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Tristeza profunda – o que fazer a respeito

Antes de mais nada, gostaríamos de iniciar este texto dizendo que não existe tristeza profunda o suficiente, que não permita alguém de encontrar a felicidade e de se libertar das situações ou motivos que ocasionam este sofrimento e dor.

Se você está lendo este texto, provavelmente está à procura de ajuda para alguma situação em sua vida com a qual você não sabe lidar, ou talvez se encontre neste estado de tristeza profunda.

Tudo bem, sempre na vida precisaremos de ajuda, e não há nada de mal em externar e procurar auxílio quando é necessário, pois pedir ajuda nunca é um sinal de fraqueza, derrota, ou um incômodo, e sim uma defesa inteligente para se ver livre de algo que incomoda.

É importante ressaltarmos, ainda que seja extremamente repetitivo, que sentir-se triste durante muito tempo não é algo natural. A nossa mente possui defesas que tornam possível reagir às situações que nos entristecem, e nosso organismo acompanha este processo nos deixando mais dispostos e novamente aptos a realizar as nossas tarefas do dia a dia.

Por isso, reconhecer-se neste estado de uma tristeza profunda e duradoura é um sinal que precisa ser dividido com quem ama, compartilhando a forma como você se sente, e o que tem enfrentado durante este período.

Você tem medo de falar sobre sua tristeza profunda, ou acredita ser um incômodo para os outros?

Existem muitas ideias e suposições que nos desestimulam, ou que nos levam ao isolamento. É comum nesta situação sentir-se constrangido ao tentar expressar o que se sente a parentes e amigos, mas, esse obstáculo é facilmente superado, uma vez que você externaliza sua dor.

Outro preconceito que pode lhe parar na tentativa de buscar ajuda, é o receio de procurar um profissional da área de psicologia embasado em alegações como “quem vai a psicólogo é quem tem problema sério”, ou argumentações que o façam acreditar que o seu problema se trata de uma fraqueza pessoal.

A tristeza profunda pode ser um sinal do seu corpo alertando que a sua saúde emocional não está em conformidade. Não tenha medo de procurar um psicólogo. Ele não irá te julgar, e dará direcionamentos que o ajudarão a compreender a natureza do que você tem passado, e também sugerir formas para que você lide melhor com a sua tristeza.

Vamos agora descrever alguns comportamentos e ideias para que você ponha em prática e supere a tristeza que tem te impedido de  viver bem, e também para que você possa desenvolver uma vida emocional mais saudável.

Atividades físicas

Pôr em ordem os horários e dedicar-se a uma atividade física ou um esporte traz benefícios para o seu corpo e mente. As atividades e exercícios estão diretamente ligadas a produção das “substâncias do prazer”, tais como a dopamina, noradrenalina e serotonina.

Estas substâncias normalmente se encontram em níveis muito baixos no organismo de pessoas que estão tristes ou deprimidas há muito tempo. Por isso, a prática de esportes e atividades físicas regulam o nosso organismo no que tange aos níveis necessários delas, e fornecem uma proteção fisiológica eficaz contra doenças como a depressão.

Ajude outras pessoas

Parece ser algo incoerente, uma vez que você acredita que você pode ser o necessitado de ajuda, mas existe um segredo valioso ligado a esquecer um pouco de si, e cuidar de alguém.

Todas as vezes que prestamos atenção no que está fora, tiramos um pouco o foco sobre nós mesmos, e com isso aliviamos as tensões e nos colocamos em uma dinâmica diferente da que estávamos acostumados.

Isto fará com que você se sinta útil, e também que olhe seus próprios problemas de forma diferente, uma vez que coisas que pareciam grandes, podem não ser mais tão ameaçadoras.

Trabalhe e crie compromissos para si mesmo

De fato, a ociosidade é uma terrível auxiliadora para a sua tristeza profunda. Não é à toa que a máxima conhecida por nossos avós “mente vazia é oficina do diabo”, possui algum sentido verídico.

Estar desocupado permite que estejamos revisitando constantemente as nossas tristezas e problemas, e este tempo desperdiçado deveria dar lugar a atividades que o fariam estar focado em outros contingentes, e por tabela o levaria a produtividade e ações que lhe trariam satisfação e bem estar. Ser útil para si mesmo e para os outros é uma grande arma contra a tristeza.

