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Sintomas de depressão – Para quais sinais devemos ficar alerta?

É muito possível que você já tenha participado de uma conversa cujo assunto tenha sido os sintomas de depressão, ou sobre a depressão de forma genérica. E realmente são muito comuns as especulações feitas sobre o assunto e suas complicações, mas, de fato, pouquíssima informação verídica e construtiva é disseminada nas conversas entre amigos e nos “achismos” espalhados na internet.

Esta quantidade de informação equivocada espalhada tem sido responsável por incidentes lamentáveis e prejudiciais para o bem estar de quem convive com alguém depressivo, e obviamente para o próprio paciente. Os sintomas de depressão por muitas vezes são confundidos com a sintomática de outra patologia, assim piorando as confusões feitas sobre a doença.

Estudos indicam que cerca de 16% da população do mundo inteiro já sofreu com a depressão ao menos umas vez na vida. Tais estudos tiveram seu início no ano de 1920, e neste mesmo período, os relatórios já indicavam que, devido a fatores biológicos, as mulheres possuem o dobro de chances, em relação aos homens, de se tornarem depressivas. De acordo com a OMS (Organização mundial de saúde), até o ano de 2020 a depressão será a segunda maior causa de mortes por doença no país, perdendo apenas para as doenças cardíacas.

Porém, antes de falarmos sobre os sintomas da depressão vamos entender melhor o que é essa doença.

O que é depressão?

Ao contrário do que normalmente pode se pensar, a depressão nem sempre está ligada a tristeza, mas é comum que indivíduos depressivos sintam-se tristes por longos períodos, e que essa tristeza se apresente de forma muito mais intensa do que a sentida em uma situação “verídica”. Entende-se como natural a tristeza advinda de motivações reais e palpáveis, como a morte de um ente querido ou ruptura de um relacionamento duradouro, mas sentir-se triste sem motivos aparentes é algo anormal.

Fisiologicamente explicando, a depressão é um desequilíbrio do cérebro. Porém, apesar de também se tratar de uma doença com características físicas, a mesma não pode ser solucionada apenas com medicamentos, pois fôra ocasionada por uma soma de fatores psicológicos, sociais e biológicos. De forma sucinta: a forma com que você se relaciona com o mundo pode ser responsável pelo aparecimento da doença.

O suicídio

Como vimos acima, segundo os estudos feitos sobre a depressão, até 2020 esta será a maior causadora de mortes por doença no Brasil. Um dado assustador, principalmente pelo fato de que se houvesse conscientização e maior divulgação sobre o tema, este índice poderia ser reduzido drasticamente.

Esta informação é extremamente assustadora, e também nos alerta sobre o fantasma do suicídio, apontando para uma estatística assombrosa que poderá ser reduzida ou evitada, através da conscientização do povo.

Outro fator importante é a desmistificação relacionada a culpabilização direcionada a pessoas com depressão. Na tentativa de ajudar o outro, muitas pessoas intensificam fatores estimulantes à depressão, como minimizar as dores do outro ou compará-las com dores e acontecimentos de outras pessoas. Um grande exemplo é quando compara-se dificuldades e problemas, como “você tem tudo na vida, não há porque ficar triste, veja que aquela pessoa está passando por coisas bem piores que vocês”. É preciso respeitar a dor do outro para então poder ajudá-lo.

Fique alerta aos sintomas de depressão!

As tentativas de suicídio e sua reincidência na maioria das vezes  estão vinculadas a violentas doses de sofrimento, desespero e angústia, e tais fortes emoções se devem à crises de natureza afetiva ou situações de grande conturbação mental, tendo como sintomas de depressão delírios ou uma psicose num estágio bastante agudo.

É importante sabermos que o comportamento suicida em geral surge na decorrência de doenças psicológicas não tratadas, e tem crescido de forma assustadora entre pessoas antes dos 30 anos de idade. Ultrapassando os índices de morte por HIV, estima-se que o comportamento suicida tem afetado mais que a marca de 12 mil pessoas por ano no Brasil.

