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Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia

A ansiedade é um sério problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Grande parte dessas pessoas nunca foram diagnosticadas, e por isso têm a qualidade de vida comprometida, sem ao menos se dar conta disso.

Isso porque a ansiedade afeta negativamente os relacionamentos interpessoais, o desenvolvimento das atividades diárias, o lazer e o descanso. E se não for tratada, pode ser a porta de entrada para outros transtornos e doenças de cunho psicológico.

Você é ansioso? Conhece alguém que seja? Ou quer saber como lidar com a ansiedade na atualidade? Pois vamos falar desse assunto tão importante!

O livro Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia, do autor Marcelo Castro Bomfim, acaba de ser lançado e promete contribuir bastante para o estudo e melhor entendimento da ansiedade na contemporaneidade. Vem comigo! Leia o artigo até o final e confira essa novidade!

A obra “Ansiedade e atualidade”

Para quem estava ansioso por uma obra sobre ansiedade nos dias atuais com embasamento científico na área da psicologia, esse é o livro certo para se ter na cabeceira o mais rápido possível!

Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia traz, sob uma perspectiva humanística, os males trazidos pela ansiedade e como o estilo de vida pode influenciar na aquisição e também na superação deste mal.

De acordo com o autor Marcelo Castro Bomfim, em sua obra “As resistências psicológicas em todo ser humano parecem estar diariamente sendo postas à prova de resiliência que muitas pessoas não têm conseguido manter.” 

Podemos fazer um link do trecho acima com as várias situações problemáticas que passamos diariamente que afetam o nosso psicológico e nem sempre estamos preparados para lidar. Isso já mostra o que a obra promete, não é mesmo?

Leve, versátil e de conhecimento robusto, Ansiedade e atualidade aborda um tema denso e sério como a saúde psicológica pessoal e coletiva, numa linguagem clara, capaz de fazer tanto curiosos sobre o assunto quanto profissionais da área não pararem de ler antes de chegar à última página. 

“Como manter, então, a saúde psicológica pessoal e coletiva diante de um contexto pessoal e social tão complexo? ” Questiona o autor em outro trecho de sua obra e nos conduz a buscar, junto com ele, possíveis respostas para essa difícil pergunta.

Conhecendo a importância de trabalhos como esse, que trazem benefícios à sociedade como um todo, a Clínica Holos não poderia deixar de prestar seu apoio e incentivar para que mais projetos esclarecedores como o livro Ansiedade e atualidade sejam desenvolvidos. 

Sobre o autor de “Ansiedade e atualidade”

Marcelo Castro Bomfim, psicólogo e filósofo, atua como psicoterapeuta especialista em Psicologia Humanista além de professor de Psicologia com pós-graduação em Docência do Ensino Superior. 

Além disso, possui formação em Psicossomática, Hipnose Clínica e Regressão de Memória, e foi um dos organizadores e facilitadores do curso de Introdução a Abordagem Centrada na Pessoa e de grupos terapêuticos em Salvador. 

Por seu vasto conhecimento e bagagem, Marcelo Castro Bomfim é um requisitado palestrante em cursos de psicologia, filosofia e desenvolvimento pessoal em diversas instituições baianas. 

Quer enriquecer seu acervo? Então não perca tempo! Adquira agora mesmo o livro Ansiedade e atualidade – Reflexões à luz da psicologia e da filosofia, do autor Marcelo Castro Bomfim, e boa leitura!

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Clínica Holos de Saúde e Desenvolvimento Pessoal

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Como alcançar a felicidade no trabalho?

Muitas pessoas passam a maior parte do tempo útil no ambiente de trabalho. Ao encontrar condições desfavoráveis, é preciso saber lidar com as pressões e solucionar problemas difíceis, sem perder a postura profissional. Mas, como encontrar a felicidade no trabalho diante de tantos desafios?

Você deve sentir prazer naquilo que realiza e reconhecer a utilidade do serviço que desenvolve. A motivação deve fazer parte de seu dia-a-dia. Por isso, esteja sempre disposto a fazer o melhor no seu ambiente laboral.

A primeira pergunta que você deve se fazer é: estou feliz com minha escolha profissional? Se a resposta for sim você está no caminho certo. Só precisa seguir algumas dicas que te ajudarão na caminhada profissional.

10 dicas para alcançar a felicidade no trabalho

Dica 1

Trabalhe na área que você se identifica – quando você faz o que gosta, gera satisfação. Assim, seu rendimento será melhor. O tempo flui naturalmente e você não fica com aquela sensação de que nunca vai conseguir terminar o serviço. Se sentir realizado gera felicidade no trabalho.

Dica 2

Planeje sua rotina – se organizar ajuda a otimizar o tempo de cumprir cada tarefa. Assim você não acumula trabalho e consegue separar sua vida pessoal da profissional. Você pode otimizar o tempo e cumprir tudo que foi proposto, sem se sentir culpado por algum serviço que não pôde fazer.

Dica 3

Mantenha o foco – esteja atento no desenvolvimento de cada atividade. Evite distrações. Além de diminuir as falhas, impede que você gaste energia, tempo e recursos para refazer tarefas. Você irá produzir com mais eficiência e alcançar melhores resultados.

Dica 4

Deixe os problemas em casa – por mais difícil que seja a situação que você enfrenta na sua vida pessoal, trazer os problemas para o trabalho fará com que perca a concentração e não consiga produzir bem. O acúmulo de preocupações pode te deixar estressado e impactar na sua saúde.

Dica 5

Trace metas – você deve buscar a realização através do crescimento profissional. Por isso, invista em si mesmo. Dedique-se a aprender mais sobre sua área, vença os limites. Busque qualificar-se para atingir os objetivos que deseja realizar profissionalmente.

Dica 6

Evite fazer várias atividades ao mesmo tempo – concentre-se em uma atividade por vez. Faça uma lista do que precisa realizar a cada dia, semana, mês. Não adianta querer mostrar produtividade se não desempenhar as funções corretamente. Quando você assume muitas tarefas de vez, sempre acaba deixando de dar devida atenção a uma ou outra. Isso compromete sua eficiência.

