10 celebridades que tinham Dislexia

A Dislexia é um transtorno de aprendizagem de origem neurobiológica que tem como características a dificuldade no reconhecimento de palavras, na decodificação delas e na soletração. No entanto, o transtorno pode comprometer outras habilidades cognitivas e normalmente acaba por causas dispersão e dificuldade na escrita e leitura.
Os sinais da Dislexia podem aparecer muito cedo, antes mesmo das crianças entrarem na escola, mas, no geral, são os mesmos: dispersão, atraso no desenvolvimento da fala, dificuldade em copiar sentenças, desorganização geral, entre outros.

Por esse fator, normalmente as pessoas com dislexia são considerados más alunos e tendem a trocar de escola frequentemente. No entanto, é importante esclarecer que a dislexia não se trata de uma doença. O transtorno não impede que haja um desenvolvimento normal e nada impede essas pessoas de serem extremamente capacitados e talentosos.

Muitos artistas famosos, por exemplo, possuem dislexia e desempenham ou desempenhara papeis importantes na história das artes e ciências. Isso porque o acompanhamento profissional e pedagógico pode ajudar muito a minimizar seus efeitos.
Confira 10 celebridades que possuíam dislexia:
1) Tom Cruise (ator)
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2) John Lennon (cantor e compositor)

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3) Albert Einsten (físico)

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4) John F. Kennedy (ex-presidente dos Estados Unidos)

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5) Walt Disney (criador da Disney)

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6) Pablo Picasso (pintor)

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7) Jamie Oliver (chef de cozinha)

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8) Salma Hayek (atriz)

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9) Cher (cantora)

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10) Harrison Ford (ator)

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Como os alimentos interferem na saúde da mente

Quem nunca escutou a frase “mente saudável, corpo saudável”? Mesmo que repetida muitas vezes, a frase não deixa de ter credibilidade. Corpo e mente estão completamente relacionados e interferem diretamente um no outro. E tem ainda outra coisa capaz de interferir nos dois: alimentos.
Manter uma dieta equilibrada, introduzindo certo alimentos e eliminando outros na medida correta, pode ser justamente um dos segredos para garantir uma mente sã. Isso porque todos os alimentos possuem características e composições próprias que vão gerir efeito no organismo. Os alimentos são capazes de afetar o humor, as emoções, o estado de ânimo, a concentração e a memória.
Todos os alimentos vão produzir certos impactos a curto e longo-prazo sobre a função cerebral. Por tanto, às vezes ingerir um alimento que no momento te faça feliz e satisfeito, pode surgir efeitos contrários após algum tempo quando estes alimentos forem digeridos e suas propriedades passarem a fazer efeito no organismo.
Selecionamos alguns alimentos que possuem propriedades que alteram o funcionamento da mente:
– Frutas e Verduras:
São alimentos ricos em componentes que estimulam a produção de endorfinas e serotoninas no cérebro. A serotonina é um hormônio neurotransmissor que regula o humor e o sono, já a endorfina está diretamente ligada ao estado e sensação de felicidade.
– Leite e Derivados:
São ricos em zinco e falta desse componente no organismo pode gerar problemas de humor, além de baixa disposição e energia.
– Ovos:
A gema do ovo é rica em colina, um nutriente fundamental para a transmissão nervosa que, quando em escassez, pode comprometer o funcionamento do cérebro e da memória.
– Castanhas e similares:
São alimentos ricos em vitamina E e selênio, nutrientes que reduzem o estresse e melhoram o sistema imune.
– Peixes:
São fonte de ômega 3, substancia indispensável para a função neurológica, aprendizado e comportamento.
– Chocolate:
Só é benéfico se consumido em poucas quantidades e em baixa concentração de açúcar.

É importante ressaltar que o segredo, no entanto, é balancear os alimentos e que nem todas as nossas respostas emocionais estão ligadas ao que comemos. Os alimentos são apenas parte do segredo para manter uma mente e corpo são.

