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O mau humor constante pode ser princípio de alguma doença psicológica

Para muitas pessoas o mau humor constante é entendido como o jeito de ser do sujeito, algumas pessoas se reconhecem mau humoradas há anos, o que pode dificultar a procura por uma ajuda especializada nos casos em que o mau humor signifique algum transtorno psicológico, como a depressão, por exemplo.

Entendendo a depressão 

A depressão é um problema de saúde pública, considerada pela Organização Mundial de Saúde- OMS (2012) como o mal do século XXI que acomete quase 5% da população, representando mais de 350 milhões de pessoas em todas as regiões do mundo.

Segundo o psiquiatra Shekha Saxena (2012), diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias Psicoativas da OMS, as mulheres são mais propensas a sofrerem com a depressão, 50% a mais do que os homens, sendo atribuída essa prevalência à depressão pós-parto que afeta até uma mãe em cada cinco.

A OMS afirma que essa doença é crescente na população e que é fruto da interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos e em algumas ocasiões está relacionada com a saúde física. 

Saxena (2012) afirma ainda que mais de 50% das pessoas que cometeram suicídio sofriam de depressão.

A OMS chama a atenção para a necessidade de o indivíduo admitir a doença, procurar ajuda e um diagnóstico precocemente: “Quanto antes for iniciado o tratamento, mais eficiente ele é”, diz a OMS. 

Como diagnosticar se o mau humor constante tem relação com a depressão

O Transtorno Depressivo Maior – TDM causa sofrimento e imobilidade no indivíduo. O Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais, em sua quinta edição, DSM-5 (APA,2014) define critérios para o diagnóstico: “ A característica comum é a presença de humor triste, vazio ou irritável, acompanhado de alterações somáticas e cognitivas que afetam significativamente a capacidade de funcionamento do indivíduo”. Para que o TDM seja diagnosticado o indivíduo deve apresentar cinco ou mais dos sintomas elencados no item “ A”, ipsis litteris, transcritos abaixo: 

  1. Cinco (ou mais) dos seguintes sintomas estiverem presentes durante o mesmo período de duas semanas e representam uma mudança em relação ao funcionamento anterior; pelo menos um dos sintomas é (1) humor deprimido ou (2) perda de interesse ou prazer. 

1.Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, conforme indicado por relato subjetivo (p. ex., sente-se triste, vazio, sem esperança) ou por observação feita por outras pessoas (p. ex., parece choroso). (Nota: Em crianças e adolescentes, pode ser humor irritável.) 

2.Acentuada diminuição do interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades na maior parte do dia, quase todos os dias (indicada por relato subjetivo ou observação feita por outras pessoas). 

3.Perda ou ganho significativo de peso sem estar fazendo dieta (p. ex., uma alteração de mais de 5% do peso corporal em um mês), ou redução ou aumento do apetite quase todos os dias. (Nota: Em crianças, considerar o insucesso em obter o ganho de peso.) 

4.Insônia ou hipersonia quase todos os dias. 

5.Agitação ou retardo psicomotor quase todos os dias (observáveis por outras pessoas, não meramente sensações subjetivas de inquietação ou de estar mais lento). 

6.Fadiga ou perda de energia quase todos os dias. 

7.Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva ou inapropriada (que podem ser delirantes) quase todos os dias (não meramente auto recriminação ou culpa por estar doente). 

8.Capacidade diminuída para pensar ou se concentrar, ou indecisão, quase todos os dias (por relato subjetivo ou observação feita por outras pessoas). 

9.Pensamentos recorrentes de morte (não somente medo de morrer), ideação suicida recorrente sem um plano específico, uma tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio. 

O número e a gravidade dos sintomas classificam o episódio depressivo em três graus: leve, moderado e grave. Os critérios mínimos para o diagnóstico de episódio depressivo envolvem dois dos três sintomas principais (humor deprimido, perda de interesse ou prazer e energia reduzida), podendo ser acompanhados de outros sintomas, tais como redução da concentração e atenção, assim como, da autoestima e da autoconfiança, aliados a prejuízos funcional ou social.

Para Wright et al. (2012) a desesperança é um sintoma central da depressão, sendo uma cognição especialmente danosa, com comportamentos desadaptativos.

A depressão pode sugerir a ideação suicida e o consumo do ato devido a complexa mistura de fatores biológicos, cognitivos, emocionais, ambientais e espirituais.

Tratamento para o mau humor constante

Segundo a OMS (2012) o tratamento para a depressão perpassa pelas áreas psicossociais e farmacológicas, sendo essencial a participação ativa das pessoas deprimidas e de seus parentes. 

Em ampla escala, o tratamento da depressão deveria começar com a psicoeducação nas escolas e em outras instituições da sociedade, sobre o transtorno da depressão maior.

A Organização Mundial da Saúde (OMS, 2001) prevê que, até 2020, a depressão será a segunda maior causa de incapacitação para o trabalho, perdendo apenas para doenças cardíacas. Por ser um fenômeno crescente, atingindo públicos amplos sem distinguir sexo, classe econômica ou faixa etária, não é exagero referir-se a ela como o mal do século XXI.

A pessoa deprimida possui mau humor constante, uma visão negativa de si mesma, uma visão negativa do presente e uma visão negativa do futuro; visões perceptivas que reforçam a desesperança.

A desesperança é uma cognição, uma crença de um futuro sem perspectivas. O indivíduo que apresenta crença de desesperança tende a prever o futuro sem expectativas, perde a motivação pela vida e seu desejo de viver é arruinado.  Assim, o paciente com desesperança se percebe anormal, defeituoso, falho e, diante disso, acredita que não tem valor, subestimando suas potencialidades (Beck et al., 1997). 

