. Em breve, estaremos de volta para onde começamos – na caçada para a próxima coisa de nos sentir bem e, portanto, infeliz.

Esse impulso temporário de felicidade você recebe vai diminuir, e você estará de volta ao mesmo nível de linha de base de felicidade que você estava antes da mudança emocionante. E é exatamente isso que a personagem experimenta. Cada vez que ela obtém uma classificação de quatro ou cinco estrelas, seus olhos se acendem. Ela sorri e ri com uma gargalhada aguda. Mas no final do dia, Lacie está solitária e insatisfeita.

Infelizmente, no mundo real, estamos susceptíveis a cometer o mesmo erro de Lacie, seguimos a perseguir o que achamos que vai nos fazer feliz, como uma alta classificação de mídia social, enquanto ignoramos completamente as coisas que podem realmente nos fazer feliz, como amizades com seus colegas de trabalho ou uma relação real com seu irmão.

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A importância de estimular brincadeiras com as crianças

Se para os adultos é difícil imaginar a vida sem acessos ao smartphone ou tablet, imagine para crianças que já nasceram dentro desse contexto e não tiveram oportunidade de conhecer outra realidade além dessa. Brincadeiras infantis que marcaram a vida dos pais e foram determinantes para sua formação como indivíduos agora não passam de atividades estranhas aos olhos dos pequenos nascidos na era digital. Mas vale a pena estimular as antigas brincadeiras de crianças para nossos filhos? A resposta é SIM!

Se pensarmos nos benefícios dessas atividades, a primeira vantagem que podemos destacar está associada ao bem estar físico: cercada de vídeo games, computador e aplicativos de celular, as crianças de hoje não se movimentam como as de antigamente. As relações e brincadeiras são resumidas a serem realizadas geralmente sentadas, na maioria das vezes com uma postura altamente prejudicial aos pequenos. Uma infância com poucos exercícios pode resultar numa vida adulta com doenças como osteoporose, doença conhecida pela perda de massa óssea.

Além disso, as brincadeiras possuem um papel muito mais complexo do que podemos imaginar: elas trabalham diretamente a percepção motora, equilíbrio e orientação espacial da criança, além de serem fundamentais no desenvolvimento das relações interpessoais das crianças. O toque e a aproximação física proporcionada por brincadeiras como pega pega, amarelinha e esconde-esconde significam muito mais do que podemos imaginar.

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Empatia no ambiente profissional

A empatia é fundamental no fortalecimento das relações interpessoais. O termo, que significa “habilidade de se imaginar no lugar de outra pessoa”, também está associado a qualquer ato de envolvimento emocional em relação a uma pessoa, grupo e cultura. No ambiente corporativo, podemos chegar a conclusão que a empatia entre seus empregados e empregadores, pode se traduzir em melhores resultados profissionais.

A partir do momento que nos colocamos no lugar de um colega, refletindo sobre situações e questões que muitas vezes nunca tivemos que encarar, passamos a fazer um exercício fundamental no entendimento das dificuldades e limitações que o outro tem pela frente. Essa mudança de perspectiva nos torna mais compreensivos à possíveis erros ou dificuldades enfrentadas por outros colaboradores. Organizações que incentivam a empatia entre seus funcionários e líderes geram mais coesão e alinhamento no trabalho.

Ser empático (ou tornar-se uma pessoa empática) é um exercício diário. Aprender a ouvir o outro, respeitar sentimentos, opiniões e diferenças são apenas alguns dos comportamentos que devemos assumir se quisermos nos tornar pessoas (e profissionais) mais empáticos. Importante diferenciar a empatia da simpatia: enquanto a pessoa simpática está associada à capacidade que ela tem de compreender e identificar sentimentos e emoções de outras pessoas, a empatia é mais profunda, vai além do reconhecimento do estado emocional do outro.

Se coloque no papel de outro! Vamos tentar?