Dica 7

Fuja da negatividade – o pensamento positivo é essencial para manter um clima favorável. Pessoas que reclamam o tempo todo causam desgaste emocional para si mesmas e para quem está à sua volta. Se você identifica alguma situação que tem causado desconforto na empresa, tente resolver da melhor forma possível. Ficar se queixando sem tomar uma atitude só aumenta a insatisfação.

Dica 8

Cuide de sua postura – manter uma boa postura te ajuda ter um rendimento melhor e evitar dores no fim da jornada de trabalho.  Faça exercícios de alongamento e pequenas pausas durante o dia para relaxar. Você ficará mais disposto.

Dica 9

Interaja com seus colegas de trabalho – ter um bom relacionamento interpessoal gera prazer em estar no ambiente laboral. Aproveite os intervalos para conversar, conhecer melhor seus colegas. Seja simpático, gentil e solidário. Uma convivência harmônica vai produzir a felicidade no trabalho.

Dica 10

Saiba lidar com os conflitos – conviver com pessoas que possuem opiniões diferentes, tomam atitudes sem ponderar as consequências ou não se preocupam com o coletivo pode trazer conflitos na empresa. Nesses momentos é importante manter a calma e buscar o diálogo para solucionar qualquer situação que interfira na cooperação e impacte nos resultados.

Seguindo todas essas dicas será muito mais fácil ter prazer no ambiente laboral e viver com saúde. Mas se esse conteúdo não for o suficiente, continue a leitura com o artigo “Como combater o estresse do trabalho”.

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Perca a insegurança no amor e tenha uma vida mais feliz a dois!

Como vai o seu relacionamento? Todo casal passa por altos e baixos, mas a insegurança no amor pode ser um gatilho para que a crise se instaure. Então, pondere antes de tomar qualquer atitude e mantenha um relacionamento saudável.

A vida a dois requer renúncias e reconhecimento de posturas que ajudam na harmonia do casal. No entanto, quando há insegurança o diálogo fica comprometido, as brigas se tornam constantes e manter o equilíbrio já não é uma tarefa tão fácil. Então, o que fazer para vencer os desafios no amor?

Sinais de insegurança no amor

O ciúme excessivo é um sinal de insegurança no amor. A pessoa começa a imaginar situações, cobrar uma postagem ou curtida nas redes sociais, mexer no celular do outro, ou seguir o companheiro. Isso causa desgaste no relacionamento, e se não houver mudança de postura, possivelmente causará o término da relação.

Quando um dos parceiros não possui autoconfiança começa a tentar controlar o outro. Cronometrar o tempo de chegar em casa, saber cada passo, afastar a pessoa dos amigos, enfim, uma série de atitudes que demonstram de alguma forma que o controlador se sente ameaçado.

Querer chamar a atenção também demonstra insegurança. É natural desejar ser notado pela pessoa amada, mas ficar o tempo todo criando situações para ser o centro das atenções ou cobrar o tempo todo demonstrações de afeto pode irritar a pessoa amada. Por isso, manter o autocontrole ajuda a preservar a relação.

Origem das inseguranças

No começo do relacionamento é natural que surjam algumas dúvidas, que fazem a pessoa se sentir um pouco insegura, mas, à medida que os amantes se conhecem e os laços vão se fortalecendo, a tendência é que a insegurança no amor diminua. Porém, ela persistirá se você:

  • Já foi traído anteriormente e ainda não superou esse trauma;
  • Costuma buscar a realização através da outra pessoa;
  • Percebe que seu parceiro está sendo frio e não dialoga;
  • Não expõe os sentimentos com medo de se machucar.

Geralmente a pessoa que tem insegurança já passou por alguma situação embaraçosa em relacionamentos anteriores e reflete suas experiências na relação atual. Mas, você deve pensar que as pessoas são diferentes e que as frustrações vividas no passado não necessariamente terão que se repetir.

Colocar muita expectativa no outro gera frustração. Lembre-se que a outra pessoa pode ser tão falha quanto você, e em algum momento pode te decepcionar. Por isso, reflita sobre suas atitudes e seja mais tolerante. Antes de tudo se ame e se cuide.

Se você sente que seu parceiro tem agido friamente ou percebe alguma mudança significativa na relação, não adie o diálogo e busque ajuda profissional, se necessário. A terapia pode ser uma excelente solução para ajudar casais em crise.

Dicas para recuperar a segurança no amor

Se você tem vivido momentos difíceis por conta da insegurança no amor, está na hora de tomar novos rumos e mudar essa situação. Então, comece com simples atitudes:

  • Busque o autoconhecimento – assim você vai compreender melhor os seus limites e evitar brigas desnecessárias.
  • Mantenha sua autoestima elevada –  aprenda a gostar de si mesmo, de sua companhia.
  • Se valorize – não se arrume apenas esperando elogios do parceiro ou parceira. Sinta prazer em estar produzido(a).
  • Haja com consciência – foque no que é real. Não faça suposições infundadas.

Se você tem percebido que seu relacionamento se encontra numa fase delicada, procure a orientação de um profissional. Ele vai te orientar e ajudar a entender melhor os motivos do conflito, para buscar alternativas de resolução para esses impasses, trazendo à luz o que tem te causado a insegurança no amor.

Se precisa de ajuda especializada para vencer o medo e a insegurança no amor, não hesite! Conheça os nossos tratamentos e veja qual melhor se adequa ao seu perfil.

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Preciso desabafar com alguém urgente!

Quantas vezes sua alma já gritou desesperadamente “preciso desabafar” ou “não conseguirei continuar de pé”, mas ainda assim você não buscou ajuda?

Expressar a forma como nos sentimos através das palavras é algo desafiador, pois não depende apenas de termos autoconfiança para expor nossos incômodos, mas necessariamente é preciso encontrar empatia em quem nos ouve.

Em meio aos conflitos diários, principalmente diante daqueles que parecem não ter solução e são “sugadores” de energia, a comunicação é uma das ferramentas mais eficazes para manter uma vida saudável e ter a mente livre das angústias.

Expressar o que pensamos e falar sobre os problemas que nos afligem é uma boa maneira de evitarmos doenças psíquicas ou emocionais como depressão e ansiedade.