A psicoterapia ajudará a pessoa com mau humor constante, tristeza profunda, depressão, etc, a avaliar melhor as reais circunstâncias das suas experiências, dores e dissabores, proporcionando ao paciente novas perspectivas, visando uma interpretação mais positiva de suas interações com o ambiente.

Marbackl e Pelisololl (2014) concluem que a aliança terapêutica é o foco fundamental, que vai amparar estratégias mais objetivas como resolução de problemas, busca de apoio social, manejo de impulsos e prevenção à recaída. 

Perceba como está o seu humor e se precisar não hesite em fazer contato com a Clínica Holos, estaremos prontos para te ajudar!

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Conheça os tipos de depressão e suas principais características

Sentir-se um pouco triste e desanimado em alguns momentos é algo normal, mas quando a tristeza e o desânimo persistem te impedindo de seguir em frente, pode ser um sinal de depressão. Existem diferentes tipos de depressão, mas alguns  sintomas são comuns a todos eles.

A depressão é um distúrbio afetivo que produz alteração do humor e se caracteriza por uma tristeza profunda e falta de interesse generalizado. Atinge milhares de pessoas, em diversas faixas etárias.

Você sabe o que sente uma pessoa com depressão? São muitas queixas que a pessoa depressiva possui e uma variedade de sintomas que se apresentam com intensidades diferentes a depender do estágio em que o paciente se encontre. É muito importante tratar o quanto antes a doença para evitar sua evolução.

Sintomas da depressão

As pessoas podem manifestar a depressão de diversas formas. Existem casos difíceis de se diagnosticar, pois a doença pode ser confundida com um mau-humor corriqueiro ou irritabilidade. Por isso, é importante estar atento aos sinais.

Entre os sintomas mais comuns da depressão, temos:

  • Cansaço;
  • Ansiedade;
  • Angústia;
  • Baixa autoestima;
  • Alterações do sono;
  • Medo e insegurança;
  • Dificuldade de concentração;
  • Desânimo e pessimismo.

Principais causas da depressão

As pessoas podem desenvolver a depressão por fatores genéticos, gatilhos internos ou externos.  Problemas como traumas de infância não superados, algumas doenças físicas, consumo de drogas lícitas ou ilícitas, viver em constante situação de estresse, são motivos para adquirir algum dos tipos de depressão ao longo da vida.

Desse modo, identificar a causa da doença é essencial para o tratamento adequado, que consiste sobretudo em recuperar o estado emocional abalado. Para isso, é necessário buscar ajuda especializada, com profissionais aptos a prestar o atendimento necessário.

Como prevenir a depressão

Muitas pessoas vivem atualmente uma rotina acelerada e acabam deixando de lado atividades importantes para preservação da saúde mental. Porém, cuidar da saúde física e psíquica é fundamental no combate à depressão. Algumas práticas simples podem ajudar:

  • Ter uma boa alimentação;
  • Praticar atividades físicas;
  • Conversar com amigos e familiares;
  • Aprender coisas novas.

Conheça os tipos de depressão

A depressão pode ocorrer em diferentes graus (leve, moderado ou grave), variando de intensidade em cada pessoa. Entres os tipos de depressão mais comuns estão:

Depressão pós-parto

Causada pela queda dos níveis hormonais (estrogênio e progesterona) durante a gestação. A doença se manifesta entre a primeira e a terceira semana após o nascimento do bebê. Durante seu estágio, a mulher perde o desejo de cuidar de si mesma e da criança.

Os sintomas mais comuns são: perda de apetite, choro excessivo, sentimentos de inutilidade, vergonha, culpa, e afastamento das pessoas queridas.

Distimia

A distimia é um dos tipos de depressão que pode passar despercebida, porque o mau-humor ou negatividade pode ser associado a traços da personalidade da pessoa. É um transtorno depressivo leve, onde o doente consegue realizar as atividades cotidianas, mas com má qualidade de vida.

Depressão psicótica

A depressão psicótica é um tipo grave de depressão, onde o indivíduo apresenta delírios e alucinações. Ocorre raramente e por vezes decorre de fatores  genéticos.

Depressão bipolar

Ocorre com episódios alternados de mania e depressão, com intervalos de humor normal. Na depressão bipolar, a pessoa fica agitada, tem aumento da impulsividade e busca ocupar-se em várias atividades, entre outros sintomas.

Transtorno depressivo maior

O transtorno depressivo maior ocorre quando a pessoa está depressiva a mais de seis meses, com intensificação dos sintomas ou tem episódios recorrentes de depressão.

A importância do tratamento

Além de afetar a qualidade de vida da pessoa, a depressão, se não tratada de maneira adequada pode se agravar e trazer vários danos ao doente, inclusive em casos mais graves, onde o risco da tentativa de suicídio é grande.

A busca por tratamento deve ser realizada o mais rápido possível. Pode ser indicado o uso de antidepressivos, psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico, dentre outros. A escolha do tratamento ideal irá depender de qual dos tipos de depressão o paciente se enquadra, o seu estágio, e o que motivou a doença.

 

Conheça aqui quais são os sintomas de depressão e para quais sinais você precisa ficar alerta!

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Como identificar os estágios da depressão?

De origem psicológica, emocional ou ambiental, a depressão pode se manifestar por diversos sintomas e com intensidades diferentes, dependendo do estágio da doença em que a pessoa se encontra. E você sabe quais são os estágios da depressão?

Quando uma pessoa está deprimida é comum apresentar constante mau humor, o que geralmente é confundido como parte da sua personalidade. Mas, há uma diferença quando alguém está mal-humorado ou sofre de depressão. Apesar do humor deprimido ser a principal característica da enfermidade, existem outros sintomas que acompanham a doença.