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O estresse causado pelo trânsito

Quem vive em grandes centros urbanos tem que lidar quase que diariamente com diversas situações no trânsito. Seja a atrapalhada de outros motoristas, uma moto, a fechada de ônibus ou os enormes engarrafamentos. Acontece que essas situações, somadas ao cansaço ou à preocupação, muitas vezes cria uma situação estressante que pode ser estendida.
Isso faz com que o número de pessoas estressadas no trânsito e que levam esse estresse pra casa cresça cada vez mais. O estresse passa, então, a ser considerada uma síndrome contemporânea que virou moda. Isso mesmo, muitas pessoas acham que se sentir estressado é completamente normal, mas não é.
O estresse é um tipo de mecanismo de defesa do corpo causado pelo aumento do hormônio cortisol, que normalmente é estimulado por alguma situação ou por um acumulo delas. Porém, essa síndrome pode causar diversas reações no corpo, como aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. Além disso, pode ser a porta de entrada para distúrbios psicológicos mais graves.
Quando o estresse alcança a fase de exaustão, há uma queda na imunidade, tornando o corpo mais propicio ao surgimento de doenças como hipertensão, infecções, depressão, ansiedade, caspa, obesidade, etc.
Por tanto, por mais que em algumas situações seja extremamente difícil controlar o estresse, devemos buscar um escape em outros tipos de atividades. Pode ser atividade física, meditação, yoga, técnicas de respiração e várias outras. Caso essa síndrome venha a se agrava, é recomendo a ajuda de um psicólogo para ajudar no tratamento.

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Amnésia Infantil – Entenda o porque

Você se lembra do seu aniversário de 1 ano? Ou quando ganhou seu primeiro brinquedo? É normal não ter as memórias de quando éramos crianças e essa condição é apelidada pelos neurocientistas de Amnésia Infantil.
As memórias que conseguimos manter ao longo tempo começa a ser formadas a partir dos 30 meses de idade, ou seja, dos dois anos e meio. Antes disso não somo capazes de armazenar memórias por mais de um mês, apesar de que essas experiências vividas na infância possam resultar em traumas ou em emoções criadas através de associações.
Há várias teorias e estudos que tentam entender o porque da amnésia infantil. Alguns neurocientistas acredita que isso se deve as constantes mudanças estruturais que acontecem no cérebro das crianças. Isso porque o sistema nervoso ainda não está completamente desenvolvido nos primeiros meses de vida, o que faz com que os conhecimentos e experiências sejam registradas e arquivadas de outra forma, sendo menos acessíveis mas ainda assim influentes.
Outra explicação, um pouco semelhante, enfatiza que durante a infância a criança processa muitas novas informações para o cérebro, o que gera uma alta taxa de rotatividade e ocasiona a amnésia. Isso porque os bebês produzem novos neurônios em um ritmo muito acelerado e essa produção vem do hipocampo, que é onde as memórias são armazenadas. Estudos apontam que o cérebro de uma criança pesa cerca de 25% do peso que terá na vida adulta.
Já a psicologia defende que as memórias de quando crianças são armazenadas, porém em uma linguagem diferente, tornando-as impossível de acessa-las. Mas, ainda assim, essas memórias produziram efeitos nas nossas vidas e podem impactar nas emoções e medos que sentimos.
Ou seja, por mais que não tenhamos ou não possamos acessar essas memórias, elas vão causar algo em nós e contribuir para a formação dos indivíduos.

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10 celebridades que tinham Dislexia

A Dislexia é um transtorno de aprendizagem de origem neurobiológica que tem como características a dificuldade no reconhecimento de palavras, na decodificação delas e na soletração. No entanto, o transtorno pode comprometer outras habilidades cognitivas e normalmente acaba por causas dispersão e dificuldade na escrita e leitura.
Os sinais da Dislexia podem aparecer muito cedo, antes mesmo das crianças entrarem na escola, mas, no geral, são os mesmos: dispersão, atraso no desenvolvimento da fala, dificuldade em copiar sentenças, desorganização geral, entre outros.

Por esse fator, normalmente as pessoas com dislexia são considerados más alunos e tendem a trocar de escola frequentemente. No entanto, é importante esclarecer que a dislexia não se trata de uma doença. O transtorno não impede que haja um desenvolvimento normal e nada impede essas pessoas de serem extremamente capacitados e talentosos.

