O que é FOMO?

Cerca de 70% da população mundial sofre atualmente deste mal, que é típico dos novos tempos. FOMO, que é a sigla de “fear of missing out”, significa medo de ficar por fora. Um exemplo clássico é o sujeito que checa mensagens no celular no cinema, levando ao tique do ‘clique para atualizar’. Ele não pode, não consegue ou não quer ficar desconectado pela eternidade da duração do filme.

Na verdade, há várias acepções para a palavra. Por exemplo, no site Urban Dictionary, ele define “FOMO” como o medo de perder – ou a perda propriamente dita – de algo interessante, importante ou mesmo divertido, como uma simples piada. Assim, dá para dizer que um indivíduo é FOMO por ainda não ter Gmail. Ou que foi um baita FOMO você não ter sido chamado para uma festa. Ou ainda que, apesar de exausto, você tem de ir a um show, por uma questão de FOMO.

Como se vê, podem haver infinitas questões de FOMO íntimo. Caso necessário, procure ajuda. O autocontrole é o termo para a pessoa que estiver sofrendo problemas relacionados ao fenômeno. O grau de intensidade do “FOMO” tem hoje a internet como uma grande aliada aos usuários, mas a dependência de internet é comportamental, como a de sexo, de jogo e a de compras. Caso o autocontrole não funcione, o ideal é procurar algum tipo de terapia.

O profissional é quem pode indicar um eventual tratamento psiquiátrico complementar, com medicação, se for o caso. O objetivo tem de ser o equilíbrio…

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REJEIÇÃO: COMO LIDAR?

A dor da rejeição costuma se manifestar como um sentimento intenso e doloroso, mas é possível lidar com essa emoção para amenizá-la. É uma dor tão intensa que se assemelha a dor física, e cada pessoa a sente de uma forma diferente. Dói mesmo no fundo da alma, seja em qualquer área da vida interpessoal: entre casais, amigos, família ou no ambiente escolar e de trabalho.

Algumas pessoas conseguem superar esse fato com maior facilidade, outros sentem dificuldade, e algumas vezes por não conseguir lidar com isso acabam se fechando para a vida.

A dica é: cuide de si mesmo. Caso necessário, busque ajuda. Não é vergonha querer sair da tristeza, querer ser feliz. O método psicoterápico ajudará a compreender e elaborar este sentimento, entender que às vezes o outro pode dar ou não a resposta que deseja e como superar esta frustração.

Não aceite a rejeição como uma crença destrutiva a respeito de si mesmo tornando-se uma pessoa insegura para novas experiências e fechando-se para a vida com medo de magoar-se novamente. Caso precise de ajuda, conte com a gente!

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Como desenvolver mais concentração

A concentração é uma habilidade que pode ser treinada com pequenas mudanças no dia a dia. O conceito de possuir na empresa um profissional “multitarefa” vem sendo substituído a cada dia pela ideia de ter um especialista com habilidades “em se concentrar”. Ou seja, que garanta o aumento da produtividade da organização na qual trabalha sem que precise realizar várias atividades ao mesmo tempo.

Estudiosos apontam que o êxito para o desenvolvimento de tarefas cada vez mais complexas se dá a partir do momento que as pessoas começam a acessar “partes nobres do cérebro”, onde estão os circuitos de atenção e foco, o garantirá respostas de qualidade com relação à de quem se divide em diversas funções simultaneamente.

Agora lhe perguntamos: você ainda acredita que é possível reaprender a se concentrar? Para o americano Daniel Goleman, autor do livro “Inteligência Emocional”, a resposta é sim. O foco, segundo ele, pode ser estimulado, assim como um músculo durante um exercício de ginástica.

· Leia mais dicas de como se concentrar:

5 atitudes para turbinar o seu poder de concentração

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A espera e o tédio fazem parte da vida e devem ser ensinados

Crianças em casa sem nenhuma atividade estruturada: essa receita pode se tornar um problema, sobretudo para os pais, que ficam sem saber como agir. Mas é tão ruim assim que as crianças sintam algum tédio? Permitir que as crianças sintam um pouco de tédio pode ser um treino para a vida adulta, onde a gratificação constante não é uma realidade.