O que é depressão?

Todo mundo passa por momentos difíceis na vida, situações onde o desânimo e a tristeza aparecem, mas passados alguns dias, as adversidades são superadas e logo é possível seguir em frente. Porém, quando a pessoa sofre de depressão é mais difícil se restabelecer em tão pouco tempo.

A depressão é um transtorno psiquiátrico que atinge pessoas de qualquer faixa etária. Ela ocorre quando há diminuição de neurotransmissores, como a serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. É caracterizada por tristeza profunda e sentimento de desesperança. Pode durar semanas, meses ou anos,

Sintomas mais comuns da depressão

Cada vez mais pessoas são acometidas pela depressão. Algumas convivem com a doença por algum tempo sem sequer ter conhecimento. Seja gerada por gatilhos externos (ambiente desfavorável) ou internos (abalos emocionais ou psicológicos), existem sintomas comuns que permitem identificar essa doença:

  • Cansaço e fadiga;
  • Dores no corpo;
  • Tristeza e procrastinação;
  • Baixa autoestima;
  • Sentimento de culpa e inutilidade;
  • Alteração do apetite;
  • Atenção e concentração prejudicadas;
  • Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas.

A depender de qual dos estágios de depressão você esteja enfrentando, os sintomas podem aparecer com maior ou menor intensidade. O período de duração da doença também difere de um estágio para o outro.

Então, em caso de suspeita de depressão a melhor alternativa é buscar acompanhamento médico. Quanto mais cedo for diagnosticada, será mais fácil atuar na recuperação. Além disso, se não tratada, a depressão pode evoluir de um quadro leve para o estágio mai grave.

Estágios da depressão

A depressão pode ser manifestada de diversas formas e é desencadeada por fatores genéticos, hormonais, químicos, entre outros. Uma pessoa pode ficar depressiva devido a traumas de infância, desgaste emocional, situações de perda, e vários outros motivos. Os estágios da depressão são: leve, moderado e grave.

Estágio leve – essa é a fase mais branda da depressão, onde a pessoa consegue realizar as atividades cotidianas, sem que seu desempenho seja diretamente afetado. Pode durar até seis meses, sendo essencial buscar ajuda médica antes da intensificação dos sintomas, para evitar o agravamento da doença.

Estágio Moderado – neste estágio a realização das tarefas diárias é prejudicado. O desgaste físico é muito maior, provocando o aumento do nível da fadiga. Assim, a pessoa não consegue reagir de maneira normal. Os relacionamentos interpessoais se tornam mais difíceis, devido à impaciência e irritabilidade que o deprimido possui.

Estágio Grave – é o período mais delicado da doença, marcado pela incapacidade de realizar qualquer atividade. A prostração, o descontrole e o isolamento social são bem característicos desta fase. É um estágio que inspira cuidado redobrado, pois podem surgir pensamentos suicidas.

A importância de buscar ajuda profissional

Independentemente do estágio de depressão em que o paciente se encontra, é imprescindível que procure a ajuda de profissionais capacitados para tratar desta enfermidade. O tratamento irá proporcionar:

  • Melhor qualidade de vida;
  • Identificação e tratamento das causas da doença;
  • Melhora dos relacionamentos interpessoais, e;
  • Aumento da autoestima.

Por isso, se você suspeita de depressão não deixe de procurar ajuda especializada. Por mais que amigos e familiares sejam importantes para dar o suporte emocional que precisa, o psicólogo, psicoterapeuta ou psiquiatra, são profissionais que podem indicar o tratamento mais adequado para cada caso.

 

Se identificou que está vivendo algum dos estágios da depressão, saiba quais são os tratamentos indicados aqui.

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Freud e o Complexo de Inferioridade

O termo popular “complexo de inferioridade” foi criado na psicanálise por Freud, Alfred Adler, para designar o estado neurótico que faz o indivíduo ter o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e seus problemas.

Esse estado pode ser provocado por vários motivos que podem ser reais ou irreais, como um defeito físico, uma situação econômica ou social difícil, ou pela recordação de um fracasso perante um obstáculo que não foi possível vencer.

A pessoa com complexo de inferioridade procura compensar sua insuficiência real ou suposta pela tentativa de sobressair (reação positiva), ou procura vencer seu estado de inferioridade por artimanhas (reação negativa). Agindo consciente ou inconscientemente, apresenta aos outros características que não possui, o que pode agravar os sintomas de quem sofre deste mal, caso essas tentativas de compensação sejam mal sucedidas.

Dentre os sintomas do complexo de inferioridade, os mais comuns são:

  • Preocupação exacerbada com a opinião das outras pessoas;
  • Mania de se comparar com os outros;
  • Demonstrações de inveja;
  • Hábito de apontar defeitos nas pessoas para esconder os próprios;
  • Preferir ficar isolado;
  • Sensação de incapacidade e de inferioridade;
  • Súper sensibilidade à críticas;
  • Dificuldade de se relacionar;
  • Baixa autoestima; e,
  • Vitimismo.

Como curar o complexo de inferioridade

O primeiro passo para sair desse estado e deixar de sofrer devido ao complexo de inferioridade, é buscar ações que possam motivar e tragam à tona o real valor que a pessoa possui. Procurar ajuda profissional é uma atitude importante neste processo de enfrentamento ao problema e superação das dificuldades.  

