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Hiperatividade infantil – Causas, Sintomas e Tratamento

Se tornar pai ou mãe é adentrar em um universo desafiador, no qual muitas vezes não imaginamos os percalços que serão enfrentados durante toda a jornada.

Se deparar com complicações no desenvolvimento de um filho, como excesso de energia e agitação, baixa capacidade de concentração e reações agressivas, pode ser um sinal de alerta que gera ainda mais preocupação. Mas será que realmente esse comportamento é decorrente da hiperatividade infantil?

Acompanhe o artigo abaixo e conheça mais sobre os sintomas e causas da hiperatividade infantil.

O que é hiperatividade infantil?

É comum que a hiperatividade infantil seja associada ao PHDA ou TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), o que confunde ainda mais os pais em suas tentativas de entender a complexidade da situação que o filho está enfrentando. E, se conviver com uma criança que possua somente um dos sintomas da doença já exige bastante flexibilidade e atenção por parte da família, maior ainda terá que ser a dedicação, caso o diagnóstico de hiperatividade seja positivo.

A hiperatividade não é uma condição mental que pode ser administrada com disciplina e esforço, e também não se trata de um transtorno comportamental que poderá ser eliminado completamente  com a psicoterapia. Tentar fazer com que o hiperativo se organize e seja mais concentrado sozinho, é o mesmo que pedir a um míope que enxergue melhor sem utilizar óculos de grau.

A hiperatividade infantil se deve a má formação do cérebro, mais precisamente do corpo caloso, do cerebelo, dos lobos frontais, dos gânglios da base ou núcleos da base, do sistema dopaminérgico e noradrenérgico. Essas anomalias  ocasionam a má comunicação entre os neurônios, e também a falta de sincronia entre as áreas do cérebro.

Quais os sintomas da hiperatividade infantil?

Uma das características mais distinguíveis da hiperatividade tanto na criança como no adulto, é que o portador da doença não consegue atingir o ápice de suas capacidades. Em contrapartida, a maioria desses indivíduos possuem características intelectuais acima a média.

É comum que adultos e crianças com hiperatividade sejam pessoas extremamente inteligentes e carismáticas, com alto senso de humor e facilmente sociáveis, porém, são pessoas que não conseguem administrar suas capacidades em benefício próprio.

Estas são algumas das características da hiperatividade infantil:

  • Dificuldade em se organizar e ter disciplina.
  • Grande capacidade de concentração quando a tarefa é divertida e/ou interessante.
  • Capacidade intelectual acima da média, mas rendimento ruim em avaliações e testes de inteligência.
  • Dificuldade em concluir tarefas.
  • Baixa concentração.
  • Dificuldade de planejar a médio e longo prazos.
  • Melhor aprendizado com o auxílio visual e gestual.
  • Inquietude.
  • Ansiedade.
  • Impulsividade.
  • Grande capacidade criativa.
  • Possuem problemas com o sono.
  • Podem mudar de humor e se desmotivam com facilidade.

O que pode causar a hiperatividade infantil

As causas gerais da hiperatividade tanto no adulto quanto na criança são geradas a partir de fatores ambientais e genéticos.

Já é de conhecimento científico que a hiperatividade é hereditária. No caso do pai ou mãe da criança possuir hiperatividade, o filho do casal tem cerca de 30% de chances de ser hiperativo. Caso ambos os pais sejam hiperativos essas chances sobem para 50%.

Existem alguns fatores ambientais que podem influenciar no aparecimento da hiperatividade, como:

  • A mãe ser usuária de drogas, tabaco ou álcool.
  • Caso tenha havido um evento traumatizante, ou se a mãe foi submetida a estresse constante durante a gravidez.
  • Ainda, pode ocorrer caso haja a interrupção do oxigênio da criança na gestação.
  • Ou se o feto sofrer pancadas ou impacto forte.

A hiperatividade pode ser tratada?

Sim, existem tratamentos que demonstram ser eficazes no controle da hiperatividade a curto e longo prazos. Não existe um tratamento isolado que possa ser efetivo no combate a hiperatividade, mas, o método ideal é uma combinação de atividades físicas, emocionais e mentais.

Esses exercícios variam desde atividades lúdicas com jogos e dinâmicas laborais, até uma mudança na alimentação e rotina de exercícios. Tudo isto precisa ser rigorosamente acompanhado por profissionais durante todo o processo.

Se você identificou os sintomas apresentados durante a leitura deste artigo em seu filho ou filha, procure ajuda profissional para conquistar uma melhor qualidade de vida e bem estar para toda a família.

Quero saber mais sobre tratamento psicológico infantil.

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Saiba como identificar a Depressão Infantil

Engana-se quem pensa que a depressão infantil não existe. Ela existe sim e há diversos sinais que podem nos auxiliar na percepção de que algo não está bem na vida emocional dos pequenos.

As pessoas podem confundir tristeza com depressão, mas são duas coisas distintas. A depressão é um transtorno e é preciso acompanhar e tratar o indivíduo, já a tristeza é um sentimento que está presente em nossas vidas e é necessário para  reconhecermos a importância da alegria.

A depressão infantil se manifesta de uma maneira diferente do adulto, uma vez que a criança ainda está formando seu conhecimento interior e moldando o seu próprio jeito de expressar sentimentos. As crianças podem apresentar dificuldades emocionais que atrapalham seu desenvolvimento por não conseguirem externar o que sentem, precisamente. Desse modo, elas acabam se calando e os pais levam um tempo para compreender que o filho precisa de ajuda.

Sintomas da Depressão Infantil
  • Sentimentos de desânimo;
  • Dificuldade de raciocínio, concentração e memória;
  • Ansiedade;
  • Pessimismo;
  • Agressividade ou irritabilidade;
  • Falta de apetite;
  • Falta de vontade em realizar atividades;
  • Isolamento;
  • Sentimento de inferioridade e baixa autoestima;
  • Pensamentos de morte;
  • Insônia ou sono excessivo;
  • Fadiga constante ou falta de energia.
Causas da Depressão Infantil

Assim como a depressão em adultos, pode ser originada por uma disfunção neurológica e ser influenciada por fatores genéticos, como também por gatilhos emocionais ou de origem psicológica. Ao perceber uma mudança expressiva no comportamento da criança ou algum dos sintomas de forma contínua é importante encaminha-la a um profissional especialista para que seja realizado um diagnóstico mais preciso e correto.

A saúde emocional das crianças é um aspecto que deve ser cuidado a cada dia. Para ajudar a criança a se sentir bem: planeje atividades divertidas, chame os amigos para brincar, saliente as qualidades dela e se importe com as coisas que ela mais gosta. Sorria sempre e passe um tempo de qualidade com ela, promova sempre a harmonia no ambiente familiar com manifestações de amor e carinho.

Se ainda tiver dúvidas ou estiver procurando atendimento, a Clínica Holos dispõe de uma equipe de profissionais qualificados e especializados para o diagnóstico, acompanhamento e tratamento da depressão para todas as idades, entre em contato conosco.

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