Vamos agora a uma listagem de possíveis comportamentos depressivos que podem indicar um comportamento suicida.

Mudança de comportamento repentina

Uma pessoa que esteja pensando em suicídio pode comportar-se de forma muito diferente do seu habitual, expressando-se de formas diferentes, com linguagens incomuns , e até mesmo perdendo a capacidade compreender o senso de humor em conversas. Também é comum que comece a se envolver em atividades perigosas, como  uso de drogas e a direção em alta velocidade.

Demonstrar grande tristeza e preferir se isolar

Estar triste por longos períodos é comum em estágios avançados de depressão, bem como também a falta de vontade de socializar. Alguém que a todo momento demonstra preferir se isolar pode ser um indício perigoso que aponta um comportamento suicida.

É muito comum que nesse estágio que a pessoa com  depressão não consiga perceber que está em um processo depressivo, e pode atribuir a si mesmo a incapacidade de socializar e a forma deprimida com que se sente. A frustração que essas percepções trazem podem causar desânimo, desmotivação, e a falta de vontade de viver.

Tratar de assunto não concluídos

É um tipo de atitude bem comum em pessoas que já planejam o suicídio. Este comportamento se manifesta na presença de  pessoas que não se vê há muito tempo, o pagamento de dívidas de longa data, ou simplesmente a entrega de objetos pessoais muito estimados como presentes. É importante procurar se existe alguma carta ou mensagem sendo escrita para após o suicídio, que neste estágio é possível que a mesma já esteja sendo desenvolvida.

Tranquilidade instantânea

Demonstrar grande tranquilidade e paz superficial, após um longo tempo de isolamento, tristeza ou ansiedade, é um indício alarmante do comportamento suicida. Este tipo de estágio se caracteriza quando a pessoa depressiva acredita ter encontrado a resposta para as suas dores e problemas através do suicídio.

Esperamos ter ajudado a você caso esteja procurando informação para ajudar um parente, um amigo, ou até mesmo o seu parceiro(a). Ou se você identifica algum desses sintomas de depressão em você mesmo, não se desespere, conte a quem você ama e procure por auxílio profissional. Através do tratamento adequado e da colaboração das pessoas mais próximas, esse quadro pode ser revertido e uma vida pode ser salva.

Saiba mais sobre os tipos de depressão e como lidar com esse distúrbio aqui.

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tratamento de depressão

Você conhece os diferentes tratamentos de depressão?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão afeta cerca de 4,4% da população mundial. Já o Brasil, é líder na prevalência desse mal em toda a América Latina: quase 6% da população brasileira sofre com o problema (11,5 milhões de pessoas). E isso ocorre, em suma, porque a maioria das pessoas não conhece os tratamentos de depressão disponíveis atualmente.

A depressão é uma doença silenciosa e, caso não seja tratada, em casos extremos, ela pode levar ao suicídio. Por isso, é importante superar o preconceito que ainda a rodeia.

Então, se você ou alguém próximo tem apresentado sinais como mudança do sono, introspecção, sentimentos oscilantes, dentre outros, e desconfia que possa estar desenvolvendo um comportamento depressivo, procure ajuda especializada imediatamente.

Listamos abaixo alguns tratamentos de depressão existentes, suas principais recomendações e técnicas. Continue lendo e confira.

Psicologia (Psicoterapia)

A Psicologia, ou psicoterapia, é considerada um processo de autoconhecimento. Ela é exercida por psicólogos especializados na cura da mente humana (psique), tanto sua parte consciente quanto inconsciente.

O tratamento de depressão baseado na psicoterapia, consiste em escutar os problemas e conflitos do paciente no ambiente clínico, criando um diálogo para pôr em perspectiva suas dificuldades e angústias, ajudando-o a traçar um planejamento para lidar com elas.