Movimentos simples, mas que são eficazes, também são muito bem-vindos nesse processo de redescoberta. Trabalhe sua mente de maneira correta:

  • Comemore as conquistas – ainda que pequenas, cada vitória deve ser reconhecida e comemorada.
  • Pare de se comparar – cada indivíduo possui um conjunto de características diferentes, que o tornam singular. Ter uma qualidade ou defeito diferente de alguém que admira não o torna pior ou melhor, mas especial em sua excência.
  • Reconheça seu valor – comece a reparar tudo que já fez, o que conquistou, o que se tornou, e, principalmente, o que te diferencia. Se preciso, enumere cada coisa para se dar conta do potencial que tem. A ideia é tirar o foco do que está errado, e olhar para o que há de bom.

 

Leitura indicada: “Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!”

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Doenças psicossomáticas – entenda mais sobre elas

O homem é capaz de externalizar as suas emoções de diversas formas. Quando sua saúde psíquica está bem, é possível driblar os desafios diários e sentir-se fisicamente disposto. Mas, se for afetado por alguma das doenças psicossomáticas, passa a sofrer com múltiplos sintomas, que trazem prejuízos à saúde física e mental.

As doenças psicossomáticas são transtornos psiquiátricos, geralmente desencadeadas em situações de alto nível de estresse. Nesses casos, o estado emocional reflete no organismo, impactando negativamente na rotina diária, já que normalmente o paciente sente dores físicas, e tende a se isolar do seu meio social.

Principais sintomas físicos das doenças psicossomáticas

Para que haja um diagnóstico rápido, é importante que você perceba se está sofrendo com os sintomas provocados pelas doenças psicossomáticas. Dentre eles, destacam-se:

  • Sensação de falta de ar e sufocamento, que pode sugerir problemas pulmonares;
  • Tensão e dores musculares;
  • Sensação de dor no peito que pode ser confundida com infarto;
  • Diarreia ou prisão de ventre;
  • Dor e queimação no estômago, enjoo, piora da gastrite e da úlceras gástricas;
  • Crises de dor de cabeça, enxaqueca, alterações da visão, do equilíbrio, da sensibilidade, que podem facilmente ser relacionados à problemas neurológicos;
  • Piora da impotência e diminuição do desejo sexual.

Aspectos das doenças psicossomáticas

As doenças psicossomáticas caracterizam-se pela atribuição de um ou mais sintomas físicos (geralmente quem possui essa doença queixa-se de dor e cansaço extremo, entre outros) sem associá-los à instabilidade emocional. Quando uma pessoa sofre com as doenças psicossomáticas, ocorrem algumas situações em comum:

  • Há sensação real de dor;
  • Ao realizar exames clínicos ou laboratoriais não se encontram evidências que indiquem uma patologia que justifique os sintomas;
  • Normalmente confunde-se os sintomas com os de outras doenças (problemas gástricos, de coração, de pulmão, alergias, etc.);
  • O paciente tem dificuldade de aceitar o diagnóstico, o que dificulta o tratamento;
  • Há uma grande procura por médicos de especialidades diferentes e realização de exames variados.

Principais causas das doenças psicossomáticas

Alguns gatilhos como o estresse, a depressão e a ansiedade, são os principais geradores das doenças psicossomáticas, podendo alterar ainda mais o quadro psicológico em que o paciente se encontra se não forem tratadas de forma adequada.

O estresse

O estresse ocorre quando há aumento do cortisol na corrente sanguínea. Pessoas estressadas sentem sintomas como coração acelerado, respiração curta e aumento da pressão arterial. Ele pode atingir pessoas de todas as idades em diferentes níveis, a depender do meio social em que vivem e das atividades que realizam.

Saiba mais sobre os sintomas e causas do estresse

A depressão

A depressão é o estado de profunda tristeza em que a pessoa se encontra, onde o desânimo e o cansaço extremo são bastante evidentes. Ocorre quando há diminuição da serotonina, um neurotransmissor ligado ao bem-estar. Fisicamente, pessoas depressivas apresentam baixa imunidade e problemas inflamatórios.

Veja 6 sinais para identificar a depressão

A ansiedade

A ansiedade é um distúrbio causado pelo excesso de preocupação, de tensão e de medo em relação às pressões diárias no âmbito familiar, profissional, social ou financeiro ou antecipação exagerada de problemas futuros. O pessoa ansiosa tem nervosismo constante, insônia, problemas de concentração, dor no peito, respiração ofegante, entre outros sintomas.

Confira os sintomas do transtorno de ansiedade

Tratamento para doenças psicossomáticas

As doenças psicossomáticas podem se apresentar em diferentes níveis e intensidades a depender do histórico de vida do paciente diagnosticado, do meio em que está inserido e das relações interpessoais que estabelece, da visão de mundo que possui e principalmente da visão que tem sobre si mesmo.

Por se tratar de uma doença que atinge o estado psíquico, é imprescindível que haja o acompanhamento por um profissional da área da saúde mental, apesar do diagnóstico também poder ser realizado por médico clínico, pois o psiquiatra, o psicólogo ou psicoterapeuta estão mais aptos a indicar e promover ações que possam minimizar ou sanar as doenças psicossomáticas. Diante do grau de instabilidade emocional do paciente, o especialista da área deve indicar o tratamento mais adequado para cada caso, como:

  • Atendimento psicológico;
  • Psicoterapia;
  • Acompanhamento com psiquiatra, que pode indicar antidepressivos ou ansiolíticos;

Entre os tratamentos indicados, o atendimento psicológico é mais eficaz ao combate das doenças psicossomáticas, uma vez que o psicólogo atua de forma precisa para a melhora do convívio do paciente consigo mesmo e com o todo.

Se você tem dúvidas sobre estar sofrendo com as doenças psicossomáticas, não há melhor atitude que procurar um profissional para chegar a um diagnóstico preciso. Não espere mais para resolver algo que te incomoda tanto. Agende uma consulta, apenas a primeira, e converse sobre tudo que te aflige. Com certeza esse é o primeiro passo que te levará à paz interior.

