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Como identificar os estágios da depressão?

De origem psicológica, emocional ou ambiental, a depressão pode se manifestar por diversos sintomas e com intensidades diferentes, dependendo do estágio da doença em que a pessoa se encontra. E você sabe quais são os estágios da depressão?

Quando uma pessoa está deprimida é comum apresentar constante mau humor, o que geralmente é confundido como parte da sua personalidade. Mas, há uma diferença quando alguém está mal-humorado ou sofre de depressão. Apesar do humor deprimido ser a principal característica da enfermidade, existem outros sintomas que acompanham a doença.

O que é depressão?

Todo mundo passa por momentos difíceis na vida, situações onde o desânimo e a tristeza aparecem, mas passados alguns dias, as adversidades são superadas e logo é possível seguir em frente. Porém, quando a pessoa sofre de depressão é mais difícil se restabelecer em tão pouco tempo.

A depressão é um transtorno psiquiátrico que atinge pessoas de qualquer faixa etária. Ela ocorre quando há diminuição de neurotransmissores, como a serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. É caracterizada por tristeza profunda e sentimento de desesperança. Pode durar semanas, meses ou anos,

Sintomas mais comuns da depressão

Cada vez mais pessoas são acometidas pela depressão. Algumas convivem com a doença por algum tempo sem sequer ter conhecimento. Seja gerada por gatilhos externos (ambiente desfavorável) ou internos (abalos emocionais ou psicológicos), existem sintomas comuns que permitem identificar essa doença:

  • Cansaço e fadiga;
  • Dores no corpo;
  • Tristeza e procrastinação;
  • Baixa autoestima;
  • Sentimento de culpa e inutilidade;
  • Alteração do apetite;
  • Atenção e concentração prejudicadas;
  • Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas.

A depender de qual dos estágios de depressão você esteja enfrentando, os sintomas podem aparecer com maior ou menor intensidade. O período de duração da doença também difere de um estágio para o outro.

Então, em caso de suspeita de depressão a melhor alternativa é buscar acompanhamento médico. Quanto mais cedo for diagnosticada, será mais fácil atuar na recuperação. Além disso, se não tratada, a depressão pode evoluir de um quadro leve para o estágio mai grave.

Estágios da depressão

A depressão pode ser manifestada de diversas formas e é desencadeada por fatores genéticos, hormonais, químicos, entre outros. Uma pessoa pode ficar depressiva devido a traumas de infância, desgaste emocional, situações de perda, e vários outros motivos. Os estágios da depressão são: leve, moderado e grave.

Estágio leve – essa é a fase mais branda da depressão, onde a pessoa consegue realizar as atividades cotidianas, sem que seu desempenho seja diretamente afetado. Pode durar até seis meses, sendo essencial buscar ajuda médica antes da intensificação dos sintomas, para evitar o agravamento da doença.

Estágio Moderado – neste estágio a realização das tarefas diárias é prejudicado. O desgaste físico é muito maior, provocando o aumento do nível da fadiga. Assim, a pessoa não consegue reagir de maneira normal. Os relacionamentos interpessoais se tornam mais difíceis, devido à impaciência e irritabilidade que o deprimido possui.

Estágio Grave – é o período mais delicado da doença, marcado pela incapacidade de realizar qualquer atividade. A prostração, o descontrole e o isolamento social são bem característicos desta fase. É um estágio que inspira cuidado redobrado, pois podem surgir pensamentos suicidas.

A importância de buscar ajuda profissional

Independentemente do estágio de depressão em que o paciente se encontra, é imprescindível que procure a ajuda de profissionais capacitados para tratar desta enfermidade. O tratamento irá proporcionar:

  • Melhor qualidade de vida;
  • Identificação e tratamento das causas da doença;
  • Melhora dos relacionamentos interpessoais, e;
  • Aumento da autoestima.

Por isso, se você suspeita de depressão não deixe de procurar ajuda especializada. Por mais que amigos e familiares sejam importantes para dar o suporte emocional que precisa, o psicólogo, psicoterapeuta ou psiquiatra, são profissionais que podem indicar o tratamento mais adequado para cada caso.

 

Se identificou que está vivendo algum dos estágios da depressão, saiba quais são os tratamentos indicados aqui.

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Freud e o Complexo de Inferioridade

O termo popular “complexo de inferioridade” foi criado na psicanálise por Freud, Alfred Adler, para designar o estado neurótico que faz o indivíduo ter o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e seus problemas.

