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Saiba porque fazer terapia pode ser a melhor solução!

Toda pessoa por mais forte que seja, tem seus momentos de fragilidade. Diante dos problemas que enfrentamos no dia-a-dia e das adversidades encontradas seja no campo familiar, no ambiente de trabalho, ou na vida sentimental, é preciso ter resiliência para não perder o ânimo. Logo, entender porque fazer terapia pode ser um fator determinante nesse momento.

Às vezes nos tornamos limitados pelos problemas que enfrentamos, mesmo quando encontramos um “ombro amigo” para nos ajudar. E é nesse momento que precisamos buscar ajuda profissional, antes que uma pequena dor ou ressentimento agrave um possível problema psicológico ou emocional, que se tratado no início, pode causar danos menores. A terapia, nesse sentido, assume um importante papel na vida das pessoas.

É através da terapia que o indivíduo passa a se situar melhor diante dos conflitos, já que as técnicas utilizadas para o tratamento o ajudam a enxergar e dimensionar seus problemas sob outra perspectiva, que não a pessimista como é comum na maioria das pessoas que sofrem psíquica, sentimental ou emocionalmente. Buscar ajuda profissional muitas vezes requer:

  • Encorajamento – para vencer os medos;
  • Quebra de preconceitos – para reconhecer as dificuldades;  
  • Autoconhecimento – para perceber que algo não vai bem;
  • Aceitação do problema – para se direcionar ao tratamento necessário.

Mas afinal, porque fazer terapia?

A terapia ou psicoterapia é uma ferramenta utilizada pelos psicólogos, terapeutas ou psicoterapeutas para auxiliar pessoas com problemas emocionais, psicológicos ou comportamentais. Com ela, os profissionais da área ajudam o paciente a:

  • Se conhecer melhor;
  • Olhar por outro prisma o mundo que o cerca;
  • Conviver melhor com situações adversas;
  • Melhorar o relacionamento consigo e com as outras pessoas.

Existem alguns tipos de terapia e métodos específicos para cada tipo de caso e de personalidade, como a psicanálise – onde o paciente deita no divã e expõe seus problemas; a gestalt terapia – na qual os pacientes são analisados com base no meio em que vivem, entre outras.

Porque fazer terapia se não tenho problemas psicológicos?

Existem vários questionamentos que são feitos a respeito da terapia e de sua finalidade. Mas, em grande parte, as especulações criadas são de forma errônea. Se você já se perguntou porque fazer terapia, deve ter passado por um turbilhão de pensamentos como:

  • Por que fazer terapia se não tenho transtornos mentais?
  • Como um estranho pode ajudar a resolver meus problemas?
  • Será que estou sendo fraco em procurar um terapeuta?
  • Vai valer a pena gastar dinheiro e perder tempo com terapia?

A terapia é muito benéfica para pessoas que enfrentam problemas rotineiros, e que não conseguem superá-los ou conviver bem com eles. É preciso tratar a fonte da dor existente para gerar a saúde da mente.

Assim, uma das primeiras barreiras a serem vencidas é o preconceito. Buscar tratamento terapêutico não é sinônimo de fraqueza, loucura ou incapacidade diante dos problemas, mas sim uma conscientização da necessidade de buscar ajuda profissional a fim de vencer a dor, prevenir novas crises e mudar o foco dos problemas.

As pessoas geralmente buscam a terapia para superar alguns conflitos comuns, como:

  • A morte de um familiar ou ente querido;
  • A perda do emprego;
  • Uma traição ou separação;
  • Desgastes nos relacionamentos;
  • Abuso de substâncias tóxicas (álcool, drogas);
  • Falta de prazer em viver.

Se já sabe porque fazer terapia, então o que te falta?

Se você quer vencer a dor, sobreviver em meio às crises e ser portador de bem-estar e felicidade, então entende porque fazer terapia. Jamais permita que o medo e o preconceito te façam refém a ponto de impedir seu sucesso na vida. Comprometa-se consigo mesmo e ganhe mais qualidade de vida. Seja autor da sua felicidade e decida sobre fazer terapia agora mesmo.

Ou, se você quer saber exatamente do que precisa antes de iniciar um tratamento terapêutico, consulte os nossos serviços e veja o que melhor se adequa ao seu perfil.

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Hiperatividade infantil – Causas, Sintomas e Tratamento

Se tornar pai ou mãe é adentrar em um universo desafiador, no qual muitas vezes não imaginamos os percalços que serão enfrentados durante toda a jornada.