Coloque ao seu redor quem te ama e quer te ajudar

De fato, um dos melhores antídotos para a tristeza, a dor e o sofrimento, é o afeto. Estarmos rodeados de quem se importa com a nossa vida e quer nos fazer bem. Por isso, converse com seus amigos e parentes, desenvolva atividades interessantes com eles, os insira em suas dificuldades, não tenha receio de pedir “colo” a quem você se sente confortável e tem intimidade. O afeto faz bem e o ajudará a esquecer as sensações ruins e a tristeza que o aflige.

Aceite as coisas que te entristecem

Sei que parece contraditório, mas às vezes o que precisamos é viver o nosso momento de dor e aceitá-lo. Tente não se julgar durante esse período, e não use de artifícios, principalmente coisas que você não faria, para tentar se sentir melhor.

Dividia o que você sente com seus amigos e parentes e a forma com que você tem pensado. Continue a desenvolver as atividades que são construtivas para a sua vida, mas vivencie os momentos de tristeza sem tentar fugir deles a qualquer custo. Tudo ficará bem assim que o tempo necessário para a compreensão dos fatos passar.

Esteja certo que tudo realmente vai ficar bem, que para todo sofrimento existe um período de dor e um período de cura, e é necessário que vivamos estes com resiliência e esperança. E se você não estiver conseguindo lidar com o que está vivenciando, a melhor atitude é procurar a ajuda de um profissional, e comunicar aos seus amigos sobre esta decisão. Você merece ser feliz, e com certeza achará a sua felicidade.

Converse com um de nossos profissionais. Agende uma consulta.

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Eu tenho ansiedade? Confira os sintomas do transtorno

 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é a nação campeã em pessoas que sofrem algum tipo de transtorno de ansiedade: mais de 9% da população do país.

Esse mal já é considerado um problema sério de saúde pública no mundo, afetando diretamente os gastos públicos no setor e índices econômicos, pois causa queda de produtividade e concentração nos indivíduos acometidos por ela.

A ansiedade é caracterizada por sentimentos exacerbados de antecipação com relação à um fato que pode acontecer no futuro. Isso gera medo e tensão, que se refletem de forma psicológica e até física, como a aceleração dos batimentos cardíacos, dentre outras sintomas.

Ela se torna um transtorno quando essa sensação se repete com muita frequência ou por longos períodos, afetando diretamente a vida e o convívio social das pessoas.

Se você se pergunta continuamente “eu tenho ansiedade?” e que saber mais sobre o assunto, continue lendo esse post e descubra tudo que é preciso sobre tal transtorno, seus sintomas, tipos e tratamentos!

Como saber se eu tenho ansiedade?

Medo e ansiedade são sentimentos completamente normais para os seres humanos. Foram eles que fizeram com que nossos ancestrais se dessem conta dos perigos do mundo das cavernas.

Assim, eles fabricaram armas, se organizaram em vilas e cidades para se proteger melhor. Isso cooperou no desenvolvimento das sociedades durante a história do homem.

Contudo, quando a ansiedade contínua atrapalha a vida do indivíduo, a ponto de impedi-lo de cumprir certas atividades ou frequentar lugares específicos, ela é considerada um transtorno.

No sentido fisiológico, ela age no nosso corpo como uma reação instintiva e irracional, quase como um reflexo, igual ao ato de se aparar com as mãos em uma queda ou quando protegemos o rosto, caso lancem algum objeto em nossa direção.

Essas ações ativam o chamado Sistema Nervoso Simpático, responsável por ações ligadas ao estresse, como iniciar uma discussão, fugir de uma situação ou local perigoso ou desagradável, dentre outros.

Sintomas da ansiedade

A ativação da área Simpática do nosso Sistema Nervoso, promove a liberação da adrenalina, que promove vários estímulos, tanto físicos, quanto psicológicos. Dentre eles, estão:

  • dificuldade para se concentrar;
  • sensação exagerada de medo;
  • nervosismo;
  • distúrbios no sono;
  • sentimento de descontrole;
  • aumento da irritabilidade;
  • intensificação dos batimentos cardíacos;
  • dificuldade de respirar;
  • sudorese;
  • cansaço;
  • fraqueza;
  • tremores;
  • frieza nas extremidades do corpo (mãos e pés);
  • diarreia;
  • boca seca;
  • náusea;
  • tensão muscular.