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Cuide-se – Conheça os sintomas de câncer de mama

Muito se fala acerca dos sintomas de câncer de mama, e sobre o autoexame, mas pouco é conversado de fato sobre a doença e suas particularidades. Vamos então, através deste artigo, conhecer um pouco mais sobre essa patologia, os seus principais sintomas, o tratamento, e como prevenir este mal.

Sintomas de câncer de mama e definição da doença

O câncer de mama está entre os mais comuns sofridos pelas mulheres. A doença trata  da multiplicação desordenada e defeituosa das células contidas no tecido mamário, que resulta no aparecimento de um tumor de natureza maligna.

Os sintomas de câncer de mama normalmente não aparecem nos estágios iniciais da doença (ocorrem em raríssimos casos), por isso, a presença do tumor na maioria das vezes é descoberta através do exame realizado com as mãos.

Conforme as células defeituosas se multiplicam, podem surgir os seguintes sintomas:

  • Nódulo endurecido: é percebido algum nódulo endurecido na mama ou próximo das axilas.
  • Escorrimento de secreção no mamilo: pode escorrer algum líquido do mamilo quando pressionado, ou até mesmo sangue.
  • Ferida na mama: a mama possui alguma ferida que não cicatriza e/ou possui mau cheiro.
  • Tamanho irregular das mamas: as mamas apresentam formatos ou tamanhos diferentes do seu normal.
  • Vermelhidão ou inchaço: podem aparecer fortes coceiras em regiões avermelhadas e/ou inchadas da mama.

Autoexame e prevenção

É importante que os sintomas de câncer de mama sejam de conhecimento geral, e não só das mulheres, uma vez que o companheiro também pode ajudar na identificação dos mesmos.

O câncer de mama tem cura, mas a eficácia do tratamento pode variar de acordo com o estágio de desenvolvimento em que a doença é diagnosticada, sendo os meios mais eficazes para detecção deste mal o autoexame, que consiste na palpação da mama de forma periódica, realizada pela própria mulher, um médico ou seu parceiro(a), e na mamografia.

Diagnóstico

Apesar dos exames citados acima serem importantíssimos para um pré-diagnóstico, a existência da doença só poderá ser confirmada através de uma consulta com um mastologista para a realização de exames mais específicos, como a ressonância magnética ou ultrassonografia, e caso a dúvida persista, o especialista recomendará a realização de uma biópsia.

Tratamento do câncer de mama

Após a identificação dos sintomas de câncer de mama e da realização dos exames para diagnóstico da doença, é importante compreender que o tratamento pode variar de acordo com o estágio do câncer. Neste processo delicado, o oncologista indicará um tratamento específico para o quadro do paciente.

Os tipos de abordagens mais comuns são a radioterapia, a quimioterapia e a intervenção cirúrgica para a retirada do tumor. A ordem em que os processos irão ocorrer variará de acordo com cada paciente. Tanto o SUS, quando clínicas particulares disponibilizam esses tipos de tratamento.

No caso de cirurgias, haverá diferenças de acordo com o estágio em que o tumor se encontrar, podendo ser feita a retirada parcial da mama (ou mesmo toda ela), e também a extração dos nódulos linfáticos presentes nas axilas, caso os mesmos se encontrem comprometidos pelo o avanço do tumor.

O câncer de mama tem um efeito devastador na vida das pacientes e de todas as pessoas ao seu redor. Em consciência a essa realidade, o Outubro Rosa foi criado para que as mulheres se lembrem da importância do diagnóstico precoce, e que o autoexame é essencial para prevenir o avanço da doença.

Esperamos que este artigo possa ter te ajudado, e lembre-se: mulher, se toque!
Precisa de amparo psicológico especializado? Conheça nossa clínica!

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Tristeza profunda – o que fazer a respeito

Antes de mais nada, gostaríamos de iniciar este texto dizendo que não existe tristeza profunda o suficiente, que não permita alguém de encontrar a felicidade e de se libertar das situações ou motivos que ocasionam este sofrimento e dor.

Se você está lendo este texto, provavelmente está à procura de ajuda para alguma situação em sua vida com a qual você não sabe lidar, ou talvez se encontre neste estado de tristeza profunda.

Tudo bem, sempre na vida precisaremos de ajuda, e não há nada de mal em externar e procurar auxílio quando é necessário, pois pedir ajuda nunca é um sinal de fraqueza, derrota, ou um incômodo, e sim uma defesa inteligente para se ver livre de algo que incomoda.

É importante ressaltarmos, ainda que seja extremamente repetitivo, que sentir-se triste durante muito tempo não é algo natural. A nossa mente possui defesas que tornam possível reagir às situações que nos entristecem, e nosso organismo acompanha este processo nos deixando mais dispostos e novamente aptos a realizar as nossas tarefas do dia a dia.

Por isso, reconhecer-se neste estado de uma tristeza profunda e duradoura é um sinal que precisa ser dividido com quem ama, compartilhando a forma como você se sente, e o que tem enfrentado durante este período.

Você tem medo de falar sobre sua tristeza profunda, ou acredita ser um incômodo para os outros?

Existem muitas ideias e suposições que nos desestimulam, ou que nos levam ao isolamento. É comum nesta situação sentir-se constrangido ao tentar expressar o que se sente a parentes e amigos, mas, esse obstáculo é facilmente superado, uma vez que você externaliza sua dor.

Outro preconceito que pode lhe parar na tentativa de buscar ajuda, é o receio de procurar um profissional da área de psicologia embasado em alegações como “quem vai a psicólogo é quem tem problema sério”, ou argumentações que o façam acreditar que o seu problema se trata de uma fraqueza pessoal.

