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Freud e o Complexo de Inferioridade

O termo popular “complexo de inferioridade” foi criado na psicanálise por Freud, Alfred Adler, para designar o estado neurótico que faz o indivíduo ter o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e seus problemas.

Esse estado pode ser provocado por vários motivos que podem ser reais ou irreais, como um defeito físico, uma situação econômica ou social difícil, ou pela recordação de um fracasso perante um obstáculo que não foi possível vencer.

A pessoa com complexo de inferioridade procura compensar sua insuficiência real ou suposta pela tentativa de sobressair (reação positiva), ou procura vencer seu estado de inferioridade por artimanhas (reação negativa). Agindo consciente ou inconscientemente, apresenta aos outros características que não possui, o que pode agravar os sintomas de quem sofre deste mal, caso essas tentativas de compensação sejam mal sucedidas.

Dentre os sintomas do complexo de inferioridade, os mais comuns são:

  • Preocupação exacerbada com a opinião das outras pessoas;
  • Mania de se comparar com os outros;
  • Demonstrações de inveja;
  • Hábito de apontar defeitos nas pessoas para esconder os próprios;
  • Preferir ficar isolado;
  • Sensação de incapacidade e de inferioridade;
  • Súper sensibilidade à críticas;
  • Dificuldade de se relacionar;
  • Baixa autoestima; e,
  • Vitimismo.

Como curar o complexo de inferioridade

O primeiro passo para sair desse estado e deixar de sofrer devido ao complexo de inferioridade, é buscar ações que possam motivar e tragam à tona o real valor que a pessoa possui. Procurar ajuda profissional é uma atitude importante neste processo de enfrentamento ao problema e superação das dificuldades.  

Movimentos simples, mas que são eficazes, também são muito bem-vindos nesse processo de redescoberta. Trabalhe sua mente de maneira correta:

  • Comemore as conquistas – ainda que pequenas, cada vitória deve ser reconhecida e comemorada.
  • Pare de se comparar – cada indivíduo possui um conjunto de características diferentes, que o tornam singular. Ter uma qualidade ou defeito diferente de alguém que admira não o torna pior ou melhor, mas especial em sua excência.
  • Reconheça seu valor – comece a reparar tudo que já fez, o que conquistou, o que se tornou, e, principalmente, o que te diferencia. Se preciso, enumere cada coisa para se dar conta do potencial que tem. A ideia é tirar o foco do que está errado, e olhar para o que há de bom.

 

Leitura indicada: “Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!”

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4 hábitos simples para evitar o nervosismo

O nervosismo é aquele estado que, muita vezes, começa a ser sentido na forma de tremor. Em seguida, a pressão aumenta, as mãos ou os pés agitam-se, as palmas das mãos podem ficar úmidas e o sentimento é como se não fosse você.

Geralmente, esse estado de excitação psíquica vem em momento inoportuno, como por exemplo, antes de uma reunião de trabalho. O que podemos fazer nesse momento?

A gente te ajuda listando 5 hábitos simples que vão ajudar você a superar essas crises. Confira:

1- Caso seja possível, prepare-se para a situação
Pode parecer meio óbvio, mas se preparar vai fazer toda a diferença, em várias situação. Por exemplo: Se você tem uma reunião, leia e estude a informação necessária acerca do que pode surgir na reunião. Se você tem um encontro, pense em dois ou três tópicos que possa você abordar, no caso da conversa não fluir naturalmente. Ou, no caso de uma entrevista de trabalho, pense sobre o que eles podem pedir e prepare algumas boas respostas.

2- Visualize o acontecimento de uma forma positiva
É importante que, inicialmente, você tente acalmar-se fisicamente. Você pode fazer isso da forma que você quiser. E, então, no momento em que se sentir mais tranquilo, visualize-se na situação futura. Em seguida, escolha duas ou três coisas que você teme acontecerem e imagine-se lidando positivamente com elas.

3- Respire profundamente para acalmar-se
Antes de entrar na situação, reduza a excitação fisiológica. Ajuda muito andar mais devagar para o ponto de encontro, mover-se mais devagar. Visualizar alguns cenários do item 2. Nesse momento, utilize a sua respiração. Respire um pouco mais profundo do que você costuma fazer e certifique-se que ao inspirar o seu abdômen se estende e ao expirar se contrai.

4 – Pense que as pessoas têm outras coisas mais importantes para elas do que pensar sobre você
Você pode sentir-se como se todo mundo estivesse olhando para os seus comportamentos e tivessem atentos a tudo o que você faz. Essa percepção faz aumentar ainda mais o seu nervosismo e insegurança. Mas, é preciso entender que, certamente, esse não é um sentimento realista, ele é construído ilusoriamente por você.

Aceite o seu estado de nervosismo. Compreender e desenvolver hábitos e estratégias para lidar com o desafio de maneira mais proveitosa. Nós queremos ver você bem!

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A insegurança e o apego

O motivo de um indivíduo viver inseguro vem de muitos fatores da sua vida: o seu histórico, as suas experiências individuais, etc. Mas, o fator mais marcante dos inseguros é o apego.

O apego leva o indivíduo à ter sensações desagradáveis, como o de esperar que o outro produza o que ele próprio não consegue, como necessidades que não foram produzidas no decorrer da sua vida, mas que espera encontrar no outro: valorização, aceitação, afeto, amor, aprovação, e por aí vai.

Esse estado causa uma grande dependência e, com isso, faz com que o indivíduo não se perceba e nem se sinta, já que, sua atenção fica focada para o outro. Então, indivíduo acaba se abandonando e passa a viver as necessidades e a vida do outro sem nem perceber. E assim, faz com que perca a oportunidade de vivenciar o momento presente, evoluir, se sentir capacitado, forte e confiante, ou seja, seguro de si.

O apego não é saudável. O importante é desenvolver sentimentos de serenidade, amizade e paz, respeitando-se em primeiro lugar.

Eleve os seus pensamentos e invista no seu potencial e em si com amor!

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