O perfil da criança ansiosa e como ajudá-la a superar

Os distúrbios da Ansiedade estão entre as principais causas de consultas em consultórios de psicologia e, infelizmente, não é um problema exclusivo do adulto. Por isso, os pais devem ficar atentos a atitudes vistas muitas vezes como manha, elas podem ser sinais de que a criança está sofrendo de ansiedade.

Mas como diferenciar um pedido manhoso por atenção de um problema mais sério, que requer ajuda psicológica? Mesmo quando a criança não consegue elaborar seus sentimentos em forma de discurso, há sempre a demonstração de que algo não vai bem.

Os principais sintomas são: agitação, euforia, excitação, apego excessivo e intenso aos pais, problemas de relacionamento com conhecidos ou familiares, ataques de pânico e dificuldade de aprendizagem.

Em muitos casos, o corpo também dá sinais: dores de barriga, dores na cabeça, vômitos, suor excessivo, mãos frias e, em casos mais graves, palpitações, tonturas e falta de ar.

Uma dica prática para diferenciar uma ansiedade normal de ansiedade patológica é avaliar se a reação é de curta duração e relacionada ao estímulo do momento, ou não, e olhar a criança como um todo:

1) O jeito dela interagir;
2) O jeito de se relacionar;
3) E, principalmente, o jeito de brincar.

O momento de brincar é onde a criança vai se expressar, é no brincar que ela repete seus conflitos internos.

Quando os pais notam que algo não vai bem, é preciso levar a criança ao consultório psicológico especializado nessa faixa etária. O diagnóstico precoce é fundamental, pois evita que a criança desenvolva patologias mais graves no futuro, como transtorno obsessivo-compulsivo ou síndrome do pânico.

Marque logo uma consulta! Caso o quadro de ansiedade seja comprovado, a criança inicia a terapia. Neste caso, pais serão envolvidos e orientados sobre como agir.

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Saiba reconhecer os principais sinais do autismo

O Autismo é uma disfunção crônica que se instala nos três primeiros anos de vida, quando os neurônios ligados à comunicação e sociabilidade deixam de formar conexões necessárias. Essa disfunção no desenvolvimento cerebral existe em vários graus e os portadores podem apresentar diferentes comportamentos. Os casos são mais normais em meninos, mas podem também acometer meninas.

Especialistas apontam que os primeiros sinais podem ser identificados pelos pais a partir dos oito meses de idade, mas estudos revelam que a maior parte dos casos no Brasil costumam ser identificados por volta dos 5 ou 6 anos. Esse diagnostico tardio acaba por, muitas vezes, dificultar o tratamento, já que o desenvolvimento infantil já vai ter acontecido.

Como o autismo não pode ser diagnosticado através de exames normativos, como ressonância ou tomografias, é imprescindível que os pais prestem atenção se os filhos apresentam comportamentos distintos. Os sintomas giram em torno de três quesitos: alteração na linguagem e comunicação, comportamento peculiar e pouca interação social.

O principal sinal que pode ser identificado é o atraso na linguagem e falta de contato ocular, mesmo em bebês na hora da amamentação, mas existem diversos outros que podem indicar autismo, como:

– Resistência a contato físico, como abraços, beijos e toques.

– Não apresentarem reação ao serem chamadas pelo nome.

– Dificuldade em imitar caretas e interpretar reações expressivas.

– Dificuldade em iniciar e manter um diálogo.

– Atraso no desenvolvimento comunicativo.

– Olhar vagos.

– Reações inesperadas de raiva e fúria.

– Resistência à dor.

– Serem extremamente sistemáticos quando brincam.

Um bom acompanhamento clínico pode ajudar o autista em suas limitações e até ajuda-lo a frequentar a escola regular. As avaliações são individuais, mas as terapias são, normalmente, realizadas em grupo para estimular a socialização. O tratamento pode ter medidas variadas, mas no geral a criança vai precisar de uma abordagem multidisciplinar incluindo clínica, fonoterápica, pedagógica e fisioterápica.

Crianças autistas são extremamente inteligentes e sensíveis e, apesar de apresentarem comportamento atípicos, um tratamento eficiente pode facilitar a sua interação normal e o desenvolvimento comunicativo.