Desabafar é benéfico à saúde pois ajuda a:

  • Ressignificar os medos e angústias;
  • Criar novas alternativas para a solução de um problema;
  • Olhar a vida com mais positividade;
  • Diferenciar e redimensionar sentimentos.

Como solucionar conflitos internos?

Existem momentos na vida em que tudo que precisamos é desabafar com alguém, contar com o apoio de pessoas que nos amam. Isso não significa que elas irão concordar com tudo que dissermos ou não irão se opor a determinados pensamentos ou motivações, mas que irão nos ajudar a nortear as situações conflitantes.

Amigos e familiares geralmente são as pessoas mais indicadas à prestar socorro nos momentos de crise. Dizer-lhes: “preciso desabafar”, não soará como sinônimo de fraqueza, mas irá denotar a confiança que depositamos neles, aumentando ainda mais a proximidade, e possibilitando-os a:

  • Nos confortar e confrontar quando preciso;
  • Ouvir atenciosamente;
  • Dar conselhos;
  • Apontar os erros e nos incentivar a seguir em frente.

Toda a demonstração de afeto e compreensão, assim como as “broncas”, são muito importantes para nos ajudar diante dos conflitos internos. Mas, existem casos específicos que não basta apenas contar com o apoio do ciclo de amizade ou dos entes queridos. É preciso buscar tratamento psicológico para amenizar a dor, fortalecer o emocional e solucionar os problemas.

A importância do acompanhamento especializado quando é preciso desabafar

Sem dúvida, quando passamos por aflições, o amparo das pessoas mais próximas faz toda a diferença. Principalmente se eles são capazes de compreender nossos anseios e dar apoio moral em meio aos dilemas da vida. Mas, nem sempre a ajuda oferecida é suficiente. É importante que, para além de ouvir, a pessoa esteja pronta para acolher sem julgamentos.

Existem conflitos que, por mais simples que pareçam, necessitam de intervenção profissional, pois conseguem nos desestabilizar física e emocionalmente. Nesse momento de fragilidade é preciso reconhecer nossa incapacidade de lidar com os problemas e pedir socorro – “Não aguento mais, preciso desabafar urgente!”

Um amigo, um conhecido ou até mesmo um parente, podem e devem oferecer o ombro para chorar e enxugar suas lágrimas, mas o psicólogo ou psicoterapeuta conseguem, por meio da terapia, fazer com que você enxergue os aspectos obscuros. Isso é possível porque esses profissionais dispõem de:

  • Ferramentas necessárias para descobrir a raiz dos problemas que afligem os pacientes;
  • Técnicas para estimular a autoconfiança e impulsionar as pessoas a serem mais produtivas e viverem mais felizes;
  • Conhecimento para entender a mente humana para ajudar a moldar conexões neurais e padrões de comportamento.

Preciso desabafar: a terapia é o local apropriado para isso!

Às vezes, as pessoas deixam de buscar ajuda profissional por temer dividir sua intimidade com alguém que não conhece, ou devido ao preconceito que ainda existe com as pessoas que recorrem ao tratamento psicológico. Mas, a terapia é um espaço ideal para:

  • Abrir os horizontes;
  • Buscar alívio da dor psicológica;
  • Refletir sobre ações e posicionamentos inadequados;
  • Dividir as angústias e frustrações, sem sofrer julgamento;
  • Restaurar a saúde psíquica, abalada pelo estado emocional;
  • Aprender a enfrentar o medo de falar o que sente; e,
  • Estabelecer a comunicação eficaz quando o conflito é gerado pelos relacionamentos interpessoais.

É por meio da fala do paciente que o terapeuta consegue entender os conflitos existentes e oferecer o devido suporte emocional, ajudando-o a superar as crises. Então, se você está envolvido por um turbilhão de emoções que estão causando angústias, procure um terapeuta e converse a respeito.

Leitura indicada: “A psicoterapia pode ser a cura para problemas emocionais

Deseja marcar uma consulta com um dos nossos terapeutas? Acesse aqui: http://clinicaholos.com/agendar-consulta/

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Como controlar a ansiedade? Veja os tratamentos mais indicados

Como controlar a ansiedade diante de tantas preocupações? Como lutar contra a sensação de que o mundo vai engolir você e a angústia não vai passar? Se você quer encontrar as respostas, esse artigo foi feito para você. Acompanhe:

A ansiedade, considerada o mal do século, tem aprisionado muitas pessoas atualmente. É natural que você busque realizações pessoais e profissionais visando um futuro promissor, mas, se tiver excesso de preocupação com o futuro, sua mente pode adoecer. Por isso, saber como controlar a ansiedade é essencial para viver bem.

Existem várias medidas que podem ser tomadas para prevenir a ansiedade, como:

  • Praticar atividades físicas;
  • Fazer uma higiene mental – fugir de pensamentos negativos;
  • Ter uma alimentação saudável – o arroz integral, a quinoa, a aveia, o chocolate, dentre outros, têm importantes fontes de hormônios que combatem a ansiedade;
  • Fazer uso de calmantes naturais constantemente – suco de maracujá, chá de camomila, alface e outros.

Mas, o que é ansiedade?

A ansiedade é um estado onde a pessoa, levada por uma situação de medo, se preocupa excessivamente com o futuro, tendo dificuldade para realizar sua rotina diária. É um sentimento exagerado de antecipação. Ela provoca sintomas físicos e/ou psíquicos, como:

  • Falta de ar;
  • Taquicardia;
  • Enjoos e vômitos;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade para dormir;
  • Dores musculares;
  • Medo constante;
  • Dificuldade de concentração;
  • Angústia;
  • Nervosismo, e outros.

Se você sente alguns desses sintomas combinados, é preciso buscar ajuda profissional e não negligenciar a doença, pois ela pode evoluir de um quadro leve para o estado grave. Então, quanto mais rápido aprender como controlar a ansiedade, terá mais chances de vencer o medo e viver com mais tranquilidade.