Esse estado pode ser provocado por vários motivos que podem ser reais ou irreais, como um defeito físico, uma situação econômica ou social difícil, ou pela recordação de um fracasso perante um obstáculo que não foi possível vencer.

A pessoa com complexo de inferioridade procura compensar sua insuficiência real ou suposta pela tentativa de sobressair (reação positiva), ou procura vencer seu estado de inferioridade por artimanhas (reação negativa). Agindo consciente ou inconscientemente, apresenta aos outros características que não possui, o que pode agravar os sintomas de quem sofre deste mal, caso essas tentativas de compensação sejam mal sucedidas.

Dentre os sintomas do complexo de inferioridade, os mais comuns são:

  • Preocupação exacerbada com a opinião das outras pessoas;
  • Mania de se comparar com os outros;
  • Demonstrações de inveja;
  • Hábito de apontar defeitos nas pessoas para esconder os próprios;
  • Preferir ficar isolado;
  • Sensação de incapacidade e de inferioridade;
  • Súper sensibilidade à críticas;
  • Dificuldade de se relacionar;
  • Baixa autoestima; e,
  • Vitimismo.

Como curar o complexo de inferioridade

O primeiro passo para sair desse estado e deixar de sofrer devido ao complexo de inferioridade, é buscar ações que possam motivar e tragam à tona o real valor que a pessoa possui. Procurar ajuda profissional é uma atitude importante neste processo de enfrentamento ao problema e superação das dificuldades.  

Movimentos simples, mas que são eficazes, também são muito bem-vindos nesse processo de redescoberta. Trabalhe sua mente de maneira correta:

  • Comemore as conquistas – ainda que pequenas, cada vitória deve ser reconhecida e comemorada.
  • Pare de se comparar – cada indivíduo possui um conjunto de características diferentes, que o tornam singular. Ter uma qualidade ou defeito diferente de alguém que admira não o torna pior ou melhor, mas especial em sua excência.
  • Reconheça seu valor – comece a reparar tudo que já fez, o que conquistou, o que se tornou, e, principalmente, o que te diferencia. Se preciso, enumere cada coisa para se dar conta do potencial que tem. A ideia é tirar o foco do que está errado, e olhar para o que há de bom.

 

Leitura indicada: “Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!”

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Sintomas de depressão – Para quais sinais devemos ficar alerta?

É muito possível que você já tenha participado de uma conversa cujo assunto tenha sido os sintomas de depressão, ou sobre a depressão de forma genérica. E realmente são muito comuns as especulações feitas sobre o assunto e suas complicações, mas, de fato, pouquíssima informação verídica e construtiva é disseminada nas conversas entre amigos e nos “achismos” espalhados na internet.

Esta quantidade de informação equivocada espalhada tem sido responsável por incidentes lamentáveis e prejudiciais para o bem estar de quem convive com alguém depressivo, e obviamente para o próprio paciente. Os sintomas de depressão por muitas vezes são confundidos com a sintomática de outra patologia, assim piorando as confusões feitas sobre a doença.

Estudos indicam que cerca de 16% da população do mundo inteiro já sofreu com a depressão ao menos umas vez na vida. Tais estudos tiveram seu início no ano de 1920, e neste mesmo período, os relatórios já indicavam que, devido a fatores biológicos, as mulheres possuem o dobro de chances, em relação aos homens, de se tornarem depressivas. De acordo com a OMS (Organização mundial de saúde), até o ano de 2020 a depressão será a segunda maior causa de mortes por doença no país, perdendo apenas para as doenças cardíacas.

Porém, antes de falarmos sobre os sintomas da depressão vamos entender melhor o que é essa doença.

O que é depressão?

Ao contrário do que normalmente pode se pensar, a depressão nem sempre está ligada a tristeza, mas é comum que indivíduos depressivos sintam-se tristes por longos períodos, e que essa tristeza se apresente de forma muito mais intensa do que a sentida em uma situação “verídica”. Entende-se como natural a tristeza advinda de motivações reais e palpáveis, como a morte de um ente querido ou ruptura de um relacionamento duradouro, mas sentir-se triste sem motivos aparentes é algo anormal.