Nós percebemos uma angústia dos pais para que as crianças não fiquem entediadas, mas a verdade é que elas precisam lidar com isso. No mundo atual, as crianças estão cada vez mais superestimuladas, e tudo se resolve rapidamente para elas. Os avanços tecnológicos, por exemplo, colaboram para que elas cresçam num contexto em que não precisem nem esperar o desenho preferido passar na TV, eles assistem quando têm vontade, na plataforma que quiserem…

Outra questão é a formação das famílias atuais, que também influencia nessa pressa que as crianças têm para serem atendidas. Antigamente, as pessoas tinham mais filhos e, na maioria das situações, a criança precisava esperar a sua vez. Hoje, é cada vez mais comum que os casais tenham só uma criança, que vira o centro das atenções da casa.

Mas, sim, a gente sabe que a espera e o tédio fazem parte da vida. E, não fazer nada serve para muita coisa. Vivenciar o tédio trás a tona a criatividade para fazer alguma coisa interessante, além de possibilitar um descanso ao cérebro e melhorar a ansiedade aprendendo que tudo tem o seu tempo.

Esse pode ser o caminho para criar filhos mais pacientes e preparados para viver bem em sociedade.

Estamos aqui dispostos a ajudar! Conte com a gente.

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Os problemas da modernidade: Black Mirror

Aviso de Spoiler!

O episódio 1 da 3ª temporada de Black Mirror, série da Netlix, chamado “Nosedive”, prevê um mundo no qual estamos completamente dependentes, as redes sociais. No episódio, vive-se o tempo que cada indivíduo busca por um “rating” desejável – uma pontuação média que vai até 5 estrelas. Essa pontuação é afetada por tudo, desde o olhar para os lados que você deu para alguém ou a falta de entusiasmo que você teve quando um colega te presenteou no seu aniversário.

Ao assistir, percebemos que não é muito diferente do mundo em que vivemos agora. Basta lembrar a classificação que você deu ao motorista do Uber, ou nos interesses que você escolheu seguir no Facebook. Agora imagine que essa classificação determina tudo sobre sua vida, seja no trabalho ou, como no caso desse episódio, para uma casa que você queira comprar.

E é por isso que o Black Mirror é uma série tão atraente. Não é a sua típica ficção científica, que prevê o mundo 100 ou 1.000 anos a partir de agora. Ele imagina no próximo ano. Próximo mês.

Uma teoria da psicologia chamada “adaptação hedônica” é o verdadeiro combustível que nos levaria a esse futuro patético e debilitante. Estamos sempre à caça para conseguir a próxima coisa que vai nos fazer sentir bem, sendo quase impossível para nós apenas ser – e apenas estar, que é uma das principais maneiras de se sentir verdadeiramente feliz.

Todas as perseguições da Lacie, protagonista do episódio, cai perfeitamente na linha com o princípio da adaptação hedônica, que corresponde ao porque que nos sentimos na maioria das vezes insatisfeitos. Se obtivermos uma promoção de emprego, por exemplo, vamos comemorar e nos sentir bem por um momento, mas essas emoções alegres são fugazes. Em breve, estaremos de volta para onde começamos – na caçada para a próxima coisa de nos sentir bem e, portanto, infeliz.

Esse impulso temporário de felicidade você recebe vai diminuir, e você estará de volta ao mesmo nível de linha de base de felicidade que você estava antes da mudança emocionante. E é exatamente isso que a personagem experimenta. Cada vez que ela obtém uma classificação de quatro ou cinco estrelas, seus olhos se acendem. Ela sorri e ri com uma gargalhada aguda. Mas no final do dia, Lacie está solitária e insatisfeita.

Infelizmente, no mundo real, estamos susceptíveis a cometer o mesmo erro de Lacie, seguimos a perseguir o que achamos que vai nos fazer feliz, como uma alta classificação de mídia social, enquanto ignoramos completamente as coisas que podem realmente nos fazer feliz, como amizades com seus colegas de trabalho ou uma relação real com seu irmão.