Além de todos esses sintomas, o transtorno de ansiedade pode gerar ataques de pânico, o que pode levar a doenças ainda mais graves e que exigem um tratamento especializado contínuo, como a Síndrome do Pânico.

Quais os principais tipos de transtornos de ansiedade?

Os transtornos de ansiedade podem ser classificados em diferentes níveis e tipos de acordo com a sua recorrência, intensidades e outros fatores. Aqui, vamos listar os principais deles, suas características e como identificá-los da maneira correta.

Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

O TAG é a preocupação excessiva e contínua sobre vários aspectos da vida de uma pessoa. Ele não possui um gatilho específico para atuar pois a pessoa vive constantemente tensa com tudo que acontece ao seu redor.

Apesar de suas causas exatas ainda não serem conhecidas, esse transtorno tende a atingir mais as mulheres. Entre os outros fatores estão a menopausa, distúrbios na tireoide, propensões genéticas e traumas na infância.

Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

O TEPT é causado por sinais físicos, mentais ou emocionais que relembram ao indivíduo situações traumáticas vividas anteriormente, como um acidente, violência sofrida, morte de um ente querido, dentre várias situações.

Na memória do indivíduo, aquela situação desencadeia uma sensação de perigo, tanto para si quanto para os que o rodeiam.

Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)

O TOC, por sua vez é considerado um transtorno de ordem psiquiátrica e, portanto, necessita de tratamento psicoterapêutico aliado ao medicamentoso. Ele é marcado pela sequência de comportamentos de forma repetitiva, compulsiva e, muitas vezes, obsessiva.

Dentre os tipos mais conhecidos de TOC estão a mania de limpeza obsessiva, organização rígida e exagerada e a ocorrência contínua de pensamentos negativos, agressivos, de cunho sexual ou religioso.

Fobias

A fobia é considerada um medo totalmente ilógico de alguma situação, animal, objetivo ou atividade. Ela normalmente é totalmente ilógica e descolada da realidade, muitas vezes não sendo o objetivo da fobia realmente nocivo ao indivíduo. Entre as fobias mais conhecidas, estão:

  • aracnofobia: medo de aranhas;
  • agorafobia: medo de ficar sozinho em lugares amplos ou públicos;
  • acrofobia: medo de altura;
  • aicmofobia: medo de agulhas;
  • claustrofobia: medo de lugares fechados;
  • catsaridafobia: medo de barata;
  • coulrofobia: medo de palhaços;
  • fobia social: medo exacerbado de lugares públicos ou outras situações de interação social;
  • nictofobia: medo do escuro.

Como é realizado o tratamento contra a ansiedade?

Muitos tratamentos são recomendados para melhorar os problemas provocados pela ansiedade. Contudo, é necessário o acompanhamento de um profissional especializado na área. É ele quem vai indicar, a partir do diagnóstico do transtorno com o qual o paciente sofre, a melhor forma de tratá-lo, com psicoterapia e medicamentos ou não.

Entre os medicamentos tradicionais alopáticos mais usados estão os ansiolíticos, antidepressivos e antipsicóticos, adotados de acordo com o tipo e a intensidade do transtorno.

Existem também os medicamentos e técnicas naturais utilizados para acalmar a ansiedade. Entre elas estão fitoterápicos, florais, chás de ervas especiais, como a raiz de Valeriana e Camomila, sucos, técnicas de meditação respiração e relaxamento, como Yoga e Pilates, além de terapias em grupo e maneiras pessoais para encontrar o relaxamento (como pessoas que usam banhos mornos para tal).

Ficou curioso e se perguntando “será que eu tenho ansiedade mesmo?”. Então confira agora o nosso quiz e descubra se você sofre desse transtorno e qual o próximo passo para tratá-lo!

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Como saber se eu tive um ataque de pânico?

