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Como se difere a compulsão de um consumo

Muitos transtornos de comportamento são considerados desvios de caráter. Até pouco tempo atrás, não havia um diagnóstico para quem tivesse sintomas compulsivos no ato de comprar. Isso era considerável “irresponsável” e não existia a compreensão do sofrimento interno do paciente.

O cérebro do compulsivo pode ser considerado como viciado. Toda compulsão oferece, num primeiro momento, um prazer extremo, a sensação de ser recompensado é intensa. Mas, em pouco tempo, todo o maravilhamento da compra se esvai, e como o cérebro do compulsivo já aprendeu a se satisfazer através de compras, é impulsionada a repetir o ato.

O critério para identificar a patologia é perceber se há prejuízo em alguma área da vida, seja ela financeira, pessoal, social, etc. Por exemplo, está comprando coisas que não pode pagar ou que não terão muita utilidade? Está deixando de fazer outras atividades saudáveis para fazer compras? Seu armário tem mais coisas do que seria possível armazenar? Pense nisso. Queremos te ver bem!

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Terapia Sistêmica: o que é?

A Terapia Sistêmica é um tipo de terapia que compreende o indivíduo nas relações com os seus sistemas, sejam eles familiar, escolar, trabalho ou a comunidade em que vive ou participa.

É uma terapia indicada para todas as pessoas, de qualquer idade, e que esteja em sofrimento emocional (psíquico), com dificuldades ou conflitos. Essa terapia pode ser de forma indivudual, casal ou familiar, e propõe uma intervenção intensa, por tempo ilimitado, buscando modificar o padrão de relacionamento.

Na terapia sistêmica, o paciente analisa seus padrões de interação e reações automáticas, que só é possível através da análise da sua própria individualidade, poderes e responsabilidades.

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Você tem fome de quê?

Hoje viemos abordar um dos temas mais contemporâneos vistos nos consultórios: os transtornos alimentares.

No homem, o que opera é a instauração da demanda de amor. Assim, essa relação do homem com o alimento está submetida ao campo das trocas simbólicas, comer é, antes de tudo, dar e receber afeto. O que nos permite afirmar que o primeiro alimento não será o leite, mas o olhar e a voz que se imbricam para acolher o bebê.

Então o que percebemos é essa relação com o Outro. Em um mundo onde todos nós queremos ser notados, desejados e amados, vivemos esse sofrimento interno! A busca pelo corpo dito “perfeito” pela mídia e pela sociedade também acarreta em uma distorção dos significantes e faz com que a gente, para de demandar amor, precise estar nessas condições, ditas aceitáveis. Então lhe questiono, você tem fome de quê?

Niliane Brito, Psicóloga CRP-03/IP12433

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