Muitos artistas famosos, por exemplo, possuem dislexia e desempenham ou desempenhara papeis importantes na história das artes e ciências. Isso porque o acompanhamento profissional e pedagógico pode ajudar muito a minimizar seus efeitos.
Confira 10 celebridades que possuíam dislexia:
1) Tom Cruise (ator)
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2) John Lennon (cantor e compositor)

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3) Albert Einsten (físico)

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4) John F. Kennedy (ex-presidente dos Estados Unidos)

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5) Walt Disney (criador da Disney)

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6) Pablo Picasso (pintor)

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7) Jamie Oliver (chef de cozinha)

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8) Salma Hayek (atriz)

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9) Cher (cantora)

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10) Harrison Ford (ator)

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Como os alimentos interferem na saúde da mente

Quem nunca escutou a frase “mente saudável, corpo saudável”? Mesmo que repetida muitas vezes, a frase não deixa de ter credibilidade. Corpo e mente estão completamente relacionados e interferem diretamente um no outro. E tem ainda outra coisa capaz de interferir nos dois: alimentos.
Manter uma dieta equilibrada, introduzindo certo alimentos e eliminando outros na medida correta, pode ser justamente um dos segredos para garantir uma mente sã. Isso porque todos os alimentos possuem características e composições próprias que vão gerir efeito no organismo. Os alimentos são capazes de afetar o humor, as emoções, o estado de ânimo, a concentração e a memória.
Todos os alimentos vão produzir certos impactos a curto e longo-prazo sobre a função cerebral. Por tanto, às vezes ingerir um alimento que no momento te faça feliz e satisfeito, pode surgir efeitos contrários após algum tempo quando estes alimentos forem digeridos e suas propriedades passarem a fazer efeito no organismo.
Selecionamos alguns alimentos que possuem propriedades que alteram o funcionamento da mente:
– Frutas e Verduras:
São alimentos ricos em componentes que estimulam a produção de endorfinas e serotoninas no cérebro. A serotonina é um hormônio neurotransmissor que regula o humor e o sono, já a endorfina está diretamente ligada ao estado e sensação de felicidade.
– Leite e Derivados:
São ricos em zinco e falta desse componente no organismo pode gerar problemas de humor, além de baixa disposição e energia.
– Ovos:
A gema do ovo é rica em colina, um nutriente fundamental para a transmissão nervosa que, quando em escassez, pode comprometer o funcionamento do cérebro e da memória.
– Castanhas e similares:
São alimentos ricos em vitamina E e selênio, nutrientes que reduzem o estresse e melhoram o sistema imune.
– Peixes:
São fonte de ômega 3, substancia indispensável para a função neurológica, aprendizado e comportamento.
– Chocolate:
Só é benéfico se consumido em poucas quantidades e em baixa concentração de açúcar.

É importante ressaltar que o segredo, no entanto, é balancear os alimentos e que nem todas as nossas respostas emocionais estão ligadas ao que comemos. Os alimentos são apenas parte do segredo para manter uma mente e corpo são.

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Conheça os benefícios da terapia em grupo

A terapia em grupo é um método terapêutico que faz sucesso quando se tratam de alguns problemas específicos, como alcoolismo e vício, e sua prática e disseminação vêm aumentando. Um dos motivos para isso, é que ela apresenta inúmeros benefícios que não só ajudar o paciente com o problema pelo qual ele foi buscar ajuda.
Essa terapia tem se revelado eficiente em estimular que as pessoas compartilhem suas experiências e adquiram novas lições, além de aumentar o envolvimento dos participantes com os problemas e a busca por soluções.
Normalmente, essas sessões terápicas acontecem com no mínimo três participantes que são colocados em uma roda de acolhimento e mediados por um psicólogo, que pode também sugerir dinâmicas e organizar as participações. Nessa roda, eles são estimulados à se abrirem, expor seu problemas e angústias e à escutar e ajudar os outros participantes.
Porém, antes de chegar nessa etapa, o paciente é avaliado e preparado individualmente pelo psicólogo para, depois, ser alocado em um grupo onde haja interesse em comum e se encaixe com seu perfil.
A base de qualquer terapia em grupo é o compartilhamento de experiências e, por isso, pessoas mais introvertidas podem ter dificuldade de se encaixar, mas isso pode ser benéfico e servir de estímulo para que ele possa superar a vergonha.
Alguns outros benefícios são:
– cria laços de amizade
– ambiente confidencial
– melhora as relações sociais e aumenta a auto-estima
– observar e aprender com os depoimentos.
– superar a timidez.
– desenvolver capacidade de falar e ouvir o próximo.
– autoconhecimento e fortalecimento emocional.