Com o estresse, correria e ritmo frenético da vida moderna, o cotidiano das pessoas mudou completamente comparado ao de seus avós, por exemplo. Somos cobrados a todo o tempo seja na vida profissional, nos estudos, nos objetivos pessoais, família e na nossa aparência. Com toda essa pressão, algumas pessoas chegam ao que consideram o seu limite, com quadros de medo e angústia extremos, e se perguntam: Eu tive um ataque de pânico?

Antes de desesperar-se, é necessário contextualizar essa situação. Só no Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas sofre de algum transtorno de ansiedade, o que, em casos agudos, pode levar a quadros de pânico, que assola cerca de 11% de adultos todos os anos. Por isso, é necessário diferenciar os sintomas do transtorno de ansiedade, de crises, como um ataque de pânico e da síndrome de pânico, muito mais grave e delicada.

Neste artigo vamos abordar a diferença entre esses quadros, como diferenciá-los, seus sintomas e indícios, além de orientações de onde e como procurar um especialista para o caso. Continue lendo e descubra.

O que é o transtorno de ansiedade?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase 250 milhões de pessoas no mundo sofrem de transtorno de ansiedade. O Brasil é campeão nesse aspecto, com uma taxa três vezes maior que a média mundial: cerca de 9% da população sofre desse mal.

A ansiedade é considerada uma resposta normal e instintiva dos seres humanos, fruto da evolução da espécie, visando defender sua sobrevivência. Ela vem do medo e da percepção de que algo potencialmente perigoso se aproxima, desencadeando várias reações físicas, como aumento dos batimentos cardíacos, maior irrigação sanguínea, da força muscular e promove uma percepção mais aguçada de todos os sentidos.

Isso significa que, ainda na época das cavernas, o medo e a ansiedade serviram como armas para a sobrevivência. Foram eles que fizeram nossos ancestrais fugir ou atacar animais perigosos, andar em conjunto para se protegerem mutuamente, criar armas e, até começar a se abrigar em cavernas, para se protegerem melhor.

O transtorno de ansiedade é evidente quando as situações se tornam frequentes, desproporcionais, duram por muito tempo e afetam o cotidiano e as relações das pessoas. Normalmente, quadros agudos podem causar ataques de ansiedade, os chamados “ataques esperados”. Por exemplo, se alguém tem fobia à sapos, é completamente natural ela se desesperar ao encontrar um.

Contudo, a ansiedade exacerbada também pode levar a outro caso extremo, sem conexão direta à um medo específico ou situação lógica determinada. Esses quadros agudos são chamados de ataques de pânico.

Afinal, eu tive um ataque de pânico?

O ataque do pânico é fruto de uma reação extrema do organismo ocasionada pela ansiedade causada por uma determinada situação, que não necessariamente oferece perigo ao indivíduo.

Apesar de mais comum do que se imagina, a recorrência de crises desse tipo é perigosa para as pessoas, pois podem desenvolver traumas e quadros paranoicos, pelo medo de sentir novamente a sensação anterior. Quadros muito recorrentes desses ataques podem levar ao desenvolvimento da síndrome do pânico.

Abaixo, vamos falar dos principais sintomas e do tratamento para esse quadro.

Principais sintomas dos ataques de pânico

No parâmetro fisiológico, os ataques ou crises de pânico acontecem decorrentes de uma grande descarga hormonal no corpo que causam diversos sintomas, que variam para cada pessoa. Dentre os principais, estão:

  • Sentimento de perigo de forma iminente;
  • aumento na sudorese de forma intensa;
  • intensificação dos batimentos do coração que, muitas vezes, pode ser confundido com um ataque cardíaco, com uma intensa dor no peito;
  • calafrios e tremores no corpo;
  • medo intenso e ilógico da morte ou tragédias;
  • sensação de “perda de controle”;
  • pensamentos de “estar enlouquecendo”;
  • sentimentos de despersonalização, como se a pessoa “saísse de si mesmo”;
  • sentimentos de “irrealidade” com relação à situação vivida;
  • sensação de sufocamento e falta de ar;
  • sensações de formigamento ou dormência, a chamada parestesia;
  • desconforto na barriga;
  • náuseas;
  • tontura, sensação de desmaio e instabilidade;
  • sensação de ondas intensas de calor;
  • sensação de indiferença às pessoas ao redor;
  • hiperventilação;
  • sensação de fechamento da garganta;
  • problemas para deglutir;
  • alterações severas no sono.