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Conheça os benefícios da terapia em grupo

A terapia em grupo é um método terapêutico que faz sucesso quando se tratam de alguns problemas específicos, como alcoolismo e vício, e sua prática e disseminação vêm aumentando. Um dos motivos para isso, é que ela apresenta inúmeros benefícios que não só ajudar o paciente com o problema pelo qual ele foi buscar ajuda.
Essa terapia tem se revelado eficiente em estimular que as pessoas compartilhem suas experiências e adquiram novas lições, além de aumentar o envolvimento dos participantes com os problemas e a busca por soluções.
Normalmente, essas sessões terápicas acontecem com no mínimo três participantes que são colocados em uma roda de acolhimento e mediados por um psicólogo, que pode também sugerir dinâmicas e organizar as participações. Nessa roda, eles são estimulados à se abrirem, expor seu problemas e angústias e à escutar e ajudar os outros participantes.
Porém, antes de chegar nessa etapa, o paciente é avaliado e preparado individualmente pelo psicólogo para, depois, ser alocado em um grupo onde haja interesse em comum e se encaixe com seu perfil.
A base de qualquer terapia em grupo é o compartilhamento de experiências e, por isso, pessoas mais introvertidas podem ter dificuldade de se encaixar, mas isso pode ser benéfico e servir de estímulo para que ele possa superar a vergonha.
Alguns outros benefícios são:
– cria laços de amizade
– ambiente confidencial
– melhora as relações sociais e aumenta a auto-estima
– observar e aprender com os depoimentos.
– superar a timidez.
– desenvolver capacidade de falar e ouvir o próximo.
– autoconhecimento e fortalecimento emocional.

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Medo do escuro tem nome: Nictofobia

Quando crianças, quase que todos nós sentíamos medo do escuro. Porém, o que é normalmente considerado apenas uma fase da infância, pode se estender para a fase adulta e se tornar uma fobia. Esse medo da noite e da escuridão pode ser chamado de Nictofobia. Essa palavra é derivada do grego “Nyctus”, que significa escuridão, e “phobos”, que significa medo ou temor, e que originou a palavra fobia.
A Nictofobia constitui uma desordem de ansiedade clínica gerada pelas imagens sugeridas pelo cérebro com a falta de luminosidade. Quando crianças, esse medo funciona de forma irracional, já que o cérebro sugere imagens terríveis do que poderia acontecer com a falta de luz. Por isso, eles vão sistematicamente evitar situações em que não haja luz.
Esse estado, algumas vezes, acaba se estendendo para a fase adulta, normalmente como consequência de algum trauma sofrido. Especialistas no assunto acreditam que a Nictofobia está geralmente associada à uma experiência traumática sofrida no passado, que pode ter origens diversas, como ser aterrorizado por parentes, estimulado por televisão ou livros que descrevem horrores associados a falta de luz e à noite ou ter sido deixado no escuro por muito tempo em uma situação de aflição.
Quando criança, alguns dos sintomas e consequências da Nictofobia são chupar o dedo excessivamente na hora de dormir, como uma resposta nervosa, ou fazer xixi na cama. Elas vão, também, normalmente, se recusar a dormir sozinhas com as luzes apagadas. Já na fase adulta, a Nictofobia pode gerar outros tipos de consequências mais severas, como dores de cabeça, respiração rápida, tremores, choros, redução do apetite e palpitações cardíacas, geradas pelo estresse causado pela escuridão.
Além disso, essa fobia causada pela associação do escuro à situações ruins, irá diminuir significativamente a qualidade do sono e elevar os níveis de estresse. Isso provavelmente vai ocasionar uma falta de produtividade ou até consequências mais graves, como depressão e distúrbios mentais.
Caso a Nictofobia avance além da infância e persista na fase adulta, é imprescindível buscar ajuda terapêutica e psicológica, já que existem diversos tipos de tratamentos que pode lidar com essa fobia, desde psicanálise até hipnoterapia.