A tristeza profunda pode ser um sinal do seu corpo alertando que a sua saúde emocional não está em conformidade. Não tenha medo de procurar um psicólogo. Ele não irá te julgar, e dará direcionamentos que o ajudarão a compreender a natureza do que você tem passado, e também sugerir formas para que você lide melhor com a sua tristeza.

Vamos agora descrever alguns comportamentos e ideias para que você ponha em prática e supere a tristeza que tem te impedido de  viver bem, e também para que você possa desenvolver uma vida emocional mais saudável.

Atividades físicas

Pôr em ordem os horários e dedicar-se a uma atividade física ou um esporte traz benefícios para o seu corpo e mente. As atividades e exercícios estão diretamente ligadas a produção das “substâncias do prazer”, tais como a dopamina, noradrenalina e serotonina.

Estas substâncias normalmente se encontram em níveis muito baixos no organismo de pessoas que estão tristes ou deprimidas há muito tempo. Por isso, a prática de esportes e atividades físicas regulam o nosso organismo no que tange aos níveis necessários delas, e fornecem uma proteção fisiológica eficaz contra doenças como a depressão.

Ajude outras pessoas

Parece ser algo incoerente, uma vez que você acredita que você pode ser o necessitado de ajuda, mas existe um segredo valioso ligado a esquecer um pouco de si, e cuidar de alguém.

Todas as vezes que prestamos atenção no que está fora, tiramos um pouco o foco sobre nós mesmos, e com isso aliviamos as tensões e nos colocamos em uma dinâmica diferente da que estávamos acostumados.

Isto fará com que você se sinta útil, e também que olhe seus próprios problemas de forma diferente, uma vez que coisas que pareciam grandes, podem não ser mais tão ameaçadoras.

Trabalhe e crie compromissos para si mesmo

De fato, a ociosidade é uma terrível auxiliadora para a sua tristeza profunda. Não é à toa que a máxima conhecida por nossos avós “mente vazia é oficina do diabo”, possui algum sentido verídico.

Estar desocupado permite que estejamos revisitando constantemente as nossas tristezas e problemas, e este tempo desperdiçado deveria dar lugar a atividades que o fariam estar focado em outros contingentes, e por tabela o levaria a produtividade e ações que lhe trariam satisfação e bem estar. Ser útil para si mesmo e para os outros é uma grande arma contra a tristeza.

Coloque ao seu redor quem te ama e quer te ajudar

De fato, um dos melhores antídotos para a tristeza, a dor e o sofrimento, é o afeto. Estarmos rodeados de quem se importa com a nossa vida e quer nos fazer bem. Por isso, converse com seus amigos e parentes, desenvolva atividades interessantes com eles, os insira em suas dificuldades, não tenha receio de pedir “colo” a quem você se sente confortável e tem intimidade. O afeto faz bem e o ajudará a esquecer as sensações ruins e a tristeza que o aflige.

Aceite as coisas que te entristecem

Sei que parece contraditório, mas às vezes o que precisamos é viver o nosso momento de dor e aceitá-lo. Tente não se julgar durante esse período, e não use de artifícios, principalmente coisas que você não faria, para tentar se sentir melhor.

Dividia o que você sente com seus amigos e parentes e a forma com que você tem pensado. Continue a desenvolver as atividades que são construtivas para a sua vida, mas vivencie os momentos de tristeza sem tentar fugir deles a qualquer custo. Tudo ficará bem assim que o tempo necessário para a compreensão dos fatos passar.

Esteja certo que tudo realmente vai ficar bem, que para todo sofrimento existe um período de dor e um período de cura, e é necessário que vivamos estes com resiliência e esperança. E se você não estiver conseguindo lidar com o que está vivenciando, a melhor atitude é procurar a ajuda de um profissional, e comunicar aos seus amigos sobre esta decisão. Você merece ser feliz, e com certeza achará a sua felicidade.

Converse com um de nossos profissionais. Agende uma consulta.

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Sintomas de depressão – Para quais sinais devemos ficar alerta?

É muito possível que você já tenha participado de uma conversa cujo assunto tenha sido os sintomas de depressão, ou sobre a depressão de forma genérica. E realmente são muito comuns as especulações feitas sobre o assunto e suas complicações, mas, de fato, pouquíssima informação verídica e construtiva é disseminada nas conversas entre amigos e nos “achismos” espalhados na internet.

Esta quantidade de informação equivocada espalhada tem sido responsável por incidentes lamentáveis e prejudiciais para o bem estar de quem convive com alguém depressivo, e obviamente para o próprio paciente. Os sintomas de depressão por muitas vezes são confundidos com a sintomática de outra patologia, assim piorando as confusões feitas sobre a doença.

Estudos indicam que cerca de 16% da população do mundo inteiro já sofreu com a depressão ao menos umas vez na vida. Tais estudos tiveram seu início no ano de 1920, e neste mesmo período, os relatórios já indicavam que, devido a fatores biológicos, as mulheres possuem o dobro de chances, em relação aos homens, de se tornarem depressivas. De acordo com a OMS (Organização mundial de saúde), até o ano de 2020 a depressão será a segunda maior causa de mortes por doença no país, perdendo apenas para as doenças cardíacas.

Porém, antes de falarmos sobre os sintomas da depressão vamos entender melhor o que é essa doença.

O que é depressão?

Ao contrário do que normalmente pode se pensar, a depressão nem sempre está ligada a tristeza, mas é comum que indivíduos depressivos sintam-se tristes por longos períodos, e que essa tristeza se apresente de forma muito mais intensa do que a sentida em uma situação “verídica”. Entende-se como natural a tristeza advinda de motivações reais e palpáveis, como a morte de um ente querido ou ruptura de um relacionamento duradouro, mas sentir-se triste sem motivos aparentes é algo anormal.