Fisiologicamente explicando, a depressão é um desequilíbrio do cérebro. Porém, apesar de também se tratar de uma doença com características físicas, a mesma não pode ser solucionada apenas com medicamentos, pois fôra ocasionada por uma soma de fatores psicológicos, sociais e biológicos. De forma sucinta: a forma com que você se relaciona com o mundo pode ser responsável pelo aparecimento da doença.

O suicídio

Como vimos acima, segundo os estudos feitos sobre a depressão, até 2020 esta será a maior causadora de mortes por doença no Brasil. Um dado assustador, principalmente pelo fato de que se houvesse conscientização e maior divulgação sobre o tema, este índice poderia ser reduzido drasticamente.

Esta informação é extremamente assustadora, e também nos alerta sobre o fantasma do suicídio, apontando para uma estatística assombrosa que poderá ser reduzida ou evitada, através da conscientização do povo.

Outro fator importante é a desmistificação relacionada a culpabilização direcionada a pessoas com depressão. Na tentativa de ajudar o outro, muitas pessoas intensificam fatores estimulantes à depressão, como minimizar as dores do outro ou compará-las com dores e acontecimentos de outras pessoas. Um grande exemplo é quando compara-se dificuldades e problemas, como “você tem tudo na vida, não há porque ficar triste, veja que aquela pessoa está passando por coisas bem piores que vocês”. É preciso respeitar a dor do outro para então poder ajudá-lo.

Fique alerta aos sintomas de depressão!

As tentativas de suicídio e sua reincidência na maioria das vezes  estão vinculadas a violentas doses de sofrimento, desespero e angústia, e tais fortes emoções se devem à crises de natureza afetiva ou situações de grande conturbação mental, tendo como sintomas de depressão delírios ou uma psicose num estágio bastante agudo.

É importante sabermos que o comportamento suicida em geral surge na decorrência de doenças psicológicas não tratadas, e tem crescido de forma assustadora entre pessoas antes dos 30 anos de idade. Ultrapassando os índices de morte por HIV, estima-se que o comportamento suicida tem afetado mais que a marca de 12 mil pessoas por ano no Brasil.

Vamos agora a uma listagem de possíveis comportamentos depressivos que podem indicar um comportamento suicida.

Mudança de comportamento repentina

Uma pessoa que esteja pensando em suicídio pode comportar-se de forma muito diferente do seu habitual, expressando-se de formas diferentes, com linguagens incomuns , e até mesmo perdendo a capacidade compreender o senso de humor em conversas. Também é comum que comece a se envolver em atividades perigosas, como  uso de drogas e a direção em alta velocidade.

Demonstrar grande tristeza e preferir se isolar

Estar triste por longos períodos é comum em estágios avançados de depressão, bem como também a falta de vontade de socializar. Alguém que a todo momento demonstra preferir se isolar pode ser um indício perigoso que aponta um comportamento suicida.

É muito comum que nesse estágio que a pessoa com  depressão não consiga perceber que está em um processo depressivo, e pode atribuir a si mesmo a incapacidade de socializar e a forma deprimida com que se sente. A frustração que essas percepções trazem podem causar desânimo, desmotivação, e a falta de vontade de viver.

Tratar de assunto não concluídos

É um tipo de atitude bem comum em pessoas que já planejam o suicídio. Este comportamento se manifesta na presença de  pessoas que não se vê há muito tempo, o pagamento de dívidas de longa data, ou simplesmente a entrega de objetos pessoais muito estimados como presentes. É importante procurar se existe alguma carta ou mensagem sendo escrita para após o suicídio, que neste estágio é possível que a mesma já esteja sendo desenvolvida.

Tranquilidade instantânea

Demonstrar grande tranquilidade e paz superficial, após um longo tempo de isolamento, tristeza ou ansiedade, é um indício alarmante do comportamento suicida. Este tipo de estágio se caracteriza quando a pessoa depressiva acredita ter encontrado a resposta para as suas dores e problemas através do suicídio.

Esperamos ter ajudado a você caso esteja procurando informação para ajudar um parente, um amigo, ou até mesmo o seu parceiro(a). Ou se você identifica algum desses sintomas de depressão em você mesmo, não se desespere, conte a quem você ama e procure por auxílio profissional. Através do tratamento adequado e da colaboração das pessoas mais próximas, esse quadro pode ser revertido e uma vida pode ser salva.

Saiba mais sobre os tipos de depressão e como lidar com esse distúrbio aqui.

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