Tratamentos para os ataques de pânico

O paciente pode ser considerado passível de ataques de pânico quando dois ou mais dos sintomas descritos acima possam ser observados agindo conjuntamente. Em geral, ataques desencadeados sem motivos aparentes, como fobia real ou perigos eminentes, que tenham sua ocorrência por 10 minutos ou mais e que geram ansiedade e medo com relação a um novo ataque ao paciente, podem ser fortes indícios.

É necessário levar em consideração também se o indivíduo fez uso de substâncias que desencadeiam tais efeitos, como certos medicamentos, álcool e drogas ilícitas. Elas podem ser a causa desses ataques, principalmente em adolescentes, mais suscetíveis por culpa de todas as mudanças hormonais e psicológicas da fase.

Para o seu tratamento, é necessário buscar ajuda de um especialista, que irá indicar qual a abordagem mais adequada para o perfil do paciente e a intensidade das crises. Para alguns, somente a psicoterapia já causa efeitos benéficos e evita o aparecimento de novos ataques. Em outros casos, é necessário associar o tratamento psicoterápico ao psiquiátrico, com a introdução de medicamentos.

Quais as diferenças entre ataque e síndrome do pânico?

Enquanto nos ataques de pânico o indivíduo reage de forma exacerbada à ansiedade causada por um fato ou contexto, na síndrome do pânico essa sensação torna-se generalizada e muito mais recorrente. Em certos casos, ela leva à reclusão social da pessoa, por medo que a situação se repita.

Segundo dados da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 10% da população tem a propensão de passar por crises sem causa aparente. Dessas, em média 3,5% podem desenvolver a síndrome do pânico.

As causas concretas dessa síndrome ainda não são claras. Dentre os fatores possíveis de desencadeamento estão fatores genéticos, tendência à irritabilidade constante, o estresse cotidiano e até questões neurológicas, como a maneira como o cérebro assimila e interpreta certos estímulo e contextos.

Em geral, o número de mulheres afetadas pela síndrome do pânico é três vezes maior. Entre as faixas etárias mais atingidas estão jovens recém-saídos da adolescência e adultos com cerca de 30 anos de idade. Seu tratamento deve ser acompanhado de perto por um equipe multiprofissional, composta tanto por psicoterapeuta quanto por psiquiatra, para suporte medicamentoso.

Se você se  fizer a pergunta “Eu tive uma crise de pânico?”, cuide-se e agende consulta com um especialista. Conhecer-se e prevenir-se de complicações que podem afetar o seu bem-estar e qualidade de vida é sempre o melhor caminho!

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A espera e o tédio fazem parte da vida e devem ser ensinados

Crianças em casa sem nenhuma atividade estruturada: essa receita pode se tornar um problema, sobretudo para os pais, que ficam sem saber como agir. Mas é tão ruim assim que as crianças sintam algum tédio? Permitir que as crianças sintam um pouco de tédio pode ser um treino para a vida adulta, onde a gratificação constante não é uma realidade.

Nós percebemos uma angústia dos pais para que as crianças não fiquem entediadas, mas a verdade é que elas precisam lidar com isso. No mundo atual, as crianças estão cada vez mais superestimuladas, e tudo se resolve rapidamente para elas. Os avanços tecnológicos, por exemplo, colaboram para que elas cresçam num contexto em que não precisem nem esperar o desenho preferido passar na TV, eles assistem quando têm vontade, na plataforma que quiserem…

Outra questão é a formação das famílias atuais, que também influencia nessa pressa que as crianças têm para serem atendidas. Antigamente, as pessoas tinham mais filhos e, na maioria das situações, a criança precisava esperar a sua vez. Hoje, é cada vez mais comum que os casais tenham só uma criança, que vira o centro das atenções da casa.

Mas, sim, a gente sabe que a espera e o tédio fazem parte da vida. E, não fazer nada serve para muita coisa. Vivenciar o tédio trás a tona a criatividade para fazer alguma coisa interessante, além de possibilitar um descanso ao cérebro e melhorar a ansiedade aprendendo que tudo tem o seu tempo.