Fisiologicamente explicando, a depressão é um desequilíbrio do cérebro. Porém, apesar de também se tratar de uma doença com características físicas, a mesma não pode ser solucionada apenas com medicamentos, pois fôra ocasionada por uma soma de fatores psicológicos, sociais e biológicos. De forma sucinta: a forma com que você se relaciona com o mundo pode ser responsável pelo aparecimento da doença.

O suicídio

Como vimos acima, segundo os estudos feitos sobre a depressão, até 2020 esta será a maior causadora de mortes por doença no Brasil. Um dado assustador, principalmente pelo fato de que se houvesse conscientização e maior divulgação sobre o tema, este índice poderia ser reduzido drasticamente.

Esta informação é extremamente assustadora, e também nos alerta sobre o fantasma do suicídio, apontando para uma estatística assombrosa que poderá ser reduzida ou evitada, através da conscientização do povo.

Outro fator importante é a desmistificação relacionada a culpabilização direcionada a pessoas com depressão. Na tentativa de ajudar o outro, muitas pessoas intensificam fatores estimulantes à depressão, como minimizar as dores do outro ou compará-las com dores e acontecimentos de outras pessoas. Um grande exemplo é quando compara-se dificuldades e problemas, como “você tem tudo na vida, não há porque ficar triste, veja que aquela pessoa está passando por coisas bem piores que vocês”. É preciso respeitar a dor do outro para então poder ajudá-lo.

Fique alerta aos sintomas de depressão!

As tentativas de suicídio e sua reincidência na maioria das vezes  estão vinculadas a violentas doses de sofrimento, desespero e angústia, e tais fortes emoções se devem à crises de natureza afetiva ou situações de grande conturbação mental, tendo como sintomas de depressão delírios ou uma psicose num estágio bastante agudo.

É importante sabermos que o comportamento suicida em geral surge na decorrência de doenças psicológicas não tratadas, e tem crescido de forma assustadora entre pessoas antes dos 30 anos de idade. Ultrapassando os índices de morte por HIV, estima-se que o comportamento suicida tem afetado mais que a marca de 12 mil pessoas por ano no Brasil.

Vamos agora a uma listagem de possíveis comportamentos depressivos que podem indicar um comportamento suicida.

Mudança de comportamento repentina

Uma pessoa que esteja pensando em suicídio pode comportar-se de forma muito diferente do seu habitual, expressando-se de formas diferentes, com linguagens incomuns , e até mesmo perdendo a capacidade compreender o senso de humor em conversas. Também é comum que comece a se envolver em atividades perigosas, como  uso de drogas e a direção em alta velocidade.

Demonstrar grande tristeza e preferir se isolar

Estar triste por longos períodos é comum em estágios avançados de depressão, bem como também a falta de vontade de socializar. Alguém que a todo momento demonstra preferir se isolar pode ser um indício perigoso que aponta um comportamento suicida.

É muito comum que nesse estágio que a pessoa com  depressão não consiga perceber que está em um processo depressivo, e pode atribuir a si mesmo a incapacidade de socializar e a forma deprimida com que se sente. A frustração que essas percepções trazem podem causar desânimo, desmotivação, e a falta de vontade de viver.

Tratar de assunto não concluídos

É um tipo de atitude bem comum em pessoas que já planejam o suicídio. Este comportamento se manifesta na presença de  pessoas que não se vê há muito tempo, o pagamento de dívidas de longa data, ou simplesmente a entrega de objetos pessoais muito estimados como presentes. É importante procurar se existe alguma carta ou mensagem sendo escrita para após o suicídio, que neste estágio é possível que a mesma já esteja sendo desenvolvida.

Tranquilidade instantânea

Demonstrar grande tranquilidade e paz superficial, após um longo tempo de isolamento, tristeza ou ansiedade, é um indício alarmante do comportamento suicida. Este tipo de estágio se caracteriza quando a pessoa depressiva acredita ter encontrado a resposta para as suas dores e problemas através do suicídio.

Esperamos ter ajudado a você caso esteja procurando informação para ajudar um parente, um amigo, ou até mesmo o seu parceiro(a). Ou se você identifica algum desses sintomas de depressão em você mesmo, não se desespere, conte a quem você ama e procure por auxílio profissional. Através do tratamento adequado e da colaboração das pessoas mais próximas, esse quadro pode ser revertido e uma vida pode ser salva.

Saiba mais sobre os tipos de depressão e como lidar com esse distúrbio aqui.

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tratamento de depressão

Você conhece os diferentes tratamentos de depressão?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão afeta cerca de 4,4% da população mundial. Já o Brasil, é líder na prevalência desse mal em toda a América Latina: quase 6% da população brasileira sofre com o problema (11,5 milhões de pessoas). E isso ocorre, em suma, porque a maioria das pessoas não conhece os tratamentos de depressão disponíveis atualmente.

A depressão é uma doença silenciosa e, caso não seja tratada, em casos extremos, ela pode levar ao suicídio. Por isso, é importante superar o preconceito que ainda a rodeia.

Então, se você ou alguém próximo tem apresentado sinais como mudança do sono, introspecção, sentimentos oscilantes, dentre outros, e desconfia que possa estar desenvolvendo um comportamento depressivo, procure ajuda especializada imediatamente.

Listamos abaixo alguns tratamentos de depressão existentes, suas principais recomendações e técnicas. Continue lendo e confira.

Psicologia (Psicoterapia)

A Psicologia, ou psicoterapia, é considerada um processo de autoconhecimento. Ela é exercida por psicólogos especializados na cura da mente humana (psique), tanto sua parte consciente quanto inconsciente.

