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Conheça as causas da insônia e como encontrar o melhor tratamento!

As causas da insônia podem estar ligadas ao estresse ou a ansiedade. Esse distúrbio que afeta a qualidade do sono, atinge um número cada vez maior de pessoas. E as consequências de uma noite mal dormida se apresentam no decorrer do dia seguinte com sintomas, como a fadiga e perda de concentração.

Com certeza você já ouviu falar que o corpo precisa de pelo menos 8 horas de sono por dia para se manter saudável. Ou ainda, que 5 horas de sono são suficientes e permite aproveitar melhor o dia e produzir mais. Mas, será que é verdade? 

Muitas são as teorias, entretanto cada pessoa possui uma quantidade de horas adequadas para o repouso e não dormir o suficiente pode trazer danos a curto e longo prazo.

Quais as causas da insônia?

De acordo com a Associação Brasileira do Sono, muitos são os fatores que podem perturbar o sono e consequentemente se tornar uma das causas da insônia, partindo de fatores ambientais a problemas de cunho mental. Vamos conhecê-los?

  • Trabalhos em turnos; 
  • Alteração de fusos horários; 
  • Hospitalizações; 
  • Padrões de estilos de vida; 
  • Problemas da saúde física; 
  • Dor; 
  • Uso de medicamentos; 
  • Menopausa;
  • Estresse.

Quais as consequências da insônia no dia a dia?

A insônia, além de ser uma dor de cabeça, traz consequências para o nosso dia a dia. Essas consequências podem ser um alerta de que algo não está bem no nosso organismo. Por isso, fique atento caso apresente constantemente sonolência diurna, fadiga ou baixa energia, lapsos de memória, perturbação do humor, aumento de erros ou pequenos acidentes.

Quais os tipos de insônia?

A insônia pode se manifestar ao longo da vida de qualquer pessoa. Ela pode ser pontual, desencadeada por algum estímulo e cessar em um curto período, ou pode ser crônica.

Como identificar se você tem insônia?

Para a identificação de um problema, como a insônia, é preciso ficar atento a alguns sintomas: 

  • Dificuldade de iniciar ou permanecer dormindo; 
  • Comportamentos anormais durante o sono, como chutar, falar ou gritar;
  • Acordar com dor de cabeça ou dor nos maxilares.

Quais os principais tratamentos para insônia?

O tratamento para quem possui problemas decorrente da privação do sono deve ser prescrito a partir da identificação da causa raiz. Assim, o indivíduo que identificar que está sendo acometido por esse problema deve procurar ajuda profissional.

Entretanto, é possível melhorar a qualidade do sono adotando alguns hábitos no dia a dia. Seguem abaixo alguns desses hábitos:

  • Não fique na cama se não estiver com sono. Saia, relaxe um pouco e volte quando estiver com sono;
  • Não permaneça na cama após acordar. Mesmo que a cama pareça te abraçar evite permanecer na cama acordado;
  • Se você é do tipo que as preocupações não deixam sua mente descansar, faça anotações das coisas que te preocupam a fim de esvaziar a mente; 
  • Tome um banho morno antes de deitar-se. Pode ser relaxante;
  • Evite dormir durante o dia ou reduza para no máximo 30 minutos após o almoço.
  • Tente terapia de relaxamento, como respiração profunda e meditação.

A insônia é coisa séria, mas tem tratamento. Caso as dicas acima não funcionem, busque ajuda médica. A terapia é uma ótima alternativa para te ajudar a resolver problemas de ansiedade. Não deixe a falta de sono afetar a sua qualidade de vida.

Agora que você entendeu como a insônia se manifesta no organismo, conheça a meditação para ansiedade e aprenda a controlar os sintomas

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Saiba como controlar o estresse!

As pressões do dia-a-dia podem ser combustível para o sucesso ou se tornar fontes de estresse, dependendo da intensidade e frequência com que acontecem e da maneira como reagimos a elas. Por isso, conter os ânimos é providencial para quem deseja viver com qualidade de vida, e mais, saber como controlar o estresse pode ser o caminho para encontrar a paz interior.

Estamos cada vez mais cercados por cobranças e submetidos à situações favoráveis ao desgaste físico e emocional, seja no âmbito familiar, profissional ou social. O chefe estabelece prazos e metas exorbitantes; o filho que deseja mais atenção, limitada pela escassez do tempo; os recursos financeiros às vezes são menores que as dívidas à pagar. Enfim, uma série de agentes potencializadores do estresse.

O estresse, suas causas e sintomas

Mas, afinal, o que é estresse?

É a resposta física ou mental do organismo às tensões. Ele é responsável por provocar uma série de reações químicas e fisiológicas que geram sensações de medo, desconforto, nervoso, preocupação, etc.

São inúmeras as causas do estresse, desde acontecimentos bons ou ruins, à problemas cotidianos. Dentre elas, as mais comuns são:

  • Mudança de residência;
  • Casamento;
  • Crises no relacionamento ou separação;
  • Nascimento de um filho;
  • Ruídos e sons altos;
  • Desemprego ou excesso de trabalho;
  • Falecimento de entes queridos;
  • Problemas de saúde ou de aceitação;
  • Efeito colateral ao uso de certos medicamentos (para tratar asma, tireoide, resfriado, e outros).