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Medo do escuro tem nome: Nictofobia

Quando crianças, quase que todos nós sentíamos medo do escuro. Porém, o que é normalmente considerado apenas uma fase da infância, pode se estender para a fase adulta e se tornar uma fobia. Esse medo da noite e da escuridão pode ser chamado de Nictofobia. Essa palavra é derivada do grego “Nyctus”, que significa escuridão, e “phobos”, que significa medo ou temor, e que originou a palavra fobia.
A Nictofobia constitui uma desordem de ansiedade clínica gerada pelas imagens sugeridas pelo cérebro com a falta de luminosidade. Quando crianças, esse medo funciona de forma irracional, já que o cérebro sugere imagens terríveis do que poderia acontecer com a falta de luz. Por isso, eles vão sistematicamente evitar situações em que não haja luz.
Esse estado, algumas vezes, acaba se estendendo para a fase adulta, normalmente como consequência de algum trauma sofrido. Especialistas no assunto acreditam que a Nictofobia está geralmente associada à uma experiência traumática sofrida no passado, que pode ter origens diversas, como ser aterrorizado por parentes, estimulado por televisão ou livros que descrevem horrores associados a falta de luz e à noite ou ter sido deixado no escuro por muito tempo em uma situação de aflição.
Quando criança, alguns dos sintomas e consequências da Nictofobia são chupar o dedo excessivamente na hora de dormir, como uma resposta nervosa, ou fazer xixi na cama. Elas vão, também, normalmente, se recusar a dormir sozinhas com as luzes apagadas. Já na fase adulta, a Nictofobia pode gerar outros tipos de consequências mais severas, como dores de cabeça, respiração rápida, tremores, choros, redução do apetite e palpitações cardíacas, geradas pelo estresse causado pela escuridão.
Além disso, essa fobia causada pela associação do escuro à situações ruins, irá diminuir significativamente a qualidade do sono e elevar os níveis de estresse. Isso provavelmente vai ocasionar uma falta de produtividade ou até consequências mais graves, como depressão e distúrbios mentais.
Caso a Nictofobia avance além da infância e persista na fase adulta, é imprescindível buscar ajuda terapêutica e psicológica, já que existem diversos tipos de tratamentos que pode lidar com essa fobia, desde psicanálise até hipnoterapia.

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Música e o humor

Todos nós quando queremos escutar uma música buscamos aquela que condiz mais com o nosso humor no exato momento ou com a ambição de mudar o próprio humor. Sendo assim, é mais do que normal concluir que a música tem um papel influenciador no estado de espírito e no humor. Pensando nisso, diversas pesquisas foram conduzidas para buscar estudar o poder e influencia da música sobre o corpo e mente.
Segundo alguns pesquisadores, a música pode afetar o caráter e a sociedade e influenciar o pensamento, emoções, a saúde, os movimentos do corpo e o bem estar. Essa influencia pode ser comprovada através de mudanças no corpo como aceleração ou retardamento das batidas cardíacas, relaxamento dos músculos, ritmo da respiração e nível da pressão sanguínea.
O pesquisador Alex Doman, coautor do livro Healing at the speed of sound (Curando com a Velocidade do Som), realizou pesquisar relacionadas à música e humor e inferiu que a música, o silêncio e o ruído têm papel importante no nosso humor, no desenvolvimento do cérebro e no sistema imunológico.
Outro estudo, conduzido por Robert Zatorre e Salimpoor Valorie, pesquisadores da Universidade de McGill de Montreal, concluiu que escutar música pode ocasionar liberação rápida de dopamina, hormônio responsável por sensações de prazer e adrenalina e que reforça atividades comuns para sobrevivência como reprodução e alimentação.
Essa reações do corpo às vibrações do som e mudança das emoções que interferem no nosso organismo levaram a criação de métodos terapêuticos que usam a música como principal ferramenta, como a musicoterapia e a biodança. A musicoterapia deve ser feita por um profissional específico, o musicoterapeuta, e consiste no uso de músicas e seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) para a reabilitação física, mental e social. É um método indicado para pessoas de todas as idades com sintomas relacionados ao estresse, deficiências de desenvolvimento e aprendizado, doença de Alzheimer e outras condições.
Ou seja, essas sensações que temos quando ouvimos música não é mero acaso e tem explicações psico e fisiológicas. Para te ajudar a escolher o que você quer escutar de acordo com o seu humor, selecionamos algumas playlists no Spotify que podem te ajudar a liberar todos os tipos de sentimentos:
Para relaxar
– Nos momentos melancólicos
– Para se sentir bem
– Para sorrir
– Tristes e com coração partido
– Para se inspirar quando precisamos de criatividade

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