Assim, estimula-se o equilíbrio psíquico, físico, mental, emocional, espiritual e social do indivíduo, apoiando-o para que o indivíduo alcance a sua harmonia.

Análise Bioenergética

A análise – ou psicoterapia – bioenergética utiliza a integração entre a mente e o corpo no tratamento de depressão. De acordo com essa linha terapêutica, sentimentos reprimidos na infância geram tensões musculares no indivíduo e afetam a sua relação pessoal e interpessoal.

Assim, essa análise utiliza técnicas para estimular a expressão de sentimentos do paciente, com o objetivo de quebrar bloqueios físico-emocionais, como exercícios e toques corporais.

Psicanálise

A Psicanálise é um campo de investigação da mente humana proveniente da medicina. Ela foi criada no Século XIX pelo neurologista austríaco, Sigmund Freud. Considerada uma prática médica e não uma ciência, ela utiliza, entre outras técnicas, a hipnose.

O objetivo dessa terapia é trazer ao consciente do paciente situações, memórias e traumas passados, presentes em seu inconsciente, mas que afetam diretamente a sua vida. Assim, o próprio indivíduo passa a conhecer as causas dos seus problemas para agir sobre elas.

Em tratamento de depressão, essa técnica pode ser eficiente para a descoberta de problemas relacionados à infância e traumas comportamentais, que podem ter relação direta com o desenvolvimento da doença, como o bullying.

Terapia Junguiana

A terapia Junguiana, também chamada de analítica, foi criada no início do século XX, a partir das ideias e estudos sobre o inconsciente humano do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung.

Análise Bioenergética

A análise – ou psicoterapia – bioenergética utiliza a integração entre a mente e o corpo no tratamento de depressão. De acordo com essa linha terapêutica, sentimentos reprimidos na infância geram tensões musculares no indivíduo e afetam a sua relação pessoal e interpessoal.

Assim, essa análise utiliza técnicas para estimular a expressão de sentimentos do paciente, com o objetivo de quebrar bloqueios físico-emocionais, como exercícios e toques corporais.

Psicanálise

A Psicanálise é um campo de investigação da mente humana. Ela foi criada no Século XIX pelo neurologista austríaco, Sigmund Freud. Considerada uma prática médica e não uma ciência, ela utiliza, entre outras técnicas, a hipnose.

O objetivo dessa terapia é trazer ao consciente do paciente memórias passadas, presentes em seu inconsciente, mas que afetam diretamente a sua vida. Assim, o próprio indivíduo passa a conhecer as causas dos seus problemas para agir sobre elas.

Em tratamento de depressão, essa técnica pode ser eficiente para a descoberta de problemas relacionados à infância e traumas comportamentais, como o bullying.

Terapia Junguiana

A terapia Junguiana, também chamada de analítica, foi criada no início do século XX, a partir das ideias e estudos sobre o inconsciente humano do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung.

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Saiba como identificar a Depressão Infantil

Engana-se quem pensa que a depressão infantil não existe. Ela existe sim e há diversos sinais que podem nos auxiliar na percepção de que algo não está bem na vida emocional dos pequenos.

As pessoas podem confundir tristeza com depressão, mas são duas coisas distintas. A depressão é um transtorno e é preciso acompanhar e tratar o indivíduo, já a tristeza é um sentimento que está presente em nossas vidas e é necessário para  reconhecermos a importância da alegria.

A depressão infantil se manifesta de uma maneira diferente do adulto, uma vez que a criança ainda está formando seu conhecimento interior e moldando o seu próprio jeito de expressar sentimentos. As crianças podem apresentar dificuldades emocionais que atrapalham seu desenvolvimento por não conseguirem externar o que sentem, precisamente. Desse modo, elas acabam se calando e os pais levam um tempo para compreender que o filho precisa de ajuda.