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Música e o humor

Todos nós quando queremos escutar uma música buscamos aquela que condiz mais com o nosso humor no exato momento ou com a ambição de mudar o próprio humor. Sendo assim, é mais do que normal concluir que a música tem um papel influenciador no estado de espírito e no humor. Pensando nisso, diversas pesquisas foram conduzidas para buscar estudar o poder e influencia da música sobre o corpo e mente.
Segundo alguns pesquisadores, a música pode afetar o caráter e a sociedade e influenciar o pensamento, emoções, a saúde, os movimentos do corpo e o bem estar. Essa influencia pode ser comprovada através de mudanças no corpo como aceleração ou retardamento das batidas cardíacas, relaxamento dos músculos, ritmo da respiração e nível da pressão sanguínea.
O pesquisador Alex Doman, coautor do livro Healing at the speed of sound (Curando com a Velocidade do Som), realizou pesquisar relacionadas à música e humor e inferiu que a música, o silêncio e o ruído têm papel importante no nosso humor, no desenvolvimento do cérebro e no sistema imunológico.
Outro estudo, conduzido por Robert Zatorre e Salimpoor Valorie, pesquisadores da Universidade de McGill de Montreal, concluiu que escutar música pode ocasionar liberação rápida de dopamina, hormônio responsável por sensações de prazer e adrenalina e que reforça atividades comuns para sobrevivência como reprodução e alimentação.
Essa reações do corpo às vibrações do som e mudança das emoções que interferem no nosso organismo levaram a criação de métodos terapêuticos que usam a música como principal ferramenta, como a musicoterapia e a biodança. A musicoterapia deve ser feita por um profissional específico, o musicoterapeuta, e consiste no uso de músicas e seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) para a reabilitação física, mental e social. É um método indicado para pessoas de todas as idades com sintomas relacionados ao estresse, deficiências de desenvolvimento e aprendizado, doença de Alzheimer e outras condições.
Ou seja, essas sensações que temos quando ouvimos música não é mero acaso e tem explicações psico e fisiológicas. Para te ajudar a escolher o que você quer escutar de acordo com o seu humor, selecionamos algumas playlists no Spotify que podem te ajudar a liberar todos os tipos de sentimentos:
Para relaxar
– Nos momentos melancólicos
– Para se sentir bem
– Para sorrir
– Tristes e com coração partido
– Para se inspirar quando precisamos de criatividade

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5 aplicativos para melhorar sua concentração

Com o enorme fluxo de informação que nos rodeia e que nós recebemos hoje em dia, fica cada vez mais difícil criar a concentração necessária, seja para trabalhar, estudar ou simplesmente concluir alguma atividade rotineira. As distrações são tantas, principalmente quando a atividade precisa ser realizada através de computador, que, pensando nisso, alguns aplicativos foram desenvolvidos com o objetivo de aumentar e incentivar a concentração. Confira algumas dicas:

1) Concentrate
Esse aplicativo é para computador e é perfeito para quem precisa realizar muitas atividades simultâneas. Através dele, o usuário pode criar configurações específicas para a atividade que deseja ser realizada, impedindo que você acesse sites pré-selecionados que podem desviar a sua atenção e iniciando automaticamente os programas necessários para o trabalho a ser feito. Além disso, você pode escolher o tempo que quer manter-se concentrado e lançar alertas e alarmes sonoros ou escritos.
2) focus@will
Esse aplicativo desenvolvido pelo celular se baseia em estudos de neurocientistas sobre os efeitos sob a concentração. Ele promete aumentar em até 400% a concentração através de músicas especialmente selecionadas para essa finalidade. Ao acessar o aplicativo, basta acessar a reprodução automática para escutar músicas que prometem engajar o usuário por até 100 minutos sem nenhuma distração.
3) ClearFocus
Esse aplicativo faz uso da técnica do Pomodoro, desenvolvida por Francesco Cirillo no fim dos anos 1980. A técnica é baseada em um cronômetro que divide o tempo em períodos de 25 minutos para concentração total e 5 minutos para intervalos. A proposta leva em conta a ideia de que pausas frequentes podem aumentar a agilidade mental.
4) Focus Lock
Esse é um aplicativo especial para quem não consegue se concentrar devido as distrações das redes sociais. Ele permite que você bloqueie o uso de certo aplicativos escolhidos anteriormente durante um período do dia. Os aplicativos ficam protegendo por uma senha e só voltam a serem desbloqueados depois que o prazo terminar.
5) Self Control
Esse aplicativo é ainda melhor para os estudos. Ele te ajuda a criar uma organização e roteiro para os seus estudos, definindo horários e disciplinas e criando um calendário próprio para estudos. Dessa forma você pode bloquear aplicativos mais acessados, se isolar da internet e gerar relatórios de produtividade dos estudos.

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O Transtorno Obsessivo Compulsivo e seus níveis