Principais causas da ansiedade

Nunca houve uma geração tão ansiosa como a atual. Como controlar a ansiedade da população diante de uma rotina tão acelerada e movida pelo estresse? A necessidade de ter o controle da situação também é um indício de ansiedade, que pode ser causada por diversos motivos, tais como:

  • Fatores genéticos;
  • Redução da produção de substâncias no organismo como a serotonina, a dopamina e a norepinefrina, que são neurotransmissores responsáveis por dar ao cérebro a sensação de felicidade e bem-estar;
  • Rotina com elevado nível de estresse;
  • Má qualidade de vida e alimentação inadequada;
  • Questões hormonais (menopausa e TPM);
  • Abuso de substâncias psicoativas: nicotina, drogas, álcool; e,
  • Uso excessivo de redes sociais.

 

 

Mas como controlar a ansiedade? Veja os tratamentos indicados!

Você sabe como controlar a ansiedade? Existem diversas  técnicas alternativas de conter essa enfermidade, como: realizar acupuntura, fazer ioga, massoterapia e beber  chás calmantes. Porém, o tratamento psicológico é a melhor alternativa a ser realizada, pois através dele é possível identificar as causas do transtorno e tratar os danos causados por ele.

Em determinados casos, o psicólogo encaminha o paciente ao psiquiatra, que pode receitar ansiolíticos (medicamentos que ajudam no tratamento da ansiedade). Além do tratamento psicoterapêutico, a mudança no estilo de vida é muito importante para conter o distúrbio.

A área de psicoterapia da Clínica Holos

A Clínica Holos dispõe de um espaço amplo, onde são atendidos pacientes de todas as faixas etárias. Temos um quadro de profissionais especializados em psicologia e psiquiatria, qualificados para atender todos os tipos de transtorno de ansiedade. A Holos oferece alguns tratamentos psicoterapêuticos, como:

Como você já identificou os sintomas, e precisa tratar a ansiedade de forma eficaz, o ideal agora é escolher a abordagem que mais se identifica e agendar sua consulta.

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Meditação para ansiedade – Aprenda como controlar os sintomas

Você sabia que a meditação para ansiedade é uma técnica muito eficaz para quem precisa? Conheça quatro maneiras de se beneficiar com ela.

Você é uma pessoa que sofre por antecipação e tem dificuldade de aproveitar o presente por medo do que te espera no futuro? Então, pode estar sofrendo de ansiedade. Não deixe que ela te roube o melhor momento da sua vida – “o agora”, pela expectativa do que há por vir. Invista na meditação para ansiedade, isso vai te ajudar a:

  • Acalmar a mente e aumentar a concentração;
  • Diminuir o estresse;
  • Reduzir a tensão; e,
  • Melhorar sua autoestima.

Sentir aquele friozinho na barriga quando alguma mudança importante vai acontecer em nossas vidas é normal, mas viver o tempo todo ansioso é prejudicial à saúde.

Por isso, quando a mente não consegue se desligar das preocupações é preciso buscar ajuda psicológica para combater o medo, a angústia, e o sofrimento que tende a nos fazer reféns se não tomarmos a providência correta.

O acompanhamento psicológico é o principal tratamento no combate da ansiedade, embora existam terapias alternativas que atuam no alívio dos sintomas. As práticas de meditação para ansiedade utilizadas atualmente têm sido muito eficazes na restauração da saúde psíquica.

Ansiedade: o que é e como vencê-la

Viver num mundo de agitações, onde as cobranças intensas e o estresse fazem parte da rotina, favorece o surgimento de doenças psíquicas como a ansiedade. Além disso, existem pessoas que possuem uma predisposição genética para desenvolver essa enfermidade.

Mas, afinal, o que é ansiedade? Considerada o mal do século, a ansiedade é responsável por impedir que a pessoa realize suas atividades cotidianas devido ao estado psíquico em que se encontra.

Ela provoca desde sintomas físicos, como: aperto no peito, tremores, enjoo, tontura e diarréia, à sintomas psicológicos: preocupação excessiva e constante, dificuldade de concentração, insônia e outros.

É muito importante identificar a ansiedade e, se confirmadas as suspeitas, buscar ajuda especializada o quanto antes, pois se não for tratada pode evoluir e se tornar uma doença crônica. Além disso, essa enfermidade aumenta as chances de desenvolver outras doenças, como:

  • Psiquiátricas: depressão; síndrome do pânico;
  • Autoimunes: gripes; hepatite;
  • Cardiovascular: arritmia cardíaca; e,
  • Hormonais: hipertireoidismo; hiperadrenocorticismo.

4 dicas de meditação para ansiedade

Existem algumas técnicas de meditação para ansiedade bastantes fáceis e simples de serem realizadas, que ajudam a aliviar os sintomas. Conheça 4 delas e comece a colocá-las em prática:

  • Uma delas consiste em apenas dois passos: Primeiro – colocar os pés no chão e senti-los firmes no solo; Segundo – respirar e estar atento ao ar que sai dos pulmões. Você pode respirar por 5 segundos, segurar o ar por 7 e expirar por 9. Pode ser realizada em qualquer lugar e ajuda em casos leves de ansiedade. Nos casos mais graves a ajuda profissional é inevitável.
  • A respiração mindfulness: consiste em expirar e soltar o ar lentamente algumas vezes seguidas prestando atenção no momento presente. A técnica também pode ser feita em qualquer local e posição corporal. É realizada para ajudar pessoas com dificuldade de concentração, pois facilita o contato com o presente.
  • Outra meditação para ansiedade que ajuda a diminuir o estresse e melhora a autoestima pode ser realizada sentado com a coluna ereta ou deitado: Nessa técnica observa-se o próprio corpo, prestando atenção na respiração e evitando se apegar aos pensamentos que surgirem. Essa prática deve ser feita todos os dias por dez minutos, e se possível, pela manhã e pela noite.
  • Meditação para aumentar a concentração – é realizada em 21 dias. A pessoa senta-se confortavelmente em qualquer ambiente e observa-o, sem criticar o ambiente e sem se identificar com qualquer objeto ou pessoa. É importante a observação de si mesmo, focando no agora, e pensando em sentimentos bons.

Essas práticas de meditação para ansiedade, pela simplicidade que possuem, podem ser realizadas sem a necessidade de acompanhamento de um profissional, mas, a depender da intensidade do problema, um especialista na área de psicologia ou psiquiatria poderá indicar outras técnicas mais eficazes e/ou passar medicamentos naturais ou controlados. Por isso, se sofrer com a ansiedade, busque ajuda.