Sintomas da Depressão Infantil
  • Sentimentos de desânimo;
  • Dificuldade de raciocínio, concentração e memória;
  • Ansiedade;
  • Pessimismo;
  • Agressividade ou irritabilidade;
  • Falta de apetite;
  • Falta de vontade em realizar atividades;
  • Isolamento;
  • Sentimento de inferioridade e baixa autoestima;
  • Pensamentos de morte;
  • Insônia ou sono excessivo;
  • Fadiga constante ou falta de energia.
Causas da Depressão Infantil

Assim como a depressão em adultos, pode ser originada por uma disfunção neurológica e ser influenciada por fatores genéticos, como também por gatilhos emocionais ou de origem psicológica. Ao perceber uma mudança expressiva no comportamento da criança ou algum dos sintomas de forma contínua é importante encaminha-la a um profissional especialista para que seja realizado um diagnóstico mais preciso e correto.

A saúde emocional das crianças é um aspecto que deve ser cuidado a cada dia. Para ajudar a criança a se sentir bem: planeje atividades divertidas, chame os amigos para brincar, saliente as qualidades dela e se importe com as coisas que ela mais gosta. Sorria sempre e passe um tempo de qualidade com ela, promova sempre a harmonia no ambiente familiar com manifestações de amor e carinho.

Se ainda tiver dúvidas ou estiver procurando atendimento, a Clínica Holos dispõe de uma equipe de profissionais qualificados e especializados para o diagnóstico, acompanhamento e tratamento da depressão para todas as idades, entre em contato conosco.

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Resiliência psicológica

A resiliência é um termo da Física que representa a capacidade de um material ser submetido à pressão e retornar ao estado original. A Psicologia aproveitou essa expressão para aplicar ao comportamento humano.

As experiências na vida impactam o ser humano de uma forma, conforme o que cada pessoa valoriza. Demissão, morte de alguém da família e traição são situações que abalam a rotina em que se estava acostumado a viver e por isso podem causar um abalo emocional.

Nesse caso a pessoa fica apática, com desânimo para realizar as tarefas, ou com raiva, culpando a vida pelo que aconteceu com ela. Aqui entra a capacidade da resiliência, de enfrentar a situação desagradável e tirar um aprendizado dela.

Para estar no controle de si mesmo, é preciso administrar os sentimentos e pensar que você é capaz de lidar com qualquer situação. Caso sinta que precisa de ajuda, entre em contato conosco.

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A disfunsão sexual e a depressão

A Disfunção Sexual é a incapacidade de participar do ato sexual com satisfação. Isso ocorre devido à dor que o indivíduo sente ou ao impedimento em uma ou mais fases do ciclo da resposta sexual, seja ela o desejo, a excitação, o orgasmo ou a resolução, ou seja, quando não consegue satisfação quanto ao seu desempenho sexual.

A causa da Disfunção Sexual é multifatorial. Inclui-se nas causas os problemas psíquicos, principalmente a Depressão, e outras doenças orgânicas. A Depressão, como um dos mais importantes fatores de risco para as dificuldades sexuais, é responsável por boa parte destes dos casos, causando desinteresse pela atividade sexual e, consequentemente, comprometendo o desejo e a incapacidade de sentir prazer.

Uma consulta pode avaliar o tratamento correto a se fazer nesses casos. Esses mesmos tratamentos podem não só melhorar o desempenho sexual, mas também auxiliar no tratamento de sintomas emocionais e físicos, bem como depressivos.

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O que provoca a Compulsão Alimentar?

A Compulsão Alimentar é um transtorno em que o indivíduo experimenta uma irresistível tendência de comer, mesmo não estando com fome, ingerindo compulsivamente uma quantidade de alimentos maior do que é necessário para o seu organismo, além de ter o costume de “beliscar” com frequência.

Para cada pessoa, o problema da Compulsão Alimentar surge de uma forma, é multifatorial. Ela pode aparecer, por exemplo, em alguns transtornos alimentares como bulimia nervosa e compulsão alimentar periódica, e também, em problemas emocionais como ansiedade e depressão. Há também a possibilidade de algum transtorno no hipotálamo, um regulador do mecanismo de saciedade, ou ser proveniente de uma Bipolaridade e até transtorno de personalidade.