Esse pode ser o caminho para criar filhos mais pacientes e preparados para viver bem em sociedade.

Estamos aqui dispostos a ajudar! Conte com a gente.

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O que provoca a Compulsão Alimentar?

A Compulsão Alimentar é um transtorno em que o indivíduo experimenta uma irresistível tendência de comer, mesmo não estando com fome, ingerindo compulsivamente uma quantidade de alimentos maior do que é necessário para o seu organismo, além de ter o costume de “beliscar” com frequência.

Para cada pessoa, o problema da Compulsão Alimentar surge de uma forma, é multifatorial. Ela pode aparecer, por exemplo, em alguns transtornos alimentares como bulimia nervosa e compulsão alimentar periódica, e também, em problemas emocionais como ansiedade e depressão. Há também a possibilidade de algum transtorno no hipotálamo, um regulador do mecanismo de saciedade, ou ser proveniente de uma Bipolaridade e até transtorno de personalidade.

Tentativas frustradas de controlar o peso também podem abrir portas para a compulsão. Com a insatisfação e a falta de controle sobre o próprio corpo, ocorre movimento inverso: a pessoa passa ao uso indiscriminado de alimentos, como forma de resolver estes problemas emocionais.

Não se sinta mal. Estamos aqui para ajudar!

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5 estratégias para aliviar a ansiedade

Todos nós temos uma tendência natural de nos preocuparmos, mas é preciso desenraizar esse hábito para que não evolua para uma ansiedade crônica. A ansiedade se trata de um transtorno psicológico que suga a energia emocional das pessoas, aumenta os níveis de tensão e interfere no cotidiano sem nenhum retorno positivo, além de aumentar a pressão e o risco de infarto.

Pensando nisso, a Clínica Holos separou 5 dicas para controlar a ansiedade e o nervosismo:

1 – TOLERE A INCERTEZA

A incapacidade de tolerar a incerteza aumenta da ansiedade. Se você quer parar de se preocupar e pretende aliviar a ansiedade, comece por resolver a sua necessidade de segurança e respostas imediatas.

2 – ADIE OS PENSAMENTOS ANSIOSOS

Ao invés de tentar não se preocupar, uma estratégia que se tem mostrado eficaz é adiar a preocupação. Assim que você desenvolva a capacidade de adiar os seus pensamentos ansiosos, você vai experimentar um maior alívio da ansiedade e aumentar a sensação de controle.

3 – TREINE A SUA MENTE

Para quebrar o hábito de ter pensamentos destrutivos e distorcidos você deve ter motivação para treinar a sua mente com novas formas de raciocínio. A preocupação é uma hipótese do que pode acontecer criada por você.

4 – APRENDA A RELAXAR

Se você é uma pessoa que sofre de preocupação crônica, existem algumas técnicas de relaxamento, como relaxamento muscular progressivo, respiração profunda e meditação, que podem te fazer relaxar. A chave é realizar a prática regularmente.

5 – CUIDE DE SI MESMO

Um estilo de vida saudável e equilibrada desempenha um grande papel na manutenção da ansiedade, medos e preocupações.

Não se deixe levar por pensamentos ansiosos. Marque uma consulta.

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Outubro Rosa

Todos já perceberam que o mundo está mais cor-de-rosa durante os meses de outubro. É a campanha Outubro Rosa, um movimento importante que acontece todo ano para chamar a atenção, principalmente da população feminina, com relação ao câncer de mama e sobre a importância do diagnóstico precoce a fim de reduzir os riscos e o avanço da doença.

O câncer de mama é uma doença temida pelas mulheres devido à grande frequência com que ocorre e os seus efeitos psicológicos, que afetam a sexualidade, a imagem pessoal da mulher, além do sofrimento que é para todos que amam e convivem com ela. É um momento de intensa angústia, sofrimento e ansiedade.  Por isso, se faz necessário um bom atendimento psicológico, principalmente durante o diagnostico e tratamento, como forma de possibilitar enfrentar a situação.

É preciso dar o apoio necessário para a paciente enfrentar a mastectomia, fortalecer a autoestima, a identidade e autonomia de quem enfrenta a doença. Faça o autoexame e previna-se contra o câncer de mama!

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