Se você sente que falta algo para que a sua vida fique completa, saiba que independentemente do que está acontecendo, mudar esse quadro e reverter essa situação é uma tarefa possível. Não acredita? Veja aqui como ser feliz pode ser bem fácil!

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Doenças psicossomáticas – entenda mais sobre elas

O homem é capaz de externalizar as suas emoções de diversas formas. Quando sua saúde psíquica está bem, é possível driblar os desafios diários e sentir-se fisicamente disposto. Mas, se for afetado por alguma das doenças psicossomáticas, passa a sofrer com múltiplos sintomas, que trazem prejuízos à saúde física e mental.

As doenças psicossomáticas são transtornos psiquiátricos, geralmente desencadeadas em situações de alto nível de estresse. Nesses casos, o estado emocional reflete no organismo, impactando negativamente na rotina diária, já que normalmente o paciente sente dores físicas, e tende a se isolar do seu meio social.

Principais sintomas físicos das doenças psicossomáticas

Para que haja um diagnóstico rápido, é importante que você perceba se está sofrendo com os sintomas provocados pelas doenças psicossomáticas. Dentre eles, destacam-se:

  • Sensação de falta de ar e sufocamento, que pode sugerir problemas pulmonares;
  • Tensão e dores musculares;
  • Sensação de dor no peito que pode ser confundida com infarto;
  • Diarreia ou prisão de ventre;
  • Dor e queimação no estômago, enjoo, piora da gastrite e da úlceras gástricas;
  • Crises de dor de cabeça, enxaqueca, alterações da visão, do equilíbrio, da sensibilidade, que podem facilmente ser relacionados à problemas neurológicos;
  • Piora da impotência e diminuição do desejo sexual.

Aspectos das doenças psicossomáticas

As doenças psicossomáticas caracterizam-se pela atribuição de um ou mais sintomas físicos (geralmente quem possui essa doença queixa-se de dor e cansaço extremo, entre outros) sem associá-los à instabilidade emocional. Quando uma pessoa sofre com as doenças psicossomáticas, ocorrem algumas situações em comum:

  • Há sensação real de dor;
  • Ao realizar exames clínicos ou laboratoriais não se encontram evidências que indiquem uma patologia que justifique os sintomas;
  • Normalmente confunde-se os sintomas com os de outras doenças (problemas gástricos, de coração, de pulmão, alergias, etc.);
  • O paciente tem dificuldade de aceitar o diagnóstico, o que dificulta o tratamento;
  • Há uma grande procura por médicos de especialidades diferentes e realização de exames variados.

Principais causas das doenças psicossomáticas

Alguns gatilhos como o estresse, a depressão e a ansiedade, são os principais geradores das doenças psicossomáticas, podendo alterar ainda mais o quadro psicológico em que o paciente se encontra se não forem tratadas de forma adequada.

O estresse

O estresse ocorre quando há aumento do cortisol na corrente sanguínea. Pessoas estressadas sentem sintomas como coração acelerado, respiração curta e aumento da pressão arterial. Ele pode atingir pessoas de todas as idades em diferentes níveis, a depender do meio social em que vivem e das atividades que realizam.

Saiba mais sobre os sintomas e causas do estresse

A depressão

A depressão é o estado de profunda tristeza em que a pessoa se encontra, onde o desânimo e o cansaço extremo são bastante evidentes. Ocorre quando há diminuição da serotonina, um neurotransmissor ligado ao bem-estar. Fisicamente, pessoas depressivas apresentam baixa imunidade e problemas inflamatórios.

Veja 6 sinais para identificar a depressão

A ansiedade

A ansiedade é um distúrbio causado pelo excesso de preocupação, de tensão e de medo em relação às pressões diárias no âmbito familiar, profissional, social ou financeiro ou antecipação exagerada de problemas futuros. O pessoa ansiosa tem nervosismo constante, insônia, problemas de concentração, dor no peito, respiração ofegante, entre outros sintomas.

Confira os sintomas do transtorno de ansiedade

Tratamento para doenças psicossomáticas

As doenças psicossomáticas podem se apresentar em diferentes níveis e intensidades a depender do histórico de vida do paciente diagnosticado, do meio em que está inserido e das relações interpessoais que estabelece, da visão de mundo que possui e principalmente da visão que tem sobre si mesmo.

Por se tratar de uma doença que atinge o estado psíquico, é imprescindível que haja o acompanhamento por um profissional da área da saúde mental, apesar do diagnóstico também poder ser realizado por médico clínico, pois o psiquiatra, o psicólogo ou psicoterapeuta estão mais aptos a indicar e promover ações que possam minimizar ou sanar as doenças psicossomáticas. Diante do grau de instabilidade emocional do paciente, o especialista da área deve indicar o tratamento mais adequado para cada caso, como:

  • Atendimento psicológico;
  • Psicoterapia;
  • Acompanhamento com psiquiatra, que pode indicar antidepressivos ou ansiolíticos;

Entre os tratamentos indicados, o atendimento psicológico é mais eficaz ao combate das doenças psicossomáticas, uma vez que o psicólogo atua de forma precisa para a melhora do convívio do paciente consigo mesmo e com o todo.

Se você tem dúvidas sobre estar sofrendo com as doenças psicossomáticas, não há melhor atitude que procurar um profissional para chegar a um diagnóstico preciso. Não espere mais para resolver algo que te incomoda tanto. Agende uma consulta, apenas a primeira, e converse sobre tudo que te aflige. Com certeza esse é o primeiro passo que te levará à paz interior.

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Tristeza profunda – o que fazer a respeito

Antes de mais nada, gostaríamos de iniciar este texto dizendo que não existe tristeza profunda o suficiente, que não permita alguém de encontrar a felicidade e de se libertar das situações ou motivos que ocasionam este sofrimento e dor.

Se você está lendo este texto, provavelmente está à procura de ajuda para alguma situação em sua vida com a qual você não sabe lidar, ou talvez se encontre neste estado de tristeza profunda.

Tudo bem, sempre na vida precisaremos de ajuda, e não há nada de mal em externar e procurar auxílio quando é necessário, pois pedir ajuda nunca é um sinal de fraqueza, derrota, ou um incômodo, e sim uma defesa inteligente para se ver livre de algo que incomoda.