O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade que tem como principais características as crises de obsessão e compulsão com pensamentos repetitivos e exagerados. O TOC atinge entre três a quatro milhões de pessoas no Brasil e podem ter diferentes níveis de gravidade e interferência na vida das pessoas.
As obsessões tratam-se de ideais e imagens que invadem a mente das pessoas de maneira incontrolável e repetitivas. Esses pensamentos podem levar esses indivíduos a adotarem certos tipos de compulsões como maneira de aliviar as angustias geradas por esses pensamentos.
Por isso, psicólogos dividem o TOC em três tipos:
– TOC com predomínio de pensamentos, onde as ideias e imagens obsessivas que surgem na mente geram pensamentos invasivos e repetitivos.
– TOC com predomínio de comportamento compulsivo, onde o indivíduo pratica hábitos repetitivamente que se tornam rituais necessários.
– TOC tipo misto, onde os pensamentos obsessivos levam a ações compulsivas.
A pessoa que tem o TOC normalmente segue regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas que normalmente são respostas a preocupações excessivas com limpeza, higiene, contaminações, organização metódica, verificações constantes de segurança e outros diversos motivos. Essas pessoas podem, também, apresentar dificuldades em pronunciar certas palavras, indecisões ocasionadas por medos intensos e pensamentos agressivos relacionados à morte.
Antes que o TOC gere obsessões e rituais que possam provocar mudanças intensas que atrapalhem a vidas das pessoas, é importante buscar um tratamento adequado. O tratamento pode ser medicamentoso ou não, fazendo uso de antidepressivos inibidores da receptação de seretonina. A terapia também é fundamental para expor a pessoas à situação que gera ansiedade. Há também abordagens mais leves que incentivam a atividade física, meditação e acupuntura.
Alguns casos mais graves de TOC podem levar as pessoas a precisar de tratamento e acompanhamento constante e para o resto da vida. Mas o mais importante é garantir que as pessoas que tenham algum tipo de TOC procure uma ajuda psicológica antes dos sintomas se intensificarem.

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O que e para que serve o QI?

A definição de inteligência é algo controverso e difícil de mensurar. Durante anos, psicólogos e cientistas tentam desvendar o significado de inteligência e procurar desenvolver métodos capazes de definir e mensurar o nível de aptidões do indivíduo. O Quociente de Inteligência (QI) é uma das medidas mais famosas e confiáveis hoje em dia e consiste em uma medida padronizada da habilidade cognitiva de uma pessoa obtida através de testes.
É importante esclarecer que o QI é um indicador do nível intelecto e envolve diversas habilidades. A sua aplicação não é normalmente feita de uma hora pra outra e pode ter diversos objetivos como avaliar a presença de deficiências mentais, problemas de desempenho, decidir se alunos podem ser adiantados ou integrar precocemente uma faculdade e até na seleção de uma vaga de emprego.
Apesar de ter se tornado normal encontrar diversos testes de QI na internet, para que se mensure de forma correta, é importante que seja aplicado por profissionais da psicologia, pois se aplicam às regras da psicometria, que estabelece um vínculo entre psicologia e estatística. Além disso, recentes estudos revelaram que os níveis finais medidos por uma pessoa podem ser alterado com a mudanças de idade, isso faz com que o teste deva ter uma especificidade em relação às normas comuns de uma faixa etária e seu produto final seria resultado de interações entre fatores ambientais e hereditários.
O pscicólogo alemão William Stern foi o primeiro a surgir com a expressão Quociente de Inteligência e os termos IM (Idade Mental) e IC (Idade Cronológica), no entanto, foi o psicólogo Lewis Terman que propôs a formula atual, em que QI = 100 x IM/IC, onde resultados superiores a 140 são classificados como genialidade (correspondente a cerca de 2% da população mundial) e inferiores a 70 como raciocínio lento.
Seguindo essa escala, considera-se um resultado normal como uma média de 100, com desvio padrão de 15, ou seja, resultados entre 85 e 115 são considerados de pessoas normais.
O teste de QI é umas das principais ferramentas para identificar pessoas criativas e dotadas e pode ser útil em diversas situações, porém, não é o único fator determinante para classificar a inteligência e sua aplicação deve ser realizada e seguida por um profissional de saúde mental.

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Saiba reconhecer os principais sinais do autismo

O Autismo é uma disfunção crônica que se instala nos três primeiros anos de vida, quando os neurônios ligados à comunicação e sociabilidade deixam de formar conexões necessárias. Essa disfunção no desenvolvimento cerebral existe em vários graus e os portadores podem apresentar diferentes comportamentos. Os casos são mais normais em meninos, mas podem também acometer meninas.

Especialistas apontam que os primeiros sinais podem ser identificados pelos pais a partir dos oito meses de idade, mas estudos revelam que a maior parte dos casos no Brasil costumam ser identificados por volta dos 5 ou 6 anos. Esse diagnostico tardio acaba por, muitas vezes, dificultar o tratamento, já que o desenvolvimento infantil já vai ter acontecido.