O tratamento de depressão baseado na psicoterapia, consiste em escutar os problemas e conflitos do paciente no ambiente clínico, criando um diálogo para pôr em perspectiva suas dificuldades e angústias, ajudando-o a traçar um planejamento para lidar com elas.

Assim, estimula-se o equilíbrio psíquico, físico, mental, emocional, espiritual e social do indivíduo, apoiando-o para que o indivíduo alcance a sua harmonia.

Análise Bioenergética

A análise – ou psicoterapia – bioenergética utiliza a integração entre a mente e o corpo no tratamento de depressão. De acordo com essa linha terapêutica, sentimentos reprimidos na infância geram tensões musculares no indivíduo e afetam a sua relação pessoal e interpessoal.

Assim, essa análise utiliza técnicas para estimular a expressão de sentimentos do paciente, com o objetivo de quebrar bloqueios físico-emocionais, como exercícios e toques corporais.

Psicanálise

A Psicanálise é um campo de investigação da mente humana proveniente da medicina. Ela foi criada no Século XIX pelo neurologista austríaco, Sigmund Freud. Considerada uma prática médica e não uma ciência, ela utiliza, entre outras técnicas, a hipnose.

O objetivo dessa terapia é trazer ao consciente do paciente situações, memórias e traumas passados, presentes em seu inconsciente, mas que afetam diretamente a sua vida. Assim, o próprio indivíduo passa a conhecer as causas dos seus problemas para agir sobre elas.

Em tratamento de depressão, essa técnica pode ser eficiente para a descoberta de problemas relacionados à infância e traumas comportamentais, que podem ter relação direta com o desenvolvimento da doença, como o bullying.

Terapia Junguiana

A terapia Junguiana, também chamada de analítica, foi criada no início do século XX, a partir das ideias e estudos sobre o inconsciente humano do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung.

Análise Bioenergética

A análise – ou psicoterapia – bioenergética utiliza a integração entre a mente e o corpo no tratamento de depressão. De acordo com essa linha terapêutica, sentimentos reprimidos na infância geram tensões musculares no indivíduo e afetam a sua relação pessoal e interpessoal.

Assim, essa análise utiliza técnicas para estimular a expressão de sentimentos do paciente, com o objetivo de quebrar bloqueios físico-emocionais, como exercícios e toques corporais.

Psicanálise

A Psicanálise é um campo de investigação da mente humana. Ela foi criada no Século XIX pelo neurologista austríaco, Sigmund Freud. Considerada uma prática médica e não uma ciência, ela utiliza, entre outras técnicas, a hipnose.

O objetivo dessa terapia é trazer ao consciente do paciente memórias passadas, presentes em seu inconsciente, mas que afetam diretamente a sua vida. Assim, o próprio indivíduo passa a conhecer as causas dos seus problemas para agir sobre elas.

Em tratamento de depressão, essa técnica pode ser eficiente para a descoberta de problemas relacionados à infância e traumas comportamentais, como o bullying.

Terapia Junguiana

A terapia Junguiana, também chamada de analítica, foi criada no início do século XX, a partir das ideias e estudos sobre o inconsciente humano do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung.

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Saiba como identificar a Depressão Infantil

Engana-se quem pensa que a depressão infantil não existe. Ela existe sim e há diversos sinais que podem nos auxiliar na percepção de que algo não está bem na vida emocional dos pequenos.

As pessoas podem confundir tristeza com depressão, mas são duas coisas distintas. A depressão é um transtorno e é preciso acompanhar e tratar o indivíduo, já a tristeza é um sentimento que está presente em nossas vidas e é necessário para  reconhecermos a importância da alegria.

A depressão infantil se manifesta de uma maneira diferente do adulto, uma vez que a criança ainda está formando seu conhecimento interior e moldando o seu próprio jeito de expressar sentimentos. As crianças podem apresentar dificuldades emocionais que atrapalham seu desenvolvimento por não conseguirem externar o que sentem, precisamente. Desse modo, elas acabam se calando e os pais levam um tempo para compreender que o filho precisa de ajuda.

Sintomas da Depressão Infantil
  • Sentimentos de desânimo;
  • Dificuldade de raciocínio, concentração e memória;
  • Ansiedade;
  • Pessimismo;
  • Agressividade ou irritabilidade;
  • Falta de apetite;
  • Falta de vontade em realizar atividades;
  • Isolamento;
  • Sentimento de inferioridade e baixa autoestima;
  • Pensamentos de morte;
  • Insônia ou sono excessivo;
  • Fadiga constante ou falta de energia.
Causas da Depressão Infantil

Assim como a depressão em adultos, pode ser originada por uma disfunção neurológica e ser influenciada por fatores genéticos, como também por gatilhos emocionais ou de origem psicológica. Ao perceber uma mudança expressiva no comportamento da criança ou algum dos sintomas de forma contínua é importante encaminha-la a um profissional especialista para que seja realizado um diagnóstico mais preciso e correto.

A saúde emocional das crianças é um aspecto que deve ser cuidado a cada dia. Para ajudar a criança a se sentir bem: planeje atividades divertidas, chame os amigos para brincar, saliente as qualidades dela e se importe com as coisas que ela mais gosta. Sorria sempre e passe um tempo de qualidade com ela, promova sempre a harmonia no ambiente familiar com manifestações de amor e carinho.

Se ainda tiver dúvidas ou estiver procurando atendimento, a Clínica Holos dispõe de uma equipe de profissionais qualificados e especializados para o diagnóstico, acompanhamento e tratamento da depressão para todas as idades, entre em contato conosco.

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