É importante ressaltarmos, ainda que seja extremamente repetitivo, que sentir-se triste durante muito tempo não é algo natural. A nossa mente possui defesas que tornam possível reagir às situações que nos entristecem, e nosso organismo acompanha este processo nos deixando mais dispostos e novamente aptos a realizar as nossas tarefas do dia a dia.

Por isso, reconhecer-se neste estado de uma tristeza profunda e duradoura é um sinal que precisa ser dividido com quem ama, compartilhando a forma como você se sente, e o que tem enfrentado durante este período.

Você tem medo de falar sobre sua tristeza profunda, ou acredita ser um incômodo para os outros?

Existem muitas ideias e suposições que nos desestimulam, ou que nos levam ao isolamento. É comum nesta situação sentir-se constrangido ao tentar expressar o que se sente a parentes e amigos, mas, esse obstáculo é facilmente superado, uma vez que você externaliza sua dor.

Outro preconceito que pode lhe parar na tentativa de buscar ajuda, é o receio de procurar um profissional da área de psicologia embasado em alegações como “quem vai a psicólogo é quem tem problema sério”, ou argumentações que o façam acreditar que o seu problema se trata de uma fraqueza pessoal.

A tristeza profunda pode ser um sinal do seu corpo alertando que a sua saúde emocional não está em conformidade. Não tenha medo de procurar um psicólogo. Ele não irá te julgar, e dará direcionamentos que o ajudarão a compreender a natureza do que você tem passado, e também sugerir formas para que você lide melhor com a sua tristeza.

Vamos agora descrever alguns comportamentos e ideias para que você ponha em prática e supere a tristeza que tem te impedido de  viver bem, e também para que você possa desenvolver uma vida emocional mais saudável.

Atividades físicas

Pôr em ordem os horários e dedicar-se a uma atividade física ou um esporte traz benefícios para o seu corpo e mente. As atividades e exercícios estão diretamente ligadas a produção das “substâncias do prazer”, tais como a dopamina, noradrenalina e serotonina.

Estas substâncias normalmente se encontram em níveis muito baixos no organismo de pessoas que estão tristes ou deprimidas há muito tempo. Por isso, a prática de esportes e atividades físicas regulam o nosso organismo no que tange aos níveis necessários delas, e fornecem uma proteção fisiológica eficaz contra doenças como a depressão.

Ajude outras pessoas

Parece ser algo incoerente, uma vez que você acredita que você pode ser o necessitado de ajuda, mas existe um segredo valioso ligado a esquecer um pouco de si, e cuidar de alguém.

Todas as vezes que prestamos atenção no que está fora, tiramos um pouco o foco sobre nós mesmos, e com isso aliviamos as tensões e nos colocamos em uma dinâmica diferente da que estávamos acostumados.

Isto fará com que você se sinta útil, e também que olhe seus próprios problemas de forma diferente, uma vez que coisas que pareciam grandes, podem não ser mais tão ameaçadoras.

Trabalhe e crie compromissos para si mesmo

De fato, a ociosidade é uma terrível auxiliadora para a sua tristeza profunda. Não é à toa que a máxima conhecida por nossos avós “mente vazia é oficina do diabo”, possui algum sentido verídico.

Estar desocupado permite que estejamos revisitando constantemente as nossas tristezas e problemas, e este tempo desperdiçado deveria dar lugar a atividades que o fariam estar focado em outros contingentes, e por tabela o levaria a produtividade e ações que lhe trariam satisfação e bem estar. Ser útil para si mesmo e para os outros é uma grande arma contra a tristeza.

Coloque ao seu redor quem te ama e quer te ajudar

De fato, um dos melhores antídotos para a tristeza, a dor e o sofrimento, é o afeto. Estarmos rodeados de quem se importa com a nossa vida e quer nos fazer bem. Por isso, converse com seus amigos e parentes, desenvolva atividades interessantes com eles, os insira em suas dificuldades, não tenha receio de pedir “colo” a quem você se sente confortável e tem intimidade. O afeto faz bem e o ajudará a esquecer as sensações ruins e a tristeza que o aflige.

Aceite as coisas que te entristecem

Sei que parece contraditório, mas às vezes o que precisamos é viver o nosso momento de dor e aceitá-lo. Tente não se julgar durante esse período, e não use de artifícios, principalmente coisas que você não faria, para tentar se sentir melhor.

Dividia o que você sente com seus amigos e parentes e a forma com que você tem pensado. Continue a desenvolver as atividades que são construtivas para a sua vida, mas vivencie os momentos de tristeza sem tentar fugir deles a qualquer custo. Tudo ficará bem assim que o tempo necessário para a compreensão dos fatos passar.

Esteja certo que tudo realmente vai ficar bem, que para todo sofrimento existe um período de dor e um período de cura, e é necessário que vivamos estes com resiliência e esperança. E se você não estiver conseguindo lidar com o que está vivenciando, a melhor atitude é procurar a ajuda de um profissional, e comunicar aos seus amigos sobre esta decisão. Você merece ser feliz, e com certeza achará a sua felicidade.

Converse com um de nossos profissionais. Agende uma consulta.

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Eu tenho ansiedade? Confira os sintomas do transtorno

 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é a nação campeã em pessoas que sofrem algum tipo de transtorno de ansiedade: mais de 9% da população do país.

Esse mal já é considerado um problema sério de saúde pública no mundo, afetando diretamente os gastos públicos no setor e índices econômicos, pois causa queda de produtividade e concentração nos indivíduos acometidos por ela.

A ansiedade é caracterizada por sentimentos exacerbados de antecipação com relação à um fato que pode acontecer no futuro. Isso gera medo e tensão, que se refletem de forma psicológica e até física, como a aceleração dos batimentos cardíacos, dentre outras sintomas.

Ela se torna um transtorno quando essa sensação se repete com muita frequência ou por longos períodos, afetando diretamente a vida e o convívio social das pessoas.

Se você se pergunta continuamente “eu tenho ansiedade?” e que saber mais sobre o assunto, continue lendo esse post e descubra tudo que é preciso sobre tal transtorno, seus sintomas, tipos e tratamentos!

Como saber se eu tenho ansiedade?