Se deparar com complicações no desenvolvimento de um filho, como excesso de energia e agitação, baixa capacidade de concentração e reações agressivas, pode ser um sinal de alerta que gera ainda mais preocupação. Mas será que realmente esse comportamento é decorrente da hiperatividade infantil?

Acompanhe o artigo abaixo e conheça mais sobre os sintomas e causas da hiperatividade infantil.

O que é hiperatividade infantil?

É comum que a hiperatividade infantil seja associada ao PHDA ou TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), o que confunde ainda mais os pais em suas tentativas de entender a complexidade da situação que o filho está enfrentando. E, se conviver com uma criança que possua somente um dos sintomas da doença já exige bastante flexibilidade e atenção por parte da família, maior ainda terá que ser a dedicação, caso o diagnóstico de hiperatividade seja positivo.

A hiperatividade não é uma condição mental que pode ser administrada com disciplina e esforço, e também não se trata de um transtorno comportamental que poderá ser eliminado completamente  com a psicoterapia. Tentar fazer com que o hiperativo se organize e seja mais concentrado sozinho, é o mesmo que pedir a um míope que enxergue melhor sem utilizar óculos de grau.

A hiperatividade infantil se deve a má formação do cérebro, mais precisamente do corpo caloso, do cerebelo, dos lobos frontais, dos gânglios da base ou núcleos da base, do sistema dopaminérgico e noradrenérgico. Essas anomalias  ocasionam a má comunicação entre os neurônios, e também a falta de sincronia entre as áreas do cérebro.

Quais os sintomas da hiperatividade infantil?

Uma das características mais distinguíveis da hiperatividade tanto na criança como no adulto, é que o portador da doença não consegue atingir o ápice de suas capacidades. Em contrapartida, a maioria desses indivíduos possuem características intelectuais acima a média.

É comum que adultos e crianças com hiperatividade sejam pessoas extremamente inteligentes e carismáticas, com alto senso de humor e facilmente sociáveis, porém, são pessoas que não conseguem administrar suas capacidades em benefício próprio.

Estas são algumas das características da hiperatividade infantil:

  • Dificuldade em se organizar e ter disciplina.
  • Grande capacidade de concentração quando a tarefa é divertida e/ou interessante.
  • Capacidade intelectual acima da média, mas rendimento ruim em avaliações e testes de inteligência.
  • Dificuldade em concluir tarefas.
  • Baixa concentração.
  • Dificuldade de planejar a médio e longo prazos.
  • Melhor aprendizado com o auxílio visual e gestual.
  • Inquietude.
  • Ansiedade.
  • Impulsividade.
  • Grande capacidade criativa.
  • Possuem problemas com o sono.
  • Podem mudar de humor e se desmotivam com facilidade.

O que pode causar a hiperatividade infantil

As causas gerais da hiperatividade tanto no adulto quanto na criança são geradas a partir de fatores ambientais e genéticos.

Já é de conhecimento científico que a hiperatividade é hereditária. No caso do pai ou mãe da criança possuir hiperatividade, o filho do casal tem cerca de 30% de chances de ser hiperativo. Caso ambos os pais sejam hiperativos essas chances sobem para 50%.

Existem alguns fatores ambientais que podem influenciar no aparecimento da hiperatividade, como:

  • A mãe ser usuária de drogas, tabaco ou álcool.
  • Caso tenha havido um evento traumatizante, ou se a mãe foi submetida a estresse constante durante a gravidez.
  • Ainda, pode ocorrer caso haja a interrupção do oxigênio da criança na gestação.
  • Ou se o feto sofrer pancadas ou impacto forte.

A hiperatividade pode ser tratada?

Sim, existem tratamentos que demonstram ser eficazes no controle da hiperatividade a curto e longo prazos. Não existe um tratamento isolado que possa ser efetivo no combate a hiperatividade, mas, o método ideal é uma combinação de atividades físicas, emocionais e mentais.

Esses exercícios variam desde atividades lúdicas com jogos e dinâmicas laborais, até uma mudança na alimentação e rotina de exercícios. Tudo isto precisa ser rigorosamente acompanhado por profissionais durante todo o processo.

Se você identificou os sintomas apresentados durante a leitura deste artigo em seu filho ou filha, procure ajuda profissional para conquistar uma melhor qualidade de vida e bem estar para toda a família.

Quero saber mais sobre tratamento psicológico infantil.

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