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As causas e sintomas do estresse

O estresse é uma condição pscico e fisológica que atinge pessoas de todas as idades em diferentes níveis. Apesar de ser considerado como algo natural que acomete a todos nós, é importante identificar suas causas e sintomas, para então buscar o melhor tratamento.

O estresse está relacionado diretamente com o aumento de cortisol na corrente sanguínea. O cortisol é um hormônio da família dos esteroides que está diretamente envolvido na resposta ao estresse. Por isso, quando se identifica um índice acima do normal de Cortisol no sangue, conclui-se que você está passando por uma situação estressante.

Esse aumento de cortisol e, consequentemente, estresse, pode gerar diversas consequências no organismo. Além de afetar a mente, o estresse pode levar a diversas reações, como dores de cabeça, infecções, úlcera, derrame, herpes, crises de pânico, enfarte, hipertensão, ansiedade e outros.

Para que sintomas mais leves não desencadeiem problemas como esses, é importe que se identifique o que ocasionou o estresse. Entre as causas mais comuns estão:

– Problemas no Trabalho, como cobranças, horários, pressões, amaças, etc.
– Dificuldade de se relacionar com amigos ou familiares
– Problemas conjugais.
– Má desempenho no trabalho ou escola
– Falecimento de entes queridos
– Ruídos e sons altos e prolongados.
– Mudança de ambiente ou alguma alteração na rotina.

Além disso, cafeína, álcool e tabaco podem causar ou intensificar os sintomas de estresse.

O estresse, normalmente, debilita o sistema imunológico e isso torna o corpo mais vulnerável a doenças, alergias e infecções. No entanto, o estresse é um sentimento normal e pode, inclusive, aumentar o desempenho no trabalho, porém, é mais que importante cuidar do sintomas antes que eles se intensifiquem.

Algumas das opções para controlar e eliminar o estresse são praticar exercícios físicos, para liberar endorfina e elevar o bem-estar, e consumir chás e alimentos com propriedades calmantes. Caso o estresse esteja impactando além do normal na sua vida, recomenda-se consultar um especialista para avaliar a necessidade ou não do uso de medicamentos.

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A disfunsão sexual e a depressão

A Disfunção Sexual é a incapacidade de participar do ato sexual com satisfação. Isso ocorre devido à dor que o indivíduo sente ou ao impedimento em uma ou mais fases do ciclo da resposta sexual, seja ela o desejo, a excitação, o orgasmo ou a resolução, ou seja, quando não consegue satisfação quanto ao seu desempenho sexual.

A causa da Disfunção Sexual é multifatorial. Inclui-se nas causas os problemas psíquicos, principalmente a Depressão, e outras doenças orgânicas. A Depressão, como um dos mais importantes fatores de risco para as dificuldades sexuais, é responsável por boa parte destes dos casos, causando desinteresse pela atividade sexual e, consequentemente, comprometendo o desejo e a incapacidade de sentir prazer.

Uma consulta pode avaliar o tratamento correto a se fazer nesses casos. Esses mesmos tratamentos podem não só melhorar o desempenho sexual, mas também auxiliar no tratamento de sintomas emocionais e físicos, bem como depressivos.

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A psicanálise: um processo de “re-construção”

A psicanálise é um tipo de terapia de teorias e técnicas particulares. O paciente que procura esse tipo terapia busca autoconhecimento, eliminar sentimento de angústia, depressão, ou até mesmo se livrar de sintomas físicos dos mais diversos, sem origem conhecida.

Mas, ainda mais importante do que de onde se parte o motivo é para onde se deseja chegar. Nesse sentido, a psicanálise é um (ótimo) processo de autoconhecimento, já que é a análise de si mesmo com a ajuda de um profissional psicanalista.

Os sintomas, quaisquer que sejam suas formas de aparecer na vida da pessoa, são substitutos de processos inconscientes, traumas, desejos não revelados, que permanecem a margem de nosso conhecimento.

Com uma ajuda profissional é possível ter contato com os processos inconscientes e os integrar, de forma harmônica, ao nosso psiquismo, para que então, esses sintomas desapareçam.

A psicanálise é um processo de “re-construção” de nós mesmos, é a investigação do inconsciente. Busque a informação!

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