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Amnésia Infantil – Entenda o porque

Você se lembra do seu aniversário de 1 ano? Ou quando ganhou seu primeiro brinquedo? É normal não ter as memórias de quando éramos crianças e essa condição é apelidada pelos neurocientistas de Amnésia Infantil.
As memórias que conseguimos manter ao longo tempo começa a ser formadas a partir dos 30 meses de idade, ou seja, dos dois anos e meio. Antes disso não somo capazes de armazenar memórias por mais de um mês, apesar de que essas experiências vividas na infância possam resultar em traumas ou em emoções criadas através de associações.
Há várias teorias e estudos que tentam entender o porque da amnésia infantil. Alguns neurocientistas acredita que isso se deve as constantes mudanças estruturais que acontecem no cérebro das crianças. Isso porque o sistema nervoso ainda não está completamente desenvolvido nos primeiros meses de vida, o que faz com que os conhecimentos e experiências sejam registradas e arquivadas de outra forma, sendo menos acessíveis mas ainda assim influentes.
Outra explicação, um pouco semelhante, enfatiza que durante a infância a criança processa muitas novas informações para o cérebro, o que gera uma alta taxa de rotatividade e ocasiona a amnésia. Isso porque os bebês produzem novos neurônios em um ritmo muito acelerado e essa produção vem do hipocampo, que é onde as memórias são armazenadas. Estudos apontam que o cérebro de uma criança pesa cerca de 25% do peso que terá na vida adulta.
Já a psicologia defende que as memórias de quando crianças são armazenadas, porém em uma linguagem diferente, tornando-as impossível de acessa-las. Mas, ainda assim, essas memórias produziram efeitos nas nossas vidas e podem impactar nas emoções e medos que sentimos.
Ou seja, por mais que não tenhamos ou não possamos acessar essas memórias, elas vão causar algo em nós e contribuir para a formação dos indivíduos.

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Aliviando tensões com a música

Há quase 20 anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a importância de inserir a musicoterapia nos centros de saúde. Mas foi há séculos que o homem começou a utilizar dessa arte também para essa finalidade.

Entre os benefícios da técnica, existe o fortalecimento do vínculo afetivo entre mães e bebês e a promoção do autoconhecimento entre adultos, além de ajudar em casos de reumatismo, Parkinson, fibromialgia, esclerose múltipla, disfunções vocais e de fala, depressão, insônia, pânico, problemas respiratórios, entre outras disfunções.

O efeito é real e se dá pela vibração do som, que desbloqueia o sistema nervoso, ativa o sistema glandular, leva ritmo ao sistema cardiopulmonar, libera tensões musculares e coloca em movimento o sistema metabólico-locomotor.

Seja qual for a indicação, cada caso envolve uma prescrição específica de melodias escolhidas conforme o tratamento a ser realizado e as características físicas, mentais e sociais do paciente. Não há restrição de estilos ou gêneros, o importante é que a música atue como um meio de transformação e nunca reforçando a patologia.

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