Tentativas frustradas de controlar o peso também podem abrir portas para a compulsão. Com a insatisfação e a falta de controle sobre o próprio corpo, ocorre movimento inverso: a pessoa passa ao uso indiscriminado de alimentos, como forma de resolver estes problemas emocionais.

Não se sinta mal. Estamos aqui para ajudar!

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Será que estou com depressão?

Reconhecer o momento certo de buscar ajuda profissional para identificar o quanto antes se os sentimentos negativos não são uma simples tristeza é de extrema importância para a melhoria da saúde mental e da qualidade de vida do paciente. Através de algumas perguntas que o profissional faz, é possível auxiliar no diagnóstico precoce. Alguns exemplos são:

1. Tem pouco interesse ou pouco prazer em fazer as coisas?
2. Sente-se ‘para baixo’, deprimido ou sem perspectiva?
3. Tem dificuldade para dormir, permanecer dormindo ou dorme mais do que de costume?
4. Sente-se cansado ou com pouca energia?
5. Tem falta ou excesso de apetite?
6. Sente-se mal consigo mesmo ou acredita que é um fracasso, ou que decepcionou sua família ou você mesmo?
7. Tem dificuldade para se concentrar em atividades simples, como ler jornal ou ver TV?
8. Apresenta lentidão para se movimentar ou falar, a ponto de outras pessoas perceberem? Ou, ao contrário, está tão agitado ou inquieto que fica andando de um lado para o outro muito mais do que de costume?
9. Pensa em se ferir de alguma maneira ou acredita que seria melhor estar morto?

A psicoterapia aliada a medicamentos são necessários para recuperar a funcionalidade do paciente e ele volte a sua capacidade plena de atuação, como retornar ao trabalho, reassumir hobbies ou resgatar relacionamentos pessoais. Fique bem! Marque logo uma consulta.

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A diferença entre os “altos e baixos” e a Bipolaridade

A perturbação bipolar é uma perturbação do humor caracterizada por episódios repetidos ou alternados, de mania e depressão. Essas alterações não são simples “altos e baixos”, como todos os indivíduos têm ocasionalmente que, nesses casos, não se tratam de distúrbio.

Na bipolaridade, as mudanças de humor são extremas e mais duradouras do que as que temos no dia a dia. O indivíduo que sofre do distúrbio vive em uma constante montanha russa de emoções: extrema alegria, euforia e hiperatividade física e mental. Ele se sente invencível e cheio de ideias e planos (mania), que alternam com episódios de mal humor, desespero, timidez e lentidão para realizar ideias, associado a ansiedade ou depressão.

A alternância de estados depressivos com estados maníacos é o aspecto mais característico desta perturbação. Fique bem! Marque uma consulta.

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A psicanálise: um processo de “re-construção”

A psicanálise é um tipo de terapia de teorias e técnicas particulares. O paciente que procura esse tipo terapia busca autoconhecimento, eliminar sentimento de angústia, depressão, ou até mesmo se livrar de sintomas físicos dos mais diversos, sem origem conhecida.

Mas, ainda mais importante do que de onde se parte o motivo é para onde se deseja chegar. Nesse sentido, a psicanálise é um (ótimo) processo de autoconhecimento, já que é a análise de si mesmo com a ajuda de um profissional psicanalista.

Os sintomas, quaisquer que sejam suas formas de aparecer na vida da pessoa, são substitutos de processos inconscientes, traumas, desejos não revelados, que permanecem a margem de nosso conhecimento.

Com uma ajuda profissional é possível ter contato com os processos inconscientes e os integrar, de forma harmônica, ao nosso psiquismo, para que então, esses sintomas desapareçam.

A psicanálise é um processo de “re-construção” de nós mesmos, é a investigação do inconsciente. Busque a informação!

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