Além desses fatores, o uso de drogas, e até mesmo excesso de cafeína, podem ser responsáveis por elevar o nível do estresse de uma pessoa.

Diante de situações de grande tensão, o nosso organismo passa a produzir uma quantidade maior de cortisol – hormônio diretamente envolvido na resposta do corpo ao estresse – na corrente sanguínea.

Existem três tipos de estresse: o agudo (resultante das pressões diárias), o agudo episódico (mais frequente devido ao excesso de preocupação) e o crônico (onde a pessoa está continuamente estressada).

O estresse pode apresentar tantos sintomas físicos quanto psicológicos, dentre os quais, os principais são:

  • Dores de cabeça;
  • Náuseas;
  • Dor no peito;
  • Hipertensão;
  • Dores musculares;
  • Boca seca;
  • Queda de cabelo em excesso;
  • Mau humor;
  • Sensação de fracasso;
  • Alteração do sono; e,
  • Desânimo.

Quer saber como controlar o estresse? Faça terapia!

Existem algumas atividades simples que ajudam a controlar o estresse, como, por exemplo, cuidar de si mesmo, usar menos o celular, dormir melhor, fazer sexo, praticar exercícios físicos, ter uma alimentação balanceada, etc. Contudo, é fundamental recorrer à terapia e psicoterapia para:

  • Identificar a causa do estresse;
  • Sanar os sintomas do estresse;
  • Encontrar equilíbrio emocional;
  • Aprender a administrar melhor os sentimentos;
  • Ajudar a refletir sobre os problemas;
  • Ter um novo olhar sobre uma preocupação recorrente.

A terapia é muito eficaz no alívio do estresse, pois a pessoa passa a se conhecer melhor e começa a tomar decisões mais assertivas. Ela filtra pensamentos negativos, evita o isolamento e consegue ter relacionamentos interpessoais mais saudáveis. Ou seja, toma a direção da situação.

O tratamento terapêutico também ajuda a controlar o estresse em doenças psicológicas como depressão e ansiedade.

Na psicoterapia, o paciente vai expor os seus anseios, problemas e questões que estão afetando direta ou indiretamente a sua felicidade. O psicólogo ou psicoterapeuta vai ajudá-lo a entender como o seu comportamento tem o prejudicado, e te orientará a assumir novas posturas que ajudem a controlar o estresse.

O tratamento psicoterapêutico pode ser realizado através de:

  • Psicanálise;
  • Terapia Junguiana;
  • Gestalt;
  • Psicoterapia Cognitivo Comportamental;
  • Bioenergética, e outras.

Terapias alternativas para ajudar a controlar o estresse

Os tratamentos alternativos também podem ser bons aliados no combate ao estresse.  Algumas técnicas utilizadas atualmente apresentam resultados satisfatórios, dentre elas:

Yoga

Ajuda a pessoa a fazer uma “higiene mental” pela prática de meditação, estimulando-a a encontrar-se consigo mesma.

Acupuntura

Técnica que estimula os pontos distribuídos pelo corpo com uso de agulhas, a fim de permitir o relaxamento e alívio de dores.

Reflexologia

Busca-se o equilíbrio entre mente e corpo através da massagem nos pés.

Aromaterapia

Usa-se óleos naturais para tratar desequilíbrios emocionais.

Então, agora que sabe a importância da terapia em uma rotina estressante, comprometa-se! Não deixe o estresse vencer você e sua felicidade.

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Síndrome Burnout – Quando o desgaste profissional ultrapassa um simples estresse

Você sabia que o esgotamento profissional pode ser uma síndrome? Conhecida como Síndrome Burnout, a doença é originada a partir da fadiga mental e física, provocadas pelo estresse do trabalho.

A rotina cansativa que a maioria dos profissionais enfrentam, seja devido ao excesso de trabalho, ou pelos desafios impostos pelos cargos e atividades desenvolvidos, ou ainda pela pressão de poder perder o emprego a qualquer momento, são fatores que podem e estão mexendo com a psiquê de muitas pessoas.

Já é reconhecida pelos médicos, a Síndrome Burnout é um fator de risco para muitos brasileiros, e pede atenção principalmente quando se diz respeito ao desgaste psicológico, já que esta pode desencadear outras doenças, como a ansiedade e a depressão, por exemplo.

Sintomas da Síndrome Burnout

O corpo dá vários sinais que são fundamentais para identificar a Síndrome Burnout, e quando percebidos, deve-se ficar alerta à esses sintomas, para que um diagnóstico rápido e preciso possa ser feito.

Sintomas físicos

  • Enxaqueca
  • Insônia
  • Distúrbios gastrointestinais
  • Problemas Respiratórios
  • Palpitação
  • Pressão alta
  • Suor excessivo
  • Nas mulheres, pode haver alteração no período menstrual

Sintomas psicológicos

  • Irritação constante
  • Dificuldade de concentração
  • Mudanças repentinas de humor
  • Pessimismo
  • Baixa autoestima

Além dos sintomas descritos acima, deve-se ficar atento às ausências frequentes no trabalho, agressividade e isolamento.

Ao identificar alguns desses sintomas, o mais indicado é buscar ajuda especializada para que um diagnóstico preciso seja feito, e em seguida, o tratamento indicado iniciado. O tratamento da Síndrome Burnout geralmente envolve antidepressivos e psicoterapia.

 

Leia também:

Como combater o estresse do trabalho

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