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A importância de estimular brincadeiras com as crianças

Se para os adultos é difícil imaginar a vida sem acessos ao smartphone ou tablet, imagine para crianças que já nasceram dentro desse contexto e não tiveram oportunidade de conhecer outra realidade além dessa. Brincadeiras infantis que marcaram a vida dos pais e foram determinantes para sua formação como indivíduos agora não passam de atividades estranhas aos olhos dos pequenos nascidos na era digital. Mas vale a pena estimular as antigas brincadeiras de crianças para nossos filhos? A resposta é SIM!

Se pensarmos nos benefícios dessas atividades, a primeira vantagem que podemos destacar está associada ao bem estar físico: cercada de vídeo games, computador e aplicativos de celular, as crianças de hoje não se movimentam como as de antigamente. As relações e brincadeiras são resumidas a serem realizadas geralmente sentadas, na maioria das vezes com uma postura altamente prejudicial aos pequenos. Uma infância com poucos exercícios pode resultar numa vida adulta com doenças como osteoporose, doença conhecida pela perda de massa óssea.

Além disso, as brincadeiras possuem um papel muito mais complexo do que podemos imaginar: elas trabalham diretamente a percepção motora, equilíbrio e orientação espacial da criança, além de serem fundamentais no desenvolvimento das relações interpessoais das crianças. O toque e a aproximação física proporcionada por brincadeiras como pega pega, amarelinha e esconde-esconde significam muito mais do que podemos imaginar.

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Empatia no ambiente profissional

A empatia é fundamental no fortalecimento das relações interpessoais. O termo, que significa “habilidade de se imaginar no lugar de outra pessoa”, também está associado a qualquer ato de envolvimento emocional em relação a uma pessoa, grupo e cultura. No ambiente corporativo, podemos chegar a conclusão que a empatia entre seus empregados e empregadores, pode se traduzir em melhores resultados profissionais.

A partir do momento que nos colocamos no lugar de um colega, refletindo sobre situações e questões que muitas vezes nunca tivemos que encarar, passamos a fazer um exercício fundamental no entendimento das dificuldades e limitações que o outro tem pela frente. Essa mudança de perspectiva nos torna mais compreensivos à possíveis erros ou dificuldades enfrentadas por outros colaboradores. Organizações que incentivam a empatia entre seus funcionários e líderes geram mais coesão e alinhamento no trabalho.

Ser empático (ou tornar-se uma pessoa empática) é um exercício diário. Aprender a ouvir o outro, respeitar sentimentos, opiniões e diferenças são apenas alguns dos comportamentos que devemos assumir se quisermos nos tornar pessoas (e profissionais) mais empáticos. Importante diferenciar a empatia da simpatia: enquanto a pessoa simpática está associada à capacidade que ela tem de compreender e identificar sentimentos e emoções de outras pessoas, a empatia é mais profunda, vai além do reconhecimento do estado emocional do outro.

Se coloque no papel de outro! Vamos tentar?

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O estresse causado pelo trânsito

Quem vive em grandes centros urbanos tem que lidar quase que diariamente com diversas situações no trânsito. Seja a atrapalhada de outros motoristas, uma moto, a fechada de ônibus ou os enormes engarrafamentos. Acontece que essas situações, somadas ao cansaço ou à preocupação, muitas vezes cria uma situação estressante que pode ser estendida.
Isso faz com que o número de pessoas estressadas no trânsito e que levam esse estresse pra casa cresça cada vez mais. O estresse passa, então, a ser considerada uma síndrome contemporânea que virou moda. Isso mesmo, muitas pessoas acham que se sentir estressado é completamente normal, mas não é.
O estresse é um tipo de mecanismo de defesa do corpo causado pelo aumento do hormônio cortisol, que normalmente é estimulado por alguma situação ou por um acumulo delas. Porém, essa síndrome pode causar diversas reações no corpo, como aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. Além disso, pode ser a porta de entrada para distúrbios psicológicos mais graves.
Quando o estresse alcança a fase de exaustão, há uma queda na imunidade, tornando o corpo mais propicio ao surgimento de doenças como hipertensão, infecções, depressão, ansiedade, caspa, obesidade, etc.
Por tanto, por mais que em algumas situações seja extremamente difícil controlar o estresse, devemos buscar um escape em outros tipos de atividades. Pode ser atividade física, meditação, yoga, técnicas de respiração e várias outras. Caso essa síndrome venha a se agrava, é recomendo a ajuda de um psicólogo para ajudar no tratamento.