Medo e ansiedade são sentimentos completamente normais para os seres humanos. Foram eles que fizeram com que nossos ancestrais se dessem conta dos perigos do mundo das cavernas.

Assim, eles fabricaram armas, se organizaram em vilas e cidades para se proteger melhor. Isso cooperou no desenvolvimento das sociedades durante a história do homem.

Contudo, quando a ansiedade contínua atrapalha a vida do indivíduo, a ponto de impedi-lo de cumprir certas atividades ou frequentar lugares específicos, ela é considerada um transtorno.

No sentido fisiológico, ela age no nosso corpo como uma reação instintiva e irracional, quase como um reflexo, igual ao ato de se aparar com as mãos em uma queda ou quando protegemos o rosto, caso lancem algum objeto em nossa direção.

Essas ações ativam o chamado Sistema Nervoso Simpático, responsável por ações ligadas ao estresse, como iniciar uma discussão, fugir de uma situação ou local perigoso ou desagradável, dentre outros.

Sintomas da ansiedade

A ativação da área Simpática do nosso Sistema Nervoso, promove a liberação da adrenalina, que promove vários estímulos, tanto físicos, quanto psicológicos. Dentre eles, estão:

  • dificuldade para se concentrar;
  • sensação exagerada de medo;
  • nervosismo;
  • distúrbios no sono;
  • sentimento de descontrole;
  • aumento da irritabilidade;
  • intensificação dos batimentos cardíacos;
  • dificuldade de respirar;
  • sudorese;
  • cansaço;
  • fraqueza;
  • tremores;
  • frieza nas extremidades do corpo (mãos e pés);
  • diarreia;
  • boca seca;
  • náusea;
  • tensão muscular.

Além de todos esses sintomas, o transtorno de ansiedade pode gerar ataques de pânico, o que pode levar a doenças ainda mais graves e que exigem um tratamento especializado contínuo, como a Síndrome do Pânico.

Quais os principais tipos de transtornos de ansiedade?

Os transtornos de ansiedade podem ser classificados em diferentes níveis e tipos de acordo com a sua recorrência, intensidades e outros fatores. Aqui, vamos listar os principais deles, suas características e como identificá-los da maneira correta.

Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

O TAG é a preocupação excessiva e contínua sobre vários aspectos da vida de uma pessoa. Ele não possui um gatilho específico para atuar pois a pessoa vive constantemente tensa com tudo que acontece ao seu redor.

Apesar de suas causas exatas ainda não serem conhecidas, esse transtorno tende a atingir mais as mulheres. Entre os outros fatores estão a menopausa, distúrbios na tireoide, propensões genéticas e traumas na infância.

Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

O TEPT é causado por sinais físicos, mentais ou emocionais que relembram ao indivíduo situações traumáticas vividas anteriormente, como um acidente, violência sofrida, morte de um ente querido, dentre várias situações.

Na memória do indivíduo, aquela situação desencadeia uma sensação de perigo, tanto para si quanto para os que o rodeiam.

Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)

O TOC, por sua vez é considerado um transtorno de ordem psiquiátrica e, portanto, necessita de tratamento psicoterapêutico aliado ao medicamentoso. Ele é marcado pela sequência de comportamentos de forma repetitiva, compulsiva e, muitas vezes, obsessiva.

Dentre os tipos mais conhecidos de TOC estão a mania de limpeza obsessiva, organização rígida e exagerada e a ocorrência contínua de pensamentos negativos, agressivos, de cunho sexual ou religioso.

Fobias

A fobia é considerada um medo totalmente ilógico de alguma situação, animal, objetivo ou atividade. Ela normalmente é totalmente ilógica e descolada da realidade, muitas vezes não sendo o objetivo da fobia realmente nocivo ao indivíduo. Entre as fobias mais conhecidas, estão:

  • aracnofobia: medo de aranhas;
  • agorafobia: medo de ficar sozinho em lugares amplos ou públicos;
  • acrofobia: medo de altura;
  • aicmofobia: medo de agulhas;
  • claustrofobia: medo de lugares fechados;
  • catsaridafobia: medo de barata;
  • coulrofobia: medo de palhaços;
  • fobia social: medo exacerbado de lugares públicos ou outras situações de interação social;
  • nictofobia: medo do escuro.

Como é realizado o tratamento contra a ansiedade?

Muitos tratamentos são recomendados para melhorar os problemas provocados pela ansiedade. Contudo, é necessário o acompanhamento de um profissional especializado na área. É ele quem vai indicar, a partir do diagnóstico do transtorno com o qual o paciente sofre, a melhor forma de tratá-lo, com psicoterapia e medicamentos ou não.

Entre os medicamentos tradicionais alopáticos mais usados estão os ansiolíticos, antidepressivos e antipsicóticos, adotados de acordo com o tipo e a intensidade do transtorno.

Existem também os medicamentos e técnicas naturais utilizados para acalmar a ansiedade. Entre elas estão fitoterápicos, florais, chás de ervas especiais, como a raiz de Valeriana e Camomila, sucos, técnicas de meditação respiração e relaxamento, como Yoga e Pilates, além de terapias em grupo e maneiras pessoais para encontrar o relaxamento (como pessoas que usam banhos mornos para tal).

Ficou curioso e se perguntando “será que eu tenho ansiedade mesmo?”. Então confira agora o nosso quiz e descubra se você sofre desse transtorno e qual o próximo passo para tratá-lo!

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Como saber se eu tive um ataque de pânico?

Com o estresse, correria e ritmo frenético da vida moderna, o cotidiano das pessoas mudou completamente comparado ao de seus avós, por exemplo. Somos cobrados a todo o tempo seja na vida profissional, nos estudos, nos objetivos pessoais, família e na nossa aparência. Com toda essa pressão, algumas pessoas chegam ao que consideram o seu limite, com quadros de medo e angústia extremos, e se perguntam: Eu tive um ataque de pânico?

Antes de desesperar-se, é necessário contextualizar essa situação. Só no Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas sofre de algum transtorno de ansiedade, o que, em casos agudos, pode levar a quadros de pânico, que assola cerca de 11% de adultos todos os anos. Por isso, é necessário diferenciar os sintomas do transtorno de ansiedade, de crises, como um ataque de pânico e da síndrome de pânico, muito mais grave e delicada.