Como o autismo não pode ser diagnosticado através de exames normativos, como ressonância ou tomografias, é imprescindível que os pais prestem atenção se os filhos apresentam comportamentos distintos. Os sintomas giram em torno de três quesitos: alteração na linguagem e comunicação, comportamento peculiar e pouca interação social.

O principal sinal que pode ser identificado é o atraso na linguagem e falta de contato ocular, mesmo em bebês na hora da amamentação, mas existem diversos outros que podem indicar autismo, como:

– Resistência a contato físico, como abraços, beijos e toques.

– Não apresentarem reação ao serem chamadas pelo nome.

– Dificuldade em imitar caretas e interpretar reações expressivas.

– Dificuldade em iniciar e manter um diálogo.

– Atraso no desenvolvimento comunicativo.

– Olhar vagos.

– Reações inesperadas de raiva e fúria.

– Resistência à dor.

– Serem extremamente sistemáticos quando brincam.

Um bom acompanhamento clínico pode ajudar o autista em suas limitações e até ajuda-lo a frequentar a escola regular. As avaliações são individuais, mas as terapias são, normalmente, realizadas em grupo para estimular a socialização. O tratamento pode ter medidas variadas, mas no geral a criança vai precisar de uma abordagem multidisciplinar incluindo clínica, fonoterápica, pedagógica e fisioterápica.

Crianças autistas são extremamente inteligentes e sensíveis e, apesar de apresentarem comportamento atípicos, um tratamento eficiente pode facilitar a sua interação normal e o desenvolvimento comunicativo.

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Conheça os 5 estágios do sono

Apesar de parecer um processo simples, o sono apresenta muito mais complexidade do que imaginamos. O sono era considerado um estado inerte e com a função única de repouso, no entanto, hoje se entende, hoje, que é um estado transitório que se alterna com a vigília (o estado desperto) e envolve diversos e complexos mecanismos fisiológicos e comportamentais que acontecem em várias regiões do sistema nervoso central.
Os estudos e monitoramentos do sono, juntamente com o avanço tecnológico que introduziu a polissonografia, revelou que o sono é composto por etapas e estágios onde podem acontecer intensas atividades do organismo, onda cerebrais, secreção de hormônios e consolidação da memória.
Por tanto, o sono se divide em dois principais estágios, o REM e o NREM, esse último se subdivide em quatro etapas, que são necessárias para o descanso do indivíduo e sensação de descanso, além da secreção do hormônio do crescimento para crianças e adolescentes. Normalmente, durante o sono, você passa por cada etapa até atingir o REM.
NREM: O nome é uma sigla derivada de Not Rapid Eye Moviment (Movimento não rápido dos olhos) e caracteriza a fase que corresponde a cerca de 75% do período de sono. Além disso, é dividido em quatro fases:
– Fase 1: Caracteriza-se pela fase do sono leve onde você ainda não entrou completamente no sono e pode ser facilmente ser acordado. Nessa fase podem ocorrer espasmos musculares. Os movimentos dos olhos e corpo desaceleram. Pode-se acordar no susto.
– Fase 2: O movimento dos olhos para e a medida do nível de atividade cerebral torna-se mais lenta, corpo e músculos começam a relaxar. Podem acontecer breves explosões de ondas cerebrais relacionadas a espasmos. Essa etapa agrega cerca de 50% do tempo de sono.
– Fase 3: É nessa fase que se inicia o sono profundo. As ondas cerebrais lentas e rápidas se combinam e pode ser muito difícil acordar alguém durante essa fase. Quando acordados, podem se sentir desorientados e perdidos antes de recuperar totalmente a consciência.
– Fase 4: Nessa fase continua-se no sono profundo e é predominado pelas ondas lentas delta. Essa etapa e a anterior são importantes para garantir que se sinta revigorado pela manhã.
REM (movimento rápido dos olhos): é onde a maior parte dos sonhos acontecesse e representa cerca de 20% do sono. É uma fase caracterizada pela intensa atividade cerebral, semelhante ao estágio de vigília. Por isso, a frequência cardíaca e a pressão arterial aumentam, há movimentos oculares rápidos e os músculos tornam-se imóveis. Apesar de não resultar em um descanso profundo, essa etapa é importante para as memórias de longo prazo e para garantir a normalidade do próximo ciclo de sono.
O sono é um importante mecanismo do corpo para garantir a manutenção do equilíbrio do organismo, das substâncias químicas no cérebro, consolidar a memória, regulamentar a temperatura corporal e o descanso e bem-estar.

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