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Amnésia Infantil – Entenda o porque

Você se lembra do seu aniversário de 1 ano? Ou quando ganhou seu primeiro brinquedo? É normal não ter as memórias de quando éramos crianças e essa condição é apelidada pelos neurocientistas de Amnésia Infantil.
As memórias que conseguimos manter ao longo tempo começa a ser formadas a partir dos 30 meses de idade, ou seja, dos dois anos e meio. Antes disso não somo capazes de armazenar memórias por mais de um mês, apesar de que essas experiências vividas na infância possam resultar em traumas ou em emoções criadas através de associações.
Há várias teorias e estudos que tentam entender o porque da amnésia infantil. Alguns neurocientistas acredita que isso se deve as constantes mudanças estruturais que acontecem no cérebro das crianças. Isso porque o sistema nervoso ainda não está completamente desenvolvido nos primeiros meses de vida, o que faz com que os conhecimentos e experiências sejam registradas e arquivadas de outra forma, sendo menos acessíveis mas ainda assim influentes.
Outra explicação, um pouco semelhante, enfatiza que durante a infância a criança processa muitas novas informações para o cérebro, o que gera uma alta taxa de rotatividade e ocasiona a amnésia. Isso porque os bebês produzem novos neurônios em um ritmo muito acelerado e essa produção vem do hipocampo, que é onde as memórias são armazenadas. Estudos apontam que o cérebro de uma criança pesa cerca de 25% do peso que terá na vida adulta.
Já a psicologia defende que as memórias de quando crianças são armazenadas, porém em uma linguagem diferente, tornando-as impossível de acessa-las. Mas, ainda assim, essas memórias produziram efeitos nas nossas vidas e podem impactar nas emoções e medos que sentimos.
Ou seja, por mais que não tenhamos ou não possamos acessar essas memórias, elas vão causar algo em nós e contribuir para a formação dos indivíduos.

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10 celebridades que tinham Dislexia

A Dislexia é um transtorno de aprendizagem de origem neurobiológica que tem como características a dificuldade no reconhecimento de palavras, na decodificação delas e na soletração. No entanto, o transtorno pode comprometer outras habilidades cognitivas e normalmente acaba por causas dispersão e dificuldade na escrita e leitura.
Os sinais da Dislexia podem aparecer muito cedo, antes mesmo das crianças entrarem na escola, mas, no geral, são os mesmos: dispersão, atraso no desenvolvimento da fala, dificuldade em copiar sentenças, desorganização geral, entre outros.

Por esse fator, normalmente as pessoas com dislexia são considerados más alunos e tendem a trocar de escola frequentemente. No entanto, é importante esclarecer que a dislexia não se trata de uma doença. O transtorno não impede que haja um desenvolvimento normal e nada impede essas pessoas de serem extremamente capacitados e talentosos.

Muitos artistas famosos, por exemplo, possuem dislexia e desempenham ou desempenhara papeis importantes na história das artes e ciências. Isso porque o acompanhamento profissional e pedagógico pode ajudar muito a minimizar seus efeitos.
Confira 10 celebridades que possuíam dislexia:
1) Tom Cruise (ator)
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2) John Lennon (cantor e compositor)

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3) Albert Einsten (físico)

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4) John F. Kennedy (ex-presidente dos Estados Unidos)

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5) Walt Disney (criador da Disney)

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6) Pablo Picasso (pintor)

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7) Jamie Oliver (chef de cozinha)

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8) Salma Hayek (atriz)

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9) Cher (cantora)

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10) Harrison Ford (ator)

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