Neste artigo vamos abordar a diferença entre esses quadros, como diferenciá-los, seus sintomas e indícios, além de orientações de onde e como procurar um especialista para o caso. Continue lendo e descubra.

O que é o transtorno de ansiedade?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase 250 milhões de pessoas no mundo sofrem de transtorno de ansiedade. O Brasil é campeão nesse aspecto, com uma taxa três vezes maior que a média mundial: cerca de 9% da população sofre desse mal.

A ansiedade é considerada uma resposta normal e instintiva dos seres humanos, fruto da evolução da espécie, visando defender sua sobrevivência. Ela vem do medo e da percepção de que algo potencialmente perigoso se aproxima, desencadeando várias reações físicas, como aumento dos batimentos cardíacos, maior irrigação sanguínea, da força muscular e promove uma percepção mais aguçada de todos os sentidos.

Isso significa que, ainda na época das cavernas, o medo e a ansiedade serviram como armas para a sobrevivência. Foram eles que fizeram nossos ancestrais fugir ou atacar animais perigosos, andar em conjunto para se protegerem mutuamente, criar armas e, até começar a se abrigar em cavernas, para se protegerem melhor.

O transtorno de ansiedade é evidente quando as situações se tornam frequentes, desproporcionais, duram por muito tempo e afetam o cotidiano e as relações das pessoas. Normalmente, quadros agudos podem causar ataques de ansiedade, os chamados “ataques esperados”. Por exemplo, se alguém tem fobia à sapos, é completamente natural ela se desesperar ao encontrar um.

Contudo, a ansiedade exacerbada também pode levar a outro caso extremo, sem conexão direta à um medo específico ou situação lógica determinada. Esses quadros agudos são chamados de ataques de pânico.

Afinal, eu tive um ataque de pânico?

O ataque do pânico é fruto de uma reação extrema do organismo ocasionada pela ansiedade causada por uma determinada situação, que não necessariamente oferece perigo ao indivíduo.

Apesar de mais comum do que se imagina, a recorrência de crises desse tipo é perigosa para as pessoas, pois podem desenvolver traumas e quadros paranoicos, pelo medo de sentir novamente a sensação anterior. Quadros muito recorrentes desses ataques podem levar ao desenvolvimento da síndrome do pânico.

Abaixo, vamos falar dos principais sintomas e do tratamento para esse quadro.

Principais sintomas dos ataques de pânico

No parâmetro fisiológico, os ataques ou crises de pânico acontecem decorrentes de uma grande descarga hormonal no corpo que causam diversos sintomas, que variam para cada pessoa. Dentre os principais, estão:

  • Sentimento de perigo de forma iminente;
  • aumento na sudorese de forma intensa;
  • intensificação dos batimentos do coração que, muitas vezes, pode ser confundido com um ataque cardíaco, com uma intensa dor no peito;
  • calafrios e tremores no corpo;
  • medo intenso e ilógico da morte ou tragédias;
  • sensação de “perda de controle”;
  • pensamentos de “estar enlouquecendo”;
  • sentimentos de despersonalização, como se a pessoa “saísse de si mesmo”;
  • sentimentos de “irrealidade” com relação à situação vivida;
  • sensação de sufocamento e falta de ar;
  • sensações de formigamento ou dormência, a chamada parestesia;
  • desconforto na barriga;
  • náuseas;
  • tontura, sensação de desmaio e instabilidade;
  • sensação de ondas intensas de calor;
  • sensação de indiferença às pessoas ao redor;
  • hiperventilação;
  • sensação de fechamento da garganta;
  • problemas para deglutir;
  • alterações severas no sono.

Tratamentos para os ataques de pânico

O paciente pode ser considerado passível de ataques de pânico quando dois ou mais dos sintomas descritos acima possam ser observados agindo conjuntamente. Em geral, ataques desencadeados sem motivos aparentes, como fobia real ou perigos eminentes, que tenham sua ocorrência por 10 minutos ou mais e que geram ansiedade e medo com relação a um novo ataque ao paciente, podem ser fortes indícios.

É necessário levar em consideração também se o indivíduo fez uso de substâncias que desencadeiam tais efeitos, como certos medicamentos, álcool e drogas ilícitas. Elas podem ser a causa desses ataques, principalmente em adolescentes, mais suscetíveis por culpa de todas as mudanças hormonais e psicológicas da fase.

Para o seu tratamento, é necessário buscar ajuda de um especialista, que irá indicar qual a abordagem mais adequada para o perfil do paciente e a intensidade das crises. Para alguns, somente a psicoterapia já causa efeitos benéficos e evita o aparecimento de novos ataques. Em outros casos, é necessário associar o tratamento psicoterápico ao psiquiátrico, com a introdução de medicamentos.

Quais as diferenças entre ataque e síndrome do pânico?

Enquanto nos ataques de pânico o indivíduo reage de forma exacerbada à ansiedade causada por um fato ou contexto, na síndrome do pânico essa sensação torna-se generalizada e muito mais recorrente. Em certos casos, ela leva à reclusão social da pessoa, por medo que a situação se repita.

Segundo dados da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 10% da população tem a propensão de passar por crises sem causa aparente. Dessas, em média 3,5% podem desenvolver a síndrome do pânico.

As causas concretas dessa síndrome ainda não são claras. Dentre os fatores possíveis de desencadeamento estão fatores genéticos, tendência à irritabilidade constante, o estresse cotidiano e até questões neurológicas, como a maneira como o cérebro assimila e interpreta certos estímulo e contextos.

Em geral, o número de mulheres afetadas pela síndrome do pânico é três vezes maior. Entre as faixas etárias mais atingidas estão jovens recém-saídos da adolescência e adultos com cerca de 30 anos de idade. Seu tratamento deve ser acompanhado de perto por um equipe multiprofissional, composta tanto por psicoterapeuta quanto por psiquiatra, para suporte medicamentoso.

Se você se  fizer a pergunta “Eu tive uma crise de pânico?”, cuide-se e agende consulta com um especialista. Conhecer-se e prevenir-se de complicações que podem afetar o seu bem-estar e qualidade de vida é sempre o melhor caminho!

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