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O Transtorno Obsessivo Compulsivo e seus níveis

O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade, que tem como principais características as crises compulsivas de comportamento, e pensamentos repetitivos e obsessivos.

O TOC atinge entre três e quatro milhões de pessoas no Brasil, e pode ter diferentes níveis de gravidade e interferência na vida de quem sofre desse tipo de transtorno.

A obsessão trata-se de ideias repetitivas, que invadem a mente de maneira incontrolável e irreprimível. Esses pensamentos levam às pessoas que possuem TOC, a adotarem certos tipos de compulsões – ações recorrentes e incontidas, como uma forma de aliviar as angústias e controlar a ansiedade.

Níveis do Transtorno Obsessivo Compulsivo

A pessoa diagnosticada com TOC geralmente segue regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que normalmente são respostas à preocupações excessivas com limpeza, higiene, contaminações, organização metódica, verificações constantes de segurança e outros diversos motivos.

Essa preocupação, e as ações geradas a partir delas, sejam psíquicas ou comportamentais, dividem-se em três níveis:

  • TOC com predomínio de pensamentos, quando as ideias e imagens obsessivas que surgem na mente geram pensamentos invasivos e repetitivos.
  • TOC com predomínio de comportamento compulsivo, quando o indivíduo pratica hábitos tão repetitivamente, que eles se tornam rituais necessários.
  • TOC tipo misto, quando os pensamentos obsessivos levam à ações compulsivas.

As pessoas que possuem Transtorno Obsessivo Compulsivo podem, também, apresentar dificuldades em pronunciar certas palavras, indecisões ocasionadas por medos intensos e pensamentos agressivos relacionados à morte.

Tratamentos para o Transtorno Obsessivo Compulsivo

Antes que o TOC gere obsessões e rituais que possam provocar mudanças intensas que atrapalhem o cotidiano de quem o possui, é importante buscar um tratamento adequado.

O tratamento pode ser medicamentoso ou não, fazendo uso de antidepressivos inibidores da receptação de seretonina. A terapia também é fundamental para expor o paciente à situações que gerem ansiedade. Há também abordagens mais leves que incentivam à prática de atividades físicas, meditação e acupuntura.

Alguns casos mais graves de TOC podem precisar de tratamento e acompanhamento constante por toda a vida. Mas, o mais importante é garantir que as pessoas que tenham algum tipo de Transtorno Obsessivo Compulsivo procure a ajuda psicológica antes que os sintomas se intensificarem.

Para saber qual o tipo de tratamento que melhor se encaixa ao seu perfil, consulte aqui as abordagens que a Clínica Holos oferece!

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Como se difere a compulsão de um consumo

Muitos transtornos de comportamento são considerados desvios de caráter. Até pouco tempo atrás, não havia um diagnóstico para quem tivesse sintomas compulsivos no ato de comprar. Isso era considerável “irresponsável” e não existia a compreensão do sofrimento interno do paciente.

O cérebro do compulsivo pode ser considerado como viciado. Toda compulsão oferece, num primeiro momento, um prazer extremo, a sensação de ser recompensado é intensa. Mas, em pouco tempo, todo o maravilhamento da compra se esvai, e como o cérebro do compulsivo já aprendeu a se satisfazer através de compras, é impulsionada a repetir o ato.

O critério para identificar a patologia é perceber se há prejuízo em alguma área da vida, seja ela financeira, pessoal, social, etc. Por exemplo, está comprando coisas que não pode pagar ou que não terão muita utilidade? Está deixando de fazer outras atividades saudáveis para fazer compras? Seu armário tem mais coisas do que seria possível armazenar? Pense nisso. Queremos te ver bem!

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Excessos: você os vê em sua vida?

Os hábitos movimentam o nosso sentido de felicidade: tendo isto ou tendo aquilo serei mais feliz, preencherei um “vazio” que há em mim.

Comer, beber, fumar, jogar, limpar, comprar, amar, depender afetivamente de alguém, mentir, ter ciúme, dentre outros. São muitas as opções de excessos que podemos ter, muitas vezes, sem ver. As causas do comportamento compulsivo podem ser as mais variadas: predisposição, hábitos aprendidos ou histórico familiar, e até razões biológicas. Ao percebermos que algo “é demais” o hábito passa a preocupar.

Se por trás desta compulsão existe um descompasso, um desequilíbrio, é importante canalizar esta energia em outras atividades e procurar “retirar” o foco do comportamento excessivo. Se você identifica os excessos em sua vida, procure analisar os afetos que lhe faltam e como você tem canalizado suas forças.

É preciso analisar se você tem buscado o ter ou fazer, em troca do ser. Porque é aí que mora o perigo!

Marque uma consulta. Fique bem!

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Don Juanismo: uma compulsão à sedução

Don Juan é um personagem literário símbolo da libertinagem. O indivíduo que sofre da síndrome de Don-juanismo tem uma personalidade que necessita seduzir o tempo todo e, quando aparentemente se apaixona, uma vez que conquista, abandona.

Pessoas com traços de Don Juan não conseguem ficar apegados a uma pessoa determinada, partindo logo em busca de novas conquistas sem ao menos se importar com os sentimentos do outro. A ele, só o que interessa é o instante do prazer e o triunfo sobre sua conquista, e quanto mais difícil, mais interessante ela é.

O narcisismo desses indivíduos é uma das suas características mais marcantes. Eles amam muito mais a si mesmos que a qualquer outra pessoa que venha a conquistar.

Há autores que acreditam que o Don-juanismo é um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles não constituem família com nenhuma de suas conquistas e acabam vivendo para sempre com suas mães.

Sobre o tratamento, o que realmente pode ajudar esses indivíduos seriam psicoterapias, onde as causas da síndrome seriam buscadas e pesquisadas minuciosamente, a fim de tentar reverter ideias, pensamentos e comportamentos consequentes que deram origem à síndrome de Don-juanismo.

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